sábado, junho 25, 2016

João 13:-1-21: O Amor de Jesus

JOÃO 13:1-21:  Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim. E, acabada a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que o traísse, Jesus, sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e ia para Deus, Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido. Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, tu lavas-me os pés a mim? Respondeu Jesus, e disse-lhe: O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois. Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo. Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça. Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos. Porque bem sabia ele quem o havia de trair; por isso disse: Nem todos estais limpos. Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes. Não falo de todos vós; eu bem sei os que tenho escolhido; mas para que se cumpra a Escritura: O que come o pão comigo, levantou contra mim o seu calcanhar. Desde agora vo-lo digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis que eu sou. Na verdade, na verdade vos digo: Se alguém receber o que eu enviar, me recebe a mim, e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou. Tendo Jesus dito isto, turbou-se em espírito, e afirmou, dizendo: Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de trair.



Jesus em seus últimos momentos está preocupado que os discípulos não estão entendendo sua missão neste mundo.

Para além da lei ou da aparência, há uma transformação de coração. Jesus quer que seu ensino encontre o coração deles.

Existe 4 lições sobre como o fruto do Espírito cresce em nossas vidas, em particular, o fruto do amor.

1. Importância do Fruto do Espírito ou da Mudança de Caráter.

Judas Iscariotes estava presente ali, tinha o melhor professor, o melhor mestre, o melhor exemplo que alguém poderia ter. Ele foi treinado para ser um ministro. Judas viu pessoas serem transformadas por Jesus.

Mesmo assim, não havia mudança nele. Um verdadeiro cristão vai além do conhecimento que tem de Deus, deve haver a graça de Deus na vida dele. Não é o quanto eu sei ou quantas pessoas eu abençoei, mas o quão eu mudei.

Quando você tem que se arrepender de algo é algo constante na sua vida. Você é mais arrependido que antes.

Você está crescendo no fruto do Espírito?

2. Unidade do Fruto do Espírito.

Jesus Cristo serviu a esses homens apesar de quem eles eram. Nesta história, temos um Mestre, que é o próprio Deus, lavando os pés dos discípulos.

Jesus serviu apesar do que ele ia enfrentar. Ele estava para enfrentar a morte, mesmo assim, resolveu ajudar. Isto só acontece quando alguém mesmo em dificuldade consegue pensar na necessidade dos outros.

Ele lava os pés de todos, mesmo de Judas e o de Pedro.

Os frutos estão todos lá, quando olhamos para ele vemos amor, paz, autocontrole, tudo.

Se não tivermos todos os frutos, não temos nada. Alguns podem achar que pode ter e não ter outro. Há uma unidade do fruto do Espírito.

Quando há autocontrole sem alegria, se trata na verdade de orgulho-controle.
Quando há paciência mas sem perdão, o que existe é indiferença.

A Necessidade de Jesus.

A única maneira de sabermos quão imaturos somos espiritualmente não é olhar para minhas forças porque minhas forças tem algumas coisas do meu temperamento que podem parecer força, mas não são. Temos que olhar para a nossa fraqueza.

Temos a tendência de achar que somos mais maduros que somos, em nossas quedas, em nossas fraquezas vemos que as nossas forças não são tão grandes assim.






sábado, maio 21, 2016

Juízes 17:1-13: E havia um homem da montanha de Efraim, cujo nome era Mica. O qual disse à sua mãe: As mil e cem moedas de prata que te foram tiradas, por cuja causa lançaste maldições, e de que também me falaste, eis que esse dinheiro está comigo; eu o tomei. Então lhe disse sua mãe: Bendito do Senhor seja meu filho. Assim restituiu as mil e cem moedas de prata à sua mãe; porém sua mãe disse: Inteiramente tenho dedicado este dinheiro da minha mão ao Senhor, para meu filho fazer uma imagem de escultura e uma de fundição; de sorte que agora to tornarei a dar. Porém ele restituiu aquele dinheiro à sua mãe; e sua mãe tomou duzentas moedas de prata, e as deu ao ourives, o qual fez delas uma imagem de escultura e uma de fundição, que ficaram em casa de Mica. E teve este homem, Mica, uma casa de deuses; e fez um éfode e terafins, e consagrou um de seus filhos, para que lhe fosse por sacerdote. Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos. E havia um moço de Belém de Judá, da tribo de Judá, que era levita, e peregrinava ali. E este homem partiu da cidade de Belém de Judá para peregrinar onde quer que achasse conveniente. Chegando ele, pois, à montanha de Efraim, até à casa de Mica, seguindo o seu caminho, Disse-lhe Mica: Donde vens? E ele lhe disse: Sou levita de Belém de Judá, e vou peregrinar onde quer que achar conveniente. Então lhe disse Mica: Fica comigo, e sê-me por pai e sacerdote; e cada ano te darei dez moedas de prata, e vestuário, e o sustento. E o levita entrou. E consentiu o levita em ficar com aquele homem; e o moço lhe foi como um de seus filhos. E Mica consagrou o levita, e aquele moço lhe foi por sacerdote; e esteve em casa de Mica. Então disse Mica: Agora sei que o SENHOR me fará bem; porquanto tenho um levita por sacerdote.


O livro de Juízes narra a história do povo judeu entre 1350-1050 a.C., uma época em que não havia reis e cada um fazia o que parecia bem aos seus próprios olhos.

Neste livro, vamos ver um ciclo de rebelião, retribuição, arrependimento e resgate.  Os quatro últimos capítulos parecem não seguir uma ordem cronológica, eles relatam como era a vida do povo hebreu durante o período dos juízes.

Como naquele tempo, vivemos hoje em um momento de crise.

