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terça-feira, agosto 24, 2010

Kevin DeYoung Ted Kluck – Amamos a igreja

Outro livro que estou lendo nesta temporada de eclesiologia é o POR QUE AMAMOS A IGREJA publicado pela Mundo Cristão.

 

Gostei do livro pela franqueza que já estou vendo logo de cara, conheci DeYoung através da resenha do livro de Jim Belcher…então, continuo puxando os fios quem sabe eu teço algum conhecimento someday.

 

Eles tem um site oficial do livro http://www.welovethechurch.com/

sábado, agosto 14, 2010

sábado, janeiro 23, 2010

Eric Grieger: Igreja Simples


fonte: Thon Rainer e Eric Grieger - Simple Church


"Líderes de igreja deve aproveitar as oportunidades onde as pessoas encontram a graça de Deus. Igrejas simples tem como líderes designers, e não programadores. Eles são excelentes em desenhar um processo de ministério onde leva as pessoas a um crescimento espiritual e vitalidade" p. 59

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A igreja simples é uma congregação desenhada em torno de um processo dinâmico e estratégico que move as pessoas através de estágios de crescimento espiritual (...) o desenho da igreja é centrado em algo sempre. Ele apenas não é plugado a um calendário ou uma brochura. E isto que une não pode ser um conceito abstrato nebuloso. O desenho para o discipulado numa igreja simples envolve tudo em torno de um processo, que não é confuso, mas claro e intencional que promove movimento das pessoas em direção a um crescimento espiritual p.60 -61

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"O objetivo é ser parceiro com Deus para mover as pessoas através de estágios de crescimento espiritual. Transformando vidas está no topo dos interesses, é um resultado buscado intencionalmente. Cristo formado nas pessoas é o gol" p.62
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Uma definição expandida seria: Uma igreja simples é desenhada em torno de um dinâmico e estratégico processo que move pessoas através de estágios de crescimento espiritual. A liderança e a igreja são claros a respeito do processo (clareza) e estão comprometidas em executá-lo. O processo flui logicamente (movimento)e é implementado em cada area da igreja (alinhamento). a Igreja abandona tudo que não é o processo (foco). p.67-68
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CLAREZA
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Clareza é a habilidade do processo para ser comunicado e entendido pelas pessoas. Um processo claro tem essa habilidade. Ele pode ser facilmente comunicado e entendido. Clareza envolve certeza, e elimina confusão. Para uma igreja ser simples, o processo tem que ter um grande grau de clareza. Clareza e simplicidade caminham lado a lado, são amigas bem próximas porque o entendimento gera comprometimento. p. 72
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Existem algumas questões propostas pelos autores para determinar o grau de clareza da igreja:
1. Determine que tipo de discipulo você deseja produzir.
2. Descreva seu propósito de igreja como um processo.
3. Decida como cada semana seu programa é parte do processo.
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Seus programas devem estar submetidas ao seu processo de ministério. Eles são ferramentas para facilitar o processo de crescimento espiritual. Programas devem trabalhar para seu processo, e não o contrário.
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MOVIMENTO
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Movimento são passos sequenciais no processo que geram nas pessoas movimento para maiores areas de comprometimento. Movimento é o fluir. É a assimilhação. Movimento é o que leva a pessoa a seguir ao próximo passo. É como alguém vai para um passo de maior comprometimento. Aqui, os programas entram de forma sequencial, dentro do processo, levando as pessoas para um maior comprometimento, e crescimento espiritual. p.68
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ALINHAMENTO
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alinhamento é o arranjamento de todos os ministérios e ministros em torno do mesmo processo simples. Alinhamento ao processo significa que todos os departamentos de ministério se submetem e suportam em si mesmo a busca pelo objetivo do processo. Assegura que a igreja inteira está se movendo na mesma direção e da mesma maneira. Quando uma igreja está alinhada, todos os ministros e ministérios operam com mesmo sentido e significado, são espelhos do processo global.
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FOCO
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Foco é o comprometimento em abandonar tudo que pode falhar no processo simples ministério. Foco, poderia ser significa dizer não. Contudo, Foco requer dizer sim ao melhor e não para todo o mais. Foco é o elemento que dá poder e energia a clareza, movimento e alinhamento. Sem foco, a igreja perde seu processo de crescimento, perde-se numa miríade de objetivos que não são os dela. p.77

terça-feira, novembro 17, 2009

FRANK VIOLA: Reimagining Church 2





Capítulo 3 Reimaginando a ceia do Senhor.


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Em alguns aspectos, na ceia do Senhor, estamos participando da Comunidade trinitária, uma leitura cuidadosa da bíblia nos leva a pensar assim - Mt 4.4, Jo 4.3ss, 6.27- . Assim, Deus filho é o alimento para nós - Jo. 1,29, 6,27;. Ele também é a bebida - Jo 4,10; 6,53, 1Co 10,4,12,13, Ap. 22,17-.

Através da eternidade, o Pai e o Filho tem coparticipado em sua vida divina repartindo. O pai é a porção do Filho, e o Filho é a porção do Pai. Na mente divina, cada membro coparticipa na vida divina e está entre eles.



