quinta-feira, março 13, 2008

Braulia Ribeiro

Ele ficou maduro?




Em primeira mão para o site do MIR (Ministério Internacional da Restauração), o Apóstolo Terra Nova dá entrevista sobre seu encontro com o Pastor Silas Malafaia.
Resultado de jejum e oração, esse encontro é um marco para uma mudança no Brasil, em 2008, e prova que Deus começou a mover os céus da Nação. Durante a conversa, falaram sobre assuntos como vida pessoal, Visão Celular e diferenças ministeriais, acertaram pendências e provaram, mais uma vez, que Jesus Cristo sempre prevalece.

Redação MIR Apóstolo Terra Nova, quem intermediou o seu encontro com o Pastor Silas Malafaia?

Ap. Terra Nova Existe um homem de grande influência na Flórida, chamado Gidalt Alencar, que inclusive foi o tradutor de Morris Cerullo em Maio de 2007 no MIR. O Pastor Gidalt é Presidente da Ordem dos Pastores na Flórida e pastoreia uma igreja em Boca Raton. Há algum tempo ele vinha trabalhando comigo a questão de termos esse encontro e achei oportuno que fosse na Flórida durante nosso tempo de férias.

Redação MIR Qual foi a sua impressão pessoal do Pastor Silas?

Ap. Terra Nova Fui surpreendido! Pensei encontrar um homem duro, difícil, gabozo e mal humorado, a imagem da televisão e da leitura pessoal. Pensei que ele fosse um indivíduo com dificuldade de estender a mão para ministrar a paz do Senhor. Também cogitei a possibilidade de uma reunião conflitante... Porém encontrei um homem “manso”, para o nível daquilo que eu esperava, tranqüilo, muito solícito, aberto, convicto, risonho, hilário. Enfim, eu me surpreendi, e como gosto de pessoas inteligentes, gostei de como o encontro foi conduzido. O Pastor Gidalt é uma pessoa descontraída e me ajudou muito a dar informalidade ao encontro. Isso fez com que nos apresentássemos desarmados e deixou um saldo muito positivo deste encontro.

Redação MIR Houve resistência em alguma das partes, quando convidados?

Ap. Terra Nova Não. Já estávamos amadurecidos com a idéia e foi julgado por ambos que chegara o tempo. Mas confesso que em outro tempo não seria tão relevante e aproveitador, com satisfatório resultado como nesta época.

Redação MIR O senhor mencionou em uma reunião que esse encontro foi exatamente como sonhava que fosse. Então já tinha planos para uma possível aproximação?

Ap. Terra Nova Eu estava preparado para uma conversa. Isso era inevitável, teria que acontecer até mesmo pela velocidade das conquistas que a Visão vem logrando por este tempo. Foram ensaiados muitos encontros desde 2000, e outros líderes chegaram a projetar esses encontros em cafés da manhã, almoços, jantares, e nunca deu certo, porque não era o tempo de Deus! Coincidiu de estarmos juntos em hotéis, aeroportos e aeronaves; estivemos juntos, mas nunca nos encontramos, mas era inevitável que um dia teríamos que sentar para resolvermos questões de relacionamento entre a Visão, e outros segmentos evangélicos, teologicamente falando.

Redação MIR Vocês farão um Congresso juntos em Brasília no mês de Julho de 2008. Quais são suas expectativas?

Ap. Terra Nova Eu sou muito resolvido, tenho um coração muito crédulo e sei que teremos dois públicos em Brasília, um de apaixonados e outro de curiosos. Espero deixar em Brasília um legado, os apaixonados curiosos, e os curiosos apaixonados, porém ambos com um só sentimento: Jesus Cristo prevaleceu e o Reino de Deus ganhou muito com isso.

Redação MIR Ambos são cientes que isso gerará uma polêmica na Nação? Como pretendem lidar com isso?

