Mostrando postagens com marcador Deep Church. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deep Church. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

JIM BELCHER: DEEP CHURCH

De volta ao resumo de Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional  de Jim Belcher

O livro se inicia a partir de um dialogo entre John piper e Doug paggit, representantes dos extremos irreconciliáveis que o livro tenta reconciliar,  


When Pagitt, who is Jones's pastor, asked Piper, "Maybe we can find  ways to work together," Piper said it would be impossible without agreement   on essential doctrines like the atonement. Because Pagitt and Jones  don't hold to Piper's view of atonement, they are "rejecting the gospel in  toto, and so, by logical extension, [they] are not . . . Christian."

 A alternativa proposta por BELCHER é a igreja profunda, frase cunhada por C.S.LEWIS a partir da oposição britânica entre HIGH CHURCH E LOW CHURCH. 


"Perhaps the trouble is  that as supernaturalists, whether `Low' or `High' Church, thus taken together, they lack a name. May I suggest `Deep Church'; or, if that fails  in humility, Baxter's `mere Christians'?"


O modernismo ligado ao setor evangelical e mais tradicional da igreja foi cunhado como um grande prédio construído sob a ciência e o racionalismo. O pos modernismo rejeita a narrativa de uma verdade universal baseada na razão, propondo, ao invés disso, uma verdade que é local, encontrada nas comunidades de sentido.

No topo da nossa lista de ministérios generalizam seus alvos, ou por vezes, são chamados de ministérios estágios-de-vida. O movimento de crescimento de igreja chama isto de homogêneos unidos com princípios. Ambos, mesmo as igrejas sensíveis quanto as da geração x tem adotado este princípio, num ministério de estagio de vida, cada geração tem seu próprio pastor e seus alvos ministeriais, se tornando uma igreja dentro da igreja.
Hoje, se acredita que a segregação pela idade acaba empobrecendo tanto os indivíduos como as comunidades.

 E, também, outro mal entendido é a falta de centralidade do evangelho que se presencia nos encontros da geração x, lá há muita conversa sobre alcançar a cultura, mas muita pouca discussão sobre a centralidade da cruz para o perdão e o poder capacitador da graça para viver para Jesus.


O movimento emergente precisa ser visto, em sua teologia, a partir daquelas coisas que eles estão protestando e as razaos pelas quais eles estão chamando por mudança. A tarefa das igrejas emergentes, seus conteúdo, é primeiro um desmantelamento e então..uma reconstrução. Eles entendem que isto faz das igrejas tradicionais algo não muito fácil.




Os pontos a serem desconstruídos:
1. o cativeiro ao racionalismo iluminista.
2. a visão estreita da salvação
“o protesto emergente argumenta que a igreja tradicional tem focado muita atenção em como um indivíduo se torna salvo e não o suficiente em como ele ou ela vive como um cristão (…) A igreja está muito dependente na forma da salvação que está nas epístolas e não tem prestado muito atenção no ensino de Jesus sobre o Reino de Deus nos Evangelhos. Os criticos dizem que as boas novas são mais do que perdão dos pecados e um bilhete para o céu, é a aparição do reino de Deus” (loc. 397)
“De acordo com Dan Kimball, o termo a igreja emergente simplesmente significa igreja que estão focadas na missão de Jesus e pensando sobre o Reino dentro de nossa cultura emergente” (loc. 404)
3. crer antes de pertencer.
“a igreja emergente é critica a visão tradicional da igreja que a pessoa deve acreditar na teologia correta antes de ser bem vinda na igreja” (loc. 407)
4. adoração descontextualizada.
“outro protesto comum dos escritores emergentes é que a adoração na igreja tradicional não comunica mais com a cultura ao redor dela” (loc. 410)
5. pregação ineficaz

6. eclesiologia fraca.
7. tribalismo



RENASCIMENTO DA ORTODOXIA



If they are theologically liberal, that is,  they reject the rebirth of orthodoxy, then ecclesial unity may be neither   possible nor desirable. I hope this is obvious. If someone denies the  deity of Christ or the incarnation, for example, unity would not be  possible. Nevertheless, on a personal level, love, civility and kindness  would still guide us. Dialogue is always a good thing even with those  outside the bounds of orthodoxy.





Nós temos que alcançar o que John stott chamou de a unidade do evangelho, toda unidade tem um aspecto doutrinário. Nenhuma unidade é possível sem os limites do pensamento e da crença em torno de alguma coisa. Há sempre um limite sobre o que um grupo pode tolerar sem ser colocado de lado.


