terça-feira, fevereiro 27, 2018

João 20:1-18: O Crente pode ter dúvidas?






E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro. Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram. Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro. E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. E, abaixando-se, viu no chão os lençóis; todavia não entrou. Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis, E que o lenço, que tinha estado sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte. Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. Porque ainda não sabiam a Escritura, que era necessário que ressuscitasse dentre os mortos.
Tornaram, pois, os discípulos para casa. E Maria estava chorando fora, junto ao sepulcro. Estando ela, pois, chorando, abaixou-se para o sepulcro. E viu dois anjos vestidos de branco, assentados onde jazera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.
E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram. E, tendo dito isto, voltou-se para trás, e viu Jesus em pé, mas não sabia que era Jesus. Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? Quem buscas? Ela, cuidando que era o hortelão, disse-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei. Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe: Raboni, que quer dizer: Mestre. Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos que vira o Senhor, e que ele lhe dissera isto
.  João 20:1-18

Nossas vidas descuidadas levam o mundo exterior a falar; e nós lhe damos motivos para falar palavras que põem em dúvida a verdade do próprio cristianismo


C.S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples.



Na vida cristã, há momentos que estamos cheios de confiança e alegria, mas também, há momentos devido às circunstancias da vida mesmo, que ficamos com ceticismo ou dúvidas.  Devemos tentar entender como devemos lidar com as dúvidas e como podemos vencê-las.

Em Judas 1:22, diz “tenham compaixão daqueles que duvidam”.  Devemos entender que as dúvidas podem fortalecer o nosso relacionamento com Deus, nos forçando a considerar as razoes pelas quais seguimos a Jesus.

Devemos desmascarar nossa dúvida

Considerar a nossa fé

Abastecer a nossa esperança.

               

1.       DESMASCARAR A NOSSA DÚVIDA


E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro. Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram. João 20:1,2

Maria vai ao sepulcro e descobre que o corpo de Jesus não está mais lá. Maria está diante da evidencia física da tumba vazia, e sua conclusão é que houve um roubo, assim, ela vai avisa a Pedro e a João.

 Se olharmos para o verso 8, João, o outro discípulo, vê a mesma evidência, a mesma situação, e ele crê que Jesus está vivo.

Nós temos duas pessoas que olham para o mesmo fato, mas elas têm duas conclusões sobre aquilo que aconteceu. Uma, acredita que houve um roubo, e outra, acredita na ressurreição. Aparentemente, temos dois tipos de explicação: uma natural e outra sobrenatural.

Contudo, existe uma falsa dicotomia aqui entre natural e sobrenatural.  O que João viu era realmente impossível, a resposta talvez seria que a ressurreição não aconteceu, mas como você poderia provar que não ocorreu empiricamente?

Quando Maria pensa que aconteceu um assalto, no fundo, também é uma crença pois ela não pode provar o que acontecer. Então, os dois estão no mesmo barco, ambos estão no terreno da crença.

Por trás de toda dúvida, não existe uma ausência de certeza ou de crença, mas uma crença em algo. Não é um  jogo de fé contra razão, mas de crenças.  Mesmo o maior ateu que possa existir é um homem de fé, pois vive sua vida baseada na crença de que Deus não existe.

A dúvida é uma crença alternativa!



2.       CONSIDERE A NOSSA FÉ.


Vivemos num mundo que há muita coisa que não entendemos.

Uma coisa que devemos entender que a nossa fé não é algo abstrato, mas bem concreto. Fé é uma confiança em si, em alguém ou em algo pela qual movemos nossa vida.

E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram. João 20:13

Perguntam para Maria por que ela está chorando. Ela responde que é porque levaram o Senhor dela para algum lugar onde ela não sabe.

Maria chama Jesus de Senhor, não de amigo ou conhecido, porque Maria havia colocado toda a sua esperança, seus sonhos, toda sua confiança, enfim, toda a sua vida a serviço de Jesus. Nos últimos anos, ela considerou Jesus como a esperança de sua vida, e agora, ela vê essa esperança escapando de suas mãos.

Todos nós temos, algo ou alguém em que colocamos nossa esperança. Maria está triste porque acha que sua esperança sumiu.  

Quando desmascaramos nossa dúvida, vimos que no fundo ela é uma crença. E, assim, ela sempre será dirigida para algo ou alguém, como está escrito em Hebreus a fé é a busca por algo.

