quarta-feira, dezembro 17, 2008

A Cabana



A cabana é livro ao mesmo tempo brilhante e ao mesmo tempo frustrante....


na pagina 184...é brilhante:

  • " A Bíblia não lhe diz para seguir regras. Ela é uma imagem de Jesus. Ainda que as palavras possam lhe dizer como Deus é o que Ele pode querer de você, é impossível fazer isso sozinho. A vida está Nele e em mais ninguém. Minha nossa, será possível que você se ache capaz de viver a retidão de Deus sozinho?"


na pagina seguinte, super frustrante:

  • "a religião tem a ver com respostas certas e algumas dessas respostas são de fato certas. Mas eu tenho a ver com o processo que leva você a resposta viva, e só ele é capaz de mudá-lo por dentro. Há muitas pessoas inteligentes que dizem um monte de coisas certas a artir do cérebro porque aprenderam com alguém quais são as respostas certas. Mas essas pessoas não me conhecem. Assim, na verdade, como as respostas delas podem ser certas, mesmo que estejam certas - Ela sorriu- Ficou confuso? Mas pode ter certeza: mesmo que possam estar certas, elas estão erradas".
Sobre o livro, Eugene Peterson declarou que é o Progresso do Peregrino da nossa geração. Por outro lado, Chuck Colson já publicou um artigo dizendo fique fora da Cabana - http://www.breakpoint.org/listingarticle.asp?ID=7830
Alguns pontos a serem pensados, caso você queira considerar isto mais que um romance:
A naturalidade com que Mack fica na presença de Papai- que é Deus Pai em forma mulher- é muito longe do modelo dos encontros bíblicos, ver Isaias 6. Outra coisa contraditoria é a frase de Papai, que diz que sofreu com Jesus na cruz:
"Jamais pense que o que o meu filho optou por fazer não nos
custou caro. O amor sempre deixa uma marca significativa- ela declarou, baixinho
e gentilmente- Nós estavamos lá, juntos"
- (p. 86)
Marcos 15:14 dismente tal versão:

"E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo:
Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me
desamparaste?"

terça-feira, dezembro 16, 2008

Igreja Emergente: cristianismo clássico para novas gerações.



Focos de uma igreja emergente.



  • As pessoas não irão à igreja, mas serão a igreja em missão conjunta.

  • As pessoas não conseguirão ficar sem se alimentar profundamente das Escrituras por conta própria, para manter o coração tranquilo e a mente afiada, prontas para responder sobre a esperança que elas tem a todos que interagirem com elas - 1Pe 3:15-16

  • Os pais que se vêem com igreja irão conduzir a familia segundo Dt 6:4-9, em vez de deixar essa tarefa apenas para a igreja

  • As pessoas se portarão como embaixadoras de Jesus (2Co 5:20) e terão motivação para viver em santidade, concentradas no Reino, para que não desonrem o nome do Rei que elas representam.

  • AS pessoas passarão a depender muito mais da oração para que a missão da igreja continue (Jo 15:5)

  • As pessoas verão a igreja como uma familia e como uma comunidade em missão conjunta, e isso acontecerá de forma natural - At. 2:42-46

  • As nossas estratégias e projetos ministériais passão das grandes produções e programações para o treinamento de pessoas, para que sirvam na missão - Ef. 4:11-12- e para colocar novamente em evidência o sacerdócio dos crentes -1Pe 2:5-9

  • O evangelismo irá crescer de maneira drástica, já que a igreja interira estará sempre em missão- em nivel local ou global.

  • Por causa da missão, nossas igrejas irão se preocupar, com naturalidade e afinco, com a justiça social , com os probres e necessitados deste mundo.

( p.122)



"Numa reunião de adoração projetada para ser orgânica e de fé clássica, a intenção é o que tema flua pelo evento através de várias experiências de adoração e de elementos de adoração.... O objetivo é sair do modelo voltado para o consumo e do tipo "sente-se e observe" para uma reunião mais clássica, participativa e orientada para a comunidade, que nos conduz a experimentar a Deus de um modo transcendente. Não apenas ter dados sobre ele (o que , na verdade, é muito importante), mas experiencia-lo também." (p.153).



Ensino e adoração multissensoriais.


"A palavra tornou-se tridimensional, é viva, respira, é capaz de ouvir, ver e tocar. A propria Palavra comeu, bebeu, sentiu o gosto, sentiu cheiros e emoções. As escrituras apresentam uma Palavra multissensorial, multidimensional, mas alguns evangelicos na igreja moderna reduziram Jesus a meras palavras e fatos que devem ser aprendidos" (p.156)




  1. Olfato - uso de incenso.


  2. TAto- Imposição de mãos, batismo, ceia.


  3. Paladar - Ceia


  4. Audição- Musica


  5. visão - aspecto visual da adoração.