Por vezes, colocamos a pureza doutrinária sobre a unidade, ou estressamos uma unidade de relacionamento sob o som de doutrina. a realidade é que Jesus quer que nós sejamos igualmente comprometidos tanto com a paz como também com a pureza da igreja.   Este novo ecumenismo é sobretudo todo comprometido de modo não apologético ao antigo ensino ecumênico. É comprometido com a palavra de deus, numa visão a longo termo do consenso histórico e acumulativo e uma visão clássica ecumênica de DEUS PAI, DEUS FILHO E DEUS ESPÍRITO SANTO. Também permanece, um conceito clássico consensual das doutrinas da encarnação, expiação e ressurreição, e o retorno de Cristo. 


This view allows Christians to agree on the  essentials but cling to their differences, with humility and charity. We  can put our foot down on mere Christianity, the classic, consensual tradition   of the gospel,'
Our sermons and our weekly  school of discipleship are rooted in a commitment to teach the full counsel  of God in a way that is culturally relevant, timely and informed by the  Reformed tradition. We teach the Bible. But our understanding of the  Bible has been wonderfully shaped by the tradition we are part of.
Primeiro, nós enraizamos nossa congregação a cada semana numa liturgia histórica que traz o melhor da história cristã. Nossos sermóes e a nossa escola semanal de discipulado está comprometida em ensina o total conselho de Deus numa forma que seja culturalmente relevante, em tempo e informado pela tradição reformada. nós ensinamos a Bíblia. mas, nosso entendimento da bíblia tem sido maravilhosamente moldado pela tradição que fazemos parte.

No modernismo, que nasceu no sec. XVII, tem como visão de mundo a rejeição de uma verdade transcendente, ao invés disso, buscamos o sentido na razão e na solidão individual, não entendemos nosso mundo a partir da revelação,mas da razão. Segundo BELCHER,  a melhor metáfora para uma pessoa do sec. XX, é uma pessoa sozinha assistindo televisão.

A verdade é qualquer coisa que traga conforto ou ajuda a pessoa em algo em sua vida. Assim, toda verdade é relativa para cada pessoa. O relativismo reina, as comunidades se quebram e a ética é atirada pela janela. O pós modernismo é um pouco pior, porque leva o modernismo a sua conclusão lógica, a partir da perspectiva de que não importa como você molde isto, o pós modernismo não é uma coisa boa.Como uma solução para o pós modernismo é a cura que irá matar o paciente ainda mais rápido.
 










domingo, agosto 29, 2010

Jim Belcher: Deep Church – um resumo cheio de pitacos.

Acabei de ler o livro Deep Church, do Jim Belcher, o livro foi escrito por um pastor que cresceu dentro do movimento emergente e busca criar uma terceira via possível entre os emergentes e os tradicionais. Concordo com a crítica de Kevin DeYoung, a terceira via parece mais uma igreja tradicional contextualizada, tal como a do mentor de Belcher- a Redeemer de Tim Keller.

O livro parte da definição da igreja emergente, e para Belcher o melhor jeito de fazer isto é definindo sobre o que o movimento se colocou contra. As coisas que estão protestando e suas razões. Neste sentido, a missão do movimento emergente parece ter sido desconstruir primeiro, e depois, reconstruir. Dentro da literatura emergente, há várias citações sobre desconstruir, mudança total, recalibração e dismantelar.

Os pontos a serem desconstruídos:

1. o cativeiro ao racionalismo iluminista.

2. a visão estreita da salvação

“o protesto emergente argumenta que a igreja tradicional tem focado muita atenção em como um indivíduo se torna salvo e não o suficiente em como ele ou ela vive como um cristão (…) A igreja está muito dependente na forma da salvação que está nas epístolas e não tem prestado muito atenção no ensino de Jesus sobre o Reino de Deus nos Evangelhos. Os criticos dizem que as boas novas são mais do que perdão dos pecados e um bilhete para o céu, é a aparição do reino de Deus” (loc. 397)

“De acordo com Dan Kimball, o termo a igreja emergente simplesmente significa igreja que estão focadas na missão de Jesus e pensando sobre o Reino dentro de nossa cultura emergente” (loc. 404)

3. crer antes de pertencer.