Neste sentido, podemos ler:

E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa. O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos.  Tiago 1:5-8

“A dúvida é um estado de espírito polivalente. Pode significar o fim de uma fé, ou pode significar o começo de uma outra. Pode ainda, se levada ao extremo, instituir-se como ‘ceticismo’, isto é, como uma espécie de fé invertida. Em dose moderada estimula o pensamento, mas em dose excessiva paralisa toda atividade mental”. Vilém Flusser, A Dúvida




Em Mateus 14, Jesus está andando sobre as águas, Jesus vira para Pedro e pergunta porque ele duvida. Por que Pedro está afundando, porque sua crença no poder da tempestade é maior do que sua crença em Jesus para o guardar.

Quando, alguém não muda seu comportamento em relação a dinheiro e a sexo, é porque sua crença na recompensa do sexo e do dinheiro é maior que aquilo que Jesus pede para ela.

...

SEU RELACIONAMENTO COM JESUS É APENAS INFORMAÇÃO OU HOUVE TRANSFORMAÇÃO? VOCÊ REALMENTE ACREDITA EM JESUS CRISTO?

Porque ainda não sabiam a Escritura, que era necessário que ressuscitasse dentre os mortos. João 20:9

Eles não entendiam ainda completamente porque Jesus teve que morrer. Você pode acreditar na morte e ressurreição de Jesus mas mesmo assim ainda não ser um cristão. Você pode acreditar na sua cabeça que Jesus sofreu e que não está mais naquela tumba, mas se você não souber o porquê ele passou por aquilo, quando as tempestades vierem, você vai afundar.

Se qualquer coisa a não ser Jesus for aquilo que você coloca sua segurança, satisfação e felicidade, isso é traição. Lembre-se que Jesus morreu porque estávamos em rebelião contra Deus, colocando outras coisas como senhores da nossa vida.

A pergunta é onde está sua confiança?

A resposta pode estar na nossa vida de oração,  há alegria nela ou é só uma lista de necessidades.

A reposta pode estar na nossa vida de igreja, você cultiva amizades e busca servir as pessoas.



3.       ABASTECER A NOSSA FÉ.


Nossa luta com as dúvidas é porque talvez consideramos que tudo isto é muito bom para que seja verdade. Vivemos num mundo de sombras e maldições, um mundo despedaçado.

“Mas qual é a filosofia dessa geração? Não que Deus está morto; esse ponto foi ultrapassado há muito tempo. Talvez pudesse ser estabelecido: a morte é Deus. Essa geração pensa (e este é seu pensamento dos pensamentos) que nada fiel, vulnerável e frágil pode ser durável ou ter poder duradouro.” Saul Bellow

Mas, Jesus disse Maria. (verso 16)

Quando Maria ouve a voz de Jesus a chamar, ela entende profundamente que Jesus está verdadeiramente vivo, falando a seu coração.

No fundo do seu coração, você acredita que essa voz um dia te chamou, e que Jesus morreu por você e agora toda a sua vida pode ser alicerçada nesta confiança?

quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Por que Deus sendo bom manda pessoas para o inferno?


INFERNO É REAL – Mt 5:21-22

INFERNO É UM LUGAR DE CASTIGO – Dor da Perda  e Dor de Sentir – Mt 24:51

Castigo envolve exposição à ira de Deus: Hebreus 10:27,31; Romanos 2:5; João 3:36.

Castigo envolve terrível dor: Mateus 13:30, 40-43, 49-50; 18:6-9; 24:51.

Castigo envolve consciente tormento: Apocalipse 14:10,11; 20:10; Lucas 16:23, 28.

Graus de Sofrimento: Mt 11:21-24, Lc 12:42-48

Inferno é eterno  Mt 25:41, Ap 20:10





LUCAS 16:19-31

Em cada um de nós, há um ídolo que será o fogo que vai nos consumir se não nos arrependermos.

DESINTEGRAÇÃO – ISOLAMENTO – SEPARAÇÃO

“Alguns fazem isso, sem dúvida. O sensual, começa perseguindo um prazer real, embora pequeno. Seu pecado é pequeno. Mas chega a hora em que, embora o prazer diminui sempre e o desejo cresça cada vez mais, e embora ele saiba que a felicidade jamais é alcançada dessa forma, mesmo assim prefere à alegria a simples carícia da luxúria insaciável e não pode admitir que isso lhe seja negado. Lutaria até a morte para mantê-lo. Gostaria de poder coçar-se, mas mesmo quando não pode coçar prefere mesmo assim manter o desejo de fazê-lo.”