"O perigo, claro, é focar em demasia a experiência e ensinar as pessoas a reagir apenas com os sentimentos e pelas emoções. O objetivo não é manipular as emoções das pessoas através das experiências ou da pregação ou do uso dos elementos multissensoriais. Precisamos de discernimento. Creio que quanto mais a igreja emergente empregar ensino e adoração multissensoriais, mais forte e mais profundo será o uso das Escrituras. Nós, líderes, precisamos nos certificar de que estamos usando as Escrituras para orientar e ensinar enquanto adoramos. Isso irá colocar Jesus cada vez mais no centro da nossa reunião de adoração, em vez de afastá-lo! (p. 160)

PREGAÇÃO TEOTEMÁTICA:
recontando a historia para moldar uma cosmovisão.

"a pregação é uma excelente maneira de demonstrar às pessoas da cultura emergente não apenas que existe uma verdade num mundo relativista, mas que também existe uma Verdade que as ama como pessoas" (João 14:6) - p.222

pontos principais de uma pregação emergente

  • Conte a historia de Deus e dos homens continuamente.
  • Desconstrua, reconstrua e redefina os termos bíblicos.
  • Permite que Deus ainda seja Deus
  • Faça com que a pregação seja teocentrica e não antropocêntrica
  • Não brinque com a inteligência das pessoas nem com o desejo que elas têm de profundidade espiritual. - as gerações emergentes estão famintas por um ensino mais profundo, e o nosso dever é respeitá-las o suficiente oferecendo o que desejam.
  • Não temos de limitar os sermões ao padrão atual de vinte minutos.
  • Use trechos bíblicos completos tanto do AT como do NT
  • Ensine as raízes judaícas da fé
  • Todas as pregações devem, de algum modo, ensinar sobre a vida no Reino como discipulo de Jesus.
  • Pregue e ensine regularmente sobre Deus trino.
  • Ensine com regularidade qual o significado de Jesus ser o unico caminho que leva a Deus.
  • Trate periodicamente de assuntos sobre sexualidade humana.
  • Redefina o casamento e familia para as novas gerações-inserindo nelas a visão bíblica.
  • Ensine mais do que nunca sobre o inferno- "o nosso coração deve se quebrantar com essa realidade tão horrivel de uma eternidade longe de Deus, de tal forma que os ouvintes possam facilmente sentir nossa compaixão enquanto falamos sobre isso" (p.226)



Ministros de Misericórdia

Ministries of Mercy : The Call of the Jericho Road Timothy J. Keller
PR Publishing
Capítulo 1: Chamado para a Misericórdia.

Keller começa este capitulo dando sua visão da Misericórdia:

"Misericordia para toda a gama de necessiade humana é uma essencial marca do ser cristão e isto pode ser dado como um teste para avaliar a verdade de sua fé"

A misericória não é opcional ou uma adição ao ser cristão. Mais do que isso, uma vida cheia de atos de misericórdia é um sinal de uma verdadeira fé.

Keller é claro em suas primeiras linhas, uma vida cheia de atos de misericórdia é o sinal da fé verdadeira presente na pessoa.

Seu ponto inicial é a Parábola do Bom Samaritano.

O perito na lei tentar fazer uma armadilha com Jesus, e Jesus responde para ele, pedindo que resumisse a lei. O expert diz-lhe o que está em Dt 6:5: a lei exige um coração e mente totalmente submetido e absorvido em Deus e Lv 19.18, ela exige que temos que satisfazer as necessidades dos outros, com toda a velocidade, o entusiasmo, a energia, e a alegria com que buscamos fazer as nossas. Ao que Jesus respondeu: fazei isto e viverei.

Os dois princípios refletem a santidade de Deus e a o débito fundamental que temos em ajudar a todos. Já que Deus nos deus, nós devemos entregar tudo aos outros.

Contudo, Jesus não está aqui dizendo que faça boas obras ou uma boa perfomance e encontrará salvação. Na verdade, ele está ressaltando a impossibilidade de viver tais coisa. Jesus está apontando para a perfeita justiça que Lei demanda, que ele será incapaz de cumpri-la.

Keller faz uma ligação entre esta historia e a do jovem rico em Marcos 10:17-22, o jovem rico alegou ser obediente à lei, e Jesus diz para ele vender tudo que possui, e dar tudo aos pobres, e segui-lo. Ele ficou triste, porque tinha grandes posses. Jesus estava vendo se ao menos o jovem rico passava pelo 1o testamento, amar a Deus sobre todas as coisas. O Evangelho é o evangelho do reino, até que nós engreguemos o nosso coração a Jesus como rei, não podemos ter nada. O ministério da misericórdia é custoso, e nossa vontade de carregar isso é sinal crítico de nossa submissão ao senhorio de Cristo (p. 36)

Misericórdia não é opcional.

Os evangélicos hoje não são de modo algum contra a ajudar os necessitados e doentes. Mas o trabalho de ajuda social é geralmente analisado como algo secundário. É algo que temos de fazer, se houver tempo e dinheiro no orçamento, depois de estarmos satisfeitos com os nossos ministerios evangelisticos e de ensino.

