domingo, fevereiro 17, 2008

sábado, fevereiro 16, 2008

Richard Foster

Como as disciplinas espirituais podem desempenhar um papel na vida da igreja.

Veja o video...apenas anglofonos.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Autumn in New York - Billie Holiday



Autumn in new york
Why does it seem so inviting
Autumn in new york
It spells the thrill of first-nighting

Glittering crowds and shimmering clouds
In canyons of steel
Theyre making me feel - Im home

Its autumn in new york
That brings the promise of new love
Autumn in new york
Is often mingled with pain

Dreamers with empty hands
They sigh for exotic lands

Its autumn in new york
Its good to live it again

Autumn in new york
The gleaming rooftops at sundown
Oh, autumn in new york
It lifts you up when you run down

Yes, jaded rou‚s and gay divorc‚es
Who lunch at the ritz
Will tell you that its divine

This autumn in new york
Transforms the slums into mayfair
Oh, autumn in new york
Youll need no castles in spain

Yes, lovers that bless the dark
On the benches in central park
Greet autumn in new york
Its good to live it again


Autumn in new york
That brings the promise of new love
Autumn in new york
Is often mingled with pain

Dreamers with empty hands
They sigh for exotic lands

Its autumn in new york
Its good to live it again

A Grande Omissão

Contrastando com isso, a suposição dominante entre os cristãos professores de hoje é de que podemos ser "cristãos" para sempre sem jamais nos tornarmos discípulos — nem mesmo no céu, pois, afinal, que necessidade teremos de ser discípulos no porvir? Onde quer que estejamos, podemos ver que esse é o ensinamento corrente. E essa é (com suas várias conseqüências) a Grande Omissão da "Grande Comissão", em que a Grande Disparidade se encontra firmemente arraigada. Enquanto a Grande Omissão continuar a ser permitida ou nutrida, a Grande Disparidade florescerá — tanto na vida de indivíduos quanto em grupos e movimentos cristãos. Logo, se cortarmos a raiz da Grande Omissão, a Grande Disparidade murchará, como foi o caso tantas vezes no passado. Não é preciso lutar contra ela. Basta parar de alimentá-la. (p.11)

As expectativas de Jesus a nosso respeito não são complicadas nem confusas. Em alguns casos, exigirão mudanças naquilo que estamos fazendo. Mas a Grande Comissão — o plano de Jesus para a formação espiritual, o crescimento da Igreja e o serviço ao mundo — é bastante óbvia. Então, mãos à obra! Ele proverá todo o preparo e apoio necessários. Não se esqueça: "Quando tudo falhar, siga as instruções". (p.14)

Parte 1: Aprendizes de Jesus

1. Discipulado: Exclusividade dos supercristãos?

Dallas Willard arremata o capítulo citando Helmut Thielicke que diz: "os cristãos não se encontramsb a ditadura do "você deve", mas dentro docampo magnético da liberdade cristã, sob a capacitação do "você pode". (p.24)

2. Por que se preocupar com o discipulado?

3. Quem é seu mestre?

Em meio a tantas informações, devemos buscar a fonte de nossas informações mais comuns e vitais em Jesus Cristo.

"Junto de Jesus, a disposição de fazer o mal que habita os membros de nosso corpo é, por meio de uma longa prática, removida de forma gradativa e crescente. Nossa "carne" passa cada vez mais para o lado do nosso espírito e do Espírito de Deus, dedicando-se a servir a Deus. As disciplinas da vida espiritual são uma parte essencial da formação interna decisiva que Jesus realiza em nós e não podemos jamais negligenciá-las" (p.32)

4. Semelhantes a Jesus: Os recursos divinos para uma vida transformada estão sempre disponíveis
"Pessoas comuns em ambientes comuns podem viver da abundância do Reino de Deus, permitindo que o espírito e as ações de Jesus transbordem naturalmente de sua vida". (p. 33)

5. A chave para as chaves do reino
As chaves são as disciplinas espirituais.


Parte 2: A formação espiritual e o desenvolvimento do caráter

6. A formação espiritual em Cristo é para a vida toda e para a pessoa toda
"Muitos de vocês sabem que nas Escrituras a "carne" é associada com maior frequência não a cigarros, uísque e mulheres devassas, mas, sim, a atividades religiosas - Fp. 3 - (...) A carne representa aquilo que é natural - as capacidades humanas sem assistência espiritual ou divina. e, em nossas atividades religiosas, é possível dependermos da carne nesse sentido" (p. 52)

"A formação espiritual em Cristo é o processo pelo qual o ser mais íntimo do indivíduo ( o coração, a vontade ou o espírito) assume a qualidade ou caráter do próprio Jesus. Essa é a definição de formação espiritual..."
(p. 57)