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Capítulo 4: Reimaginando um lugar de encontro
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"A escolha de ekklesia como a designação para a comunidade cristã sugere que os crentes do novo testamento acreditavam que a igreja não era nem um edíficio e nem uma organização. Eles erão pessoas- unidas pelo Espírito Santo- um povo que carregava um ao outro através de Cristo" Stanley Grenz, p. 83
Frank Viola defende o conceito de igreja no lar, como é o conceito chave da igreja orgânica, através do lar, se encontra a humildade de Cristo, reflete a família como natureza da igreja, sendo também o lugar onde há compromisso das pessoas com Deus e também com um ao outro.
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Capítulo 5 - Reimaginando a família de Deus
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A realidade de se viver como família de Deus pressupõem que: os membros tomem conta uns dos outros, gastando tempo entre si, demonstrando afeição, e como sempre se tudo vai bem,naturalmente, uma família cresce
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Capítulo 6- Reimaginando a unidade da igreja.
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"Healthy organic church life is nonsectarian, nonelitist, and nonexclusive. Such churches meet on the ground of Christ alone. Therefore, if Christians in organic churches are willing to go to the cross and refuse to divide from one another over doctrinal differences, God can knit their hearts and minds together" p. 133
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Capítulo 7- Prática da igreja e o eterno propósito de Deus.
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"The older man is the founder of organized religion. Organized religion is built on human ritual and hierarchy. By contrast, Christianity began as organic. But as time went on, it adopted the hierarchical structure of the Roman Empire. All of our denominations have adopted that same organizational structure. This structure can be traced to the old man. It originally came from the Babylonians and was passed on to the other cultures, including the Romans" p. 142
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quarta-feira, julho 29, 2009

FRANK VIOLA e LEN SWEET : A Jesus Manifesto








Os cristãos fizeram do evangelho tantas coisas... tantas coisas além de Cristo. Jesus Cristo é o ponto gravitacional que une todas as coisas e dá a elas significado, realidade e sentido. Sem ele, todas as coisas perdem seu valor. Sem ele, todas as coisas são nada, nada além de pedaços deslocados flutuando ao redor do espaço. É até possível considerar uma verdade espiritual, valor, virtude ou dom, ainda que se esqueça a Cristo... que é a personificação e encarnação de toda verdade espiritual, valor, virtudes ou dons. Busque uma verdade, um valor, virtude ou um dom espiritual em si mesmo, e você vai encontrar algo morto.


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O que é o cristianismo? É Cristo. Nada mais. Nada menos. O cristianismo não é uma ideologia. O cristianismo não é uma filosofia . O cristianismo é a "boa notícia", onde a beleza, verdade e bondade são encontrados em uma pessoa. A comunidade bíblica é fundada e encontrada na ligação a esta pessoa. A conversão é mais do que uma mudança de rumo, é uma mudança na conexão.. Jesus utiliza uma antiga palavra hebraica shubh, ou o seu equivalente aramaico, a chamada para" arrependimento "não implica uma visão de Deus distância, mas entrar em um relacionamento em que Deus é o comando central da ligação humana.


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O centro e circunferência da vida cristã não é senão a pessoa de Cristo.O centro e circunferência da vida cristã não é senão a pessoa de Cristo.Conhecer Cristo é a vida eterna.E sabendo-o profundamente, profundamente, e, na realidade, bem como vivenciar seu inescrutável riqueza, é o principal exercício de nossas vidas, como foi durante os primeiros cristãos. Deus não é tanto sobre a fixação de que as coisas têm corrido mal em nossas vidas como encontrar-nos no nosso desespero e dando-nos Cristo.


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Ser um seguidor de Jesus não envolve tanta imitação tanto quanto envolve implantação e imparcialização. Encarnação – a noção de que Deus conecta a nós na forma de um nenê e no toque humano – é a doutrina mais chocante da religião Cristã. A encarnação tanto aconteceu de uma vez por todas quanto o está em andamento agora, assim que Ele “que foi e que há de vir” agora é e vive sua vida ressurreta em nós e através de nós. Encarnação não se aplica somente a Jesus; se aplica a cada um de nós. Lógico, não da mesma forma sacramental. Mas próximo. A nós foi dado o Espírito de Deus que faz Cristo real em nossas vidas. Nós formos feitos, como Pedro colocou, “participantes da natureza divina”. Como, então, diante de uma tão grande verdade, podemos pedir por brinquedos e doces? Como podemos nos perder por dons tão inferiores e clamar por coisas tão religiosas e espirituais? Nós fomos tocados do alto pelo fogo do Todo Poderoso com fogo divino. A vida que venceu a morte – a vida ressurreta do Filho de Deus. Como não podemos ser atingidos também?


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Cristãos não seguem um livro. Cristãos seguem uma pessoa, e esta biblioteca de livros divinamente inspirada que chamamos "A Bíblia Sagrada" é a melhor ferramenta a nos ajudar a seguir essa pessoa. . A palavra escrita é um mapa que nos leva a a Palavra Viva. Ou como o próprio Jesus disse, "Toda Escritura testifica de mim." A Bíblia não é o destino, é uma bússola que aponta para Cristo.


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A Bíblia não oferece um plano ou um projecto de vida. . A "boa notícia" não foi um novo conjunto de leis, ou um novo conjunto de injunções éticas, ou um novo e melhor plano. A "boa notícia" foi a história de uma vida da pessoa, o que se reflectiu no Credo dos Apostolos. O mistério da fé proclama esta narrativa: "Cristo já morreu, Cristo passou, Cristo virá novamente." O significado do Cristianismo não provém de fidelidade à doutrina teológica complexo, mas um amor apaixonado por uma maneira de viver no mundo que gira em torno de seguir Jesus, que ensinou que o amor é o que faz da vida um sucesso. . . . . Não riqueza ou de saúde ou qualquer outra coisa: mas o amor. . E Deus é amor.


