Lucas 12:13
terça-feira, julho 19, 2016
O RICO INSENSATO (Lc 12:13-21)
Lucas 12:13
domingo, fevereiro 19, 2012
Marcos 10- A Armadilha
Claro que está faltando!!! Qualquer um que conta com aquilo que está fazendo, vivendo para herdar a vida eterna vai descobrir que apesar de tudo que ela conquistou, existe um vazio, uma insegurança, uma dúvida.
Jesus começa replicando porque me chamas de bom, se bom só é Deus! E depois, Jesus manda ele vender tudo que tem e dar aos pobres. Jesus não está dizendo que não é Deus, ele está deixando claro para o jovem rico, que ele não é mais um ensinador, Ele é o próprio Deus e se o jovem rico está dizendo isto também.
A vida eterna está no seguimento de Jesus. Se você quiser me seguir e ter a vida eterna. Você tem que se livrar de fazer as coisas erradas em sua vida, mas também você precisa mudar o modo como você se relaciona com seus feitos bons, você tem que se arrepender também de suas boas coisas.
Joachim Gnilka diz que o seguimento de Jesus significa a união com aquele que fez pobre pessoalmente, que não espera consolos neste mundo e que, por conseguinte, vai até a cruz decididamente.
Muitos de nós usamos boas coisas em nossas vidas para esconder imperfeições de nossa vida, buscamos uma riqueza material para compensar um senso interno de pobreza de identidade. Buscamos uma beleza física para compensar um sentimento interno de deformidade. podemos usar boas coisas em nossas vidas para ter controle sobre Deus e sobre as outras pessoas.
Aquele homem, tinha Deus como seu chefe, mas seu verdadeiro salvador era seu dinheiro e suas conquistas. Jesus, estava dizendo para ele quero que você imagine sua vida, sem dinheiro, onde tudo que você vai ter sou eu. Você pode imaginar isto?
Como o homem respondeu ao conselho de Jesus, a bíblia diz que ele foi embora triste. A palavra triste aqui tem o sentido de luto. A mesma palavra aparece quando fala de Jesus no jardim do Getesemani, quando Jesus estava triste. A tristeza de Jesus era por causa da perca do seu relacionamento com Deus.
Quando Jesus pede que este homem dê seu dinheiro, ele fica enlutado com isso, é porque o dinheiro era para ele aquilo que o Pai era para Jesus. Era o centro de sua identidade, perder o dinheiro era perder a si mesmo.
Joachim Gnilka diz que Calvino interpreta a história a partir de uma visão paulina, Cristo deixa patente que o homem rico é prisioneiro da autopresunção insensata e da hipocrisia que se encontra distante do cumprimento completo da lei, objetivo para el, que segundo o apóstolo, não está capacitado. Seu pecado consiste em avareza, condenada expressamente pela lei, e em sua erronea auto-valorização pessoal.
Os cristãos são pessoas que sabem que sua vida cristã é impossível, é um milagre. Não há nada de natural nela, quando ficamos baseados em nossos méritos pessoais ou nosso valor moral, isto apenas nos afasta do entendimento da cruz.
Jesus é o perfeito jovem rico que abriu mão de toda a sua riqueza por aqueles que eram pobres, como diz Paulo em 2Co 8.9, enquanto não enxergamos nossa miséria contraposta a imensa riqueza do amor de Deus na cruz, ficamos distantes da vida eterna.
fonte:
KELLER, Timothy The King´s Cross
sábado, julho 17, 2010
Tim Keller: Deuses Falsificados
Voltando a ler Counterfeit Gods do Tim Keller, no capítulo 3- intitulado de MONEY CHANGES EVERYTHING – O dinheiro muda tudo. A partir da história de Zaqueu, o autor coloca como o dinheiro pode ser um ídolo em nossa vida e qual é a única maneira que ele pode deixar de sê-lo.
