“A igreja não tem o propósito de fomentar uma crise existencial da fé a cada semana, nem há justificativa para deixarmos a igreja porque parece haver ofertas excessivas de respostas às nossas perguntas. A crença não é inimiga da autenticidade” p. 95
domingo, setembro 05, 2010
sábado, agosto 21, 2010
sexta-feira, agosto 20, 2010
Unstudying God: Finding God in the Barren Land
quinta-feira, agosto 19, 2010
Jim Belcher: Deep Church.
É possível uma convergência entre a igreja emergente e a igreja tradicional (neo-ortodoxa), este é o dilema que Jim Belcher tenta responder. O livro traz uma descrição acurada dos dois grandes movimentos atuais de eclesiologia em resposta ao pós modernismo, só por isto já vale a leitura, e busca conceber uma terceira via, a partir de uma concepção de C.S. Lewis : deep church- igreja profunda.
Algumas notas e grifos do Kindle sobre a leitura, por ora.
Sobre a sua igreja e a forma de ser, Belcher diz: Através de nossa pregação, liturgia, e santa ceia semanal e uma comunidade de crentes unidos em Cristo, nós queremos prover um pouco de água viva para o mundo perdido.
A igreja emergente não gosta da insistência da igreja tradicional de que a crença- a adesão a certas doutrinas deve preceder o pertencer
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 982-83 | Added on Sunday, August 22, 2010, 01:10 AM
the emerging church does not like the traditional church's insistence that belief (adherence to certain doctrines) must precede belonging (being part of the community).
A igreja emergente não gosta da insistência da igreja tradicional de que a crença- a adesão a certas doutrinas deve preceder o pertencer (ser parte na comunidade).
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 994 | Added on Sunday, August 22, 2010, 05:35 PM
"persons will join a community before affirming the beliefs of that community. In other words, emerging culture places belonging before believing."
pessoas irão se juntar a uma comunidade antes de afirmar as crenças desta comunidade. Em outras palavras, a cultura emergente coloca pertencer antes de acreditar"
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1008-9 | Added on Sunday, August 22, 2010, 05:39 PM
I'm not sure that reversing the order of believing and belonging will answer these questions. I am in favor of belonging, but I don't want to shortchange belief.
Sobre esta questão, Belcher diz: "Eu não estou certo que reverter a ordem de acreditar e pertencer irá responder estas questões. Eu sou a favor de pertencer, mas eu não quero uma crença meia-boca".
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1025-26 | Added on Sunday, August 22, 2010, 06:57 PM
"emergent writers commonly so prioritize belonging that it is difficult to see how one can honor the precious responsibilities and privileges of those who have actually become Christians.""
"Os escritores emergentes geralmente priorizam tanto pertencer que é difícil ver como alguém pode honrar as reponsabilidades e privilégios preciosos daqueles que tem realmente se tornado cristãos".
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1038-39 | Added on Sunday, August 22, 2010, 07:06 PM
"In the first part of Jesus' ministry, he's training the disciples so they would know exactly who he is. Through his teaching, his miracles, his actions, his ministry, Jesus is answering the disciples' questions about Jesus' identity.
“A primeira parte do ministério de Jesus, ele está treinando os discípulos para eles soubessem exatamente o que ele era. Através de seu ensinamento, de suas ações, seu ministério, Jesus está respondendo as questões dos discípulos sobre a identidade de Jesus”
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1014-15 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:30 PM
So simply declaring that belonging precedes belief is not always helpful.
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1021 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:32 PM
the New Testament affirms that Christians constitute a new and distinctive community, which includes boundary markers (1 Corinthians 6:9-11).
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Note Loc. 1021 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:32 PM
ao nao estabelecer limites esquece-se do ensino do NT DA Carson
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Note Loc. 1039 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:34 PM
um meio termo pode ser encontrado no ministerio de Jesus
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1054-57 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:35 PM
"The way I see it," he said, "the emerging church wants to invite people into the community, not push them to have a `decisional conversion.' There are some positives to this. I think it's legitimate to have an unbounded set with no barriers to the church community so that non-Christians can wander in and out. But the bounded-set of the traditional church also has positives there are reasons for pushing people to make a decision to accept certain truths in order for them to understand that they are being converted
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1067-69 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:37 PM
The Rich Ruler comes to Jesus, clearly thinking that he is in the inner circle (a true believer in Jesus and part of God's covenant family). In the conversation, Jesus demonstrates his love and concern that the Rich Ruler not be deceived about where he stands by challenging him. Jesus calls the Ruler to follow him so that the Ruler would realize that he's not in the inner circle.
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1139-40 | Added on Monday, August 23, 2010, 12:50 PM
the traditional church has emphasized individual salvation, which has led it to neglect God's creation. Thus Christianity is mere "fire insurance." The answer to this privatized faith, they say, is regaining a robust view of the kingdom of God and the church's mandate to mission.
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1268 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 12:07 AM
I appreciate Brian's stress on kingdom living, but his description leaves us powerless to enter the kingdom and to live it out.
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1290 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 12:12 AM
We settled on four words: gospel, community, mission and shalom.
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1297 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 07:32 AM
We witness this radical new way of living by our renewed lives, beautiful community, social justice, and cultural transformation.
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1302-5 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 05:42 PM
To make this clear our four core commitments are presented like this:
Gospel-Community--Mission--Shalom
The order is important. As we are affected by the gospel, we are empowered to move into community to care for one another. And as we care for one another, we begin to reach outside of our community with acts of mercy mission. And as we move into our community with acts of service and mercy, we begin to look for ways to make and renew culture and its institutions so that they honor God's original design for creation. This is shalom.
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Note Loc. 1305 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 05:43 PM
deep church esta baseada num processo-valor q vai do evangelho ate a shalom
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Deep Church: A Third Way Beyond Emerging and Traditional (Jim Belcher)
- Highlight Loc. 1309-10 | Added on Wednesday, August 25, 2010, 05:44 PM
We want to be missional, to be agents of mercy, to connect and to transform culture. But in doing all these things, we don't want to be guilty of gospel reductionism. Without the gospel, Christianity is just one more system of morality or man-made religion.
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domingo, junho 27, 2010
Erwin McManus: Segundo Movimento
A próxima seção do livro de Erwin McManus, Uma Força em Movimento, vai tratar do segundo movimento, ou seja, o movimento coletivo, sendo o primeiro estudado – o individual. A seção tem dois capítulos, num fala-se sobre a E-Moção e noutro, sobre a Arquitetura Cultural.
“As pessoas estão reunidas em função de um éthos que molda não apenas as ações, como também a mente e o coração. Deus enviou seu Filho para atrair os indivíduos para si, mas também o fez para transformar a cultura. E Jesus intercede para que sejamos um, assim como ele e o Pai são um”.
Capítulo 4.
E-MOÇÃO
O autor começa a detalhar o conceito de ethos a partir da emoção, como um sentimento coletivo moldurado de forma cultural dentro de uma comunidade. Como um estado mental corporativo intenso que se apresenta de modo subjetivo, um sentimento comum.
O poder do éthos é que os seres humanos, se tornam, no dizer do autor, como esponjas que absorvem tudo quanto está ao seu redor.(p. 115)
Sendo assim, o autor expõe que o objetivo final do cristianismo não deveria fazer dos cristãos apenas bons cidadãos, mas revolucionários pela causa de Jesus Cristo. No sentido, da propositura de uma ordem nova de relacionamento social pautado no evangelho e não um amoldamento moralista ao mundo atual.