HOMENS NEM BONS NEM RUINS


    Havia um homem chamado Mica, dos montes de Efraim, que disse certa vez à sua mãe: "Os treze quilos de prata que foram roubados de você e pelos quais eu a ouvi pronunciar uma maldição, na verdade a prata está comigo; eu a peguei".Disse-lhe sua mãe: "O Senhor o abençoe, meu filho!" (Jz 17:1-2)


Micá roubou três quilos (mil e cem moedas) de prata que sua mãe tinha acumulado. Ela não sabia que ele havia roubado isto, e então proclamou uma maldição sobre o ladrão. Ele, ouvindo a maldição, confessou que roubou de sua mãe e devolveu a quantia.

O que isto nos conta sobre o caráter de Mica? Nos fala que ele não é nem uma pessoa ruim nem boa. Se ele fosse ruim, não devolveria o dinheiro. Se ele fosse bom, não teria roubado. Ele é um homem sem muita substância, uma pessoa de fraco caráter e sem princípios.

Nestes tempos, uma maldição era tomada a sério. Uma maldição bíblica era uma predição da quebra da lei que traria destruição. Mas no mundo pagão, a maldição tinha algo de mágico, isto é o padrão da família de Mica, a maldição, segue-se uma bênção.

quinta-feira, maio 19, 2016

Edmund Clowney: A Igreja

Edmund Clowney - A IGREJA - Serie Teologia Cristã

A ideia básica de Clowney é a da igreja como assembléia reunida por Cristo.

Algumas citações:

PRIMEIROS DISCÍPULOS

“Discipulos são aprendizes: são aqueles que ele recebeu do Pai e aos quais o Mestre ensina os mistérios do reino. Eles observam seus atos atentamente e deram testemunho de seus sinais do reino. Eles o conheciam não somete por uma íntima associação, mas pela revelação do pai” p. 43

SERVIÇO DA IGREJA E SEUS OBJETIVOS

“O serviço da igreja tem três objetivos: servir a Deus em adoração, serviço mútuo em nutrição, servir ao mundo em missão” p. 61

 
UNIDADE EM AMOR NA IGREJA

“O amor que responde ao amor de Deus nos levará tanto a amar uns aos outros quanto a amar aquele de quem esse amor provém. Se alguém alega amar a Deus e não ama seu irmão, é mentiroso ( 1Jo 4:20). Ninguém deve se dirigir a Deus em culto se não estiver em paz com seu irmão. Essa pessoa deve deixar sua oferta no altar e tentar reconciliar-se com seu irmão (Mt 5:24)” p. 75


MARCA DA IGREJA

"A grande marca da igreja está na mensagem que ela proclama: o evangelho da salvação do pecado e da morte eterna por meio da cruz e da ressurreição de Jesus Cristo, que é o único caminho, a única verdade e a única vida" p. 99


"A esmagadora glória de Deus, revelada no evangelho, é a glória de sua graça. Não é o poder transcendente, sabedoria e justiça de Deus que exige nossa adoração, mas principalmente seu amor e sua misericórdia. Os hinos de louvor da igreja são um louvor que nem mesmo os anjos podem prestar, pois somente a igreja conhece o amor divino que muda o destino de pecadores perdidos e lhes dá a filiação com o amado" p. 113 


 NUTRIÇÃO DA IGREJA

"A nutrição objetiva o crescimento em sabedoria: saber como tomar decisões diárias na presença de Deus e na sabedoria do Espírito, com o objetivo de praticar  aquilo que agrada a Deus: aprender seu caminho quando  dirige o carro, quando ouve as notícias, quando trabalha no escritório ou quando conversa com a família durante o jantar (Rm 12:2). Paulo enfatiza  a importância de se aproveitar as oportunidades para aumentar o progresso do evangelho (Ef. 5:15)" p. 136 


REALIZAÇÃO CULTURAL.
"A renovação espiritual do evangelho liberta o homem e a mulher para viver, e para o uso dos ricos dons de Deus em atividades culturais. A Reforma mudou a compreensão do trabalho e abriu as alegrias da música, da arte, da ciência e da indústria às pessoas comuns, que tinham sido ignoradas pela elite renascentista. Mas, ao mesmo tempo, a nova compreensão do evangelho deu tanto foco quanto um propósito para a vida. A realização cultural não é o objetivo final da vida" p. 163 



Richard Lints: The Fabric of Theology

Richard Lints - The Fabric of Theology: A Prolegomenon to Evangelical Theology




O livro é mais uma análise de como se pode fazer teologia na pós-modernidade.  O livro vai buscar prover uma visão teológica mais do que uma imagem, uma visão que possa facilitar a reinterpretação da vida, de como pensamos e vivemos.

Características do EVANGELICALISMO:

1. A Escritura tem autoridade final
2. Deus faz sua obra salvífica na história.
3. A salvação eterna é possível apenas através da morte substutiva de Cristo.
4. Recebemos a salvação apenas através da fé pessoal em Jesus Cristo.
5. Evangelismo e missões são criticamente importantes.
6. É importante ter uma vida espiritualmente transformada.


“A igreja e constituída de criaturas caídas que vivem num mundo caído, e sua visão teológica deve continuamente relembrá-las disto. A verdade que Deus revela obras redentivamente no coração dos indivíduos e derivativamente na cultura em que os indivíduos vivem” p. 57

quinta-feira, maio 12, 2016

Sidney Costa- Igreja focada em Jesus - FOCO 2015

Serviço ministerial: em tudo, Jesus seja honrado.

Igreja centrada em Jesus.

Normalmente, é Jesus mais alguma coisa.

1. Ouve a voz de Jesus.
Quem tem Jesus, não tem falta de nada.

2. Jesus é o começo, meio e fim

3. Ela direciona a honra para Jesus.