sábado, dezembro 22, 2007

It's a Wonder-Full Life


It's a Wonder-Full Life
It takes a special kind of birth to grab the world's attention.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Jorge Valadares


O primeiro médico diplomado que pisou o chão da Bahia de Todos os Santos foi Jorge Valadares, judeu converso ou cristão novo ou judeu marrano. Ele acompanhava o Primeiro Governador Geral (1549-1553) e ocupou o cargo de Físico Mor. Seu sucessor foi outro Jorge, O Jorge Fernandes que também era judeu e ocupou o cargo de Físico-Mor por três anos.

Foi empossado em 1o de maio de 1549, ganhava 48 mil reais por ano, manteve-se no cargo até 1553, quando foi substituído pleo também cristão-novo Jorge Fernandes.

fonte: A Coroa, a Cruz e a Espada Eduardo Bueno p.122

terça-feira, dezembro 18, 2007

Confissões de um Reverendo Reformado.


O livro é sobre a construção da igreja de Mars Hill, os desafios e tropeços, contados de uma forma realista e sincera por um pregador que é assim. O grande desafio da emerging church é permanecer com uma mensagem cristocêntrica e real para as pessoas, como Cristo.

Uma igreja que começou em 1996 com 20 pessoas, e hoje tem 6 mil membros.


A versão babilônica de comunidade é uma afinidade sem Deus. A comunidade babilônica não aspira um crescimento a não ser por nascimentos internos, não dá boas vindas a pessoas que são diferentes, não pratica hospitalidade, e os seguidores buscam ficar salvos e bem sucessidos. Comunidade é o único alvo para igrejas que pensan como Babilônia. A resposta de Deus para a comunidade babilônica é julgamento e banição, por causa do pecado, especialmente na igreja.
A versão pentecostal de comunidade existe para missão, não para si mesma. Uma comunidade pentecostal não se mantém porque pessoas são iguais mas por causa eles estão numa mesma missão com o mesmo Senhor. Por causa disto, uma comunidade pentecostal é marcada pelo desejo de expandir o Reino de Deus através da salvação de diversas pessoas, que são bem vindas para aprender sobre a grandeza de Jesus. Pessoas movidas pelo Pentecoste não enxergam que a construção da comunidade em sua igreja é sua missão. Melhor, elas vêem sua comunidade na igreja como apenas existindo para missão de Deus, e eles aceitam que apenas um caminho existe para uma comunidade saudável, que é a prosseguir na missão de Deus de alcançar pessoas perdidas, assim a comunidade é efeito e não uma missão. A resposta de Deus para uma comunidade pentecostal e missional é graça e unidade trazidas pelo Espírito Santo. ( tradução livre, p. 33)

"Nós precisamos de ambos retratos, a humildade, Cristo encarnado e o triunfo, Cristo exaltado, para realmente entender a Cristo. Para nós podermos conhecer humildade, Cristo encarnado, assim descobrimos como ser missional e ter um relacionamento amoroso em nossa comunidade. Como nós podemos glorificar, através do Cristo exaltado, nós aprendemos ter confiança e segurança porque nós proclamamos sua vitória sobre satã, pecado, morte e inferno" pág. 43.

Na igreja há 3 tipos básicos de público:

Observadores: são aqueles que estão felizes e não dão nada, vem apenas pra ver a cada semana.

Consumidores: são aqueles que também não dão e nem fazem nada, mas querem sempre mais e mais, e demandam por mais bens e serviços do pastor.

Participantes: são aquelas pessoas que compram a idéia da igreja em ser mssionária em nossa cidade, vêem a igreja para servir a uma grande missão e estão grandemente encorajados.
(pág. 45).


Sem uma liderança bíblica, a missão não pode acontecer porque não há nenhuma autoridade para definir o que é missão, dirigir a missão ou defender a missão.

(pág. 48)



"Através dos anos , eu apenas aceitei que se não abrir rapidamente a porta dos fundos quando Deus está tentando colocar pessoas fora da igreja, eu estarei trabalhando contra Deus em tentar manter pessoas doentes em nossa igreja para que então possam infectar outras. De fato, a igreja é um corpo, e uma das é o colon. Como o corpo humano, todo corpo da igreja sem colon é destinado a enfermidade que pode levar a morte"
(pág. 131)








Mark Driscoll, Confessions of a Reformission Rev. Zondervan, 2006

sábado, dezembro 15, 2007

Tá com preguiça? Conheça Dean Karnazes

Ele já correu 5 maratonas em um dia, 300 milhas sem parar Para muitos, ele é louco ou masoquista. Mas Dean Karnazes se considera apenas um sujeito que gosta de conhecer e superar seus limites, mesmo que para isso tenha que chegar ao esgotamento físico completo, como quando correu no Vale da Morte, na Califórnia. 'O asfalto ficou quente tão depressa que literalmente derreteu meu primeiro par de tênis de corrida em uma hora'.



Entrevista dele para Folha

FOLHA - Qual foi sua pior corrida (se é que existe uma corrida ruim)?
DEAN KARNAZES - A primeira vez que eu tentei correr a Badwater Ultramarathon, uma corrida de 135 milhas (217 quilômetros) que passa pelo Vale da Morte no meio do verão. Foi um desastre. Eu relato a experiência no meu livro. Basicamente, tudo que poderia dar errado deu errado. Meu carro de apoio quebrou, eu bebi água contaminada, meus tênis derreteram, fiquei muito desidratado e cheguei ao delírio. Na milha 72, desmaiei e fui levado para atendimento em segurança.