Erwin McManus cita um exemplo ruim e confuso dessa revolução Thomas Jefferson. sobre ele há um parágrafo, no mínimo, problemático:
“É absurdo o argumento segundo o qual Jefferson era um deísta e, portanto, não teria uma cosmovisão cristã. Ele era um bom deísta cristão. Suas conclusões eram resultado de uma mente formada a partir de valores cristãos, de crenças cristãs e de uma cosmovisão cristã. Mesmo sua convicção de que todos têm o direito de optar pelo culto que melhor lhes aprouver segue o princípio de que o Deus Todo-poderoso criou as pessoas com uma mente livre” (p. 121)
Ao meu ver, o exemplo de Jefferson é mais de como o ethos cristão pode funcionar mesmo com aqueles que negam seu fundamento, do que o exemplo de um catalisador cultural cristão. Jefferson é mais uma esponja, do que uma torneira aqui. Neste aspecto, o próprio autor volta dizendo que, “Jefferson apelou para o poder do éthos como algo maior que a mais alta forma de autoridade institucional ou governamental” (p. 122)
O éthos, como padrão cultural emergente tem, então, o poder de formentar o momentum, que pode gerar e definir uma cultura, pensando nas igrejas, o problema é que muitas congregações há apenas a reprodução em menor escala do éthos corrompido da sociedade, não se busca qualquer estratégia ou mesmo algo que seja irrelevante, há apenas uma reprodução do imaginário social e cultural.
“Em toda disciplinma, seja nas intelectuais ou artisticas, a igreja deveria despertar a inveja das nações, algo como a maneira pela qual a cultura judaica conseguiu manter um éthos que nutriu o intelecto de alguns dos mais renomados cientistas do mundo e a capacidade artística de vários cineastas mais talentosos. O direito de nascença da igreja é o de ser a principal fonte de criatividade e potencial humano”.
Não há um dualismo dialético entre a ação humana e a glória de Deus, o éthos apostólico funde as duas correntes num fluxo redentório da humanidade, por meio da sua morte e ressureição, Jesus acionou um éthos capaz de ser aplicado em todas as expressões culturais deste planeta.
O autor termina o capítulo, lembrando…
“Não basta receber a luz: é preciso ser inflamado. Por muito tempo nos concentramos em assegurar que as pessoas acreditassem nas coisas certas, mas não ligamos para suas preocupações. Sei que isso pode parecer heresia, porém é mais importante mudar o alvo dos cuidados das pessoas do que as coisas que elas acreditam! Você pode crer sem se importar, mas não dá para se importar sem crer. Não podemos encher nossas igrejas com gente que mantém crenças bíblicas e preocupações mundanas. Quando despertamos o éthos apostólico, o coração de Deus começa a pulsar na igreja de Jesus Cristo. A fé cristã é uma experiência mobilizadora!” p. 125
capítulo CINCO
ARQUITETURA CULTURAL
O autor coloca que cada cultura tem uma formação própria que é tão espiritual quanto natural. A tarefa da liderança é auxiliar a igreja na formação, construção desta obra cultural revolucionária que é o éthos apostólico.
“Se as igrejas locais são, em essência, subculturas espirituais esperando para se transformar em revoluções culturais, então nós, como líderes espirituais, precisamos nos envolver em nosso ambiente como arquitetos culturais”. (p. 132)
Neste sentido, o autor busca as metáforas que simbolizam um certo padrão cultural ou uma cultura, tais como bandeiras nacionais, times de futebol, etc.
Neste sentido, a metáfora da igreja, da fé cristã é a cruz, ela vai além do memorial do sacríficio de Jesus e se torna um convite a cada cristão a negar-se a si mesmo e seguir a Cristo carregando a sua própria cruz. É uma metáfora, que brilhantemente resuma o autor, implica em sacrifício e serviço. Sendo esta metáfora reforçada no batismo
“O batismo é uma sepultura aquática. É outro memorial da morte, do sepultamento e da ressureição de Jesus Cristo. Toda pessoa que passa a fazer parte da comunidade cristã precisa declarar pessoalmente sua morte, seu sepultamento e sua ressureição de um modo peculiar e extraordinário. Todo seguidor de Jesus Cristo entra em sua sepultura para depois viver” p. 133
quarta-feira, abril 21, 2010
ERWIN MCMANUS: Momentum
Continuando a leitura do livro UMA FORÇA EM MOVIMENTO do Pastor Erwin McMaus, da igreja Mosaic em Los Angeles. O seguinte capítulo do livro trata sobre o Momentum.
Se o primeiro capítulo tratou das questões sobre a inércia atual da igreja, este irá falar sobre como sair deste repouso e começar a se movimentar.
A geração de mudanças começa por uma redefinição de valores:”Como a igreja estava fundamentada em valores que reforçavam a estabilidade, a segurança, a previsibilidade e a padronização, essa era de mudanças, aparentemente, pegou-nos de surpresa. É algo irônico se pensarmos que a igreja foi criada para revolucionar. Ela deve ser um movimento, e não uma instituição” (p. 75)
O passado deve ser repensado não como um lugar de estabilidade, onde permaneceremos, devemos lembrar dele, mas não se restringir a ele. “As lembranças da atividade divina em nossa vida devem nos mover em direção ao futuro. Nossas experiências do passado precisam nos proporcionar a confinça necessária para enfrentar os desafios do amanhã” (p. 76).
A igreja então deve ser um refúgio para o mundo, e não do mundo. As pessoas olham para igreja, e a encaram como se ela fosse um refúgio das realidade que as cercam, Contudo, a igreja não foi criada para ser um monastério, porque para Deus não deve haver nenhum lugar onde nós possamos nos esconder, a não ser nEle.
“Quando a igreja se transforma no abrigo em que nos protegemos de um mundo em processo de mudança radical, deixamos de nos voltar para Deus e de fazer dele nosso lugar seguro e nosso abrigo. Quando a igreja é um movimento, ela se transforma em lugar de refúgio para um mundo descrente. A igreja se torna o lugar onde as pessoas que buscam DEus finalmente o encontram; o lugar para gente arrasada e fatigada finalmente encontrar cura e ajuda; o lugar onde o solitário e marginzalizado são abraçados e amados na comunidade de Cristo. Quando a igreja se torna um movimento, e não um monastério, ela vira um lugar de transformação para a própria cultura da qual fugimos apavorados” (p. 77)
A definição de movimento não tem o sentido perjorativo, de apenas um agito emocional ou algo provocado para tanto, a definição de movimento se contrapõe a de instituição, no sentido de procurar dialogar com a cultura atual de maneira pro-ativa, transformando-a pelo evangelho, é uma igreja que não aceita o isolacionismo ou, pior, a assimilhação.
Como diz Paschoal Piragine em seu livro sobre Crescimento Integral: A igreja projetada por Jesus Cristo cresce como movimento — não se limita a ser um monumento. A mesma idéia recebe a seguinte frase de McManus, “a igreja jamais deveria ser um monolíto, e sim um movimento gerador de movimentos capazes de mudar a história” (p.77)
A definição de Momentum.