"Outro fator que contribui para o interesse na formação espiritual foi a desintegração da importância das diferenças denominacionais. Hoje em dia, é muito raro encontrar alguém que acredite que sua identidade denominacional lhe garante algo relevante em termos de conteúdo cristão (...) A maioria das pessoas que se dizem cristãs- evangélicas ou não- vai de uma igreja para outra e usa como parâmetro de escolh a congregação local e sua liderança, e não a denominação- ou pelo menos não apenas isso. Muitos, especialmente s mais jovens, não fazem idéia do que representam as diferenças entre as denominações. Pouco tempo atrás, a filha de um conhecido meu lhe perguntou: De qual franquia somos membros?
(...)
Com a desintegração da filiação e linguagem denominacional, torna-se necessária uma nova linguagem. A formação espiritual está preenchendo esta lacuna ao expressar a essência e a profundidade de nosso compromisso com Cristo numa linguagem verdadeiramente interdenominacional. No entanto, seu aspecto mais importante é a tentativa de voltar o foco para a necessidade de transformação interior e, segundo estatisticas e relatos informais, é comum encontrar em nossa cultura cristaso que não diferem expressivamente de não-cristãos. "(p. 58)

A graça divina não está ligada somente ao pecado.

"O verdadeiro santo consome graça como um 747 queima combustível na decolagem. Torne-se o tipo de pessoa que pratica rotineiramente aquilo que Jesus fez e disse. Você consumirá mais graça levando uma vida santa do que pecando, pois todo ato santo que você realizar terá de ser sustentado pela graça de Deus. E esse sustento é o favor totalmente imerecido de Deus em ação. É a vida de regeneração e ressureição- e justificação, que é absolutamente vital, pois nossos pecados precisam ser perdoados. Mas a justificação não é algo separável da regeneração. E a regeneração se desenvolve de modo natural em santificação" (p. 65)

Concluindo o capítulo, ele estabelece 4 pontos básicos:
1- O evangelho da justificação, de per si, não gera discípulos, além da fé é necessária a obediência.
2- Perfeccionismo, levar a sério a vida de discípulo.
3- não podemos ter um evangelho que trata apenas do pecado, o evangelho não cuida apenas do passado, é a nova vida em Cristo.
4- caráter inevitável de um processo sério ao longo do tempo, as experiências espirituais não transformam o caráter, ele é formado e transformado pela ação.


7. Formação espiritual em Cristo: Uma perspectiva de sua natureza e viabilidade

"Ensinamos as pessoas a fazer tudo o que Jesus ordenou moldando o seu coração de modo a amar a Cristo e seus mandamentos, e treinando sua personalidade como um todo (alma, mente, corpo, e, em parte, até mesmo o ambiente) para acompanhar o novo coração ou espírito, que é o elemento criativo da pessoa, aquilo que também chamamos de vontade. O desejo (thelein; Rm 7.18) não é apenas importante, é inevitável. Mas quem é a pessoa , e sua ação envolve mais do que a vontade" (p.75)

"Uma vez que fomos encontrados por Deus, passamos a buscar uma vida cada vez mais plena dele. Graça é o oposto de mérito, e não de esforço. A verdade da formação espiritual é que não seremos transformados à semelhança dele apenas por mais informações, inspirações ou ministrações. Apesar de todos esses elementos ocuparem um lugar importante, nunca serão suficientes, e a confiança depositada exclusivamente neles explica por que, hoje em dia, tantos cristãos não conseguem ir muito além de um certo nível de decência" (p. 77-78)

8. O espírito está pronto, mas...: O corpo como instrumento para o crescimento espiritual

"A disciplina é uma atividade que está a nosso alcance e que realizamos a fim de nos tornarmos capazes de fazer o que não conseguimos por esforço direto. Todas as áreas da vida exigem certas disciplinas, e isso inclui a área espiritual. Por essa razão, Jesus orientou e conduziu seus discípulos a disciplinas para a vida espiritual: jejum, oração, solitude, silêncio, serviço, estudo, comunhão, e assim por diante" p. 85

"Desenvolvemos cada um dos ensinamentos de Jesus escolhendo comportamentos diferentes que sejam relevantes, encontrando espaço- rearranjando as coisas- em nossa vida para praticar esses ensinamentos e visualizar de outra forma a situação dentro desse novo ambiente comportamental que inclui Deus". (p.87)

9. Vivendo na visão de Deus
"A visão de Deus e de si mesmo em Deus inspira uma combinação de humildade e grande anseio por Deus. Essa combinação leva a esforços extraordinários realizados na dependência de Deus. Grandes resultados ão alcançados, pois Deus age em conjunto com esforços feitos na dependência dele e por amo a ele. Os resultados desenvolvem vida própria . Pessoas ao redor só conseguemver os resultados que, de fato, são externamente notáveis e dignos de apoio. por vezes, o apoio humano também representa o sustento de Deus. Mas os efeitos de tudo isso precisam ser vigiados com grande cuidado a fim de evitar que corrompam o coração, afastando-o de uma visão apropriada de Deus e da coragem humilde que flui dela" (p. 94)