Esta parabola balança este conjunto de prioridades, Jesus usa o trabalho da misericordia para nos mostrar qual justiça é que Deus exige em nossos relacionamentos.

Veja Tg 2:15-16 e 1Jo 3:17-18

A surpreendente verdade é que o trabalho de misericordia é fundamental para ser um cristão.


domingo, dezembro 14, 2008

Verdadeiramente a comunidade

Truly the community : Romans 12 and how to be church


Marva J. Dawn







Durante o livro, Marva J. Dawn vai usar o conceito de Hilariedade para descrever o que seria a comunidade cristã, não como o uso contemporaneo de alegria barulhenta, mas referindo-se a palavra grega hilarotês, que Paulo usa em Rm 12:8, quando convida aqueles que tem o dom para mostrar misericordia exercendo com alegria. A palavra Hilariedade é usada para descrever o espirito da comunidade cristã, sumarizando todos os aspectos que serão explicados no livro, nomeando a alegre esperança que pode caracterizar o povo de Deus. (p.x)





1. Getting the connections - tomando as conexões










Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Romanos 12:1










Nos tres capitulos anteriores Paulo está lutando com a dificuldade de situar os judeus no plano de Deus. Apos muita procura, ele acaba se rendendo , e exclamando que nao pode descobrir. Os caminhos de Deus são muito magnificos para que ele possa entender. Então, ele usa Is. 40:14 e Jó 41:11 em voo extasiado pela Hilariedade:










Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor? ou quem se fez seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém




Em resposta a esta grandeza, Paulo se apressa em convidar-nos a ofertarmos nossos corpos em sacrificio. Note-se que nos primeiros 11 capitulos, Paulo fala sobre formulaçoes doutrinais, nos capitulos 12-16, ele busca discorrer sobre o amor na comunidade um pelo outro.




A carta de Paulo aos romanos é incomum porque ele não é o fundador do cristianismo ali, e numa havia estado ali antes. Contudo, ele gostaria muito de visitar Roma e a viu como um ponto base donde poderia pregar na Espanha - Rm 15:23-24-. A igreja em Roma foi estabelecida por cristãos que vieram para a cidade imperial das diversas cidades onde Paulo e outros haviam pregado. Consequentemtente, ele conhecia alguns membros desta igreja (Rm 16).




Nos vivemos em uma era desperadamente necessitada de um tipo de amor que esta carta descreve, que é , o amor encontrado, e expressado através da hilariedade. Contudo, tal amor não pode ser criado através dos nossos recursos proprios. Deve estar conectado a transformações de vida, experiencias vindas de Deus e seu amor, do poder que nos livra do legalismo, e da imensa fidelidade de Deus para com seu povo.




Muitas coisas pode bloquear nossa visão. Nossas varias atitudes ruins- do orgulho , do interesse proprio ou ganancia- podem impedir-nos de vermos as misericordias de Deus. Esta é uma das razões pelas quais precisamos da comunidade cristã- para restaurar a hilariedade nos lembrando de ver as misericordias de Deus mais cuidadosamente e por nos ajudar a reposnder a elas de maneira mais fiel.




2. Dois modos de ofertas de corpos.




Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Romanos 12:1




A palavra corpos pode ser interpretada para significar tanto individuos como também as varias casas-igreja da congregação em Roma. O resultado do sacrificio é a santa Hilariedade, a verdadeira alegria que nos tanto ansiamos.


Primeiro, a palavra grega soma é usalmente interpretada para significar nossos corpos fisicos. Neste sentido, Paulo apela para cada um de nos colocarmos numa relacao com Deus e com os outros. Isso está em Rm 6:13, quando ele coloca nosso corpo individual como instrumento da retidão ou nos lembra que nossos corpos são a morada do Espirito Santo e devem ser assim tratados - 1 Co 6:19-20.


A oferta dos nossos corpos tem varias implicações, uma delas é a adoração, não somente com nossos labios, mas com todo o nosso ser. Nos não podemos ser cristãos apenas intelectualmente, nos devemos responder ao amor de Deus com nossas palavras e atitudes em amor, nossas emoções e ações.




Quando nos oferecemos nossos corpos, nos queremos dar a Deus o melhor que nos podemos, e colocar todo nosso ser nessa oferta. Nossa motivação em fazer isto é a Hilariedade criada pela revelação do seu imenso amor e graça expostas nos primeiros 11 capitulos de romanos.




A palavra ofertar releva também liberdade, não somos coagidos, ao contrário, ofertar é um presente da nossa escolha.

Quando estamos cheios da gratitude pelo amor de Deus, Paulo diz, que poderiamos responder com a ofertar de nossos corpos como sacrificio, vivo e santo e aceitavel a Deus. O primeiro atributo é vivo, apresenta-se como um paradoxo a palavra sacrificio que implica uma oferta que seria queimada, um tipo de sacrificio que implica morte. O misterio da vida cristã é que podemos realmente oferecer a nos mesmos a Deus apenas quando abrimos mão de nos mesmos. - Ver Galatas 2:20.