Mometum é definido pelo autor de acordo com sua formulação científica, P=MV2, sendo que P significa momentum, M é a massa, e V a velocidade. sem massa ou velocidade, o momentum será nulo.
A massa é igual a pessoas, sem elas não há momentum. Por exemplo, quando as pessoas se mobilizam é que começa a existir o momentum, pois há velocidade. O autor levanta a questão da dicotomia aparente entre quantidade e qualidade, em que se associaria quantidade a uma linha de montagem e qualidade à algo singular e autêntico.
É claro que momentum não é igual ao tamanho da massa, nisto ele recorda-se da história de Gideao – Jz 7:1-8, colocando a oposição que Gideão estava concentrando-se na massa enquanto que Deus estava pensando no momentum.
Contudo, Deus não cria uma contradição entre momentum e quantidade, basta ver a igreja primtitiva- Atos 2:47.
Já vimos que massa não é o momentum, então, o que é a velocidade? É a resposta da igreja À questão da rapidez, sendo esta, uma maneira de demonstrarmos a pressa com que uma coisa se move, mas não oferece nenhuma informação além disso. Então, a velocidade se distancia da rapidez, especificando uma direção. Aquela se liga a urgência, esta tem a ver com o movimento em si. Finalmente, conforme o autor, a velocidade seria a rapidez com propósito. “Deus nunca quis que a Bíblia fosse estudada como objeto de pura informação ou conhecimento. A Palavra de Deus foi escrita de maneira que pudéssemos oferecer uma resposta à verdade e à voz divina” (p.83)
Outra palavra para definir isto seria intencionalidade, a velocidade como rapidez em uma direção, sendo fundamental para a liderança apostólica. Esta liderança não poderá ficar limitada a determinar o caminho a ser seguido, mas deve seguir o caminho, pois liderança sem movimento é nula. Lembre-se que se o momentum se move proporcionalmente em relação à massa, ele se move exponencialmente quando em relação com a velocidade.
A intencionalidade – mover-se em direção a um objetivo- se liga a aceleração-aumento da força de suas ações-.
“Quando você se movimenta na velocidade espiritual, com noção da chamada divina, com clareza de visão e com um coração pronto a obedecer ao Espírito Santo, o ambiente que antes o oprimia com sua velocidade agora parece se mover em câmera lenta. Para que uma pessoa não se sinta oprimida pelas mudanças radicais e pela rapidez de nosso mundo, ela precisa saber aonde vai, entender opor que está seguindo naquela direção e fazê-lo com senso de urgência” p.86
Então, o momentum requer tanto rapidez com direção como pessoas para acompanhar. O líder apostólico é colocado como um catalisador espiritual, mobilizando outras pessoas com rapidez. “O catalisador começa com a noção de que o cumprimento do objetivo para o qual Deus está chamando depende do trabalho em equipe. É fundamental conquistar o coração e imaginação dos outros” ( p. 87). Tal movimento não irá acontecer se as pessoas não se motivarem juntas, ao compartilhar a missão.
A visão em alta velocidade-o que determina a velocidade não é um plano, é o propósito e a paixão. Erwin nos lembra que pode-se concentrar a energia em um movimento sem saber onde está indo, para isto ele cita a história vivida pelo apostolo Paulo em Atos 16:6-10.
“Enquanto consciente, PAulo não podia entender a palavra divina. Deus teve de levá-lo à inconsciência para esclarecer o significado. Ele acordou e chegou à conclusão de que deveria partir para a Macedônia. Por várias vezes, como líderes, sentimos a pressão de ter de dizer às pessoas determinadas coisas que não conhecemos. Em outras palavras, temos de disfarçar; A liderança espiritual não consiste na capacidade de determinar tudo o quanto o futuro oferece. É a disposição de seguir em frente quando tudo o que você conhece é Deus. O líder apostolico encontra sua direção usando a bussola do proposito de Deus; é abastecido pelas paixões divinas, e, quando toma a iniciativa de fazer o que sabe, Deus lhe concede esclarecimentos e diretrizes” p.89
terça-feira, março 23, 2010
Brian D. McLaren: Em busca de sentido

Brian Mclaren em UMA FÉ EM BUSCA DE SENTIDO.
terça-feira, fevereiro 02, 2010
John Piper: C.S. Lewis

domingo, janeiro 11, 2009
REPINTANDO A IGREJA
- 1. Salto
"As molas ajudam a entender o sentido das realidades mais profundas que orientam como vivemos nossa vida cotidiana. As molas não são Deus. Não são Jesus. Elas são afirmações e convicções acerca da fé que nos ajudam a expressar verbalmente a profundidade do nosso salto. Eu as chamaria de doutrinas da fé cristã"(p. 24)
Aqui começam os problemas com livro de Bell, ele quer flexibilizar tudo, doutrinas básicas e fundamentais também:
"A palavra trindade não se encontra em nenhum lugar da Bíblia, Jesus não usou essa palavra, tampouco os autores da Bíblia. Entretanto, ao longo do tempo, essa convicção, esse entendimento, essa doutrina, passou a ser essencial para que os seguidores de Jesus entedessem quem é Deus. TRata-se de uma mola, e as pessoas saltaram sem ela durante milhares de anos. Ela foi acrescentada posteriormente. Podemos destacá-la e examiná-la. Discuti-la, investigá-la, questioná-la. Ela é flexível e elástica" p. 25
Agora, fica mais complicado mesmo quando ele vai falar do nascimento virginal de Jesus Cristo:
"E se amanhã alguem encontrasse numa escavação a prova clara de que Jesus tinha um pai biologico verdadeiro, terreno, chamado Jaime, e os arqueologos encontrassem o tumulo de Jaime, recolhessem amostras de DNA e provassem sem sombra de duvida que o nascimento virginal foi, na verdade, só um pouco de mitologia que os autores do Evangelhos criaram como forma de apelar aos seguidores das religioes dionisiacas e as de Mithra, muito comuns e conhecidas no tempo de Jesus, seitas religiosas cujos deuses tinham um nascimento virginal? Mas e se, quando se estudasse a origem da palavra virgem, se descobrisse que essa palavra no evangelho de Mateus na verdade provém do livro de Isaías? E, em seguida, se se descobrisse que na lingua hebraica desse periodo a palavra virgem podia signficar varias coisas. E se se descobrisse que no primeiro seculo ser nascido de uma virgem tambem se referisse a uma criança mae engravidou na primeira vez que teve relação sexual? (p.29)
Respostas de Ben Witherington :
1. O culto de Mithra só surgiu apos o 1o seculo, e não foi importante para os autores do NT.
2. O culto não era baseado em uma pessoa real de carne o osso, que existiu, historicamente, ao contrário de Jesus.
- 2. Jugo
- 3. Verdadeiro
- 4. Borlas
"O tzitzit aparece pela primeira vez em Numeros 15, quando Deus diz a Moises: Façam borlas nas extremidades das suas roupas e ponham um cordão azul em cada uma delas, faça isso por todas as gerações. Quando virem essas borlas vocês se lembraramde todos os mandamentos do Senhor, para que lhes obedeçam e não se prostituam nem sigam as inclinações do seu coração e dos seus olhos. Assim vocês se lembrarão de obedecer a todos os meus mandamentos, e para o seu Deus vocês serão um povo consagrado.