“a igreja emergente é critica a visão tradicional da igreja que a pessoa deve acreditar na teologia correta antes de ser bem vinda na igreja” (loc. 407)

4. adoração descontextualizada.

“outro protesto comum dos escritores emergentes é que a adoração na igreja tradicional não comunica mais com a cultura ao redor dela” (loc. 410)

5. pregação ineficaz

6. eclesiologia fraca.

7. tribalismo

(continua)

domingo, agosto 22, 2010

O que estou lendo agora…

De volta ao Kindle, peguei o reembolso do envio, e comprei três livros, dois baseados na lista de melhores do ano da Christianity Today e um, baseado, na curiosidade da pregação cristocêntrica. Os dois primeiros e o último da lista a seguir.

Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional de Jim Belcher

Este já colocou uma crítica que Kevin DeYoung fez dele na Gospel Coalition, como também um vídeo com entrevista com autor. Mas, o livro vai além da crítica de DeYoung, ele traça um belo panorama da igreja emergente e seus pontos fortes e falhos, estou tuitando a leitura via kindle @allenvaz.

Desiring the Kingdom: Worship, Worldview, and Cultural Formation de James K.A. Smith

Preaching Christ in All of Scripture de Edmund Clowney

sexta-feira, agosto 20, 2010

Ainda Deep Church

Pensando e repensando o livro de Jim Belcher, procurei na internet algumas críticas e vídeos sobre o livro. O interessante é notar o grau de discussão que chegou a coisa por lá, e como andam as coisas por aqui. Há verdadeiramente duas propostas ao evangelicalismo tradicional, que é um problema norte-americano, que são as igrejas emergentes e a neo-ortodoxia que buscam contextualizar suas igrejas ao mundo de hoje.

Por aqui, ainda estamos no processo anterior, talvez, do nascimento e apogeu das mega-igrejas, com um tom mais Universal-Renascer, e não Willow Creek ou Saddleback, que não colou tanto assim por aqui.

Hoje no Brasil, há, de um lado, Teologia da Prosperidade misturada com misticismo- Bola de Neve, Universal, Mundial- e , de outro lado, setores tradicionais – Assembléia de Deus, Presbiteriana, Batistas, ou contextualizados com as novidades da época- teologia da prosperidade ou triunfalismo- ou sem qualquer preocupação com contextualização, fora casos isolados de empenho de algum pastor local.

Não há a realidade de igrejas neo-ortodoxas fortes no Brasil tais como a John Piper, Tim Keller e Mark Driscoll. E os movimentos emergentes são, ainda incipientes, estão como igrejas de sub-solo mesmo.

Há um espaço para esta discussão sobre igreja no Brasil, muito espaço para novas igrejas que não sejam fundadas apenas por um líder em busca de sucesso e vingança contra a denominação onde não podia morder mais. Um espaço para as igrejas tradicionais buscarem uma contextualização sadia do verdadeiro evangelho.

Sob o livro, achei algumas coisas:

Jim Belcher na The Journey discutindo sobre o livro (em inglês).

Uma crítica de Kevin DeYoung na Gospel Coalition, alguns trechos do artigo Deep Church: A Third Way? :

Existem recursos suficientes para fora lá agora para as pessoas fazer as suas mentes e decidir se este é um movimento de reforma saudável ou uma conversa que empurram os limites da fé evangélica e, por vezes, saltando dos limites da própria ortodoxia.

Eu estou sempre cético em relação a "terceira via" de qualquer forma de livros. Normalmente, a "terceira via" é basicamente o mesmo que uma das outras duas formas, apenas um pouco melhor. Neste caso, eu estava esperando a terceira maneira de ser emergente mais leve com uma atitude menos cáustica para os evangélicos. Mas, na verdade Belcher foi exatamente o oposto. Ele é um evangélico, um evangélico tradicional, eu diria que parece o som em sua teologia (ele é um ministro do PCA, afinal), mas quer ser não-tradicionais em alguns aspectos. Se eu fosse intitular o livro que eu chamaria de "porque eu não sou emergente, mas eu como muitos dos povos emergentes e eu quero fazer uma igreja diferente também.