O desafio de Paulo para nos é que sempre que abrimos mão de nos mesmos, em direção a uma oferta completa de nos mesmos, nós experimentamos a profundeza da Hilariedade em nossa vida.


A segunda interpretação possivel para soma é que a palavra corpo em Rm 12:5 significa a igreja como o organismo vivo de Cristo, então, aqui o termo plural refere-se as igrejas-casa que havia na congregação de Roma, esta interpretação faz sentido, pois Paulo busca que as igrejas busquem se juntar num sacrificio mutuo para o serviço e adoração, num todo coeso.





3.Set Apart and Acceptable - Separado e aceitável.



Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Romanos 12:1



Seções anteriores de Romanos nos colocam a par de uma terrível realidade, nossos sacrifícios não são perfeitos. No capitulo 7, Paulo descreve a batalha da vida cristã, uma constante guerrra entre os desejos distorcidos e a vida cheia do Espírito Santo. Martinho Lutero, daqui, tirou sua conclusão: somos ao mesmo tempo santos e pecadores.

Nós somos santos porque Deus declarou que somos, através não de como nós atuamos, mas do que somos., Nossas tendencias humanas de fazermos a nós mesmos ainda existe e vai continuar a empestiar-nos até nós nos tornemos perfeitos num corpo incorruptivel ao final dos tempos.

Entretanto, por ora, como está em 2 Co 5, nos continuaremos dentro da falibilidade e limitação humana. Ao contrário das crenças puritanas, nossos corpos não nos fazem pecadores. Soma -corpo- não é a mesma coisa que Sarx no grego bíblico.

Uma das razões para o uso corporativo de corpos é reconhecer que nosas varias comunidades tem cada uma sua identidade unica na oferta, para construir o Hilariedade, não precisamos destruir as diferenças denominacionais, mas oferta-las em serviço.

São agradaveis a Deus - Não depende do que façamos, somos livres para fazer as coisas que agradam porque já somos agradaveis a Ele. Isto coloca em questão o quanto o amor de Deus é sua motivação, quando sabemos que já somos aceitos, não precisamos ficar gastando tempo provando nós mesmos.

Paulo sumariza todas essas qualidades com o culto racional - em inglês, spiritual worship- adoração ou culto espiritual-. O termo grego aqui pode também ser traduzido como serviço, que carrega conotações tanto de deveres quanto de rituais, é o mesmo usado em Rm 9:4. A ambiguidade é bem vinda porque nos recorda que nossos ritos de adoração e nosso serviço cristão estão intimamente ligados, tudo na vida é uma resposta para o amor de Deus em Hilariedade tanto em louvor como em ação.

Racional - Spiritual

vem do grego logikos, é relacionado com o verbo pensar e o nome palavra, significa ser genuino, no sentido de ser verdadeiro com a real e essencial natureza de alguma coisa. Então, a ideia de culto racional está correta.

O conceito anterior traz algumas implicações quando pensamos corpos individualmente, porque ai, envolve-ra uma atitude sacrificial em cada dimensão da vida pessoal, não havendo a diferenciação entre aquilo é sacro e profano.

Ch. 4 Not Squeezed into a Mold - Não espremida num molde.

  • E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.

Romanos 12:2

Em todo tempo nós devemos ficar em guarda sobre as influências que estão sobre nossa vida, o povo de Deus deve, continuamente, resistir, seja corporativamente ou individualmente, às pressões da cultura materialista, o sentido de tempo, imoralidade, etc.

O Espírito de Hilariedade dentro da comunidade cristã ajuda-nos a trabalhar juntos para resistir as pressões. Precisamos uns dos outros, para manter nossos desejos por uma vida simples.

Como exemplo, a autora diz que a questão sexual deve ser ligada fortemente ao matrimonio, a fim de evitar a manipulação sexual e possibilitar fortes amizades com pura afetividade. A igreja pode oferecer um entendimento claro sobre a bondade de Deus e seu plano para o casamento e a sexualidade.

Lembre-se, o desejo de Deus para nós é sermos transformados de dentro para fora, assim lidar com as pressões dos valores que são vindos de fora. O amor de Deus nos capacita para ficarmos firmes contra estas pressões. Não adianta a igreja forçar uma "conformidade santa".

Ch 5 Transformação para a verdade sobre nós mesmos



mas transformai-vos pela renovação da vossa mente,

Romanos 12:2

Somos transformados pelo trabalho do Espirito Santo em nós. Em sua criatividade magnifica, ele cria cada um de nós de modo unico, pessoal, acima de tudo, deu a cada uma de nossas comunidades uma identidade unica. Então, quando o Espirito nos enche com seu poder, somos levamos a forma que fomos planejados por Deus desde o começo para manifestar.