Deus mandou que seu povo amarasse borlas nas extremidades de suas roupas para que constantemente todos eles vissem e se lembrassem de viver de maneira que ele os criara para viver.
A palavra hebraica para extremidades é kanaf.
A palavra borla ou franja é tzitzit.
Ate hoje muitos judeus usam um xale de oração para obedecer a esse texto. O xale de oraçao tambem aparece em varias passagens interessantes em toda a Bíblia (1Sm 24.4, Mt 6.6).
Uma das mais importantes está na predição de Malaquias acerca do Messias futuro "...o sol da justiça se levantará trazendo cura em suas asas" (4.2).
A palavra que Malaquias emprega para asas é kanaf- a mesma palavra que em Numeros se refere às extremidades das vestes, às quais deviam ser atadas às borlas. Por isso, surgiu a lenda de que, quando Messias viesse, haveria poderes de cura especiais em sua kanaf, nas borlas de seu xale de oração.
Acelerando o filme para a epoca de Jesus, vemos uma mulher que sofria de uma doença havia doze anos e ninguem a curava. Ela abre caminho no meio da multidão para chegar até Jesus e quando está perto dele, segura-lhe o manto. Lembre-se que Jesus era um rabino judeu que observava os ensinos da Torá e cumpria os mandamentos da Escritura palavra por palavra, inclusive passagens como Numeros 15, o que significa que Jesus devia estar usando um xale de oracao. Assim, quando a mulher segurou a ponta de seu manto, ela estava demonstrando que cria que Jesus era o Messias e que as borlas de seu manto tinham poder de cura. Ela cria que Jesus é aquele de quem Malaquias fala. (p. 122-124)
- 5. Poeira
"Em Cesaréia de Filipe ele lhes diz:"sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vence-la. na verdade, ele estava dizendo que aquelas pessoas- as pessoas que ficavam com os bodes- iam juntar-se ao movimento de Jesus, que não poderia ser detido. De que maneira voce, como discipulo, começaria a enteder esta declaração?" (p. 154)
- 6. Novo
"A verdadeira espiritualidade, portanto, não diz respeito a escapar deste mundo para outro lugar, onde ficaremos para sempre. O cristão nao é alguém que espera passar todas a eternidade lá no céu. O cristão é alguém que antecipa a vida eterna aqui, num novo céu que vem à terra.
O objetivo não é escapar deste mundo, mas fazer deste mundo o lugar em que Deus possa habitar. E Deus está recriando, nos transformando no povo que pode fazer essa obra" (p. 173)
- 7. Bom
"E Deus nao está apenas interessado em recuperar seu sonho original para criação. Ele quer ir mais adiante. Imagine tirar todo o pecado e a morte da Bíblia. Restaria um livro curto. Teria quatro capitulos para ser preciso: Genesis 1 e 2 e Apocalipse 21 e 22. Em Genesis 1 e 2, lemos sobre um jardim, em Apocalipse 21 e 22 sobre uma cidade. A cidade é mais avançada e mais complexa que o jardim., Se um jardim for cultivado, desenvolvido, administrado e cuidade, ele acabará se transformando numa cidade. Se não houvesse pecado nem morte, a criação progrediria porque Deus, não quer apenas recuperar essas coisas, Deus quer que elas progridam". (p. 185)
segunda-feira, dezembro 22, 2008
Uma Ortodoxia Generosa
sexta-feira, março 21, 2008
segunda-feira, março 10, 2008
incarnation: the god-dimension of mission
When God came into our world in and through Jesus, the Eternal moved into the neighborhood and took up residence among us (John 1:14). And the central thrust of the Incarnation as far as we can penetrate its mystery, was that by becoming one of us, God was able to achieve redemption for the human race. But the Incarnation, and Christ’s work flowing out of it, achieved more than our salvation, it was an act of profound affinity, a radical identification with all that it means to be human–an act which unleashes all kinds of potential in the one being identified with. But beyond identification, it is revelation: By taking upon himself all aspects of humanity, Jesus is for us, quite literally the human Image of God. If we wish to know what God is like, we need look no further than Jesus. We can understand him because He is one of us. He knows us, and can show us the way.
Following from this we can identify at least four dimensions that frame our understanding of the Incarnation of God in Jesus the Messiah. They are…
Presence: That in Jesus the eternal God is fully present to us. Jesus was no mere representative or prophet sent from God, he was God in the flesh (Jn.1:1-15, Col.2 2:9)
Proximity: That God in Christ has approached us not only in a way we can understand, but in a way which we can access. He not only called people to repentance and proclaimed the direct presence of God (Mk.1:15) but he befriended outcast people and lived life in close proximity with the broken and ‘the lost’ (Lk.19:10.)
Powerlessness: In becoming ‘one of us’ God takes the form of a servant and not that of someone who rules over us (Phil.2:6ff. Lk.22:25-27.) He does not stun us with sound and laser shows, but lives as a humble carpenter in backwater Galilee for 30 years before activating his Messianic destiny. In acting thus he shuns all normal notions of coercive power and demonstrates for us how love and humility (powerlessness) reflect the true nature of God and are the key means to transform human society.
Proclamation: Not only did the presence of God directly dignify all that is human, but he heralded the reign of God and called people to respond in repentance and faith. In this he initiates the Gospel invitation which is active to this very day.
Perhaps we can illustrate these in the following way…
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
quarta-feira, janeiro 30, 2008
The Forgotten Ways por Alan Hirsch
Seção 1- Fazendo um Missionário Introdução Utilizando os estudos de Rodney Stark, Hirsch calcula que a igreja primitiva cresceu de 25,000 no ano 100 AD para cerca de 20,000,000 no ano 310 Ad. Como isso aconteceu? O que estava acontecendo no primitivo cristianismo para experienciar este tipo de crescimento? Para ilustrar este fenonêmo que não é apenas da igreja primeva, Hirsch mostra o exemplo da igreja na China. Quando Mao tomou o controle da Chine havia aprox. 2 milhões de cristãos Entretanto, hoje o número de cristãos na China está por volta de 80 milhões. Mais uma vez, como foi possível tal crescimento?
1. Confissões de um missionário frustado
O autor demonstra alguns elementos comuns de uma igreja que pratica os princípios do movimento de crescimento de igreja contemporâneo:
1. Expandir o edifício para o crescimento.
2. Garantir uma excelente pregação que diz respeito à vida dos ouvintes.
3. Desenvolver um culto inspirador, uma reunião com uma excelente banda.
4. Certifique-se de ter excelente parque de estacionamento.
5. Garantir excelentes programas para crianças e jovens.
6. Desenvolver um programa de grupos de células enraizadas num modelo de um cristão comum. 7. Certifique-se de que na próxima semana seja melhor do que a da semana passada.
Em contraste com o acima exposto, Hirsch discute a natureza da igreja e sua finalidade natural, de acordo com Escrituras:
1. Um pacto comunidade
2. Centrada em Jesus Cristo ( "Jesus é o Senhor").
3. Culto, definida como oferecer as nossas vidas de volta para Deus através de Jesus.
4. Discipulado, definida como seguir Jesus e tornando-se como Ele.
5. Missão, definida como estender a missão de Deus através das actividades do pacto comunidade.
Cada grupo teve de ser envolvido em uma dieta saudável das disciplinas espirituais, seguindo o modelo TEMPT:
T: Juntos, siga - comunidade focada.