"Capítulo 3, "The Quest for Mere Christianity", é o capítulo mais importante no livro para entender o que Belcher está apontando para a sua terceira via. Por um lado, Belcher quer evitar o erro fundamentalista de ver qualquer outro tipo de igreja como hereges e suspeitos. Por outro lado, ele também quer evitar o erro de ver a teologia liberal como infinitamente maleável. A visão Belcher é que a igreja tradicional da Igreja e emergentes para encontrar um terreno comum na tradição consensual resumido no Credo dos Apóstolos, o Credo Niceno, e o Credo Atanasiano

Belcher reconhece o campus tradicional (uma expressão para a igreja local, utilizada muito nos EUA) não é monolítico. Mas ele sugere que "os grupos que compreendem partes evangelicalismo tradicional têm opiniões semelhantes a respeito da cultura, da epistemologia e da Igreja". Ainda assim, no final, eu não tenho certeza do que faz de alguém uma parte do campo tradicional na estimativa de Belcher, com excepção dos que têm sido alvo de críticas no campo emergente.

A análise Belcher do lado emergente é muito mais útil. Não vou recontar sua própria história, mas Belcher tem a vantagem de ter sido um "insider" no movimento em seu início. Ele sabe o caminho da igreja emergente bem e ele conhece bem muitos dos jogadores-chave. Isto é o que torna o livro único e por isso, que os emergentes têm recebido mais calorosamente. Carson era um outsider total em suas mentes. Ted e eu pelo menos demograficamente semelhantes e culturalmente familiarizado, mas ainda assim de fora. Jim é um membro da verdade.

Mas também um outsider. Ele escreve: "Tanto quanto eu me sinto como um" insider " na conversa, também me sinto às vezes como um outsider por causa de algumas reservas que tenho com os aspectos da conversa emergente"

(…)

A igreja emergente é protestar contra a igreja tradicional em sete frentes: (1) Cativeiro ao racionalismo iluminista. (2) uma visão estreita da salvação. (3) Crença antes de pertencer.(4) adoração descontextualizadas. (5) a pregação ineficaz. (6) eclesiologia fracas. (7) tribalismo.

Sob o rótulo de "emergentes" estão três campos diferentes: o relevantes (por exemplo, Driscoll, Kimball, e alguns jovens, inquietos, e os tipos de igreja Reformada), que estão tentando contextualizar ministério mantendo teologia conservadora, os reconstrucionistas (eg, Cole, Hirsch, Barna, Viola), que estão experimentando com as igrejas e comunidades monásticas orgânicas e os revisionistas (por exemplo, McLaren, Jones, Pagitt), que estão questionando doutrinas evangélicas fundamentais de teologia e cultura (45-46). Belcher análise centra-se principalmente na reconstrucionistas e os revisionistas, porque eles têm obtido a maioria de atenção e enfrentou a empurrar mais para trás.

Então Belcher explora a solução emergente, muitas vezes, entrevistando os principais líderes do movimento e levantar algumas possíveis objeções ao longo do caminho. Em seguida, Belcher olha a resposta da igreja tradicional para as respostas emergentes. E, finalmente, ele propõe uma terceira via, que procura combinar o melhor de ambos os lados, evitando o pior extremos.

Deep Truth - Os emergentes rejeitam fundacionalismo clássico, que é bom. Mas quando eles têm razão para rejeitar a verdade auto-evidente, eles estão errados para abraçar uma proposta construtivista "pós-moderno" epistemologia

Deep Evangelismo - A igreja tradicional insiste em que a crença deve preceder a que pertencem. Isso tem o efeito de fechar a porta aos buscadores espirituais. A igreja emergente insiste na crença de que pertencem antes. Mas, cada comunidade deve ter alguns padrões e todos na igreja devem ser desafiados, ao arrependimento, fé e obediência em algum ponto. Então, há uma terceira via? Segundo Belcher, a terceira via entende que existem dois círculos ao redor de Jesus. Há um círculo exterior de asilo e um círculo íntimo de discípulos comprometidos. Igreja Deep congratula-se com todos dentro do círculo exterior, independentemente de suas crenças, mas os desafia para se tornar uma parte do círculo íntimo.

Deep Evangelho - A igreja tradicional tem feito da salvação um assunto muito personalizado, muito parecido com um seguro contra incêndio. A mensagem da salvação individual é importante, mas deve ser equilibrada com "O ensinamento de Jesus sobre o reino. Devemos evitar evangelhos reducionista e lembre-se que o evangelho tem uma dimensão pública. Nós não devemos diminuir o evangelho para apenas o perdão dos pecados. Mas, acrescenta, a pena substitutiva e justificação devem formar a base para tudo o que dizemos sobre o evangelho. O reino não pode ser ignorada, mas deve estar ligado às doutrinas da expiação, justificação, união com Cristo, e nossa necessidade de ser perdoado (118).