O povo de Deus entra num processo continuo, que não está sujeito aos principios de perfomance, que enfatiza o vazio do prestigio e do sucesso, nosso valor não advem daí. Vem da Hilariedade, da possiblidade unica de afirmação que cada um tem na completa aceitação tida no amor de Deus e assim, no amor da comunidade.

Quando juntamos nossos corações e mentes para buscar a vontade de Deus em suas Escrituras juntos, quando descobrimos nós mesmos e nossas comunidades transformadas. Quando nos juntamos em fervente oração e profunda meditação a respeito das menssagens da Biblia e nossas experiencias diarias, nos crescemos no conhecimento de Deus e, assim, na verdade sobre nós mesmos.

O Evangelho em todas as suas formas


Tim Keller.
fonte: http://www.acts29network.org/acts-29-blog/keller-explains-the-gospel/

Como Deus, o Evangelho é também é um e mais que isso.

O evangelho tem sido descrito como uma piscina onde um nenê pode andar em cima e ainda um elefante pode mergulhar. É bastante simples para se dizer a uma criança e profundo suficiente para a mente mais arguta explorar. Entretanto, até mesmo os anjos nunca se cansam de olhar dentro dele (1Pe1:12).
A uma geração atrás, evangélicos concordaram sobre o "Evangelho simples": 1; Deus fez voce e quer ter um relacionamento com você, 2. mas o seu pecado separa voce de Deus. 3. Jesus tomou sobre si o castigo merecido pelos seus pecados, 4. Assim, se arrependam dos pecados e confie nele para sua salvação, você será perdoado, justificado, e livremente aceito pela graça, seu Espírito vai trazer alegria a sua vida, e quando morrer, você irá para o céu.
Existem, hoje, pelo menos duas grandes críticas a esta formulação simples. Muitos dizem que ela é muito individualista, que salvação em Cristo não é somente para trazer felicidade individual como também para trazer paz, justiça e uma nova criação. Uma segunda crítica é que nao existe um simples evangelho, porque tudo é contextual e Bíblia mesma contém muitas apresentações do evangelho em tensões entre si.

Não existe uma única mensagem do Evangelho?

Vamos tomar a segunda crítica em primeiro lugar. A crença que não existe um unico esquema basico do evangelho na Bíblia remonta a escolha bíblica de Tubingen, que insistiu que o evangelho da justificação em Paulo foi acentuadamente diferente do evangelho do reino de Jesus. No século 20, o professor britânico C.H. Dodd contrariou a tese que havia um consenso bíblico sobre a mensagem unica do evangelho. Então, por sua vez, James Dunn alegou em seu livro Unidade e Diversidade no Novo Testamento (1977) que o evangelho na Bíblia havia formulações tão diferentes que nao poderiamos chegar a um único esquema.

Agora, centenas de sites de jovens líderes cristãos se queixam de que os mais velhos na igreja evangélica passaram muito tempo lendo Romanos, esquecendo das declarações de Jesu que o reino de Deus está próximo. Mas para ser fiel aos cristãos do primeiro século e seu entendimento do evangelho, eu creio que devemos estar ao lado de Dodd sobre Dunn. Paulo é enfático que o evangelho que ele apresenta é o mesmo que é pregado pelos apostolos em Jerusalém. "Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim haveis crido (1Co 15:11). Esta declaração assume um corpo singular do conteúdo do evangelho.

Um evangelho, muitas formas.
Então sim, deve haver apenas um evangelho, ainda que seja esclarecido em diferentes formas nas quais pode ser expresso. Esta é a própria maneira da Bíblia ao se referir a ele, e deveríamos ficar com ela. Paulo é um exemplo. Depois de insistir, só há um evangelho (Gl 1:8), então ele fala de estar encarregado do Evangelho da incircuncisão em oposição ao Evangelho da circuncisão (Gl. 2:7).

Quando Paulo fala com o gregos, ele confronto sua cultura idolátra de especulão e filosofia com a locura da cruz, e então apresenta que salvação em Cristo é a verdadeira sabedoria. Quando ele fala para os judeus, elçe confronta a cultura idolatra do poder e realizações com a fraqueza da cruz, e então apresenta um evangelho como o verdadeiro poder (1Co 1:22-25).


Um das formas do evangelho em Paulo foi adapatada por aquelas pessoas que acreditam na Bíblia e que acreditam que serão justificadas pelas obras no dia do julgamento, e outra para pagãos. Estas duas aproximações podem ser discernidas nos discursos de Paulo no livro de Atos, alguns para judeus outros para pagãos.


Existe outras formas do evangelho. Leitores sempre percebem que a linguagem do reino dos Evangelhos sinoticos é virtualmente perdida no Evangelho de João, que usualmente fala em receber a vida eterna. Entretanto,quando nós comparamos Marcos 10:17,23-34, Mateus 25:34,46 e João 3:5,6 e 17, nós vemos que a a entrada do reino de Deus e o recebimento da vida eterna são virtualemente a mesma coisa. Lendo Mateus 18:3, Marcos 10:15 e João 3:3,5 juntos revelam que a conversão, novo nascimento, e o recebimento do reino de Deus como uma criança são os mesmos movimentos.