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A vida cristã, então, não é uma busca individual. É uma jornada coletiva. Conhecer Cristo e fazê-lo conhecido não é um projeto individual. Aqueles que insistem em um vôo solo de vida será trazido à terra através de uma terrível queda. Pois Cristo e sua igreja são intimamente unidos e conectados. O que Deus uniu, que nenhuma pessoa separe. Nós fomos criados para vida com Deus; nossa única felicidade é encontrada na vida com Deus. E o próprio prazer de Deus e deleite é encontrado dessa mesma forma.

domingo, junho 28, 2009

LEONARD SWEET: A igreja na cultura emergente

SWEET, Leonard (editor) A igreja na Cultura Emergente: cinco pontos de vista Trad. Robinson Malkones São Paulo:Editora Vida, 2009.
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A VIDA DEPOIS DO PÓS-MODERNISMO POR ANDY CROUCH.


A eucaristia cristã, porém, coloca esse sistema de cabeça para baixo. O que oferecemos à mesa é a comida e a bebida mais simples que os seres humanos foram capazes de criar. (Em nossa cultura, o vinho é muitas vezes associado com o luxo, mas nos dias de Jesus era universal- e provavelmente não tão saboroso, pois a fermentação era tanto natural quanto necessária para evitar que liquido azedasse). Não nos sentamos à mesa para desfrutar de uma refeição sofisticada com todos os acessórios - Paulo repreendeu alguns membros da igreja em Corinto que pensavam que era uma boa idéia- não comemos o suficiente nem para nutrir nosso corpo. O pão e o calice da comunhão estão o mais longe possivel de um McLanche feliz. E mesmo assim, cresmos que o estamos comendo é o pão da vida e o que estamos bebendo é fruto da videira verdadeira. Se realmente experimentamos e vemos que o Senhor é bom, como nos levantamos da mesa da ceia e retornamos para uma vida de consumo frenético?
A eucaristia é o momento em que a igreja pratica o pós-consumismo. A mesa da ceia nivela todos com recursos economicos diversos- pobre e rico recebem a mesma porção. Ela faz desaparecer o nosso paladar cuidadosamente cultivado- não há cardápio, nem uma lista de opções, não há uma hierarquia de produtos do tipo bom, melhor, o melhor de todos! Em muitas igrejas que levam a ceia do Senhor muito a sério, não se diz propriamente tomar a ceia- a hostia é colocada em nossa língua. Participamos de um banquete, sem dinheiro e sem custo - Is 55.1- . A medida que as promessas da ceia se tornam mais reais para nós, vemos as promesssas do consumismo cada vez mais como nulidades sem substâncias, o que realmente são. p. 75,76
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"Os sacramentos - e a liturgia que os cerca em muitas tradições- oferecem-nos uma chance de nos desintoxicar do clamor por novidade da pós modernidade, eles são uma declaração espantosamente subversiva, quer para a modernidade, quer para a pos-modernidade, de que tudo o que importa no mundo, na realidade, já ocorreu" p. 79
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DEBAIXO DA ABÓBODA CELESTIAL DE ESTRELAS POR FREDERICA MATHEWES-GREEN.
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"Como devemos ler a Bíblia:" Reveja o contexto e os ouvintes originais. Aquela comunidade emergente ouviu e viu essa vida e foi exortada e transformada por ela em primeira mão. Quando eles escutavam e discutiam os eventos que se tornariam as Escrituras, tinham uma simples vantagem sobre nõs e uma vantagem mundana: as histórias eram contadas em seu idioma nativo. Enfurecemo-nos em grande confusão sobre ajustes finos de tradução, mas eles não preciram de tradução, eles escutaram as histórias no mesmo grego que usavam em casa e no mercado. Coisass que nos embaraçam eram claras para eles. SAbiam como pesar e valorizar as coisas que nos confundem, dois mil anos e metade do mundo de distância" p. 143
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Se Deus pretendia nos perdoar, por que foi necessário que Jesus viesse e morresse?
Porque a Queda e nossa permanente cumplicidade com o pecado haviam produzido um dano fundamental na natureza humana. embora não nascemos carregando a culpa de Adão, smos tão propensos que inevitavelmente iremos cair em pecado, obtendo assim a nossa própria escravidão da morte. Essa tendência é algo que compartilhamos, e que flui entre todos os humanos.
Como a encarnação lida com esse problema?
Imagine a natureza humana como uma realidade coletiva em vez de algo que os indivíduos possuem em pequenos pedaços. Quando Jesus se tornou humano, ele representou , ou personificou, todos nõs, todos que já viveram ou que viverão. Isso foi o que ele carregou até o Hades e retornou, isso foi o que ele ressuscitou dos mortos. Isso significa que todo ser humano que já viveu ou que irá viver, irá viver pela eternidade" p. 154
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Há dois problemas com as frases de Frederica, ela participa da crença ortodoxa que não houve a expiação substitutiva, que a encarnação é "todo o drama, do início ao fim, é que nos salva, e não apenas as três horas daquela sexta-feira" (p. 183)- não houve pagamento com o sangue de Cristo.
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Sua visão de inferno também é confusa- "não há nenhum canto separado na vida após a morte onde os demonios terão permissão para torturar humanos para sempre porque isso seria uma recompensa para o maligno. Ele não será recompensado, mas derrotado. Deus é amor, e não há trevas nele. Todos nõs viveremos para sempre na luz do amor de Deus" ..."aqueles que não aceitaram a cristo irão experimentar sua presença queimadora, trevas e ranger de dentes. Toda miséria desta vida e da próxima é devido a não conhecermos a Cristo"(p. 154)
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O MÉTODO, A MENSAGEM E A HISTÓRIA EM ANDAMENTO por BRIAN D. MCLAREN
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Brian apresenta 4 idéias norteadoras:
1. O evangelho como história- "tive de ser desproposicionalizado. Em vez de ver o evangelho como proposições, mecanismos, abstrações ou conceitos universais, comcei a ver o evangelho como uma narrativa, uma história, um relato do tipo certa vez havia um homem chamado José que era noivo de uma mulher chamada Maria" (p. 179)....Michael Horton comentando a assertiva de Brian, na mesma página, diz: "Esse argumento de que as Escrituras devem ser lidas principalmente como um mapa revelador da rendenção em vez de como uma fonte literária de idéias e morais atemporais tem sido enfatizado por teologos conservadores reformados tais como Gehardus Vos, Herman Ridderbos, Edmundo Clowney".
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2. Evangelho com sua muitas versões, muitas facetas, em muitas camadas e centrado em Cristo:
"A historia que contamos não nos chega apenas em uma versão, mas em muitas. Mateus nos dá uma versão, assim como Mc, Lc e Jo, e no livro de atos temos de ouvir as versões de Pe e EStevão com a de Paulo, A igreja tem continuado a oferecer muitas versões dessa hsitória desde então. Nenhuma versão é a história completa, e a história que se expande, aprofunda-se e ressoa que encontramos em sempre novas dimensões parece pulsar cada vez com mais significado, signifcado que não pode ser nunca contido, nem mesmo na mais longa e mais detalhada compilação sungular que pudermos obter. Por detrás de cda versão da história contada com certa configuração de apalvras, jaz a história em sua plenitude que pode ser transmitida verdadeiramente, mas nunca de forma exaustiva. Isso é o que eu quero dizer quando afirmo que a história tem muitas versões" p. 180
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3. Evangelho cumulativo: "a história de Jesus inclui e continua outras histórias, a prequela judaica da criação per verbum, da crise humana, do chamado de Abraão para ser abençoado e ser uma bênção global, a história do Exodo, do Reino, do exílio e do retorno, a história dos sacerdotes e profetas, dos poetas e sábios, a hist´ria da lei e da rebelião, do julgamento, do perdão e da promessa. A história de JEsus acumula todas essas histórias em seu interior" (p.183) ... a medida que lemos a história da igreja, percebemos que esse é o jeito que ela continua, até hoje. E assim o evangelho não é apenas sobre o que Jesus começou a fazer e a ensinar entre aproxidamente 5 a.C. e 29 d.C.; é também sobre a obra continua de Jesus desde então, e pensando agora no Apocalipse de João- a historia continuará até a consumação de todas as coisas. (p. 184)
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Michael Horton comentando esse aspecto diz: " suspeito que exista alguém que realmente possa crer que as 4 leis espirituais representam toda a verdade imutável e eterna do Evangelho, Com Brian, vejo as Escrituras como um drama arrebatador centrado em torno de Cristo.
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4. O Evangelho efetivo e catalítico: essa história realiza coisas, é poderosa, efetua, catalisa, salva. "A história inspira a ação nessa comunidade, ação efetuada com fé, esperança e amor" (p.185).
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"Em cada caso, a partir das muitas camadas e facetas do evangelho centrado em Cristo, novos recursos são extraídos e assim a própria mensagem muda ao lidar com essas novas situações, problemas e oportunidades de novos jeitos- porque a mensagem continua mudando a situação, o mundo, o contexto, todo o lugar onde ela é proclamada e praticada." p. 190
Erwin Rapahael mcManus sobre esta passagem, conclui que..."a pessoa de Jesus é muito mais potente do que a mensagem. O impacto que a mensagem tem sobre seu contexto é incremental quando comparado com o impacto que a pessoa de Jesus exerce sobre o contexto onde ele está presente. Com a mensagem, estamos sempre correndo perigo de vir somente com palavras. Com a pessoa de Cristo vêm tanto poder quanto presença"
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A INTERSECÇÃO GLOBAL por ERWIN RAPHAEL MCMANUS.
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"A igreja não foi criada para ser um balde, para salvar a água da correnteza. Ela não foi planejada para ser água colocada no balde. A igreja foi feita para sempre ser uma intricada parte do rio e para estar no mínimo no meio das águas turbulentas. A água jamais transbordará, não importa o quanto as correntezas tornem-se encapeladas" p. 214
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"A relevância tem a ver com a percepção de que temos a tendência de sacramentalizar a metodologia, as práticas e as tradições. TEmos a tendência de encontrar mais conforto nas superstições criadas nan nossa imaginação d que na simplicidade da fé para a qual Deus nos chama" p. 219
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"A questão verdadeira que a igreja enfrenta não é essencialmente sobre metodologia ou mesmo sobre a preservação da mensagem. A questão real é por que a igreja é tão pouco afetada pela presença transformadora do Deus vivo" p. 223
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As escrturas são mais do que apenas o nosso livro-texto, elas são o nosso portal para a presença de Deus, onde não apenas chegamos a conhecer sua mente e seu coração, mas também somos transformados para nos tornar cmo ele' p. 234
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" Todo seguidor de Jesus Cristo também pode conhecer algo mais - que Deus fala aquilo que vai além do entendimento natural embora não va além da compreensão humana. Deus é tanto misterioso quanto claro. O judaísmo e o cristianismo, ambos emergiram de uma convicção de que Deus fala e pode ser ouvido, compreendido e obedecido. O ato de Deus falar é a base da fé. A verdadeira religião não é a nossa busca desesperada para tornar Deus inteligível. É uma reação ao que Deus já falou. E as palavras de DEus são muiito mais do que apenas informação divina- elas são vida para o ouvinte. A criação começa com o ato d Deus falando. O tema recorrente de Genesis 1 é simplesmente : "E disse Deus...". O fim de todas as coisas criadas virá como resultado de Deus falar novamente" p. 227