Ap. Terra Nova Existe uma diferença de entendimento na mente do líder e do liderado. Os líderes são mais velozes para entender as coisas. Os liderados que tiverem um líder bem preparado não sofrerão dificuldades de absorção, pois no final o Reino é quem ganha com isso. Temos que celebrar na maturidade e confiança que estamos consolidados. Vamos apascentar os que desejam ser apascentados e vamos compreender os que não aceitam essa unidade. Para mim, as coisas simples são para os simples e as complicadas para os complicados. Como sou uma pessoa simples, recebo tudo com naturalidade.

Redação MIR O Pastor Silas Malafaia sempre deixou bem claro que é contra a forma que a Visão trabalha. Como vocês trabalharão juntos sendo de doutrinas distintas?

Ap. Terra Nova Existe algo na vida de um líder chamado maturidade para relacionamento. Nas nossas diferenças nos completamos. A proposta do Reino não é para os iguais, mas sim para os diferentes; e podemos ser diferentes na nossa proposta de ministério, mas somos iguais no propósito central: levar Jesus às multidões. É fácil conviver com os iguais, mas mostramos que somos maduros quando convivemos com as diferenças e temos habilidades para gerenciá-las. Quando encontramos as pessoas diferentes, é um bom sinal porque ali está o desafio da nossa humildade para aprendermos uns com os outros. Na vida, se alguém quer tirar lucro da situação, tem que aprender a andar com a diferença, caso contrário, seremos cúmplices da mesmice e vítimas da mediocridade.

Redação MIR Houve, em algum momento, acerto de pendências entre ambas as partes?

Ap. Terra Nova Falamos sobre 3 coisas: 1. Família, nos apresentando, tudo informalmente... 2. Falamos sobre o cenário eclesiológico nacional e a crise da Igreja.
3. Conversamos sobre idéias e, dentre esses assuntos, inteligentemente, falamos sobre tudo que estava pendente. No final, oramos, pedimos perdão a Deus por aquilo que ferimos a santidade dEle inconscientemente e deixamos em aberto a pauta para outros e outros encontros com a mesma saúde deste.

Redação MIR Qual a sua conclusão deste encontro?

Ap. Terra Nova No dia 19 de Abril de 2000, fiz uma oração em público, em Porto Seguro, quando o assunto polêmico sobre a Visão fervilhava nos arraiais da Nação. Claro que o meu temperamento domado ajudou muito a evitar uma colisão e eu orei com mais de 5000 líderes naquele dia, e pedi a Deus uma mudança radical daquela fala e daquele sentimento que estava sendo lançado sobre nós, e o Brasil é testemunha que eu pedi a aproximação de Silas na Visão. Ora, eu sou representante da Visão, eu sou um dos líderes principais da Visão no Brasil, e, justamente em 2008, quando sinalizamos todos os cumprimentos da nossa profecia, Deus provoca este encontro. O mundo espiritual é extremamente organizado e tudo ao tempo do Senhor é formoso e perfeito. Acredito que fechou um ciclo e abriu-se um novo, e este tempo novo só vai saber ler quem se deixou ser alfabetizado para este novo momento.

Fonte: http://www.mir12.com.br/


Adendo desse blogueiro

fui com a cara do Terra Nova.

quarta-feira, março 12, 2008

Oração por Herbert McCabe



fonte:http://www.alancreech.com/

Our praying itself is as much a gift as is the answer to it. And prayer is not just God's gift in the way that our power of speech or our health is God's gift; prayer is God's grace, and that means it is due to God's own life within us, God's own spirit within us.

When we pray, we display a divine power which is in us because we are in Christ, sharing his life. We speak to the Father with the voice of his Son because we have been taken up to share in their Spirit. ...

Now this is an astonishing teaching: every bringing of our desires before our Father in heaven is Christ in us speaking to his Father and ours. ...

