terça-feira, julho 19, 2016

O RICO INSENSATO (Lc 12:13-21)



Lucas 12:13-21 : E disse-lhe um da multidão: Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança. Mas ele lhe disse: Homem, quem me pôs a mim por juiz ou repartidor entre vós? E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância; E arrazoava ele entre si, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.




PELOS NOSSOS PEDIDOS, DEUS NOS CONHECE.

E disse-lhe um da multidão: Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança.
Lucas 12:13

Pensava que Jesus poderia ficar do seu lado, mas Ele não tem lado.

Jesus é alguém que vai dar aquilo que é importante para mim.


POR SUAS PALAVRAS, JESUS REVELA A SI MESMO.

A resposta de Jesus não está baseada nos nossos desejos, mas ele quer que os nossos desejos sejam baseados na vontade de Deus.

Homem- somos simplesmente seres humano. Não olhe para as pessoas pelos títulos ou poder financeiro.

Qual é o seu valor? Acumular não é o caminho, seu valor é Jesus que habita em você.


JESUS REVELA AS ESCOLHAS E CONSEQUÊNCIAS.

As consequências da ganância..."o que eu vou fazer"

Este homem se transforma em seu próprio caminho, verdade e vida.

EU NÃO SOU, MAS JESUS É.
EU NÃO TENHO, MAS JESUS TEM.
EU NÃO TENHO, MAS JESUS TEM.
EU NÃO POSSO, MAS JESUS PODE.

SER RICO PARA COM DEUS é o alvo do homem sensato

Este rico insensato achou que ganhou 4 coisas: descanso, comida, bebida e felicidade.

Que são as quatro promessas de Jesus: ser rico para com Deus é ter descanso, comida, bebida e felicidade. Quem tem Jesus é rico para com Deus. 

O uso dos nossos bens não deveriam ser eu sei que vou fazer, mas sendo que já sou rico, o que o Senhor quer que eu faça com o fruto da terra que o Senhor me deu.7


"A riqueza do mundo é a sua riqueza até Deus exigir a sua vida. Mas, quando Ele exige sua vida, você diz: eu tenho Jesus, e isso é vida de verdade."



Fonte

Carlos McCord, O Rico Insensato, http://www.ibmalphaville.com/#!mensagens/yp1mt




quinta-feira, julho 14, 2016

AGOSTINHO PSIQUIÁTRICO


"Quando entro ali, peço que me seja trazido o que desejo, e algo num instante se apresenta. Há coisas que precisam ser procuradas com mais demora, coisas que são, por assim dizer, arrancadas de algum receptáculo mais profundo. Outras acorrem em bandos, enquanto se quer e se deseja uma coisa, elas se antecipam como quem dissesse: "será que sou eu?". Essas eu despacho com um gesto da mão de meu coração, afastando-as do rosto da memória, e procuro até que oque eu desejo, saindo de seu esconderijo, se revele ao meu olhar. Outras memórias surgem rápido numa sequência contínua, à medida que são solicitadas. As que estão na frente cedem lugar às que vem atrás e em seguida desaparecem, mas ficam prontas para voltar quando eu quiser. Tudo isso acontece quando eu repito alguma coisa de cor"

Agostinho, Confissões, Livro 10, cap. 12 -p.357

terça-feira, julho 12, 2016

Dê minha parte da herança



A terceira parábola de Jesus em Lucas 15 é a mais longa e mais famosa. É uma história sobre uma família- um pai e dois filhos. A história começa quando o filho mais novo vem até o pai e pede, “Dê me minha parte da herança”. Nos tempos antigos, quando o pai morria, o filho mais velho recebia uma porção dobrada do que os outros receberiam. Se há dois filhos, então o mais velho vai receber 2/3 da herança e o mais novo ficará com 1/3. Então, a história começa com o mais novo pedindo por um terço da propriedade do pai. Vamos ver: 1. O significado do pedido, 2. A resposta do pedido e 3. A diferença que faz para nós.



1. O SIGNIFICADO DO PEDIDO - versículos 11 e 12.

O pedido do filho mais novo foi surpreendente, porque a herança não poderia ser dividida e distribuída para os filhos até que o pai morresse.

