sábado, agosto 23, 2014

TIM KIMMEL: Connecting Church & Home


Connecting Church & Home de Tim Kimmel é um livro fantástico que fala sobre como relacionar a igreja com a família. A abordagem é mediante a graça, mas num modo que revela um livro inovador e interessante.


O papel dos pais é conectar o coração de seu filho de maneira que prepare esta criança para ser mais facilmente conectada ao coração de Deus.

O OBJETIVO DE MINISTÉRIO DE FAMÍLIAS:

"O alvo de um ministério de famílias da igreja é conectar o coração de cada líder de família individualmente de tal maneira que isto melhor prepara os pais para desenvolver uma conexão de coração com seus filhos que subsequentemente inclinam estas crianças a um profundo amor pelo Senhor e gentileza para com os outros" (356-358)

FILOSOFIA DE MINISTÉRIO.

A filosofia de uma igreja é a combinação de duas coisas: pressupostos e perspectivas. Sendo que o primeiro molda o segundo. Nossos pressupostos iram moldar nossas perspectivas (filosofia), e nossas perspectivas vão moldar nossas prioridades (estratégia), nossas prioridades vão dar forma a nossa performance (táticas)

GRAÇA

"Graça é um modo de vida. Firma-se totalmente na obra de Jesus em nós, experimentamos o poder ilimitado de Deus, nos vitalizando e nos capacitando para viver vidas verdadeiramente boas"

O problema é que muitos crentes entendem que a graça diz respeito somente a graça da salvação. E assim fica o mau hábito de deixar a graça no pé da cruz e voltar para performance como base para caminhada cristã.

Nesta perspectiva é baseada no medo, a estratégia é gerenciamento de pecado com uma tática que envolve mudança de comportamento.

O grande lema da graça é tratar os outros do modo como Deus nos trata.  E assim, pessoas comprometidas com a palavra de Deus (verdade) e que não perdem de vista o gracioso coração de Deus (graça). 

Nunca podemos esquecer que o núcleo do evangelho é um relacionamento de amor e uma conexão de coração que o poder de transformar pecadores em santos. Mover nossas crianças da infância para seguidores apaixonadas de Jesus requer muito mais que uma lista de preceitos cristãos. 

Não se trata de transferência de informações corretas ou nem tentar fazer da jornada a mais adorável e menos dolorosa possível. 

4 PONTOS DE CONTATO DA GRAÇA.


Deus enxerga nossas verdadeiras necessidades (necessidades internas), Ele conhece nossos desejos profundos (liberdade). Ele entende nossos grandes desafios (caráter). Ele antevê nosso grande potencial (verdadeiras grandezas).

Em relação às crianças, precisamos nos dirigir às suas necessidades internas, precisamos estender para elas as mesmas liberdades que Deus nos deu. Precisamos construir de dentro para fora com caráter. E, necessitamos alcançar elas com o futuro das verdadeiras grandezas.



PRIMEIRA DIMENSÃO: NECESSIDADES INTERNAS:


1. Toda criança tem uma necessidade interna por segurança.

2. Toda criança tem uma necessidade interna por significância.

Aceitá-las do modo como Deus as fez, com seu corpo, QI, maneirismos,etc. Estar certos que nossos lares e igrejas são ambientes de amor e honra. Sempre demonstrar afeição.

3. Toda criança tem uma necessidade interna por força
Afirmá-las consistentemente, dando atenção e foco individual. Instruindo, corrigindo e disciplinado elas.

Trabalhando em reconhecer as habilidade dada por Deus e ajudar as desenvolver. Encorajando a viver uma vida de aventura onde são forçadas a confiar em Deus. 


SEGUNDA DIMENSÃO: DEIXANDO OS CORAÇÕES LIVRES.


1. Pais e igrejas baseados na graça dão a liberdade de serem diferentes.

Pais e ministérios familiares legalistas sempre erram em moralizar o comportamento não-moral (como moda que é modesta, mas esquisita). Ou pior, eles fazer um assunto bíblico de algo não moral e não bíblico. 