ESCOLHA – CÉU E INFERNO

Ez 18:30-32

Rm 1

Ap 6:15-17

Sl 145:17-20

“A escolha de toda alma perdida pode ser expressa nas palavras: ‘E melhor reinar no inferno do que servir no céu’. Existe sempre algo que insistem em guardar, mesmo ao preço do sofrimento. Existe sempre algo que preferem à alegria — isto é, à realidade. Você pode observar tal coisa na criança mimada que prefere perder a brincadeira e o jantar a pedir desculpas e voltar às boas. Deram a essa atitude o nome de Zanga ou Amuo, mas na vida adulta ela possui uma centena de nomes refinados a ira de Aquiles, o orgulho de Coriolano, Vingança, Mérito e Auto-Respeito Injuriados, Grandeza Trágica e Orgulho Justo



“Todo aquele que quer faz isso. Não se preocupe. Só há duas espécies de pessoas no final: os que dizem a Deus, ‘Seja feita a Tua vontade’, e aqueles a quem Deus diz: A tua vontade seja feita. Todos os que estão no inferno foi porque o escolheram. Sem essa auto-escolha não haveria inferno. Alma alguma que desejar sincera e constantemente a alegria irá perdê-la. Os que buscam encontram. Para aqueles que batem a porta é aberta.”


segunda-feira, janeiro 22, 2018

Angela Duckworth: Garra - O poder da paixão e da perseverança


ESFORÇO X TALENTO = HABILIDADE
HABILIDADE X ESFORÇO =ÊXITO


O interesse leva a prática que gera o propósito que é motivado pela esperança.


PRÁTICA DISCIPLINADA

Uma meta ambiciosa claramente definida
Concentração e dedicação totais
Feedback imediato e informativo
Repetição com reflexão e aprimoramento.



"não é o sofrimento que leva ao desamparo. É sofrer aquilo que você acha que não pode controlar" 





PAIS COMPASSIVOS: AFETO

posso contar com  a ajuda de meus pais se eu tiver um problema
meus pais dedicam tempo a conversar comigo
meus pais e eu fazemos coisas divertidas juntos
meus pais não gostam muito que eu lhes conte meus problemas
meus pais quase nunca me elogiam pelos meus sucessos

PAIS COMPASSIVOS: RESPEITO

meus pais acham que tenho direito a meu próprio ponto de vista
meus pais me dizem que as idéias deles estão certas e que eu não devo contestá-las
meus pais respeitam minha privacidade
meus pais me dão muita liberdade
meus pais tomam a maioria das decisões sobre o que devo fazer

PAIS EXIGENTES: 

meus pais com certeza esperam que eu siga as regras da família.
meus pais com certeza deixam eu me safar dos problemas
meus pais indicam meios para que eu me saia melhor
quando faço alguma coisa errada, meus pais não me punem
meus pais esperam que eu me esforce ao máximo, mesmo quando é difícil.


domingo, dezembro 03, 2017

Isaías 9:1-7: Luz na Escuridão

ISAÍAS 9:1-7: Mas a terra que foi angustiada não será entenebrecida. Ele envileceu, nos primeiros tempos, a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galileia dos gentios. O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra de morte resplandeceu a luz. Tu multiplicaste este povo e a alegria lhe aumentaste; todos se alegrarão perante ti, como se alegram na ceifa e como exultam quando se repartem os despojos. Porque tu quebraste o jugo que pesava sobre ele, a vara que lhe feria os ombros e o cetro do seu opressor, como no dia dos midianitas. Porque toda a armadura daqueles que pelejavam com ruído e as vestes que rolavam no sangue serão queimadas, servirão de pasto ao fogo. Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do incremento deste principado e da paz, não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar em juízo e em justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto.


Uma das primeiras indicações que estamos na época do Natal são as luzes. Há luzes que são colocadas por toda a cidade. 


A ESCURIDÃO DO MUNDO.

A primeira coisa que fazemos em um ambiente é acender a luz ou não podemos ver nada. O Natal contém muitas verdades espirituais, mas uma delas nos diz que o mundo é um lugar escuro e nunca vamos conseguir enxergar nada a não ser que Jesus seja a nossa luz.

Na Bíblia, a palavra trevas se refere tanto ao mal como a ignorância. Isto significa que o mundo está repleto de mal e um sofrimento que não podemos mensurar. Olhe para o que aconteceu quando Jesus nasceu - a violência, a injustiça, o abuso de poder, a fuga da opressão, a falta de hospitalidade. Parece os dias de hoje.