  • Kenneth Bailey diz: "Na cultura do Oriente Médio, pedir a herança enquanto o Pai está vivo, é desejar que ele morra".
  • O pedido deveria então ter sido uma desgraça para o nome da família, porque o filho mais novo desrespeitou o pai. Isto deve ter sido custoso do ponto de vista econômico para a família,  Foi um ato de violência tanto no relacionamento como também na economia daquela família.



Por que o filho mais novo faria tal pedido?
  • Em suas Confissões, Agostinho nos da uma teoria do porquê nós fazemos o que fazemos, especialmente, quando nós pecamos. Ele observa "Um homem matou outro homem- qual foi seu motivo? Seja ele desejou sua esposa ou sua propriedade ou outra coisa ele roubou para acudir a si mesmo, ou ele tinha medo de perder algo para ele ou ele foi machucado e estava se vingando. Agostinho vai adiante e diz que mesmo um assassino mata porque ele ama alguma coisa. Ele ama romance ou riqueza ou sua reputação ou algo demasiadamente, mais que Deus, e por isto, ele mata. Nossos corações são distorcidos por amores desordenados. Nós amamos, colocamos o nosso coração naquilo, e procuramos nas coisas aquilo que nos dará alegria e significado que apenas Deus pode nos dar.
  • O filho mais novo pode ter vivido com seu pai e mesmo ter obedecido seu pai, mas ele não amava seu pai. A coisa que ele mais amava era as coisas do pai. Seu coração estava na riqueza do pai e no conforto, liberdade e status que a riqueza traz.  Seu pai era apenas um meio para o fim. Agora, contudo, sua paciência acabou. Ele sabia que o pedido poderia ser uma facada no coração de seu pai, mas obviamente ele não se importava com isto.
Aqui está a grande ironia:

Os dois filhos parecem muito diferentes na superfície. Um está correndo para viver uma vida dissoluta, e outro fica em casa e obedece e serve seu pai.

Mas, no fim, o irmão mais velho está furioso com o pai e humilha ele recusando entrar no grande banquete. Este é o jeito do irmão mais velho de dizer que não iria viver na mesma família com o irmão mais novo. Então, de novo, a integridade da família e o coração do pai estão sob assalto- desta vez pelo irmão mais velho.

Por que? O irmão mais velho se opõe por conta do gasto que o pai esta fazendo, como veremos. Ele mostra que estava obedecendo o pai para ter suas coisas, não porque o amava, já que ele quer o deixar envergonhado. Tanto o mais novo como o mais velho amam as coisas do pai, não o pai.


A RESPOSTA AO PEDIDO- vs. 12b, 20-24

O pedido do filho mais novo deve ter chocado os ouvintes de Jesus, mas a resposta do Pai foi ainda mais marcante. Esta era uma sociedade patriarcal, em que você deveria mostrar deferência e reverência pra com os mais velhos ou mais acima de você. Este tipo de insolência era ultrajante. Os ouvintes deveriam estar esperando o pai explodindo em raiva, expulsando o filho de casa.

Ao invés disto, nós lemos as palavras simples, "então, ele dividiu sua propriedade entre eles". Precisamos nos colar no contexto histórico. Naqueles dias, a riqueza da família era sua terra e propriedade. De fato, a terra da família era parte de sua identidade.

Isto aparece no uso incomum do grego no versículo 12 traduzido como propriedade. A palavra "bios" que significa vida. O texto diz que ele dividiu sua vida entre eles. Por que usar essa palavra? Provavelmente, era o modo como ele se sentia em perder sua propriedade,

O irmão mais velho e qualquer um nessa comunidade deve ter pensado que o pai era tolo em dar aquilo que o mais novo havia pedido. Mas, olhando para trás, conhecemos melhor. Se o pai tivesse ficado amargo e batido no mais novo, dificilmente, ele o veria de volta, a restauração nunca teria acontecido.

Ao suportar a agonia e a dor do filho em si mesmo ao invés de tomar a vingança, ou dar o troco no filho, o pai deixa a porta para o relacionamento. O pai está pronto para sofrer pelo pecado do filho, de modo que algum dia uma reconciliação é possível.

3. QUE DIFERENÇA ISTO FAZ PARA NÓS.

Primeiro, isto significa que sejamos irreligiosos ou religiosos, temos um problema chamado amor desordenado ou ídolos do coração.