2. Pais e igrejas baseados na graça dão as crianças a liberdade de serem vulneráveis.

Possuem um grande respeito pelos sentimentos e medos das crianças apesar de quão irracionais podem ser.

3. Pais e igrejas baseados na graça dão a liberdade de serem cândidos.

4. Pais e igrejas baseados na graça dão a liberdade de cometerem erros.

Não ficam surpresos quando as crianças erram. Eles são pecadores ( como os pais e líderes). Eles nasceram pecadores. É a capacidade mais sofisticada que possuem desde que nasceram.

TERCEIRA DIMENSÃO: CARÁTER


Construir um caráter numa criança leva elas a crescerem. 

Fé: se torna um traço de caráter quando aquilo que acreditamos inicia as escolhas morais que temos (Hb. 11:1)

Integridade: o que você faz quando ninguém está olhando, tem a ver com clareza moral.

Equilíbrio: a graciosa presença de Deus na vida da pessoa que ajuda a ela a viver com sabedoria, de modo prático (Ec 3:1-8)


QUARTA DIMENSÃO: LEVAR AS CRIANÇAS PARA VERDADEIRA GRANDEZA:


As qualidades da verdadeira grandeza são:

1. Coração humilde - uma reverência para Deus e respeito para os outros.
2. Coração agradecido - uma apreciação pelo que foi dado e pelo Deus que deu.
3. Coração generoso- um grande deleite em compartilhar com os outros aquilo que Deus confiou para você.
4. Coração servo - um desejo e alegria em tomar ação para ajudar alguém.


Tipos de igreja

Existem as igrejas da palavra, que o foco é uma pregação poderosa e um ensino da Escritura. E também há a igreja do poder que é uma igreja que está em batalha espiritual contra as forças do mal.  Há uma igreja do Trabalho, que está sensível ao drama humano, que tem um caráter mais assistencialista.

Quando a graça de Deus tem seu lugar próprio, nós obedecemos a palavra de Deus, desfrutamos do poder de Deus e entusiasticamente fazemos a obra de Deus todo o tempo. É uma igreja que compartilha, cuida e cresce. 




NELSON SEARCY: Engage: A Guide to Creating Life-Transforming Worship Services

Engage: A Guide to Creating Life-Transforming Worship Services (Searcy, Nelson;Hatley, Jason;Dykes Henson, Jennifer) é um livro que busca planejar os cultos para ser mais efetivo na tarefa de conectar-se com as igreja e com os visitantes.

Os princípios são: 

Trabalhe como um time
Divulgue um calendário de pregação.
Arrependimento é o alvo do culto.
Domingo importa!
Honre a Deus através da excelência.
Convide as pessoas para tomar próximos passos.


Ele coloca como alvo do culto três perguntas que devemos responder:

O que queremos que as pessoas saibam quando saírem do culto?
O que queremos que pessoas sintam ?
O que queremos que as pessoas façam?

"Você se coloca em frente ao seu povo no domingo para um razão e uma razão apenas: para conectar a verdade de Deus para a vida real de maneira que leva a uma transformação radical". 

Thom S. Rainer: I Am a Church Member: Discovering the Attitude that Makes the Difference



O livro de Thom S. Rainer tenta pensar elementos que caracterizam um membro saudável de uma igreja. É um livro simples e direto.

"O conceito de um membro de igreja  inativo é oximoro. Biblicamente, não existe tal membro de igreja"



1# UM MEMBRO QUE UNE A IGREJA.