Adoração Profunda - A igreja emergente tenta contextualizar o seu culto, mas em fazê-lo, às vezes, torna-se sem ligação com a história e fica muito como um produto da cultura em torno dela. O que é necessário não é apenas uma amostra da tradição, mas um retorno à grande tradição. terceira forma de Belcher parecida com esta: "adoração que encarna um verdadeiro encontro com Deus, que tenha profundidade e substância, incluídos mais freqüentes e significativamente na Ceia, foi participativa, leia mais as Escrituras na adoração, nos sentidos sendo utilizados criativamente, dando mais tempo para a contemplação, e focada sobre a transcendência e alteridade de Deus "(124).

Deep Pregação - pregação tradicional é muitas vezes chata e sem inspiração. Há pouco de drama para ele. A maioria dos sermões busca um solução baseada em duas coisas: você fede, tente mais (142). A igreja emergente tenta sugerir uma maneira melhor. Na prática, os seus "sermões" soam como sermões, exceto pelo um pouco mais de interação da congregação. Mas sob o ponto de vista emergente da pregação (pelo menos que a defendida por Doug Jones Pagitt e Tony) seria uma mudança radical, uma hermenêutica da comunidade em que nada é privilegiado, nem mesmo a Bíblia, que fala sobre a comunidade a descobrir e viver a verdade (145 ). Belcher rejeita esta hermenêutica, visto que leva à rejeição da ortodoxia clássica. nem fica com os tradicionais nem emergentes na pregação, assim vai funcionar. Precisamos de uma terceira via que não é dedutiva e legalista, como pregação tradicional, nem em aberta, como pregação emergentes. Em vez disso, aqueles que pertencem à igreja profunda devm "pregar Cristo em todos os textos, estabelecendo e analisando a condição humana através de escrituras e experiência, e expor o chocante, a graça radical de Deus que entra na nossa situação, nos transforma e nos capacita a viver de forma diferente" (157).

Deep Eclesiologia – A igreja tradicional fica atolada em reuniões, papelada e burocracia organizacional. Isso é ruim. Assim, as chamadas igrejas emergentes vão para um modelo mais orgânico de código aberto, para a igreja. Mas mesmo as igrejas orgânicas não pode sobreviver muito tempo sem estrutura e prestação de contas. O que precisamos é de uma terceira via que chama a Igreja a ser tanto a instituição e organismo, respeite os cargos de presbítero e diácono, celebra o culto como um meio de graça, e cultiva e aprende com a tradição.

Deep Cultura - A terceira via entre as abordagens emergentes e tradicionais para a cultura, aceita a distinção de Abraham Kuypers entre a igreja como instituição e da igreja como organismo. A igreja como uma instituição se concentra principalmente na pregação, nos sacramentos, no culto e cuidar do corpo da igreja. A igreja como organismo trabalha na formação de agentes secretos que vão para o mundo, trabalham para o "shalom" da cidade, e criar uma cultura. Com esta abordagem instituição / organismo, nossas igrejas podem ter uma cultura profunda, que não é uma cópia da cultura, nem irrelevante para ele.

Avaliação

1. Qual é o evangelho?
Belcher deixa claro que ele afirma substituição penal. Ele acha que é fundamental para as outras visões da expiação. Ele acredita que Jesus morreu na cruz para pagar pelos nossos pecados e tirar a nossa culpa. Isso tudo é maravilhoso. Mas eu ainda estou um pouco perplexo.

Igreja Belcher prende a quatro compromissos fundamentais: a comunidade, evangelho, missão, e shalom.

Mais importante, eu estou intrigado com a definição da igreja do evangelho Belcher descreveu.

O evangelho "é a boa notícia de que através de Jesus, o Messias, o poder do reino de Deus entrou na história para renovar todo o mundo. Através do Deus Salvador, que estabeleceu seu reinado. Quando cremos e confiar no trabalho de Jesus e em seu registro (em vez de o nosso) para o nosso relacionamento com Deus, que o poder do Reino vem sobre nós e começa a trabalhar através de nós. Nós testemunhamos a forma radical de viver em nossas vidas renovadas, bela comunidade, justiça social e transformação cultural. Esta boa notícia dá uma nova vida. O evangelho motiva, orienta e capacita cada aspecto de nossa vida e de culto (121).