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Diversity over Uniformity


trecho do artigo Postmodern Opportunities
autor Neil Cole
fonte: http://www.cmaresources.org/articles/postmodern_opp.asp

The day of wearing uniforms in church is over, and I’m not picking on the Salvation Army here. There once was a day that you could go to church and see everybody wearing clothing of the same color and style as they lead worship in a service. Not only anymore, today not only will the clothes be of a different color, but probably the skin.

Postmodernism is born in the urban setting and the cities are people magnets. The cities are growing in population but also in diversity. There are about 120 languages represented in the school system where my wife works.

Born in a world that gets smaller every day due to technology, trade and people migration, postmodernism has a high value of diversity. The modern mindset valued tolerance, but tolerance is not enough for the postmodern who needs diversity.

A meeting that is all Caucasian or all African American is suspect and not inviting to a postmodern person. Diversity is more than tolerance of others, it is embracing the differences, it is valuing the beauties that are so different.

The kingdom of God is probably the best place to see the diversity of God’s creation. Unfortunately, many have said that Sunday morning is the most segregated time in the U. S. I often find my eyes tearing when I read of Revelations description of the kingdom being made up of people from every tribe, nation and tongue (Rev. 7:9-10).

I am a part of a beautiful church. In this one little church you will meet people who are Mexican, Romanian, African American, Caucasian, Samoan, Chilean, Palestinian, Egyptian, Native American, and Filipino. We have poor unemployed people, college students (usually these first two mentioned are the same), wealthy business owners, homeless people, and hard working middle-class people struggling from pay check to pay check. We have a couple people in their late sixties and some toddlers wobbling from lap to lap hoping for a second cookie from a friendly church member. We have two wheel chairs present each night. This church has sent missionaries to relocate overseas to start similar churches in France, Spain, North Africa, Cyrpus and Japan.

This is probably not impressive for many large urban churches, but this is a church of between 20 and 25 people meeting in a living room!

Such a church is very attractive to someone who wants intimate relationships with real people in an experiential context and is looking for expressions of diversity. This is what I believe the church of the future will look like.

quarta-feira, janeiro 30, 2008

The Forgotten Ways por Alan Hirsch

Seção 1- Fazendo um Missionário Introdução

Utilizando os estudos de Rodney Stark, Hirsch calcula que a igreja primitiva cresceu de 25,000 n
o ano 100 AD para cerca de 20,000,000 no ano 310 Ad. Como isso aconteceu? O que estava acontecendo no primitivo cristianismo para experienciar este tipo de crescimento? Para ilustrar este fenonêmo que não é apenas da igreja primeva, Hirsch mostra o exemplo da igreja na China. Quando Mao tomou o controle da Chine havia aprox. 2 milhões de cristãos Entretanto, hoje o número de cristãos na China está por volta de 80 milhões. Mais uma vez, como foi possível tal crescimento?


1. Confissões de um missionário frustado

O autor demonstra alguns elementos comuns de uma igreja que pratica os princípios do movimento de crescimento de igreja contemporâneo:

1. Expandir o edifício para o crescimento.
2. Garantir uma excelente pregação que diz respeito à vida dos ouvintes.
3. Desenvolver um culto inspirador, uma reunião com uma excelente banda.

4. Certifique-se de ter excelente parque de estacionamento.
5. Garantir excelentes programas para crianças e jo
vens.
6. Desenvolver um programa de grupos de células enraizadas num modelo de um cristão comum.
7. Certifique-se de que na próxima semana seja melhor do que a da semana passada.

Em contraste com o acima exposto, Hirsch discute a natureza da igreja e sua finalidade natural, de acordo com Escrituras:

1. Um pacto comunidade
2. Centrada em Jesus Cristo ( "Jesus é o Senhor").
3. Culto, definida como oferecer as nossas vidas de volta para Deus através de Jesus.
4. Discipulado, definida como seguir Jesus e tornando-se como Ele.
5. Missão, definida como estender a missão de Deus através das actividades do pacto comunidade.

Cada grupo teve de ser envolvido em uma dieta saudável das disciplinas espirituais, seguindo o modelo TEMPT:

T: Juntos, siga - comunidade focada.
E: Envolvente Escritura - integrando Bíblia em vida.
M: Missão - missional actividades trazer coesão.

P: Paixão de Jesus - adoração e oração.
T: Transformação -caráter desenvolvimento e responsabilidade.



Há neste capítulo uma definição de um destes lugares, um café-bar elevation....
"Um lugar de proximidade não é uma igreja, melhor, isso envolve a criação de lugares e/ou eventos onde cristãos e não-ainda cristãos podem interagir complementamente entre eles- um efetivo espaço missional. Nós o chamamos de café-bar Elevation". (pág. 37)



2. Denominacional e Translocal.

Hirsch aponta para faltar de um pensar cristão coerente como um dos fatores de queda do cristianismo, citando David Bosch que afirma: "
Estritamente falando, devemos dizer que a Igreja está sempre em estado de crise, e que o seu maior inconveniente é que ela está consciente de que está em uma apenas ocasionalmente"(pag. 49).