A partir de Lucas 16:13-15, Keller coloca que:
De acordo com a Bíblia, idólatras fazer três coisas com seus ídolos. Eles amam eles, confiam neles e obedecem a eles. Os amantes do dinheiro são aqueles que acham a si mesmos fantasiando e em devaneios sobre novas formas de fazer dinheiro, novas coisas para comprar, e olham com inveja para aqueles que tem mais que eles. Os confiadores no dinheiro sentem que eles tem controle sobre suas vidas e estão seguros e salvos por causa da suas riquezas. Idolatria também nos faz “servos do dinheiro”. Tal como nós servimos nossos reis terrenos e juízes, também nós vendemos nossas almas aos nossos ídolos. Porque nós olhamos para eles atrás de nossa significância (amor) e segurança (confiança) que nós teríamos com eles, então nós levamos a nossa vida para servi-los, e essencialmente, obedece-los. (p. 57)
Sobre Zaqueu, tendo como base Lucas 19:3-7, a respeito da escalada na árvore de Zaqueu, Keller aponta que:
“Nós devemos apreciar a significãncia disto. Nas culturas tradicionais, não é liberdade e direito que importam, mas, honra e dignidade. Para qualquer homem crescido subir em cima de uma árvore era se expor ao ridículo. (p.59)
Zaqueu não se aproxima de Jesus com orgulho, mas com humildade. Ele se coloca diante de Cristo não com seus bens e sua dignidade na sociedade, ao invés, ele coloca tudo isto de lado, ele se dispõe a se expor ao ridículo, tudo para ter uma visão de Jesus.
Keller coloca que quando Zaqueu viu que Jesus escolheu a pessoa menos virtuosa na multidão- ele mesmo- para um relacionamento pessoal, toda a sua compreenssão espiritual começou a transformar-se, ele começou a entender o que a salvação de Deus é dada pela graça, não através de esforços morais ou perfomance. Esse entendimento foi um relâmpago na vida dele, ele deu boas vindas a Jesus com alegria.
Graça e dinheiro.
levantando-se Zaqueu, disse ao Senhor: Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado. E disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido Lc. 19:8-10
Há duas promessas memoráveis aqui:
Primeiro, ele deu 50 por cento para os pobres, o que é bem além dos 10 por cento do dízimo. O coração dele foi afetado, desde de que ele soube que a salvação não vinha através da lei, mas da graça, ele não queria cumprir a letra da lei, mas ir além dela.
Keller relata que há muitos cristãos que perguntam a ele sobre o dízimo, falando que ele está previsto apenas no Velho Testamento e o Novo não diz nada a respeito. Eles perguntam para ele, em regra, o seguinte: “Você não acha que agora, no Novo Testamento, os crentes são exigidos absolutamente em dar 10 por cento, acredita?” Ele diz que balança a cabeça e diz que não, e eles mostram um certo alívio. Mas, então, rapidamente, Keller adiciona:”Eu vou dizer para você por que você não vê o dízimo claramente exposto no Novo Testamento. Pense. Nós temos recebido mais revelação de Deus, verdade e graça que os crentes do Velho Testamento, ou menos?”. Para esta pergunta, usualmente, os crentes ficam num silêncio desconfortável. então, o pastor Keller prossegue:"Somos mais devedores da graça do que eles eram antes, ou menos? Jesus apenas dizimou sua vida e seu sangue para nos salvar ou ele entregou tudo?”. Após isto, Timothy Keller conclui que o dízimo é um padrão mínimo para crente cristão, nós não podemos ofertar menos dos nossos ganhos do que aqueles que tinham muito menos entendimento do que Deus faria para salvá-los.
A segunda promessa de Zaqueu não tem muito a ver com caridade ou misericórdia, mas com justiça. A lei mosaica obrigava a restituição em caso de trapaça, Lv. 5:16 e Nm 5:7, em torno de 20 por cento,mas, ele foi além deste patamar, se obrigando a restituir em 300 por cento.
Em resposta a estas promessas, Jesus diz que salvação chegou a esta casa, fique atento que Jesus não diz se você fizer isto mesmo, você será salvo. A salvação de Deus não vem em resposta a uma vida transformada, é justamente o contrário que ocorre, a vida transformada é uma resposta para a salvação, ofertada livremente.
“Se a salvação fosse conseguida de alguma forma através de uma obediência a um código moral, então a questão de Zaqueu teria sido “Quanto DEVO dar?”. Contudo, estas promessas são respostas à generosa graça, então sua questão foi “Quanto POSSO dar?”. (p. 63)
Agora, a segurança e identidade de Zaqueu estavam em Jesus, ele era o seu salvador e não mais o seu dinheiro. A graça de Deus transformou sua atitude para com sua riqueza.
A graça e os ídolos profundos.
O pecado dentro dos nossos corações afeta nossas motivações, nos levando a tornarmos idolátras. O dinheiro é apenas uma manifestação superficial de algo mais profundo que existe de cada um de nós, ou como Keller coloca um “ídolo de superfície”.