"Quando você se torna um cristão, Deus espera que você seja parte de sua igreja. Mas, quando você se torna parte de sua igreja, Ele quer que você seja uma presença unificadora"

2# UM MEMBRO QUE SERVE
"Você nunca vai encontrar alegria na membresia da igreja quando você constantemente busca as coisas de seu modo. Mas, paradoxalmente, você vai achar a grande alegria quando você escolhe ser o último. É isto que Jesus queria dizer quando Ele disse que o último seria o primeiro. A verdadeira alegria significa abrir mão de nosso direitos e preferências e servir a todos"


3# UM MEMBRO QUE LIDERA SUA FAMÍLIA

"Existe uma importância da família para a igreja. Nós temos que encorajar os membros que estão em nossa família para serem fiéis para igreja. Devemos orar juntos como uma família de membros por nossas igrejas. De fato, quanto mais nós amarmos nossa família, mais devemos exortar nossa família a amar a igreja profundamente"

4#UM MEMBRO QUE SABE QUE A MEMBRESIA É PRESENTE.

"A membresia na igreja é um dom. Um presente que deve ser entesourado. Isto não deve ser tomado como algo merecido ou considerado como qualquer coisa. Por ser um presente, nós devemos ser sempre gratos".

5#

quarta-feira, agosto 13, 2014

Romanos 5:1-11: O que a justificação traz?


ROMANOS 5:1-11: 5.1   Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo;  5.2   pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.  5.3   E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência;  5.4   e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança.  5.5   E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado. 5.6   Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.  5.7   Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer.  5.8   Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.  5.9   Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.  5.10   Porque, se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.  5.11   E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.

Os benefícios da justificação que temos agora:

Paz com Deus.
5.1   Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo;
A paz com Deus aqui significa que até a nossa salvação, estávamos em guerra com Deus. Quando desobedecemos a Deus, pecamos  e assumimos o controle de nossa vida, ficamos contra o reinado de Deus sobre a nossa vida. E, assim, Deus tem um problema com a gente, o débito do pecado que traz a ira de Deus. 

Acesso a graça em que permanecemos.
5.2a   pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; 

Recebemos, então, uma posição favorável perante Deus, a justificação não apenas remove a hostilidade entre nós e Deus, como nos leva a um relacionamento com Deus agora. 

Esperança da glória
5.2b e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
A esperança é a convicção, não apenas um desejo esperançoso mas uma certeza. Esta convicção vem das duas primeiras coisas da paz e do acesso a Deus agora. 

Em Cristo, estamos livres do nosso passado ( nossa rebelião e pecado), estamos livre no presente para desfrutarmos de um relacionamento com Deus e um dia iremos desfrutar da presença da glória de Deus.

O crente justificado desfruta de uma bênção muito mais grandiosa do que uma simples aproximação periódica de Deus, ou uma audiência ocasional com o rei. Nós temos o privilégio de viver no templo e no palácio. Nossa relação com Deus, que nos e refletir. Os frutos da justificação têm relação com o passado, o presente e o futuro. Nós "temos paz com Deus" (como resultado de nosso perdão passado); "estamos firmes na graça" (nosso privilégio presente). E "nos gloriamos na esperança da glória de Deus" (nossa herança futura). Paz, graça, alegria, esperança e  glória. (JOHN STOTT, A Mensagem de Romanos, p. 80)

ALEGRIA NO SOFRIMENTO.

Sofrimento leva a perseverança:
 5.3   E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência; 

O sofrimento nos leva a focar naquilo que realmente é importante, aquilo que é duradouro. 

O sofrimento fortalece o caráter.
5.4   e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança. 

É a qualidade de confiança que vem da experiência. É o crescimento espiritual que acontece quando estamos focados em Cristo. 

O sofrimento nos leva a esperança
5.5   E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado. 

Por causa da paz, do acesso à Deus e da futura glória, o sofrimento pode, enfim, nos fazer crescer na esperança. Ele pode nos levar a um lugar onde podemos achar a esperança verdadeira, a confiança verdadeira: Deus, quando sentimos o amor Dele derramado em nosso coração através do Espirito. 

Pense como o sofrimento afeta as pessoas que procuram a salvação pelas obras, elas estão sempre inseguras porque sabem que não conseguem viver seus padrões. Então, quando sofrem elas sentem que estão sendo punidas por Deus. Elas não conseguem ter confiança no amor de Deus. O sofrimento as afasta de Deus ao invés de aproximá-las. Quando estamos sofrendo descobrimos em quem realmente confiamos em Deus ou em nós.