Porque, então, a diferença no vocabulário entre os Sinoticos e João? Como muitos scholares tem apontado, João enfatiza o individual e e os aspectos espirituais introspectivos do ser no reino de Deus. Ele tem o cuidado de mostrar que não se trata apenas de uma nova ordem socio-politica terrena (Jo. 18:36). Por outro lado, quando os Sinoticos falam sobre o reino, eles colocam expostas as mudanças sociais e comportamentais que o evangelho traz. Nos vimos que em João e nos Sinoticos, duas formas do mesmo evangelho que tensiona o individual e o aspecto corporativo que é nossa salvação.


O que, então, é um simples evangelho?


Simon Gathercole distingue três pontos em comum entre Paulo e os escritores sinóticos. ( "The Gospel of Paul and the Gospel of the Kingdom" in God's Power to Save, ed. Chris Green Apollos/Inter-Varsity Press, UK, 2006). Ele escreve que a boa nova em Paulo era, primeiro, que Jesus era o prometido Rei messianico e Filho de Deus que veio a terra como um servo, na forma humana (Rm. 1:3-4, Fp. 2:4ss).

Segundo, por sua morte e resureição, Jesus pagou por nossos pegados e assegurou nossa justificação pela graça, não por nossas obras (1 Co 15:3ss). Terceiro, na cruz Jesus quebrou o dominio do pecado e mal sobre nós (Cl 2:13-15) e quando retornar ele vai completar o que começou, renovando toda ordem material e a ressureição dos nossos corpos (Rm 8:18ss).


Gathercole então traça estes mesmos três aspectos no ensino dos Sinoticos sobre Jesus, que o Messias, é o divino filho de Deus (Mc 1:1), que morreu como um substituto para resgate de muitos (Mc 10:45), que tem conquistado dominio sobre os demonios e sobre seu mal e pecado (Mc. 1:14-2:10) e irá retornar para regenerar o mundo material (Mt. 19:28).


Se nos colocarmos este esquema numa simples declaração, eu poderia dizer que: Através da pessoas e da obra de Jesus Cristo, Deus realiza complemente a salvação para nós, resgatando-nos do julgamento do pecado levando para uma amizade com Ele, e então restaraundo toda criação que assim poderá desfrutar da nossa nova vida junto com Ele para sempre.


Um desses elementos era o coração das velhas mensagens do evangelho, a salvação é pela graça e não por obras. Este era o ultimo elemento que estava normalmente faltando, ou seja, que a graça restaura a natureza, como dizia o teologo holandes Herman Bavinck. Quando o terceiro, o elemento escatologico é deixado de fora, cristãos tem a impressão que nada sobre este mundo importa realmente. Teoricamente, quando trazemos devolta esta perspectiva, faz com os que cristãos tenham um interesse na conversão através de evangelismo como também no serviço aos seus proximos como trabalhar pela paz e justiça no mundo.


Sentindo a tensão.


Minha experiênai é que os aspetos individuais e corporativos do evangelho não vivem em harmonia facil um com outro nas pregações e em nossas igrejas. De fato, muito comunicadores hoje deliberadamente assumem um posição em oposição a outra.

Estes que colocam a versão corporativa do reino do evangelho definem o pecado quase sempre em termos corporativos, como o racismo, materialismo, e militarismo, como violações a paz -shalom- de Deus. Isso ocasionalmente obscurece quão ofensivo o pecado é para Deus em si meso, e quando usualmente silencia qualquer enfase sobre a ira de Deus. Também, a impressão que pode ser dada é o que o evangelho é Deus trabalhando por justiça e paz no mundo, e você também pode faze-lo.

Embora é verdade é que o advento da nova ordem social são boas novas para todos que sofrem, então falar sobre evangelho e como ele relaciona com a justiça leva ao fato que a salvação é dada totalmente pela graça, não por obras.