E: Envolvente Escritura - integrando Bíblia em vida.
M: Missão - missional actividades trazer coesão.
P: Paixão de Jesus - adoração e oração.
T: Transformação -caráter desenvolvimento e responsabilidade.
Há neste capítulo uma definição de um destes lugares, um café-bar elevation....

2. Denominacional e Translocal.
Hirsch aponta para faltar de um pensar cristão coerente como um dos fatores de queda do cristianismo, citando David Bosch que afirma: "Estritamente falando, devemos dizer que a Igreja está sempre em estado de crise, e que o seu maior inconveniente é que ela está consciente de que está em uma apenas ocasionalmente"(pag. 49).
"A religião profética também avisou contra a ritualização do relacionamento entre Deus e seu povo, buscando sempre relembrar Israel da natural intensidade pessoal do pacto entre Deus e seu povo. Martin Buber, um profundo comentador da religião profética e de movimentos religiosos, avisa-nos sobre os perigos da institucionalismo religioso quando ele aponta que esta "centralização, codificação, tomados em interesse da religião, é um perigo para o núcleo da religião. Isto é uma coisa invetável, ele diz, a não ser que haja uma fé vigorosa incorporada em toda a comunidade, uma que exerça uma incansável pressão para o renovamento da instituição. Foi C.S. Lewis que observou que" existem na igreja algo que mais cedo ou mais tarde, trablhará contra o propósito pela qual ela veio a existir. Então devemos combater muito duramente, pela graça de Deus, para manter a igreja focada na missão que Cristo originalmente deu para ela"" (p. 55)
Na página 64 Hirsch oferece um excelente quadro comparativo (que foi previamente publicado no “The Shaping of Things to Come” p. 9) entre os três "modos igreja." Ele compara o "Aposotolico & Pós-Apostólico Modo" (AD 32 a 313 ), O "tradicional Cristianismo Modo" (313 a actual) e os "emergentes Missional Modelo" (últimos 10 anos), em seis categorias diferentes.
As características do Cristianismo tradicional incluem:
1. "Locus" de encontro: Edifícios tornam-se crucial para a "Igreja".
2. Liderança: Clero institucionalmente ordenado /Condução profissional.
3. Estrutura organizacional: De cima para baixo.
4. Meios de graça: Sacramentos experimentados apenas "na Igreja".
5. Posição na sociedade: Igreja é percebida como ser central para a sociedade.
6. Modo missional: Atracional e extractional.
As características do modelo Emergente-Missional (e na maioria dos casos os paralelos modelo Apostólico):
1. Locus de encontro: Rejeita necessidade de uma "igreja"- edifício.
2. Liderança:-São pioneiros inovadores, 5 modos de ministério (Ef. 4). Não institucionalizado.
3. Estrutura organizacional: Com raízes, descentralizada circulação.
4. Meios de graça: Redentores comunitariamente / ritualiza novos símbolos, como as refeições em comum.
5. Posição na sociedade: Igreja é, mais uma vez, à margem.
6. Missional modo: Encarnacional e missional.
Seção 2- A Jornada para o coração do Gênio Apostólico.
O autor dá uma pequena introdução, explicando conceito de m-DNA (missional DNA). Que ele explica na página 76:
"Com este conceito/metáfora eu espero explicar porquê a presença de uma simples, intrínseca, reproduzível, mecanismo guia central é necessário para a reprodução e sustentabilidade de movimentos missionais genuínos. Cmo um organismo permanecejunto, e cada celula compreende sua função em relação com seu DNA, então a igreja encontra um ponto de referência com seu construtor m-DNA. Como o DNA carrega o código genético, e assim a vida, do particular organismo, assim também o mDNA codifica o Gênio Apostólico - a força vital que pulsa através da igreja do Novo Testamento e em outras expressões de movimentos enviados por Jesus através da história"
Então, quais são os elementos-chave do Gênio Apostólico ? Os seis distintivos identificados por Hirsch são:

1. Jesus é o Senhor
2.Fazedores de Discípulo
3. Missional-Encarnacional Impulso
4. Ambiente Apostólica.
5. Sistemas Orgânicos
6. "Communitas", não comunidade.
"Então buscando uma definição de igreja missional, esta seria uma comunidade do Povo de Deus que define a si mesma, e organiza sua vida em torno dela, com o real propósito de ser um agente da missão de Deus para o mundo. Em outras palavras, a a verdadeiro e autêntico princípio de organização da igreja está na missão,. Quando a igreja está em missão, é que ela se torna uma verdadeira igreja. a igreja em si mesma não um produto da missão, mas é obrigada e destinada para extender isso por quaisquer meios possíveis. A missão de Deus flui diretamente através de cada crentee cada comunidade de fé que adere a Jesus. Parar com isso, é parar com Deus e seus propósitos em e através do seu povo". (pag. 82)
3. Coração de tudo:Jesus é o Senhor.
Após explicar o que seria o m-DNA e o Gênio Apostólico, Hirsch busca mostrar o monoteísmo cristocêntrico em oposição ao politeísmo de alguns cristãos hoje.
O coração do cristianismo
"Em seu lugar mais profundo do coração, Cristianismo é um movimento messiânico, um que procura consistentemente incorporar a vida, espiritualidade e missão de seu Fundador. Nós andamos fazendo isto através tantas outras coisas, mas esta é sua maior simplicidade. Discipulado, se tornar como Jesus, nosso Senhor e Fundador, posto no epicentro da tarefa da igreja. Isso significa que a Cristologia deve definir tudo o que nós fazemos e dizemos. Isto também significa que para recuperarmos o ethos -comportamento- do Cristianismo autêntico, nós devemos re-focalizar na raiz de tudo, para recalibrar nós mesmos e nossas organizações em torno da pessoa e obra de Jesus, o Senhor. Isso significará tomar os Evangelhos seriamente como os textos primários que nos define. Isso significará que devemos agir como Jesus com as pessoas que estão fora da fé, como um esquadrão de Deus". (pág. 94)
Defendendo um cristianismo além da dialética sagrado-secular, ele diz:
"Pessoas envolvidas num visão espiritual dualística, experimentam Deus como um dever baseado na igreja, e religião é amplamente concebida como um assunto privado. A igreja é amplamente concebida como um espaço sagrado: a arquitetura, a musica, as liturgias, a linguagem e a cultura, tudo colabora para fazer disso um evento sacro que não é experimentado em nenhum outro lugar na vida do mesmo modo. Em outras palavras, nósvamos a igreja para experimentar Deus, e em verdade Deus está lá- Ele está em todo lugar e particularmente ama permanecer no meio do seu povo-, mas este caminho é difícil de ser mudado, tende a criar uma percepção que é muito díficil de quebrar- queDeus é realmente encontrado apeas em tais lugares e que isso requer uma elaborada sacerdote/ministro parafermália para mediar esta experiência (João 4:20-24)".(pag. 95)
O monoteísmo cristocêntrico.