A FONTE DISSO TUDO.

Podemos conhecer objetivamente e sem dúvida alguma o tamanho do amor de Deus por nós quando olhamos para o sacrifício de Jesus por nós, mesmo que nossos sentimentos ou dores queiram negar, não podemos negar aquilo que Jesus fez por amor a nós.

Cristo morreu quando não merecíamos.
5.6   Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.

A pessoa mais amorosa não morreria por alguém mal, mas
5.7   Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer.  

isto foi exatamente o que Jesus fez.
5.8   Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. 

O ser humano pode ser muito generoso e fazer doações a quem ele considera digno de sua afeição e respeito. A majestade incomparável do amor de Deus reside na combinação de três fatores, a saber, que quando Cristo morreu por nós, Deus estava: (a) entregando a si mesmo; (b) submetendo-se aos horrores de uma morte por meio da qual carregaria os pecados na cruz; e (c) fazendo isso por seus inimigos indignos.  (JOHN STOTT, A Mensagem de Romanos, p. 83)

OS BENEFÍCIOS FUTUROS

Cristo morreu por nós, ele pode nos manter salvos mesmo no dia do julgamento.
5.9   Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.  

Ele morreu quando nós eramos seus inimigos, ele  vai fazer menos por nós que somos seus amigos?  e se ele nos salvou morrendo, realmente ele nos manterá a salvo agora que vive.
5.10   Porque, se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.  

Foi por seu sangue (9a), derramado em uma morte sacrificai na cruz, que nós fomos justificados, e foi quando éramos inimigos de Deus (10a) que nós fomos reconciliados com ele. E aqui reside a lógica. Se Deus já fez aquilo que era de fato difícil, será que não podemos confiar que ele irá fazer o que é incomparavelmente mais simples, em se tratando de completar a tarefa? Se Deus efetuou a nossa justificação à custa do sangue de Cristo, quanto mais irá ele salvar o seu povo justificado da sua ira final (9)! E, se ele nos reconciliou consigo mesmo quando ainda éramos seus inimigos, quanto mais ele haverá de fazer em concretizar definitivamente a nossa salvação, agora que somos seus amigos reconciliados (10)! É fundamentados nisso que ousamos afirmar que seremos salvos. (JOHN STOTT, A Mensagem de Romanos, p. 84)


Então nos alegramos agora tendo em vista o futuro.
5.11   E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.

"A alegria é a grande marca de uma pessoa justificada. Isto é único do cristianismo, porque isso não depende de nossas circunstâncias ou de nossa atuação. Quando você dá seu coração para qualquer coisa exceto Deus, você procura felicidade lá, e você ficará desapontado. Você irá, logo ou mais tarde, descobrir que você não é tão feliz ou que sua felicidade é muito frágil e insegura, e você vai perceber que esta coisa não pode nunca fazer você verdadeiramente, permanentemente feliz e você vai dizer: Nunca mais de novo. Mas, o que você faz então?  Você vai procurar para outra coisa e ficar desapontado de novo, ou vai desistir de buscar felicidade e ficar isolado, então você nunca desfrutar de nada mesmo. Por fim, sem o evangelho nós devemos ou adorar os prazeres do mundo ou fugir dos prazeres do mundo" (Timothy Keller, Romans 1-7 For You, p. 119)

Com base no que acabamos de ver, portanto, parece evidente que a grande marca que identifica o crente justificado é a alegria, especialmente o alegrar-se no próprio Deus. O crente deveria ser a pessoa mais positiva do mundo, pois a nova comunidade de Jesus Cristo é caracterizada, não por um triunfalismo concentrado em si mesma, mas em uma adoração cujo foco é Deus. (JOHN STOTT, A Mensagem de Romanos, p. 84)

segunda-feira, agosto 11, 2014

Ed Stetzer: Commeback Churches


Comeback Churches: How 300 Churches Turned Around and Yours Can Too de Ed Stetzer é um livro que conta como algumas igrejas conseguiram renascer após um período de declínio. Antes de mais nada, é muito triste que nenhum livro de Ed Stetzer tenha sido publicado por aqui.