FOLHA - E qual foi o desafio mais interessante?
KARNAZES - Recentemente eu corri 50 maratonas nos 50 Estados dos EUA em 50 dias seguidos. Não só a corrida foi muito interessante, mas eu pude viajar e ver o país inteiro. A experiência como um todo foi incrível.

FOLHA - O que você sente quando corre?
KARNAZES - Liberdade. Qualquer um que corra conhece a sensação. Correr dá a você um sentido de liberdade marcante.Algumas pessoas não conseguem entender o que faço. Mas eu adoro fazer isso, e é sempre muito legal poder fazer o que você gosta. Uma coisa maravilhosa da corrida é que ela é tão simples, qualquer um pode correr. Há algo primordial, intrínseco na corrida que faz com que aflore o melhor das pessoas.

FOLHA - Mas é preciso correr distâncias tão longas para obter essa satisfação? Uma coisinha mais curta, como uma maratona dupla, já não seria suficiente?

KARNAZES - Eu tenho curiosidade de saber até onde o corpo humano pode ir. Quero testar e ampliar os limites da resistência humana. Eu sou fascinado por isso. Então, não é tanto pela corrida, mas sim por expandir os meus próprios limites pessoais.

FOLHA - O que o torna diferente dos outros corredores?
KARNAZES -
Nada, na verdade. Sou apenas um sujeito comum. Eu sinceramente acredito que qualquer um pode fazer o que eu faço, desde que tenha a paixão e o compromisso para treinar e se preparar adequadamente. Eu acho que isso é parte da razão pela qual minha história tem tido alguma repercussão. Sou apenas um sujeito comum fazendo o melhor possível com os recursos que tenho. As pessoas consideram isso inspirador.

FOLHA - No seu livro, você conta que correr, de certa forma, salvou seu casamento. E agora, com tantas horas dedicadas ao esporte, como sua família reage?
KARNAZES -
A corrida pode unir as famílias, mas também pode provocar separações. Para nós, minha corrida nos tornou ainda mais unidos. Nós estamos mais próximos do que nunca.

FOLHA - O que fez você passar de um ultramaratonista para um ultrafamoso ultramaratonista?
KARNAZES -
Isso aconteceu basicamente por causa de meu livro. Quando eu o escrevi, pensei: “Se eu conseguir que uns dez colegas meus comprem, já serei muito sortudo”. Quando o livro se tornou um best-seller, eu fiquei doidão.

FOLHA - Com o sucesso de seu livro, você se tornou uma estrela. Como isso se refletiu na sua vida financeira?
KARNAZES -
Apesar de tudo, eu ainda ganho menos hoje, com o livro, as palestras e os patrocínios, do que ganhava no mundo corporativo. mas eu estou muito mais feliz. A troca valeu a pena.

FOLHA - Como é um típico dia de Dean Karnazes?
KARNAZES -
Na verdade, não há um dia típico, o que é uma das coisas que adoro em meu estilo de vida. Às vezes, corro cedinho pela manhã, outras vezes corro à noite (às vezes, toda a noite). Se as ondas estiverem legais, vou dar uma surfada. Se está nevando, vou fazer snowboard.

FOLHA - Você já enfrentou vários desafios. Qual é o próximo?
KARNAZES -
Tenho muitos planos e alguns projetos em andamento. Eu gostaria de fazer coisas mais globais, na Europa, na África, na Ásia, na América do Sul. A corrida tem uma capacidade única de unir as pessoas, provocar a integração além das fronteiras, das religiões, das raças. Há muitas guerras no mundo, muita raiva e muitas mortes desnecessárias. Usar a corrida para ajudar a unir as pessoas, esse é o meu maior objetivo.

FOLHA - Algum plano para o Brasil?
KARNAZES -
Por enquanto, não. Mas eu adoraria. Já encontrei muitos corredores brasileiros em minhas viagens, e gostei muito de seu espírito e atitude.

FOLHA - Você recomendaria que alguém se tornasse ultramaratonista?
KARNAZES -
Não sou muito bom em recomendar coisas para pessoas ou para dar conselhos. Se alguém pergunta, meu conselho é que ele escolha fazer algo de que goste muito. Se for ultramaratonas, muito bem. Se for outra coisas, surfe, ciclismo, então faça isso. Se você começar fazer algo de que não gosta, nunca vai perseverar naquela atividade.

FOLHA - Quais são suas dez principais dicas para quem pretenda começar uma atividade física.
KARNAZES -
Correr uma maratona começa com o primeiro passo. Meus dez conselhos são esses:

1. Seja paciente.
2. Estabeleça objetivos realistas.
3. Se você perder algum treino ou fraquejar, não é o fim do mundo. Não desista.
4. Conte a todo mundo o que você está fazendo e que planeja entrar em forma.
5. Escolha uma atividade que você adore.
6. Passe a considerar entrar em forma uma prioridade importante em sua vida.
7. Consiga um parceiro para treinar junto.
8. Inscreva-se numa corrida ou caminhada de cinco ou dez quilômetros (NR: Mas dê a você mesmo um tempo para a preparação).
9. Elimine de sua dieta o açúcar refinado.
10. Tome dez copos de água por dia.