"
A religião profética também avisou contra a ritualização do relacionamento entre Deus e seu povo, buscando sempre relembrar Israel da natural intensidade pessoal do pacto entre Deus e seu povo. Martin Buber, um profundo comentador da religião profética e de movimentos religiosos, avisa-nos sobre os perigos da institucionalismo religioso quando ele aponta que esta "centralização, codificação, tomados em interesse da religião, é um perigo para o núcleo da religião. Isto é uma coisa invetável, ele diz, a não ser que haja uma fé vigorosa incorporada em toda a comunidade, uma que exerça uma incansável pressão para o renovamento da instituição. Foi C.S. Lewis que observou que" existem na igreja algo que mais cedo ou mais tarde, trablhará contra o propósito pela qual ela veio a existir. Então devemos combater muito duramente, pela graça de Deus, para manter a igreja focada na missão que Cristo originalmente deu para ela"" (p. 55)

Na página 64 Hirsch oferece um excelente quadro comparativo (que foi previamente publicado no “The Shaping of Things to Come” p. 9) entre os três "modos igreja." Ele compara o "Aposotolico & Pós-Apostólico Modo" (AD 32 a 313 ), O "tradicional Cristianismo Modo" (313 a actual) e os "emergentes Missional Modelo" (últimos 10 anos), em seis categorias diferentes.

As características do Cristianismo tradicional incluem:

1. "Locus" de encontro: Edifícios
tornam-se crucial para a "Igreja".
2. Liderança: Clero institucionalmente ordenado /Condução profissional.
3. Estrutura organizacional: De cima para baixo.

4. Meios de graça: Sacramentos experimentados apenas "na Igreja".
5. Posição na sociedade: Igreja é percebida como ser central para a sociedade.
6. Modo missional: Atracional e extractional.


As características do modelo Emergente-Missional (e na maioria dos casos os paralelos modelo Apostólico):

1. Locus de encontro: Rejeita necessidade de uma "igreja"- edifício.
2. Liderança:-São pioneiros inovadores, 5 modos de ministério (Ef. 4). Não institucionalizado.
3. Estrutura organizacional: Com raíze
s, descentralizada circulação.
4. Meios de graça: Redentores comunitariamente / ritualiza novos símbolos, como as refeições em comum.
5. Posição na sociedade: Igreja é, mais uma vez, à margem.

6. Missional modo: Encarnacional e missional.




Seção 2- A Jornada para o coração do Gênio Apostólico.



O autor dá uma pequena introdução, explicando conceito de m-DNA (missional DNA). Que ele explica na página 76:

"Com este conceito/metáfora eu espero explicar porquê a presença de uma simples, intrínseca, reproduzível, mecanismo guia central é necessário para a reprodução e sustentabilidade de movimentos missionais genuínos. Cmo um organismo permanecejunto, e cada celula compreende sua função em relação com seu DNA, então a igreja encontra um ponto de referência com seu construtor m-DNA. Como o DNA carrega o código genético, e assim a vida, do particular organismo, assim também o mDNA codifica o Gênio Apostólico - a força vital que pulsa através da igreja do Novo Testamento e em outras expressões de movimentos enviados por Jesus através da história"

Então, quais são os elementos-chave do Gênio Apostólico ? Os seis distintivos identificados por Hirsch são:

1. Jesus é o Senhor
2.Fazedores de Discípulo
3. Missional-Encarnacional Impulso
4. Ambiente Apostólica.
5. Sistemas Orgânicos
6. "Communitas", não comunidade.

"Então buscando uma definição de igreja missional, esta seria uma comunidade do Povo de Deus que define a si mesma, e organiza sua vida em torno dela, com o real propósito de ser um agente da missão de Deus para o mundo. Em outras palavras, a a verdadeiro e autêntico princípio de organização da igreja está na missão,. Quando a igreja está em missão, é que ela se torna uma verdadeira igreja. a igreja em si mesma não um produto da missão, mas é obrigada e destinada para extender isso por quaisquer meios possíveis. A missão de Deus flui diretamente através de cada crentee cada comunidade de fé que adere a Jesus. Parar com isso, é parar com Deus e seus propósitos em e através do seu povo". (pag. 82)

3. Coração de tudo:Jesus é o Senhor.

Após explicar o que seria o m-DNA e o Gênio Apostólico, Hirsch busca mostrar o monoteísmo cristocêntrico em oposição ao politeísmo de alguns cristãos hoje.

O coração do cristianismo

"Em seu lugar mais profundo do coração, Cristianismo é um movimento messiânico, um que procura consistentemente incorporar a vida, espiritualidade e missão de seu Fundador. Nós andamos fazendo isto através tantas outras coisas, mas esta é sua maior simplicidade. Discipulado, se tornar como Jesus, nosso Senhor e Fundador, posto no epicentro da tarefa da igreja. Isso significa que a Cristologia deve definir tudo o que nós fazemos e dizemos. Isto também significa que para recuperarmos o ethos -comportamento- do Cristianismo autêntico, nós devemos re-focalizar na raiz de tudo, para recalibrar nós mesmos e nossas organizações em torno da pessoa e obra de Jesus, o Senhor. Isso significará tomar os Evangelhos seriamente como os textos primários que nos define. Isso significará que devemos agir como Jesus com as pessoas que estão fora da fé, como um esquadrão de Deus". (pág. 94)