O livro é muito bom, é um retrato analítico do que caracteriza estas igrejas que conseguiram da volta por cima.



Alguns destaques do livro:



"Encarnacional: igrejas missionais 

"É irônico que muitas igrejas evangelicais estão cheias de pessoas que vivem de um modo muito parecido com o mundo mas parecem diferentes.  Deveria exatamente o oposto. Deveríamos nos parecer com aqueles que estão em nossa comunidade mas agindo diferentemente"  (p. 6)

Existem cinco tipos de pessoas dentro de uma igreja:
  1. pessoas com recursos.
  2. pessoas importantes.
  3. pessoas treináveis
  4. pessoas legais
  5. pessoas que drenam



"Gerenciamento é fazer as coisas de modo correto. Liderança é fazer de maneira correta as coisas"

"Nossa missão é fazer mais e melhores seguidores de Jesus Cristo simultaneamente. Um discípulo que cresce espiritualmente terá um desejo crescente de ser uma testemunha e alcançar aqueles que estão perdidos" p. 40

"Sempre há um elemento moral para a visão. A visão tem um senso de convicção. Qualquer um com uma visão vai falar para você que não é meramente uma coisa que pode ser feita. É algo que deve ser feito.  Isto é algo que deve acontecer. Este é o elemento que impulsiona homens e mulheres para fora do reino da passividade para dentro da ação. Este é o elemento moral que dá a visão um senso de urgência" p. 46


"Igrejas revitalizadas requerem pelo menos três elementos. Primeiro, há uma energia espiritual que vive dentro dos crentes individualmente e da família da igreja como um todo, trazida através de um despertamento. Segundo, a igreja é reestruturada em volta de um propósito missional. Terceiro, há um compromisso a longo prazo com a mudança. Igrejas revitalizadas implementam estes elementos num processo contínuo de arrependimento e revitalização pessoal e corporativo, guardando o foco na missão" p. 54


PRINCÍPIOS:

Princípio 1: A grande motivação para evangelismo é o nosso relacionamento com Deus, que nos compele  a amar aqueles que Ele ama. Pastores revitalizadores estão aptos a mostrar uma visão para fora que é compartilhada pela liderança e então pela congregação.

Princípio 2:  A fim de treinar as pessoas para ir e dizer, nós precisamos ensinar como devem viver como Jesus- viver como um mensageiro de Deus neste mundo.

Existem realmente duas conversões - a primeira para a comunidade, eu gosto e confio nestas pessoas e quero aprender com elas e então para Cristo, eu faço a decisão para Cristo dentro de uma comunidade segura de amigos.

"Novos crentes, geralmente, saem porque são instáveis em sua fé, porque estão presos ao seu estilo de vida ou porque não entenderam as escrituras" p. 122

"Consumerismo é não apenas o resultado do isolamento, mas também fundamenta e alimenta a continuação da ideologia de soberania individual" p. 157

"Como resultado, o consumerismo busca enganar os sentimentos negativos de isolamento, nós gastamos quantidades cada vez maiores de dinheiro para nos sentirmos melhor. Contudo, quanto mais estamos obcecados sobre aplicar o consumerismo como uma solução para a nossa solidão, mais isto alimenta o individualismo padrão." p. 158

Princípios de uma revitalização:

1. oração determina o que Deus quer que mudemos.
2. Clareza determina a mudança que precisamos.
3.  Olhar para a mudança objetivamente e claramente define as forças positivas e negativas  que estão presentes na situação estática.
4. Já que a situação que precisa de mudança está congelada em um lugar, descongelar isto vai criar um descontentamento saudável, que vai determinar que vai fazer os papéis necessários para ajudar a mudar como também vai determinar seu próprio papel.
5. Planeje sua aproximação e prepare-se para resistência à mudança.