10. Reflexões de Idaho Springs sobre a formação espiritual 99
"Não é possível reduzir a formação espiritual a uma formula, pois ela é um relacionamento dinâmico e extremamente individualizado. É certo, porém, que qualquer iniciativa para a formaçao espiritual abençoada por Deus inclui boa parte dos elementos já mencionados" (p. 102)

"Qualquer atividade que esteja ao nosso alcance e que nos permita realizar pela graça o que não podemos realizar por nossos esforços diretos éuma disciplina da vida espiritual" (p. 124)
11. O cuidado da alma: Para pastores... e outros

Parte 3: O discipulado da alma e da mente

12. Disciplinas espirituais, formação espiritual e a restauração da alma

13. A piedade cristocêntrica: O coração do evangélico 147


terça-feira, fevereiro 12, 2008

O Sagrado, o profeta e o jumento por Nilton Bonder


Capítulo 1- Você não é especial.

Para desmacarrar a doutrina egoísta da lei da atração & segredo, Bonder tece alguns comentários baseados em Nm 23, sobre o segredo ser mais importante que o sagrado, o autor diz que se deve a cultura egoísta atual, onde a vitória individual é mais importante que uma vitória compartilhada, onde caminhos descobertos para si mesmo são os únicos caminhos, não há mais uma jornada coletiva da humanidade- o sagrado.

Em entrevista ao Jornal do Brasil em 25.11.2007, ele diz:

O segredo é pernicioso ao dizer que as pessoas são especiais. O livro diz, basicamente, que as pessoas podem pedir o que quiserem ao universo porque são especiais e não apenas um código de barras nesta civilização. A ciência nos relembra constantemente de nossa pequenez em relação ao sistema solar. Sentimo-nos oprimidos, desvalorizados. Qual é o significado da vida? De repente, nenhum. O planeta vai acabar, vai aquecer. Olhar as espécies sendo extintas é uma mensagem aterradora. O racionalismo nos diz: "Não, você não é especial. Toque sua vida, pois pode cair um meteoro e acabar com tudo num instante". O segredo faz parte de uma perspectiva mágica, esotérica, que retruca: "Você é o centro do universo, existe uma lei da atração que permite que você peça e consiga as coisas". Nesse sentido, a obra tem grande importância no século 21, com todas as ameaças que estamos vivendo. Daí seu sucesso editorial e sucesso de tudo o que é oculto, a explosão de interesse por cabala e por outras coisas feitas para ajudar as pessoas a descobrirem que podem chegar aos segredos do mundo.


Sobre Números 23:

"Se eu quero a lei da atração que torna tudo possível, então não há interdição definitiva. Deve haver algum jeito, alguma mágica, algum segredo que possa contemplar o meu desejo, basta encontrar o caminho. É isso que Bilam conhece na segunda vez que fala com Deus" (p. 32)

"Grande é Deus que coloca as espadas não nas mãos dos homens, mas nas dos anjos. São eles que têm a última palavra sobre a quem se adequa a fatalidade. Para nós humanos a fatalidade não existe, o que, sim, existe é a intolerância aos caminhos bloqueados e a intransigência do desejo que cegamente chicoteia o destino querendo se impor" (p. 40)


"O verbo usado em hebraico com o sentido de bloquear é o mesmo da raiz de satã (liston). Satã é o bloqueio que nos faz perder dons. Bilam, o profeta, está surdo e cego. Bilam está distanciado de Deus exatamente porque o escuta com uma escuta conspurcada por seu desejo. Um Deus sem autonomia é a declaração de nossa solidão, de nossa perda do mais íntimo e sagrado diálogo". (p. 41)

2. O melhor e mais comum.

"A bênção não diminui quando repartida, mas surpreendemente se reforça e se propaga. A bênção contagia e não se fragmenta. Aliás, essa é sua característica maior. Para saber se algo é um desejo atendido ou uma bênção, basta fazer o seguinte teste: se ao ser compartilhado ele perder o valor ou intensidade, ele terá sido então fruto do desejo; se, ao contrário, ele se expandir e se desenvolver, terá sido uma bênção" (p. 69)

4. Lei da Tração

A lei da tração postula que tudo que puder ser carreado para o campo de nosso interesse, o será . Há uma tendência humana em preferir o design e a estética que nos favorecem" (p. 111)


5. Eu? Não, Tu!
"Ofereça a um peregrino um atalho e ele terá certeza de que você não é um companheiro de jornada" (p. 127)