Muitos de nós podemos ser como o irmão mais velho. Podemos obedecer todas as regras, mas o nosso coração e paixão é outra coisas- nossa carreira, fazer dinheiro, nossos filhos ou aceitação. Se qualquer coisa estiver controlando o nosso coração, se alguma coisa é mais importante que a nossa felicidade que Deus- então esta coisa é o nosso deus, nosso amor desordenado.

Reconhecer estas coisas pelo que elas são. Ver como elas afetam o nosso coração e a nossa vida.

Quando Deus veio neste mundo, poderíamos esperar que ele viesse em ira, apareceria e nos expulsaria. Mas, ele não fez. Ele não veio com espada em suas mãos,  mas com pregos em suas mãos. Ele não veio para trazer julgamento, mas para carregar o julgamento.


Jesus foi para cruz em fraqueza e deu sua vida. Sua única propriedade, suas vestes, foram divididas. Ele fez isto, para que quando nos arrependermos, haverá um caminho de reconciliação com Deus.


MELHOR ROUPA.

"A melhor roupa da casa teria de ser a roupa do próprio pai, um sinal inequívoco da posição restaurada da família. O pai está dizendo: Não irei esperar até que você pague sua dívida, não irei esperar até que você pague sua dívida, não irei esperar até que você se humilhe o suficiente. Você não vai ter que lutar por seu lugar na família, irei simplesmente aceita-lo de volta. Cobrirei sua nudez, sua pobreza e seus trapos com as roupas de meu trabalho e de minha honra"


sábado, junho 25, 2016

João 13:-1-21: O Amor de Jesus

JOÃO 13:1-21:  Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim. E, acabada a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que o traísse, Jesus, sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e ia para Deus, Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido. Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, tu lavas-me os pés a mim? Respondeu Jesus, e disse-lhe: O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois. Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo. Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça. Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos. Porque bem sabia ele quem o havia de trair; por isso disse: Nem todos estais limpos. Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes. Não falo de todos vós; eu bem sei os que tenho escolhido; mas para que se cumpra a Escritura: O que come o pão comigo, levantou contra mim o seu calcanhar. Desde agora vo-lo digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis que eu sou. Na verdade, na verdade vos digo: Se alguém receber o que eu enviar, me recebe a mim, e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou. Tendo Jesus dito isto, turbou-se em espírito, e afirmou, dizendo: Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de trair.



Jesus em seus últimos momentos está preocupado que os discípulos não estão entendendo sua missão neste mundo.

Para além da lei ou da aparência, há uma transformação de coração. Jesus quer que seu ensino encontre o coração deles.

Existe 4 lições sobre como o fruto do Espírito cresce em nossas vidas, em particular, o fruto do amor.

1. Importância do Fruto do Espírito ou da Mudança de Caráter.

Judas Iscariotes estava presente ali, tinha o melhor professor, o melhor mestre, o melhor exemplo que alguém poderia ter. Ele foi treinado para ser um ministro. Judas viu pessoas serem transformadas por Jesus.

Mesmo assim, não havia mudança nele. Um verdadeiro cristão vai além do conhecimento que tem de Deus, deve haver a graça de Deus na vida dele. Não é o quanto eu sei ou quantas pessoas eu abençoei, mas o quão eu mudei.

Quando você tem que se arrepender de algo é algo constante na sua vida. Você é mais arrependido que antes.

Você está crescendo no fruto do Espírito?

2. Unidade do Fruto do Espírito.

Jesus Cristo serviu a esses homens apesar de quem eles eram. Nesta história, temos um Mestre, que é o próprio Deus, lavando os pés dos discípulos.

Jesus serviu apesar do que ele ia enfrentar. Ele estava para enfrentar a morte, mesmo assim, resolveu ajudar. Isto só acontece quando alguém mesmo em dificuldade consegue pensar na necessidade dos outros.

Ele lava os pés de todos, mesmo de Judas e o de Pedro.

Os frutos estão todos lá, quando olhamos para ele vemos amor, paz, autocontrole, tudo.

Se não tivermos todos os frutos, não temos nada. Alguns podem achar que pode ter e não ter outro. Há uma unidade do fruto do Espírito.