Recentemente, eu estudei todos os lugares na Biblia Grega em que as formas da palavra evangelho são usadas, e eu fiquei sobrecarregado em como isto é usado para denotar não de um modo-de-vida-que-eu-faço mas uma proclamação verbal de jesus sobre o que ele fez como as pessoas adquirem justiça perante Deus. Por vezes pessoas que falam sobre as boas novas falam sobre fazer justiça e paz e se referem a isto como evangelho do reino, Mas quem recebe o reino como uma criança pequena, e acredita no nome de Cristo e nasceu de Deus (Jo. 1:12-13) é a mesma coisa- é o modo como cada um vem a Cristo (Jo. 3:3,5).
Apos ter dito isto, eu tenho que admitir que muitos de nós que crescemos ouvindo a classica frase do evangelho que diz "a graça sozinha atraves da fe unica em Cristo apenas" tendem a ignorar muito as implicações escatologicas do evangelho.
Textos como Lucas 4:18 e Lucas 6:20-35 mostrar a implicação do evangelho que os quebrantados de coração, os desprezados e os oprimidos têm agora um lugar central na economia da comunidade cristã, enquanto os poderosos e bem sucedidos serão humilhados.Paulo diz a Pedro que atitudes de superioridade racial e cultural não estão " em linha" com o evangelho da graça (Gl 2:14). Generosidade para os pobres vai fluir daqueles que se apegarem rapidamente ao evangelho como a sua profissão de fé (2 Coríntios. 9:13).
Em Romanos 2:16, Paulo diz que o retorno de Cristo para julgar a terra era parte do seu evangelho, e se você ler Salmos 96:10 ss, você vai saber porquê. A terra será renovada e até mesmo as árvores estarão cantando de alegria. E se as árvores serão capazes de dançar e cantar sob o poder do cosmos- renovando o poder de Sua Realeza-o que nós vamos ser capazes de fazer?
Se nesta última renovação do mundo material fazia parte das boas notícias de Paulo, não devemos ficar surpreendidos ao ver que Jesus curando e alimentando enquanto estava pregando o evangelho eram sinais e vislumbres deste reino que está por vir (Mt 9:35).
Quando nos damos conta de que Jesus está caminhando para que em algum dia destruir a fome, doenças, pobreza, injustiça, morte em si, o que torna o cristianismo, o que CS Lewis chamada de "religião da luta", quando somos confrontados com uma favela da cidade ou um câncer enfermaria. Esta versão completa do evangelho nos lembra que Deus criou tanto o material e quanto o espiritual, e e busca resgatar-redimir- ambos.

As coisas que estão neste momento estão erradas no mundo material, ele irá endireitá-las. Alguns evitar a importância de trabalhar pela paz e pela justiça apontando para 2 Pedro 3:10-12, o que parece dizer que este material mundo vai ser completamente queimado até à ressurreição final.. Mas esse não foi isso o que aconteceu com o corpo de Jesus, que reteve a suas impressões digitais, e Doug Moo torna isto um caso de transformação do mundo, não substituição, em seu ensaio sobre ""Nature and the New Creation: NT Eschatology and the Environment"disponível on line.
Pregando as formas.

Você poderia esperar de mim, que neste ponto agora, explicasse como é que podemos perfeitamente integrar os diferentes aspectos do evangelho na nossa pregação. Eu não posso, porque eu não tenho. Mas aqui está como eu tento.
1. Eu não coloco todos os pontos do evangelho em qualquer apresentação do evangelho. Acho que é instrutivo que os escritores do Novo Testamento raramente, ou nunca, embalavam todos os aspectos do evangelho no seu texto. Ao estudar o evangelho de Paulo nos discursos no livro de Atos, é impressionante quanta coisa sempre é deixada de fora.


Ele sempre lidera com alguns pontos em vez de outros, em um esforço para estabelecer a ligação com a linha de base cultural de seus ouvintes. É quase impossível cobrir todas as bases do evangelho com um não-crente ouvinte, sem que esta pessoa acabe perdendo o interesse.


Algumas partes são mais simples de encaixar do que outras, e, outras para começar são mais, um comunicador deve saber com quais irá trabalhar. Eventualmente, é claro, você tem que chegar a todos os aspectos do evangelho pleno em um processo de evangelismo e discipulado.. Mas você não tem que dizer tudo, todas as vezes.

2. Eu uso tanto um evangelho para o "circuncidado" e para o "incircuncidado." Assim como o Paulo falou de um evangelho para os mais religiosos (os da circuncisão ) e para os pagãos, de modo que eu encontrei o meu público-alvo em Manhattan contém os dois: tanto aqueles que são moralistas, religiosos, bem como aqueles com pós-moderna, com cosmovisões pluralistas.
Há pessoas de outras religiões (judaísmo, islamismo), com forte origem católica, bem como as que cresceram em igrejas protestantes conservadores.
As pessoas com uma educação religiosa pode agarrar a idéia do pecado como a violação da lei moral de Deus. A lei deve ser explicada de forma que eles percebem que ficam aquém realizarem ela. Nesse contexto, Cristo e a sua salvação pode ser apresentado como a única esperança de perdão pela culpa. Este é por sinal, o tradicional evangelho dos evangélicos da última geração, é um "evangelho para a circuncisão".
Se você tentar convence-los da culpa pela volúpia sexual, eles simplesmente dizem: "Você tem seus padrões, e eu tenho os meus." Se você responder com uma diatribe sobre os perigos do relativismo, seus ouvintes irão simplesmente se sentirão deslocamento e distanciamento. Evidentemente, pessoas pós-modernas devem em algum ponto serem confrontadas sobre suas opiniões sem consistência da verdade, mas numa forma que crie credibilidade e convencimento da apresentação do evangelho para aqueles que antes mesmo de entrar em discussões apologéticas.
Levo uma página de A Doença da Após a Morte de Kierkegaard e defino o pecado como construir sua identidade, sua auto-estima e felicidade- em outra coisa fora de Deus. Ou seja, eu uso a definição bíblica do pecado como idolatria. Isso coloca a ênfase não tanto em "fazer coisas ruins", mas em "fazer coisas boas como as grandes coisas."