Defendendo um cristianismo além da dialética sagrado-secular, ele diz:

"Pessoas envolvidas num visão espiritual dualística, experimentam Deus como um dever baseado na igreja, e religião é amplamente concebida como um assunto privado. A igreja é amplamente concebida como um espaço sagrado: a arquitetura, a musica, as liturgias, a linguagem e a cultura, tudo colabora para fazer disso um evento sacro que não é experimentado em nenhum outro lugar na vida do mesmo modo. Em outras palavras, nósv
amos a igreja para experimentar Deus, e em verdade Deus está lá- Ele está em todo lugar e particularmente ama permanecer no meio do seu povo-, mas este caminho é difícil de ser mudado, tende a criar uma percepção que é muito díficil de quebrar- queDeus é realmente encontrado apeas em tais lugares e que isso requer uma elaborada sacerdote/ministro parafermália para mediar esta experiência (João 4:20-24)".(pag. 95)

O monoteísmo cristocêntrico.

"Não há nada em nossa vida que não pode ser
colocada debaixo da regra de que Deus é sobre tudo. Nossa tarefa é integrar os elementos dispersos que são nossas vidas e comunidades e trazê-los sob o Único Deus manifestado para nós em Jesus Cristo (...) Se nós falharmos ao fazer isto, então enquanto confessamos ser monoteístas, de fato, estamos sendo e praticando o politeísmo. Dualisticas expressões de fé sempre resultam num politeísmo prático. Haverão diferentes deuses que governam diferentes esferas da nossa vida, e o Deus da igreja neste ponto de vista é largamente impotente fora da esfera privada religiosa. Cristocêntrico monoteísmo demanda lealdade precisamente quando os outros deuses clamam por isto, e isto é verdade para nós." (pag. 97).


4. Fazendo Discípulos

Neste capítulo, há uma volta ao conceito de m-DNA e Gênio Apostólico, e modo como estes permeiam a igreja, tudo pensando numa falha crucial da igreja ocidental: fazer discípulos.

A frase base é de Neil Cole, do Organic Church, que está citada na pag. 104: “We want to lower the bar of how church is done and raise the bar of what it means to be a disciple.”.

Em busca de um real discipulado, ele busca desmitificar o modelo contemporâneo do crescimento de igrejas como gerador de autênticos discipulos. Apontando a clara influência da sociedade de consumo neste modo de entender a igreja.

"Os exponentes do movimento de crescimento de igrejas tem explicitamente ensinado a nós como realizar o marketing e valorização do produto para alcançar nossos alvos para nossa audiência crescer. Eles nos ensinam a imitar um shopping center, aplicar na igreja isto, e criar um shopping completo que tenha tudo que a pessoa precisa (...) Cristandade operando como está, no sistema “atracional” e sendo guiada por profissionais, já está suscetível ao consumerismo, mas sobre a influência da pratica contemporânea de crescimento de igreja, o consumerismo se torna a ideologia que dirige o ministério da igreja". (pág. 110).


Onde está a resposta então? Hirsch sugere duas alternativas:1. Tentar redimir os ritmos e estruturas do consumerismo e 2. Iniciar um movimento profético de confronto ao
controle do consumo sobre nossas vidas. Conforme ele diz:“these two alternatives become our missional challenge and are each real live options.”

5. Impulso Missional- Encarnacional

O modelo missional-encarnacional aparece como uma alternativa ao modelo tradicional atracional, que é "simplesmente incapaz de impactar a cultura fronteiriça como os movimentos de Jesus são capazes" (pag. 131).

A igreja deve ser entendida como povo enviado.

Hirsch identifica 4 dimensões que cercam nosso entendimento a respeito da
encarnação de Jesus Cristo.

1. Presença
2. Proximidade
3. Poder

4. Proclamação.

Utilizando estes 4 elementos, ele demonstra como se daria um ministério encarnacional-missional:

"A Encarnação não
só qualifica como Deus age no mundo, mas também nos qualifica. Se a maneira central de Deus de alcançar o seu mundo foi para encarnar-se em Jesus ,logo, a nossa maneira de alcançar o mundo deveria ser igualmente encarnacional. Agir "encarnacionalmente" irá significar, portanto, que na nossa missão para aqueles fora da fé teremos de exercer uma verdadeira identificação e afinidade com aqueles que estamos tentando alcançar. No mínimo, irá provavelmente significar que devemos nos deslocar para uma geografia/espaço em comum e assim criar um verdadeira e viva presença entre o grupo. Mas a motivação básica de ministério encarnacional é também a revelação - que eles podem vir a conhecer Deus através de Jesus" (pág. 133).

Sobre a presença, aplicando a missão do povo de Deus, ele diz:

"Se relacionamento é a chave significará que na transmissão do Evangelho, então, nós vamos ter com as pessoas dos nossos círculos sociais. Nossa próprias vidas serão nossa mensagem, e nõs não podemos tomar nós mesmos fora da equação da missão". (pág. 134)

"O impulso encarnacional inspira-a Encarnação, eo missional impulso é energizado pela missão de Deus"(pag. 138).

A respeito da cultura e integridade das pessoas do grupo, há uma necessidade sempre de novas pessoas, novas redes sociais, citando Addison que diz que: "Novos movimentos religiosos falham quando eles se tornam redes fechadas ou quase-fechadas. Para a continuação de um crescimento expontâneo, um movimento precisa manter aberto a relacionamentos com os de fora. Eles precisam alcançar fora novos horizontes, acrescentar grupos sociais" (pag. 141).