You must indeed pray for the right things; but the right things are not the noble high-minded things that you think you ought to want, they are the vulgar and rather infantile things you really do want. Genuine prayer is honest prayer, laying before your Father in heaven the actual desires of your heart - never mind how childish they may sound. Your Father knows how to cope with that. ...

worry about your own interests, if you will just try to be, and admit to being, as you ...If you will be honest in prayer, acknowledging that you are not very altruistic, that you doare, the Holy Spirit, I promise you, will lead you into a deeper understanding of who you are and what you really want. ...We all start as children and we all need time to grow up. It is no good pretending that we are already there. If you treat a 5-year-old as an adult she will never be allowed to grow into a real adult.


–God, Christ and Us; Herbert McCabe OP

segunda-feira, março 10, 2008

incarnation: the god-dimension of mission

John 1:1-18 forms the central defining Scriptural text narrating to us of the marvelous coming of God into human history. But this text is far from the only one to probe this mystery. All Christians acknowledge that In Jesus Christ God was fully present and that He moved into our neighborhood in an act of humble love the likes of which the world has never known. “When we talk of the Incarnation with a capital “I” we refer to that act of sublime love and humility whereby God takes it upon himself to enter into the depths of our world, our life, our reality in order that the redemption and consequent union between God and humanity may be brought about. This ‘enfleshing’ of God is so radical and total that it qualifies all subsequent acts of God in his world.”


When God came into our world in and through Jesus, the Eternal moved into the neighborhood and took up residence among us (John 1:14). And the central thrust of the Incarnation as far as we can penetrate its mystery, was that by becoming one of us, God was able to achieve redemption for the human race. But the Incarnation, and Christ’s work flowing out of it, achieved more than our salvation, it was an act of profound affinity, a radical identification with all that it means to be human–an act which unleashes all kinds of potential in the one being identified with. But beyond identification, it is revelation: By taking upon himself all aspects of humanity, Jesus is for us, quite literally the human Image of God. If we wish to know what God is like, we need look no further than Jesus. We can understand him because He is one of us. He knows us, and can show us the way.

Following from this we can identify at least four dimensions that frame our understanding of the Incarnation of God in Jesus the Messiah. They are…

Presence: That in Jesus the eternal God is fully present to us. Jesus was no mere representative or prophet sent from God, he was God in the flesh (Jn.1:1-15, Col.2 2:9)
Proximity: That God in Christ has approached us not only in a way we can understand, but in a way which we can access. He not only called people to repentance and proclaimed the direct presence of God (Mk.1:15) but he befriended outcast people and lived life in close proximity with the broken and ‘the lost’ (Lk.19:10.)
Powerlessness: In becoming ‘one of us’ God takes the form of a servant and not that of someone who rules over us (Phil.2:6ff. Lk.22:25-27.) He does not stun us with sound and laser shows, but lives as a humble carpenter in backwater Galilee for 30 years before activating his Messianic destiny. In acting thus he shuns all normal notions of coercive power and demonstrates for us how love and humility (powerlessness) reflect the true nature of God and are the key means to transform human society.
Proclamation: Not only did the presence of God directly dignify all that is human, but he heralded the reign of God and called people to respond in repentance and faith. In this he initiates the Gospel invitation which is active to this very day.
Perhaps we can illustrate these in the following way…


domingo, março 09, 2008

Jesus was an only son



Jesus was an only son
As he walked up Calvary Hill
His mother Mary walking beside him
In the path where his blood spilled
Jesus was an only son
In the hills of Nazareth
As he lay reading the Psalms of David
At his mother's feet

A mother prays, "Sleep tight, my child, sleep well
For I'll be at your side
That no shadow, no darkness, no tolling bell,
Shall pierce your dreams this night"

In the garden at Gethsemane
He prayed for the life he'd never live,
He beseeched his Heavenly Father to remove
The cup of death from his lips

Now there's a loss that can never be replaced,
A destination that can never be reached
A light you'll never find in another's face,
A sea whose distance cannot be breached

Well Jesus kissed his mother's hands
Whispered, "Mother, still your tears,
For remember the soul of the universe
Willed a world and it appeared