Esta é uma declaração bem da teologia cristã, mas é o evangelho? Certamente, 1 Coríntios 15 nos dá o melhor resumo do evangelho e não encontramos nenhuma menção de transformação cultural ou renovar todo o mundo. Mas nós vemos aqui sobre o pecado, a cruz e a ressurreição, três itens sem nenhuma indicação específica dada na definição Belcher do evangelho. Este é um problema.

Tradição é o grande o suficiente?


Eu dou tudo para fazer as coisas principais como coisas principais. Eu faço sempre a diferenciação entre a primeira e questões de segunda ordem. Mas é suficiente dizer que o Credo Apostólico, Credo Niceno e Credo Atanasiano podem definir a ortodoxia, e em menores proporções, os evangélicos? Estas crenças abordadas tratam algumas questões centrais que enfrentou a igreja em seus primeiros poucos séculos. Mas que nmão falma sobre outras questões que surgiram desde então, como expiação, justificação, a autoridade da Bíblia? Eu diria que estas são questões de primeira linha também, embora eles não eram especificamente dirigidas por um conselho ou credo no começo da igreja.

Deep Church é uma terceira maneira verdadeira?

No final, a coisa que eu mais gostei sobre o livro é também a minha maior crítica. A forma de Belcher, apesar apesar de poucas diferenças na forma e no tom, não é, de fato, uma terceira forma genuína, mas a maneira como a igreja tradicional é mediada por Tim Keller. Não me interpretem mal. Eu gosto desse jeito. Eu adoro Tim Keller. Não fiquei desapontado ao ver que eu concordava com Belcher em um monte de coisas. Mas se eu sou tradicional (que eu estou na taxonomia de Deep Church), então eu acho que Belcher também. Pensando assim, D.A. Carson está no campo tradicional também (dentro da Deep Church) e ele e Keller são amigos muito próximos. Eles começaram a Gospel Coalition juntos, então, eu presumo que concordam com muita coisa. Então Carson é um outro jeito da terceira via?

A doutrina da igreja é essencialmente tradicional, com uma borda mais suave e mais engajamento cultural. Isso não é ruim. Pode ser muito bom se feito com fidelidade. Mas eu não acho que é uma terceira via. Muito poucos dos extremos do campo tradicional rejeitados por Belcher são notas de rodapé ou atribuídos a qualquer líder da igreja tradicional. Por conseguinte, eu não acho que ele está rejeitando a igreja tradicional, tanto quanto alguma experiência ruim dele.

Conclusão
Deep Igreja confirma mais uma vez que há sérios problemas com alguns muito da teologia saindo da igreja emergente. Ela também confirma mais uma vez que o jeito escondido, legalista, hostil, indiferente tradicionalismo não é o caminho a percorrer. Se você precisa de uma reciclagem em um desses dois pontos, este livro vai fazer o truque. Jim Belcher nos deu um "insider" e olhar de fora da igreja mais controverso movimento da última década. E embora eu tenha algumas discordâncias com o livro, no final, ele reafirma a importância da fé uma vez por todas entregue aos santos. E isso é uma coisa muito boa.

quinta-feira, agosto 19, 2010

Jim Belcher: Deep Church.

É possível uma convergência entre a igreja emergente e a igreja tradicional (neo-ortodoxa), este é o dilema que Jim Belcher tenta responder. O livro traz uma descrição acurada dos dois grandes movimentos atuais de eclesiologia em resposta ao pós modernismo, só por isto já vale a leitura, e busca conceber uma terceira via, a partir de uma concepção de C.S. Lewis : deep church- igreja profunda.

Algumas notas e grifos do Kindle sobre a leitura, por ora.

Sobre a sua igreja e a forma de ser, Belcher diz: Através de nossa pregação, liturgia, e santa ceia semanal e uma comunidade de crentes unidos em Cristo, nós queremos prover um pouco de água viva para o mundo perdido.

A igreja emergente não gosta da insistência da igreja tradicional de que a crença- a adesão a certas doutrinas deve preceder o pertencer

==========

Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 982-83 | Added on Sunday, August 22, 2010, 01:10 AM

the emerging church does not like the traditional church's insistence that belief (adherence to certain doctrines) must precede belonging (being part of the community).

A igreja emergente não gosta da insistência da igreja tradicional de que a crença- a adesão a certas doutrinas deve preceder o pertencer (ser parte na comunidade).