"Este é o porquê que os ídolos não podem ser lidados apenas com a simples eliminação dos ídolos de supefície tais como o dinheiro ou sexo. Nós podemos olhar para eles e dizer, “eu preciso dimunuir isto na minha vida. Eu não devo deixar isto me levar. Eu tenho que parar com isto”. Apelos diretos como estes não funcionam porque os ídolos profundos devem ser lidados no nível do coração. Há apenas uma única forma de transformar no nível do coração e isto é através da fé no evangelho” p. 66
A pobreza de Cristo
Keller nos leva a outro texto, 2 Coríntios 8 e 9, onde Paulo pede a igreja para dar aos pobres. Ele ressalta que Paulo não enfrenta o problema, da forma : eu sou apóstolo, façam isto. Ao invés disto, Paulo busca a genuidade do amor,
Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis 2Co. 8:9
Paulo não está exortando a igreja a deixar de ser gananciosa ou ser mais generosa, ele está recapitulando o evangelho. Paulo está dizendo que Jesus deixou todo seu tesouro no paraíso, para ser seu tesouro- para um povo que era seu tesouro – 1Pe 2:9-10-. Quando você vê ele morrendo para fazer de você seu tesouro, ele está fazendo você dele. O amor de Jesus nos dá um estatus memorável, um que o dinheiro não pode comprar. A fé no evangelho reestrutura nossas motivações, nossa compreensão de si mesmos, e identidade, nossa visão de mundo. Um comportamento complacente com regras sem uma completa mudança de coração será superficial e fugaz.
quarta-feira, julho 18, 2007
How to Use God to Get What You Want
Ben RogersFew people realize that the best part of being a Christian, besides getting into heaven, is that if you are truly good and holy and righteous you get to be rich. It’s what God wants for you! That is his greatest promise to us, right after waiving damnation.
When we see an openly wealthy person on the street we are instantly overwhelmed with awe. We can tell that their riches are the result of their pragmatic wisdom and shrewd decisions. This is all the more true for Christians of such conspicuously bountiful means. Not only must they possess all the admirable qualities of the secularly rich, they have the added blessings-to-income variable of walking in the figurative Promised Land, making them the envy of even their non-religious yet equally loaded brethren.
For instance, if you see a person come to church in a Cadillac you can know with good certainty that he or she tithes regularly and can recite the Apostle’s Creed almost completely from memory, fumbling only a bit at the “suffered under Pontius Pilate, was crucified dead and buried” part but mouthing along with enough subtlety to fool the apostles themselves (though that wouldn’t be too hard because they neither wrote the creed nor did they speak English). If in a Mercedes they are most likely a deacon, and any reverend worth his salt drives nothing less than a Bentley. His Excellency Pat Robertson allegedly drives a Maserati towing a Ferrari with a Ducati super bike shoved in the passenger seat. Case in point: the Pope has his own custom-made military grade anti-ballistics car. That’s about as much pimped out holiness as you can get.
On the other hand, if you see people coming to church and being told to park their Ford Tempo across the street then they are probably prostitutes or they read the Washington Post or something.
Not rich already? Don’t worry; you may not be too far-gone to receive God’s blessings in your life.* Though your poor soul is lost and you dwell in the darkness of a plebian tax bracket, redemption is still possible. God’s grace and blessings are no more than five easy steps away.
Step 1: Memorize the Prayer of Jabez. Even though it is little more than two verses attributed to an obscure man from the Old Testament about whom nothing else is said excepting that he was “more honorable than any of his brothers,”** it is the backbone of our faith and should be recited habitually.
Step 2: Don’t read the gospels. These will only confuse you, and you probably won’t be as excited about getting rich. Besides, it’s only four books. That leaves like 62 other books, which is still about 94% of the whole Bible. You can be a good Christian and get rich without them so don’t sweat it.
Step 3: Say you love Jesus. Though you haven’t ever really read what he said, publicly invoke his name with the utmost piety whenever the opportunity arises. Doing so privately is fine too, though this serves more as practice for the public times. Rehearsals are good, but never forget it’s the big show that counts.
Step 4: Even if you haven’t got it yet, flaunt it. Get some credit cards, go to Payday Loans, whatever, and pick up some new suits, some Christian bling, new car, hi-def plasma TV, and get ready to impress your accountability group. Delusions of blessings are almost as good as actual blessings. Besides, if people think you got God working in your wallet they’re going to be a lot more receptive to your venture capital ideas, and you’ll start rolling in piles of dough that God can anoint later when he gets around to it.
Step 5: Study the scriptures! Search through your Bible (avoiding those four cumbersome and aforementioned books of course) and find verses that can be interpreted to fit your needs. Though it is ancient, the Bible can still be a wonderfully relevant, easily accessible, and deliciously profitable text even today if applied the right amount of theological muscle.
For more literature though not necessarily information, please bring eight (8) easy payments of $79.99 to Dock 5-C at the wharf. 2:30 AM. Saturday. Come alone. No questions. No cops. No C.O.D.’s.