O outro modo de entender as trevas, é que ninguém sabe como curar o mau e o sofrimento. Como diz o verso 2, o povo andava em trevas viu uma grande luz.  No fim do capítulo 8 de Isaías, vemos essas trevas:

Quando disserem a vocês: "Consultem médiuns e espíritas que murmuram encantamentos, pois todos procuram seus deuses e os mortos em favor dos vivos". Respondam: "À lei e aos mandamentos! " Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz! Aflitos e famintos vaguearão pela terra; quando estiverem famintos, ficarão irados e, olhando para cima, amaldiçoarão o seu rei e o seu Deus. Depois olharão para a terra e só verão aflição, trevas e temível escuridão, e serão atirados em densas trevas. Isaías 8:19-22

O povo está olhando para a terra em busca de soluções, buscando  nas coisas mundanas até mesmo demoníacas, pela sua salvação.  A mesma coisa  do reino de Acaz,  acontece hoje, se busca soluções em projetos que estão distantes da vontade de Deus.


REALISMO DO NATAL.

O natal nos mostra que a humanidade não pode salvar-se a si mesmo, não pode nem mesmo enxergar sua situação para livrar-se da maldade a não ser que a luz de Deus brilhe sobre eles.

O cristianismo não concordo com a visão otimista que um espírito de natal poderia juntar a humanidade para chegar a um futuro melhor.  A mensagem do Natal é que as coisas realmente estão em trevas, não podem se salvar e nem se curar. Contudo, há esperança.

A LUZ

A luz pode nos levar a verdadeira verdade, a verdadeira vida e para a verdadeira beleza.

Olhe os nomes desta luz que nasce:

luz que direciona.

Maravilhoso Conselheiro: em Jesus, temos a luz da verdade de Deus sobre a nossa vida, mas é uma luz que habitou entre nós que conhece a nossa estatura e nossas dores, não é uma luz fria, mas uma luz quente que sofreu e tem um conselho maravilhoso para transformar a nossa vida.

luz que nos dá vitória:

Deus Forte: esta luz é Deus, nele está a força da vida, não nas mentiras deste mundo,a força para vencer este mundo está nele, não em nossas capacidades ou nos enganos do inimigo.

luz que nos dá vida:
Pai da eternidade: esta luz é que gera dentro de nós a vida, todos estamos ligados nele.

luz que nos dá a salvação:
Príncipe da Paz: esta luz que nos leva até a paz nesta vida e na além. Mas, este rei nos trará paz através da humildade: nasceu em Galileia. como também através do sofrimento do Príncipe, no momento em que morreu, tudo se fez trevas. Ele tomou sobre si todo egoísmo e pecado humano, dando a si mesmo a cada um de nós.

Ele é um presente de Deus, um filho que nos é dado. Somente pela graça é que recebemos esta luz, nenhum de nós merecia sair das trevas, a luz nos foi dada. 






sábado, novembro 25, 2017

You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1428-1429 | Adicionado: quinta-feira, 9 de março de 2017 00:10:22

Not everything that calls itself “worship” today will have this counterformative power, since so many of our worship services are little more than Jesufied versions of secular liturgies.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1453-1454 | Adicionado: quinta-feira, 9 de março de 2017 00:41:59

In a formational paradigm, repetition isn’t insincere, because you’re not showing, you’re submitting.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu marcador ou posição 1456 | Adicionado: quinta-feira, 9 de março de 2017 00:44:23


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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1471-1472 | Adicionado: quinta-feira, 9 de março de 2017 01:12:47

Worship is the heart of discipleship if and only if worship is a repertoire of Spirit-endued practices that grab hold of your gut, recalibrate your kardia, and capture your imagination.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1528-1529 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 09:56:07

The biblical vision of creation’s shalom is “heavenly,” but it envisions a heavenly order that becomes a reality on earth (Rev. 21:1–2).
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1533-1535 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 09:56:46

humanity is created with a natural desire for the supernatural, and the supernatural operations of grace enable us to realize the natural ends for which we were created.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1563-1565 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 10:18:22

The goal of Christian worship is a renewal of the mandate in creation: to be (re)made in God’s image and then sent as his image bearers to and for the world.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1655-1657 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 22:28:43

The best art, Aristotle says, makes plausible what might otherwise seem impossible. It is a matter of mimetic persuasion: convincing us that this could be.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1705-1707 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 23:27:35

So the Call to Worship is a weekly reenactment of the primacy and sovereignty of the Creator in our lives: just as we are called into being by the God who creates, so we are called into new life by that same God, who redeems us in Christ by the power of his Spirit.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1726-1728 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:27:35