==========


Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 994 | Added on Sunday, August 22, 2010, 05:35 PM

"persons will join a community before affirming the beliefs of that community. In other words, emerging culture places belonging before believing."

pessoas irão se juntar a uma comunidade antes de afirmar as crenças desta comunidade. Em outras palavras, a cultura emergente coloca pertencer antes de acreditar"

=========

Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1008-9 | Added on Sunday, August 22, 2010, 05:39 PM

I'm not sure that reversing the order of believing and belonging will answer these questions. I am in favor of belonging, but I don't want to shortchange belief.


Sobre esta questão, Belcher diz: "Eu não estou certo que reverter a ordem de acreditar e pertencer irá responder estas questões. Eu sou a favor de pertencer, mas eu não quero uma crença meia-boca".

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1025-26 | Added on Sunday, August 22, 2010, 06:57 PM

"emergent writers commonly so prioritize belonging that it is difficult to see how one can honor the precious responsibilities and privileges of those who have actually become Christians.""


"Os escritores emergentes geralmente priorizam tanto pertencer que é difícil ver como alguém pode honrar as reponsabilidades e privilégios preciosos daqueles que tem realmente se tornado cristãos".

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1038-39 | Added on Sunday, August 22, 2010, 07:06 PM

"In the first part of Jesus' ministry, he's training the disciples so they would know exactly who he is. Through his teaching, his miracles, his actions, his ministry, Jesus is answering the disciples' questions about Jesus' identity.

“A primeira parte do ministério de Jesus, ele está treinando os discípulos para eles soubessem exatamente o que ele era. Através de seu ensinamento, de suas ações, seu ministério, Jesus está respondendo as questões dos discípulos sobre a identidade de Jesus”

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1014-15 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:30 PM

So simply declaring that belonging precedes belief is not always helpful.

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1021 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:32 PM

the New Testament affirms that Christians constitute a new and distinctive community, which includes boundary markers (1 Corinthians 6:9-11).

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Note Loc. 1021 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:32 PM

ao nao estabelecer limites esquece-se do ensino do NT DA Carson
==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Note Loc. 1039 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:34 PM

um meio termo pode ser encontrado no ministerio de Jesus
==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1054-57 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:35 PM

"The way I see it," he said, "the emerging church wants to invite people into the community, not push them to have a `decisional conversion.' There are some positives to this. I think it's legitimate to have an unbounded set with no barriers to the church community so that non-Christians can wander in and out. But the bounded-set of the traditional church also has positives there are reasons for pushing people to make a decision to accept certain truths in order for them to understand that they are being converted

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1067-69 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:37 PM

The Rich Ruler comes to Jesus, clearly thinking that he is in the inner circle (a true believer in Jesus and part of God's covenant family). In the conversation, Jesus demonstrates his love and concern that the Rich Ruler not be deceived about where he stands by challenging him. Jesus calls the Ruler to follow him so that the Ruler would realize that he's not in the inner circle.

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1139-40 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:50 PM

the traditional church has emphasized individual salvation, which has led it to neglect God's creation. Thus Christianity is mere "fire insurance." The answer to this privatized faith, they say, is regaining a robust view of the kingdom of God and the church's mandate to mission.

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1268 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 12:07 AM

I appreciate Brian's stress on kingdom living, but his description leaves us powerless to enter the kingdom and to live it out.

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1290 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 12:12 AM

We settled on four words: gospel, community, mission and shalom.

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1297 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 07:32 AM

We witness this radical new way of living by our renewed lives, beautiful community, social justice, and cultural transformation.

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1302-5 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 05:42 PM

To make this clear our four core commitments are presented like this:
Gospel-Community--Mission--Shalom
The order is important. As we are affected by the gospel, we are empowered to move into community to care for one another. And as we care for one another, we begin to reach outside of our community with acts of mercy mission. And as we move into our community with acts of service and mercy, we begin to look for ways to make and renew culture and its institutions so that they honor God's original design for creation. This is shalom.

==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Note Loc. 1305 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 05:43 PM

deep church esta baseada num processo-valor q vai do evangelho ate a shalom
==========
Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1309-10 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 05:44 PM

We want to be missional, to be agents of mercy, to connect and to transform culture. But in doing all these things, we don't want to be guilty of gospel reductionism. Without the gospel, Christianity is just one more system of morality or man-made religion.

==========