In this apologia for Christian faith, Keller mines material from literary classics, philosophy, anthropology and a multitude of other disciplines to make an intellectually compelling case for God. Written for skeptics and the believers who love them, the book draws on the author's encounters as founding pastor of New York's booming Redeemer Presbyterian Church. One of Keller's most provocative arguments is that all doubts, however skeptical and cynical they may seem, are really a set of alternate beliefs. Drawing on sources as diverse as 19th-century author Robert Louis Stevenson and contemporary New Testament theologian N.T. Wright, Keller attempts to deconstruct everyone he finds in his way, from the evolutionary psychologist Richard Dawkins to popular author Dan Brown. The first, shorter part of the book looks at popular arguments against God's existence, while the second builds on general arguments for God to culminate in a sharp focus on the redemptive work of God in Christ. Keller's condensed summaries of arguments for and against theism make the scope of the book overwhelming at times. Nonetheless, it should serve both as testimony to the author's encyclopedic learning and as a compelling overview of the current debate on faith for those who doubt and for those who want to re-evaluate what they believe, and why
terça-feira, junho 17, 2008
quarta-feira, junho 04, 2008
sexta-feira, abril 04, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
Através de outros

“ Devemos procurar Deus em todas as coisas. Não, contudo, como se procura um objeto perdido, uma ‘coisa’. Ele nos está presente em nosso coração, em nossa subjetividade pessoal. Procurá-lo é reconhecer este fato. Mas não podemos ter consciência disto como realidade a não ser que Ele nos revele sua presença. Ele não se revela simplesmente em nosso coração, mas através de outros. Revela-se a nós na Igreja, na comunidade dos que crêem, na koinonia dos que Nele confiam e O amam.
Procurar a Deus não é apenas uma operação do intelecto, nem mesmo uma iluminação contemplativa da mente. Procuramos a Deus esforçando-nos por nos entregarmos a Ele, a quem não vemos, mas que está em todas as coisas, através de todas as coisas e acima de todas as coisas.”
Thomas Merton.
Seasons of Celebration, de Thomas Merton
(Farrar, Straus and Giroux, New York), 1965. p. 115
No Brasil: Tempo e Liturgia, (Editora Vozes, Petrópolis), 1968. p. 224
Procurar a Deus não é apenas uma operação do intelecto, nem mesmo uma iluminação contemplativa da mente. Procuramos a Deus esforçando-nos por nos entregarmos a Ele, a quem não vemos, mas que está em todas as coisas, através de todas as coisas e acima de todas as coisas.”
Thomas Merton.
Seasons of Celebration, de Thomas Merton
(Farrar, Straus and Giroux, New York), 1965. p. 115
No Brasil: Tempo e Liturgia, (Editora Vozes, Petrópolis), 1968. p. 224
O 'chesed' de Deus
“ O chesed* de Deus é uma misericórdia gratuita que não considera mérito, dignidade nem retribuição. É a maneira como o Senhor olha para os culpados e, com Seu olhar, torna-os imediatamente inocentes. Aos que fogem dele, esse olhar parece ira. Quando o contemplam, contudo, vêem que é amor e que eles são inocentes. (Sua fuga e confusão causadas por seu próprio medo os tornam culpados a seus próprios olhos). O chesed de Deus é verdade. É força infalível. É o amor por meio do qual procura e escolhe Seus eleitos e os une a Si. É o amor pelo qual Ele está desposado com a humanidade. Assim, se a humanidade Lhe for infiel, terá ela sempre uma fidelidade à qual voltar: Sua própria fidelidade. Ele se tornou inseparável do homem na chesed que denominamos ‘Encarnação’, ‘Cruz’ e ‘Ressurreição’. Ele também nos deu Sua chesed na Pessoa de seu Espírito. O Paráclito é a plenitude do mistério inefável de chesed. Assim sendo, nas profundezas de nosso ser existe uma fonte inexaurível de misericórdia e de amor. Nosso próprio ser se tornou amor. Nosso próprio ser se tornou o amor de Deus por nós e está cheio de Cristo, de chesed. Mas temos de nos aceitar e aceitar aos outros como chesed.”
* Palavra em hebreu que significa bondade; bondade que vai além do que normalmente seria esperado.
Seasons of Celebration, de Thomas Merton
(Farrar, Straus and Giroux, New York), 1965. p. 178-179
No Brasil: Tempo e Liturgia, (Editora Vozes, Petrópolis), 1968. p. 182
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Espiritualidade,
Monasticismo,
Thomas Merton
terça-feira, março 25, 2008
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