"Não há nada em nossa vida que não pode ser colocada debaixo da regra de que Deus é sobre tudo. Nossa tarefa é integrar os elementos dispersos que são nossas vidas e comunidades e trazê-los sob o Único Deus manifestado para nós em Jesus Cristo (...) Se nós falharmos ao fazer isto, então enquanto confessamos ser monoteístas, de fato, estamos sendo e praticando o politeísmo. Dualisticas expressões de fé sempre resultam num politeísmo prático. Haverão diferentes deuses que governam diferentes esferas da nossa vida, e o Deus da igreja neste ponto de vista é largamente impotente fora da esfera privada religiosa. Cristocêntrico monoteísmo demanda lealdade precisamente quando os outros deuses clamam por isto, e isto é verdade para nós." (pag. 97).
4. Fazendo Discípulos Neste capítulo, há uma volta ao conceito de m-DNA e Gênio Apostólico, e modo como estes permeiam a igreja, tudo pensando numa falha crucial da igreja ocidental: fazer discípulos.
A frase base é de Neil Cole, do Organic Church, que está citada na pag. 104: “We want to lower the bar of how church is done and raise the bar of what it means to be a disciple.”.
Em busca de um real discipulado, ele busca desmitificar o modelo contemporâneo do crescimento de igrejas como gerador de autênticos discipulos. Apontando a clara influência da sociedade de consumo neste modo de entender a igreja.
"Os exponentes do movimento de crescimento de igrejas tem explicitamente ensinado a nós como realizar o marketing e valorização do produto para alcançar nossos alvos para nossa audiência crescer. Eles nos ensinam a imitar um shopping center, aplicar na igreja isto, e criar um shopping completo que tenha tudo que a pessoa precisa (...) Cristandade operando como está, no sistema “atracional” e sendo guiada por profissionais, já está suscetível ao consumerismo, mas sobre a influência da pratica contemporânea de crescimento de igreja, o consumerismo se torna a ideologia que dirige o ministério da igreja". (pág. 110).
Onde está a resposta então? Hirsch sugere duas alternativas:1. Tentar redimir os ritmos e estruturas do consumerismo e 2. Iniciar um movimento profético de confronto ao controle do consumo sobre nossas vidas. Conforme ele diz:“these two alternatives become our missional challenge and are each real live options.”
5. Impulso Missional- Encarnacional O modelo missional-encarnacional aparece como uma alternativa ao modelo tradicional atracional, que é "simplesmente incapaz de impactar a cultura fronteiriça como os movimentos de Jesus são capazes" (pag. 131).
A igreja deve ser entendida como povo enviado.
Hirsch identifica 4 dimensões que cercam nosso entendimento a respeito da encarnação de Jesus Cristo.
1. Presença
2. Proximidade
3. Poder
4. Proclamação.
Utilizando estes 4 elementos, ele demonstra como se daria um ministério encarnacional-missional:
"A Encarnação não só qualifica como Deus age no mundo, mas também nos qualifica. Se a maneira central de Deus de alcançar o seu mundo foi para encarnar-se em Jesus ,logo, a nossa maneira de alcançar o mundo deveria ser igualmente encarnacional. Agir "encarnacionalmente" irá significar, portanto, que na nossa missão para aqueles fora da fé teremos de exercer uma verdadeira identificação e afinidade com aqueles que estamos tentando alcançar. No mínimo, irá provavelmente significar que devemos nos deslocar para uma geografia/espaço em comum e assim criar um verdadeira e viva presença entre o grupo. Mas a motivação básica de ministério encarnacional é também a revelação - que eles podem vir a conhecer Deus através de Jesus" (pág. 133).
Sobre a presença, aplicando a missão do povo de Deus, ele diz:
"Se relacionamento é a chave significará que na transmissão do Evangelho, então, nós vamos ter com as pessoas dos nossos círculos sociais. Nossa próprias vidas serão nossa mensagem, e nõs não podemos tomar nós mesmos fora da equação da missão". (pág. 134)
"O impulso encarnacional inspira-a Encarnação, eo missional impulso é energizado pela missão de Deus"(pag. 138).
A respeito da cultura e integridade das pessoas do grupo, há uma necessidade sempre de novas pessoas, novas redes sociais, citando Addison que diz que: "Novos movimentos religiosos falham quando eles se tornam redes fechadas ou quase-fechadas. Para a continuação de um crescimento expontâneo, um movimento precisa manter aberto a relacionamentos com os de fora. Eles precisam alcançar fora novos horizontes, acrescentar grupos sociais" (pag. 141).
A Eclesiologia missional coloca a Cristologia como a determinadora da Missiologia que determina a Eclesiologia. "pelas minhas leituras das Escrituras, eclesiologia é a mais fluída das doutrinas. A igreja é uma expressão cultural dinâmica do povo de Deus em qualquer lugar. EStilo de adoração, dinâmicas sociais, expressões litúrgicas devem resultar do processo de contextualização do Evangelho em qualquer cultura dada. Igreja deve seguir a missão. (pag. 143).
Neste capítulo, o autor focaliza a liderança da igreja missional. Buscando nos movimentos de Jesus até 300 AD e a China hoje, a questão central aqui é: que tipo de liderança torna isso possível?
Ao discutir a melhor maneira de falar do tipo de liderança catalisadora que está presente nestes movimentos de Jesus, Hirsch escreve:
"Uma liderança apostólica, como em todos os tipos de influência,. é também identificada e mesurada pelo efeito que ela tem no ambiente social em que opera,. E nestes termos, está sempre presente nos períodos de significante crescimento missional. Tais pessoas poderia nem sempre chamar a si próprias de apóstolos, mas a natureza apostólica e o efeito do seu ministério e sua influência são inegáveis" (pag. 151)
O chamado pessoal apostólico é uma extensão do Cristianismo. Como tal, ele ou ela (líder) chama a igreja para seu chamado essencial e ajuda a guia-la dentro de seu destino como povo missionário com uma messagem transformadora para o mundo. Todas as outras funções da igreja devem ser qualificadas por sua missão de extender a missão redentora de Deus através de sua vida e testemunho. O líder apostólico então encorpora, simboliza, e re-presenta a missão apostólica para a comunidade missional (pag. 152)
Então, uma igreja missional precisa de uma liderança missional, que vai além do modelo de liderança pastor-professor. Citando Roxburgh, numa nota de rodapé na pag. 152, diz que ele vai além nesta argumentação, que identifica a ordenação como um entrave para uma se reconhecer como uma agência missionária.
"Ministério apostólico é basicamente função e não um escritório. Escritório como nós normalmente concebemos isso, se relaciona com a posição em uma estabilizada, centralizada instituição, e daí toma sua autoridade por ser oficial na estrutura institucional. Não há um só exemplo deste nível de instituição no Novo Testamento ou no período pós-bíblico. Por outro lado, a igreja do Novo Testamento estava em todos lugares comuns, não era ordenada ou havia uma classe de ministros profissionais, e não havia prédios da igreja oficiais" (p. 153)
Sendo que "a tarefa apostólica é sobre a expansão do Cristianismo de modo físico na forma de ser o esforço misionário pioneiro e plantar igreja, como também teológico através da integração da doutrina apostólica dentro da vida de cada cristão individualmente e das comunidades que eles fazem parte" (pág. 154)
Mas o que faz apostólico liderança? Ou melhor ainda, quais são as principais funções do ministério apostólico? Hirsch identifica três funções principais:
1. Para inserir mDNA através pioneiro novos caminhos para o Evangelho e a Igreja.
O apostolo é mordomo do m DNA, deve ser o mensagem e o cuidador dele. Como aquele que é enviado, comunica o mDNA mediante uma nova perspectiva missional.