Em vez de dizer-lhes que estão pecando porque estão dormindo com suas namoradas ou namorados, quero dizer-lhes que eles estão pecando porque estão buscando os seus romances para dar significado a sua vida, mas apenas para justificarem-se e salvá-los, dar-lhes o que devem o propósito da vida, que deveria ter sido procurado a partir de Deus.
A idolatria leva à ansiedade, obsessão , inveja e ressentimento. Eu tenho descoberto que quando você descreve a sua vida em termos de idolatria,as pessoas pós-moderna não dão muita resistênciaEntão Cristo e a sua salvação pode ser apresentado não (até este ponto) tanto como a única esperança de perdão, mas como sua única esperança de liberdade. Este é o meu "evangelho para o incircuncisos”.
3. Eu uso tanto um evangelho do Reino quanto um da Vida Eterna.
Acho que muitos ouvindo mais jovens estão lutando para fazer escolhas, num mundo em que há uma interminavel lista de opções de consumo e confusão sobre suas identidades numa cultura de auto-criação e auto-promoção.
Estas pessoas estão super empenhadas pelo bem por uma apresentação mais focada individualmente do evangelho da graça livre e não das obras. Elas estão cheias do evengelho da vida eterna de João. Contudo, eu tenho encontrado pessoas com mais de 40 anos que nao buscam uma enfase em seus problemas pessoais. Muitas delas estão indo muito bem, obrigado. Elas sao muito preocupadas a respeito dos problemas de uma guerra mundial, racismo, pobreza e injustiça. E elas respondem muito bem aos sinoticos e seu Evangelho do Reino.
Ao invés de me debruçar sobre isto, um das epístolas e falar do evangelho em termos de DEus, pecado, Cristo, fé, eu tiro da historia da Bíblia e falo do evangelho em termos de criação, queda, redenção, e restauração. Nos uma vez tinhamos um mundo que todos gostariamos, um mundo de paz e justiça, sem morte, doença, ou conflito. Mas ao nos voltarmos contra DEus, nós perdemos este mundo. Nosso pecado desencadeiou forças do mal e destruição e então agora as coisas foram colocadas de lado e tudo é caracterizado como desintegração fisica, social e pessoal. Jesus Cristo, entretanto, veio ao mundo, morreu como uma vitima da injustiça e nos substituiu, carregando a falta do nosso mal e pecado sobre si mesmo. Isto o coloca como pato para algum dia julgar o mundo e destruir toda morte e maldade sem que tenha que nos destruir.
4. Eu uso, então, tudo e deixo cada grupo que me ouviu pregar para outros.
Nenhuma forma do evangelho dá tanta enfase a todos os aspectos do evangelho. Se, então, voce somente pregar sobre uma forma, então voce estara em grande perigo de ofertar as pessoas um dieta desequilibrada da verdade do evangelho. Qual é alternativa? Não pregue apenas uma forma do evangelho. Se voce prega de forma expositiva, diferentes passagens traram as diferentes formas do mesmo evangelho. Pregue diferentes textos e seu povo ouvirá todos os pontos.
Isto não irá confundir as pessoas? Não, acontece o seguinte: Quando um grupo dito acima, os pos-modernos ouvem uma penetrante apresentação do pecado como idolatria, isso abre-os para o conceito do pecado como ofensa a Deus. Pecado como uma pessoal afronta a perfeição, santidade de Deus, que assim começa a fazer sentido para estas pessoas, e então quando elas ouvem uma apresentação da outra forma de evangelho, isto será com mais credibilidade.
Quando pessoas muito tradicionais com um desenvolvido entendimento da culpa moral aprendem sobre a morte substitutiva-reparadora e sobre a legal justifição, elas se sentem confortadas. Mas estas doutrinas classicas tem profundas implicações nas relações raciais e amor para os pobres, já que destroem todo orgulho e auto-justificação.
Quando pessoais muito liberais escutam sobre o reino de Deus para a restauração do mundo, isto abre neles a demanda de obediência que ha no reino de Cristo para dentro de suas vidas pessoais. Em resumo, toda forma de evangelho, assim que atinge seu alvo, abre a pessoa para outros pontos do evangelho de maneira vivida.
Hoje ha muitos que duvidam que ha apenas um evangelho. Isso gera um mandato para ignorar o evangelho da justificação e da expiação. Há também outros que não gostam de admitir que há diferentes formas do evangelho, por isto não gostam muito de contextualização. Eles constroem sua apresentação como de uma unica dimensão. Nenhum dessas aproximações pode ser verdade de uma maneira biblica, nem efetiva no ministerio atual, como aquela que entende que a Biblia apresenta o unico evangelho em muitas formas.
Tim Keller
pastor da Redeemer Presbyterian Church in Manhattan, NY.