Quando há autocontrole sem alegria, se trata na verdade de orgulho-controle.
Quando há paciência mas sem perdão, o que existe é indiferença.

A Necessidade de Jesus.

A única maneira de sabermos quão imaturos somos espiritualmente não é olhar para minhas forças porque minhas forças tem algumas coisas do meu temperamento que podem parecer força, mas não são. Temos que olhar para a nossa fraqueza.

Temos a tendência de achar que somos mais maduros que somos, em nossas quedas, em nossas fraquezas vemos que as nossas forças não são tão grandes assim.






sábado, maio 21, 2016

Juízes 17:1-13: E havia um homem da montanha de Efraim, cujo nome era Mica. O qual disse à sua mãe: As mil e cem moedas de prata que te foram tiradas, por cuja causa lançaste maldições, e de que também me falaste, eis que esse dinheiro está comigo; eu o tomei. Então lhe disse sua mãe: Bendito do Senhor seja meu filho. Assim restituiu as mil e cem moedas de prata à sua mãe; porém sua mãe disse: Inteiramente tenho dedicado este dinheiro da minha mão ao Senhor, para meu filho fazer uma imagem de escultura e uma de fundição; de sorte que agora to tornarei a dar. Porém ele restituiu aquele dinheiro à sua mãe; e sua mãe tomou duzentas moedas de prata, e as deu ao ourives, o qual fez delas uma imagem de escultura e uma de fundição, que ficaram em casa de Mica. E teve este homem, Mica, uma casa de deuses; e fez um éfode e terafins, e consagrou um de seus filhos, para que lhe fosse por sacerdote. Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos. E havia um moço de Belém de Judá, da tribo de Judá, que era levita, e peregrinava ali. E este homem partiu da cidade de Belém de Judá para peregrinar onde quer que achasse conveniente. Chegando ele, pois, à montanha de Efraim, até à casa de Mica, seguindo o seu caminho, Disse-lhe Mica: Donde vens? E ele lhe disse: Sou levita de Belém de Judá, e vou peregrinar onde quer que achar conveniente. Então lhe disse Mica: Fica comigo, e sê-me por pai e sacerdote; e cada ano te darei dez moedas de prata, e vestuário, e o sustento. E o levita entrou. E consentiu o levita em ficar com aquele homem; e o moço lhe foi como um de seus filhos. E Mica consagrou o levita, e aquele moço lhe foi por sacerdote; e esteve em casa de Mica. Então disse Mica: Agora sei que o SENHOR me fará bem; porquanto tenho um levita por sacerdote.


O livro de Juízes narra a história do povo judeu entre 1350-1050 a.C., uma época em que não havia reis e cada um fazia o que parecia bem aos seus próprios olhos.

Neste livro, vamos ver um ciclo de rebelião, retribuição, arrependimento e resgate.  Os quatro últimos capítulos parecem não seguir uma ordem cronológica, eles relatam como era a vida do povo hebreu durante o período dos juízes.

Como naquele tempo, vivemos hoje em um momento de crise.

HOMENS NEM BONS NEM RUINS


    Havia um homem chamado Mica, dos montes de Efraim, que disse certa vez à sua mãe: "Os treze quilos de prata que foram roubados de você e pelos quais eu a ouvi pronunciar uma maldição, na verdade a prata está comigo; eu a peguei".Disse-lhe sua mãe: "O Senhor o abençoe, meu filho!" (Jz 17:1-2)


Micá roubou três quilos (mil e cem moedas) de prata que sua mãe tinha acumulado. Ela não sabia que ele havia roubado isto, e então proclamou uma maldição sobre o ladrão. Ele, ouvindo a maldição, confessou que roubou de sua mãe e devolveu a quantia.

O que isto nos conta sobre o caráter de Mica? Nos fala que ele não é nem uma pessoa ruim nem boa. Se ele fosse ruim, não devolveria o dinheiro. Se ele fosse bom, não teria roubado. Ele é um homem sem muita substância, uma pessoa de fraco caráter e sem princípios.

Nestes tempos, uma maldição era tomada a sério. Uma maldição bíblica era uma predição da quebra da lei que traria destruição. Mas no mundo pagão, a maldição tinha algo de mágico, isto é o padrão da família de Mica, a maldição, segue-se uma bênção.