2. Para guardar mDNA através da aplicação e integração de teologia apostólica.
A responsabilidade do ministro apostólico não termina no trabalho do pioneirismo missionário, sua tarefa é assegurar que as igrejas permanecerão verdadeiras para com o evangelho em seu comportamento (ethos). A maior função do ministro apostólico é preservar o evangelho de qualquer contaminação e manter o poder salvador de Deus para as futuras gerações- Rm. 1:16-.
3. Para criar o ambiente em que os outros ministérios emergem.
- Apostolic function, usually conducted translocally, pioneers new missional works and oversees their development.
- Prophetic function discerns the spiritual realities in a given situation and communicates them in a timely and appropriate way to further the mission of God’s people.
- Evangelistic function communicate the gospel in such a way that people respond in faith and discipleship.
- Pastoral function shepherds the people of God by leading, nuturing, protecting and caring for them.
- Teaching function communicates the revealed wisdom of God so that the people of God learn how to obey all that Christ has commanded them.
7. Sistemas orgânicos
A sentença "Gênio Apostólico" é um termo cunhado pelo autor para significar essa energia e força unica que imbui de maneira fenomenal os movimentos de Jesus na história. Diagramaticamente, ele coloca isso assim:
No glossário que consta ao final do livro, ele define assim:"Minhas conclusões sobre o Gênio Apostólico são feitas sobre os seus seis componentes (tque talvez podem ser mais ou menos que isso) . Cinco são o que eu chamo de mDNA, e a outra tem haver com espiritualidade e teologia. Para maior parte, eu foco nos seis elementos do mDNA quando eu usso o termo. Os cinco elementos são: impulso encarnacional-missional, ambiente apostólico, fazer discípulos, sistemas orgânciso e communitas. Carregados dentro do termo Genio Apostolico é a total combinação de todos os elementos do mDNA que juntos formam uma constelaçao, como esta aqui, cada uma emitindo luz para os outros. Eu também creio que isso é latente, ou imanado, dentro da própria natureza do povo do evangelho de Deus. Eu sugiro que quando todos os elementos do mDNA estão presentes e estão em um relacionamento dinamico com os outros elementos, e há um desafio adpativo como catalisador, então o Genio Apostolico está ativado" (p. 274)
O elemento fora do mDNA, dito como espiritualidade e teologia é o cristianismo monoteísta que é, de fato, o núcleo do Genio Apostolico. Neste capítulo, o autor expõe os sistemas orgânicos.
Multiplicação x Adição
"A razão porque a igreja de Jesus acha tanta dificuldade em permanecer no topo da grande comissão e porque a população mundial está multiplicando, enquanto que a igreja está somente adicionando. Adicionar nunca poderá correr no mesmo ritmo da multiplicação" (p.209)
Para vencer este descompasso, o autor propõe a partir da perspectiva orgânica, um crescimento viral, utilizando os conceitos de "ideavirus" de Seth Godin, onde cada pessoa multplica a si mesmo, de forma incarnacional e as idéias são multiplicadas através das redes de informação e pessoa dentro da igreja para a comunidade- emergindo da igreja para a comunidade o cristianismo.
O autor pensa"communitas" como algo que toma várias formas, mas qualquer seja esta, sempre vai descrever o tipo de comunhão e camaradagem que foi e é experienciada nos movimentos de Jesus, e é então um elemento essencial do Gênio Apostolico.
Um dos fatores mais enfatizados pelo autor ao longo desse capítulo, é a limiaridade, a communitas não é somente a reunião de pessoas, mas há uma causa muito forte os unindo e há também uma união bastante solidificada através das experiências limite da comunidade, exige não somente um tempo comum, mas sofrimentos em comum assim como vitórias em comum.
Um fenômeno triste que ocorre em várias comunidades com a emergência da cultura pós-moderna tem sido a fuga em torno de um mundo paralelo. Ao invés da comunidade enfrentar esse caos e se adaptar, ela acaba fugindo dele criando um mundo artificial, no entanto, não vamos deixar de ver as consequências daqueles que terão que enfrentar o mundo sozinho e vão enfrentar uma grande frustração. Com um exemplo que a maioria de nós vimos no "Procurando Nemo" o autor ilustra:
"...podemos dizer que a sobrevivência dos sistemas vivos favorece o aumento do nível de adrenalina, atenção e experimentação. Por exemplo, "peixe em um aquário pode nadar, se alimentar, obter comida com o mínimo esforço e se manter livre de predadores. Mas como todos os donos de aquário sabem, estes peixes são etremamente sensíveis às menores variações do aquário. Os donos tem que regularmente limpar o aquário, monitorar a temperatura, monitorar o pH e alimentar os peixes. Isso porque não há um ecosistema natural no aquário - é um ambiente artificial. Por ouro lado, o peixe no mar tem que trabalhar muito mais duro para se susentar e são sujeitos a maiores ameaças. Mas porque eles aprenderam a lidar com mais variações (temperaturas, suprimento de comida, predadores etc) eles são mais fortes quando encontram um desafio" (p.229)
um
dois
segunda-feira, janeiro 21, 2008
N.T. Wright fala sobre a importância da igreja emergente e missional
N.T. Wright é um dos mais influentes teologos da atualidade, seu trabalho sobre o Apóstolo Paulo, tem revolucionado os estudos sobre o tema. Sobre o tema igreja emergente e missional, também é um dos precrussores.Eis o link para escutar o audio da Conversa com o autor de Mero Cristianismo (em inglês).
sábado, janeiro 12, 2008
Orgânica Igreja
sábado, janeiro 05, 2008
Igreja Orgânica
O plano de Jesus era descentralizar, e Ele pagou um caro preço para tornar isso possivel. Nos precisamos redescobrir o poder de uma movimento descentralizado com poder distribuído para cada parte que pode gerar vida. O plano de Jesus era engenhoso. Não um descuidado e opcional plano. Olhe de novo o que Ele fez e o que Ele nos dá para fazer. (Pág. 44).Nos precisamos resistir a sedução magnética dos prédios glamurosos e ao sistema hierárquico religioso que coloca-nos numa forma de igreja que não consegue espalhar Sua gloria sobre o planeta. Reconhecer, mais uma vez, a beleza da Nova Aliança: a nação descentralizada de pregadores levando a presença de Cristo para todo o mundo. (Pág. 45)
Se nos avaliássemos nossas igrejas não pela freqüência em nossos prédios mas por quanto reconhecível Jesus é em nosso meio, nossa influencia poderia aumentar e nossas estratégias seriam mais dinâmicas... (Pág. 54)
Eu estou convencido que nos cometemos um serie erro em acomodar solo ruim em nossas igrejas. Quando nos vemos pessoas vindo a Cristo e eles se afastam, nos assumimos uma responsabilidade que não é nossa. Nos assumimos que nós devemos ter feito alguma coisa errada para que tantas pessoas tenham desistido de seguir a Cristo. Nos até duvidamos do nosso esforço ministerial e procuramos outras maneiras de segurar as pessoas conosco. Os resultados são devastadores para uma igreja local.Por causa que nos pensamos que o numero de pessoas é um claro sinal de frutificação e sucesso, nos fazemos de tudo para mantermos as pessoas. Nos tentamos levantar as pessoas e faze-las continuar vindo. Terminamos com uma audiência de consumidores em compras dos melhores serviços. Nos cativamos este tipo de pensamento quando tentamos competir com outras igrejas com um show melhor.