We listen as we hear God’s Word proclaimed, another opportunity for us to make the biblical story our story, to see ourselves as characters in the drama of redemption.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1733-1735 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:28:19

The Lord’s Table is a leveling reality in a world of increasing inequalities, an enacted vision of “a feast of rich food for all peoples, a banquet of aged wine” (Isa. 25:6).
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1721-1723 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:29:51

now enter into the listening chapter of worship. This includes hearing the announcement of his law or will for our lives, which is not a burdensome yoke we try to “keep” in order to earn our salvation—we’ve already been reminded that we are forgiven in (and only because of) Christ.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1729-1731 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:30:03

This culminates in our communing with God and with one another. We are invited to sit down for supper with the Creator of the universe, to dine with the King. But we are all invited to do so, which means we need to be reconciled to one another as well. Our communion with Christ spills over into communion as his body.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1741-1747 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:30:29

The sending at the end of the worship service is a replay of the original commissioning of humanity as God’s image bearers because in Christ—and in the practices of Christian worship—we can finally be the humans we were made to be. So we are sent out to inhabit the sanctuary of God’s creation as living, breathing “images” of God. We bear his image by carrying out our mission to cultivate creation and invite others to find their humanity in this Story. Thus worship concludes with a benediction that is both a blessing and a charge to go, but to go in and with the presence of the Son, who will never leave us or forsake us—to go in peace to love and serve the Lord.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu marcador ou posição 1853 | Adicionado: domingo, 12 de março de 2017 01:26:19


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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1972-1973 | Adicionado: segunda-feira, 13 de março de 2017 00:36:46

That incarnational impulse to provoke our responses is continued in his body in the tangible ways he nurses and nourishes our faith, giving us bread, wine, and water along the way.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1987-1988 | Adicionado: segunda-feira, 13 de março de 2017 00:41:45

life. Recognizing worship as the heart of discipleship doesn’t mean sequestering discipleship to Sunday; it means expanding worship to become a way of life.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2048-2052 | Adicionado: segunda-feira, 13 de março de 2017 01:35:06

“A marriage which does not constantly crucify its own selfishness and self-sufficiency, which does not ‘die to itself’ that it may point beyond itself, is not a Christian marriage. The real sin of marriage today is not adultery or lack of ‘adjustment’ or ‘mental cruelty.’ It is the idolization of the family itself, the refusal to understand marriage as directed toward the Kingdom of God.”11
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2106-2107 | Adicionado: sábado, 18 de março de 2017 02:14:54

The wedding industry generates an estimated 49 to 51 billion dollars annually.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu marcador ou posição 2178 | Adicionado: sábado, 18 de março de 2017 02:26:20


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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2256-2257 | Adicionado: domingo, 19 de março de 2017 00:23:12

What Story is carried in those rhythms? What vision of the good life is carried in those practices? What sorts of people are made by immersion in these cultural liturgies?
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2654-2655 | Adicionado: quarta-feira, 22 de março de 2017 20:25:52

This is the conviction behind the Valparaiso Project’s teen curriculum, Way to Live.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2670-2671 | Adicionado: quarta-feira, 22 de março de 2017 20:36:09

Formative youth ministry will be ministry by youth rather than just ministry to youth.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2995-2996 | Adicionado: quarta-feira, 22 de março de 2017 22:18:32

We can summarize this (com)mission in three verbs: image, unfold, and occupy. These are “do” words, action terms. Let me unpack each of
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 3032-3034 | Adicionado: quarta-feira, 22 de março de 2017 22:21:34

The body of Christ should be a testimony to the kingdom that is coming, bearing witness to how the world will be otherwise. Our work and our practices should be foretastes of that coming new city and thus should include protest and critique. Our engagement with God’s world is not about running the show or winning a culture war.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 3144-3145 | Adicionado: quinta-feira, 23 de março de 2017 00:59:13

And Christian worship, I suggest, is a design studio. The church’s mission is to send out innovators and designers whose actions aim “at changing existing situations into preferred ones.”
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 3144-3148 | Adicionado: quinta-feira, 23 de março de 2017 00:59:32

And Christian worship, I suggest, is a design studio. The church’s mission is to send out innovators and designers whose actions aim “at changing existing situations into preferred ones.” But innovators and restorers and makers and designers also need the church to be an imagination station, a space for rehabituating our imagination to the “true story of the whole world.” Our imaginations need to be restored, recalibrated, and realigned by an affective immersion in the story of God in Christ
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu marcador ou posição 3229 | Adicionado: quinta-feira, 23 de março de 2017 01:05:25