Nos comprometemos a vida da igreja ao cuidar de manter o solo ruim em nossa membresia.
Nos fazemos da igreja, um show que requer uma audiência que não realiza nenhum ou um pequeno esforço. (Pág. 69-70)
Sobre João 4:27-28
Ele apontou para a multidão de samaritanos saindo da vila pra encontrar o Messias, todos vestidos do tradicional traje branco do vestuário samaritano, e disse: Olhe, os campos estão brancos para colheita, se voce apenas começar olhar pra os lugares onde menos espera (minha paráfrase). (Pag. 76)
A maioria das igrejas nunca achariam um traficante uma boa escolha para compartilhar o Evangelho, porque eles são para nós como os Samaritanos aos olhos dos judeus do primeiro século. Muito ruins, ali está uma porção de bom solo lá. (Pág. 77)
Divina VerdadeA verdade vem de Deus, é a revelação de Deus para a humanidade. é melhor vista na pessoa de Jesus e nas Escrituras.
Relacionamentos
Homens nunca foram criados para solidão. Nos somos criaturas sociais e temos uma necessidade intrínseca para nos relacionarmos. Nossa orientação para o relacionamento é um reflexo da imagem de Deus em nós, Deus em si mesmo é relacional e existe na comunidade do Pai, Filho e Espírito Santo. Deus é amor porque Deus é relacionamento.
Apostólica Missão.
Apostólico significa enviando representante com uma mensagem. Nos estamos aqui pra este propósito. Nos tivemos uma primeira ordem para cumprir plenamente: fazer discipulos de todas as nações.
(pág. 115)
Como podemos esperar que pessoas sem Cristo possam fazer decisões retas e viver uma vida moralmente adequada? É como esperar que uma ovelha ovelha solitária consiga escapar de lobos sem ajuda. Então sugiro que não esperemos sabedoria moral ou ações retas vindas de pessoas perdidas. Nós precisamos parar de julgar e começar a sentir compaixão por elas, como Jesus o fez. (pág. 148-149)
Maturidade faz uma grande diferença, mas lembre-se ela é conquistada através da experiência, não é aprendida dentro de um vácuo de decisões duras e tentações pressionadoras. Iniciar o novo convertido num processo para ganhar maturidade é melhor antes que depois. Não se pode atrasar a jornada da maturidade porque a pessoa não a possui. (pág. 150)
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Advent II Homecoming - Let Your Kingdom Com
domingo, dezembro 30, 2007
Organic Church

Neil Cole Organic Church:Growing Faith Where Life Happens Jossey-Bass (September 8, 2005)
Trecho da entrevista para o E-zine The Next Wave
Next-Wave: So what is the Organic Church?
NC: Some people call it simple church, with the planting of the seed of the Kingdom in soil where there is lost-ness, allowing transformed lives to be the momentum for building God’s church
Next-Wave: In Organic Church you talk about replicating DNA. The D stands for “Divine Truth.” With postmodern people truth is relative, how does “Divine Truth” go over?
NC: In an evangelistic context we wouldn’t approach someone and start talking about “DNA.” It just wouldn’t be helpful. We would just live the “DNA.” Typically in a postmodern context I don’t want to introduce people to propositional truth, I want to introduce them to the person of truth, Jesus, and let him deal with the propositional.
Next-Wave: “D” stands for “Divine Truth” what do the “N” and the “A” of the Organic Church represent?
NC: The “N” is nurturing relationships. Each new follower is adopted into a spiritual family, a brotherhood, based on a love relationship with our Father and his son Jesus. That’s the “one-anothers.” The “A” is apostolic mission. Even the Nicene Creed says the church is holy and apostolic. It’s meant to be sent. It’s more like Jesus said, “The Father has sent me, so send I you.” So apostolic means that the church is a “sent” agency not a “sending agency.” We are ourselves going on mission.
Most churches in the West set up shop in a location and they tell the world to come to them, that’s not being apostolic. So we want to be decentralized. We don’t want to be bound to a location. We want to be planting the seeds of the Kingdom among the lost people. We are sent.
terça-feira, dezembro 18, 2007
Confissões de um Reverendo Reformado.

O livro é sobre a construção da igreja de Mars Hill, os desafios e tropeços, contados de uma forma realista e sincera por um pregador que é assim. O grande desafio da emerging church é permanecer com uma mensagem cristocêntrica e real para as pessoas, como Cristo.
Uma igreja que começou em 1996 com 20 pessoas, e hoje tem 6 mil membros.
A versão pentecostal de comunidade existe para missão, não para si mesma. Uma comunidade pentecostal não se mantém porque pessoas são iguais mas por causa eles estão numa mesma missão com o mesmo Senhor. Por causa disto, uma comunidade pentecostal é marcada pelo desejo de expandir o Reino de Deus através da salvação de diversas pessoas, que são bem vindas para aprender sobre a grandeza de Jesus. Pessoas movidas pelo Pentecoste não enxergam que a construção da comunidade em sua igreja é sua missão. Melhor, elas vêem sua comunidade na igreja como apenas existindo para missão de Deus, e eles aceitam que apenas um caminho existe para uma comunidade saudável, que é a prosseguir na missão de Deus de alcançar pessoas perdidas, assim a comunidade é efeito e não uma missão. A resposta de Deus para uma comunidade pentecostal e missional é graça e unidade trazidas pelo Espírito Santo. ( tradução livre, p. 33)
"Nós precisamos de ambos retratos, a humildade, Cristo encarnado e o triunfo, Cristo exaltado, para realmente entender a Cristo. Para nós podermos conhecer humildade, Cristo encarnado, assim descobrimos como ser missional e ter um relacionamento amoroso em nossa comunidade. Como nós podemos glorificar, através do Cristo exaltado, nós aprendemos ter confiança e segurança porque nós proclamamos sua vitória sobre satã, pecado, morte e inferno" pág. 43.
Na igreja há 3 tipos básicos de público:
Observadores: são aqueles que estão felizes e não dão nada, vem apenas pra ver a cada semana.
Consumidores: são aqueles que também não dão e nem fazem nada, mas querem sempre mais e mais, e demandam por mais bens e serviços do pastor.
Participantes: são aquelas pessoas que compram a idéia da igreja em ser mssionária em nossa cidade, vêem a igreja para servir a uma grande missão e estão grandemente encorajados.
(pág. 45).
Sem uma liderança bíblica, a missão não pode acontecer porque não há nenhuma autoridade para definir o que é missão, dirigir a missão ou defender a missão.
(pág. 48)
"Através dos anos , eu apenas aceitei que se não abrir rapidamente a porta dos fundos quando Deus está tentando colocar pessoas fora da igreja, eu estarei trabalhando contra Deus em tentar manter pessoas doentes em nossa igreja para que então possam infectar outras. De fato, a igreja é um corpo, e uma das é o colon. Como o corpo humano, todo corpo da igreja sem colon é destinado a enfermidade que pode levar a morte"
(pág. 131)
Mark Driscoll, Confessions of a Reformission Rev. Zondervan, 2006