A Eclesiologia missional coloca a Cristologia como a determinadora da Missiologia que determina a Eclesiologia. "pelas minhas leituras das Escrituras, eclesiologia é a mais fluída das doutrinas. A igreja é uma expressão cultural dinâmica do povo de Deus em qualquer lugar. EStilo de adoração, dinâmicas sociais, expressões litúrgicas devem resultar do processo de contextualização do Evangelho em qualquer cultura dada. Igreja deve seguir a missão. (pag. 143).

6. Ambiente apostólico

Neste capítulo, o autor focaliza a liderança da igreja missional. Buscando nos movimentos de Jesus até 300 AD e a China hoje, a questão central aqui é: que tipo de liderança torna isso possível?
Ao discutir a melhor maneira de falar do tipo de liderança catalisadora que está presente nestes movimentos de Jesus, Hirsch escreve:

"Uma liderança apostólica, como em todos os tipos de influência,. é também identificada e mesurada pelo efeito que ela tem no ambiente social em que opera,. E nestes termos, está sempre presente nos períodos de significante crescimento missional. Tais pessoas poderia nem sempre chamar a si próprias de apóstolos, mas a natureza apostólica e o efeito do seu ministério e sua influência são inegáveis" (pag. 151)

O chamado pessoal apostólico é uma extensão do Cristianismo. Como tal, ele ou ela (líder) chama a igreja para seu chamado essencial e ajuda a guia-la dentro de seu destino como povo missionário com uma messagem transformadora para o mundo. Todas as outras funções da igreja devem ser qualificadas por sua missão de extender a missão redentora de Deus através de sua vida e testemunho. O líder apostólico então encorpora, simboliza, e re-presenta a missão apostólica para a comunidade missional (pag. 152)

Então, uma igreja missional precisa de uma liderança missional, que vai além do modelo de liderança pastor-professor. Citando Roxburgh, numa nota de rodapé na pag. 152, diz que ele vai além nesta argumentação, que identifica a ordenação como um entrave para uma se reconhecer como uma agência missionária.

"Ministério apostólico é basicamente função e não um escritório. Escritório como nós normalmente concebemos isso, se relaciona com a posição em uma estabilizada, centralizada instituição, e daí toma sua autoridade por ser oficial na estrutura institucional. Não há um só exemplo deste nível de instituição no Novo Testamento ou no período pós-bíblico. Por outro lado, a igreja do Novo Testamento estava em todos lugares comuns, não era ordenada ou havia uma classe de ministros profissionais, e não havia prédios da igreja oficiais" (p. 153)

Sendo que "a tarefa apostólica é sobre a expansão do Cristianismo de modo físico na forma de ser o esforço misionário pioneiro e plantar igreja, como também teológico através da integração da doutrina apostólica dentro da vida de cada cristão individualmente e das comunidades que eles fazem parte" (pág. 154)

Mas o que faz apostólico liderança? Ou melhor ainda, quais são as principais funções do ministério apostólico? Hirsch identifica três funções principais:

1. Para inserir mDNA através pioneiro novos caminhos para o Evangelho e a Igreja.

O apostolo é mordomo do m DNA, deve ser o mensagem e o cuidador dele. Como aquele que é enviado, comunica o mDNA mediante uma nova perspectiva missional.

2. Para guardar mDNA através da aplicação e integração de teologia apostólica.

A responsabilidade do ministro apostólico não termina no trabalho do pioneirismo missionário, sua tarefa é assegurar que as igrejas permanecerão verdadeiras para com o evangelho em seu comportamento (ethos). A maior função do ministro apostólico é preservar o evangelho de qualquer contaminação e manter o poder salvador de Deus para as futuras gerações- Rm. 1:16-.

3. Para criar o ambiente em que os outros ministérios emergem.

O ministro apostólico é fundamental para as outras funções, ele inicia as outras. Aqui entra um conceito de Hirsch, chamado APEPT baseado em Ef.4- Apostolico, Profetico, Evangelistico, Pastoral e T-Ensinador). O APEPT é uma extensão natural mordomia do ministério apostólico.

  • Apostolic function, usually conducted translocally, pioneers new missional works and oversees their development.
  • Prophetic function discerns the spiritual realities in a given situation and communicates them in a timely and appropriate way to further the mission of God’s people.
  • Evangelistic function communicate the gospel in such a way that people respond in faith and discipleship.
  • Pastoral function shepherds the people of God by leading, nuturing, protecting and caring for them.
  • Teaching function communicates the revealed wisdom of God so that the people of God learn how to obey all that Christ has commanded them.
Lembrando que o ministério apostólico aqui não se confude com os Apóstolos de hoje, que se autodenominam assim para ter mais poder hierárquicamente dentro da igreja, mas um ministro apostólico é autenticamente feito por sofrimento e capacitação divina, não por busca de posição de liderança (pag. 159). Para Hirsch, um ministro apostolico tira sua autoridade e poder primariamente da idéia de servir e do chamado, e da sua autoridade moral e espitual e não de uma posição de autoridade.


7. Sistemas orgânicos

A sentença "Gênio Apostólico" é um termo cunhado pelo autor para significar essa energia e força unica que imbui de maneira fenomenal os movimentos de Jesus na história. Diagramaticamente, ele coloca isso assim:
No glossário que consta ao final do livro, ele define assim:

"Minhas conclusões sobre o Gênio Apostólico são feitas sobre os seus seis componentes (tque talvez podem ser mais ou menos que isso) . Cinco são o que eu chamo de mDNA, e a outra tem haver com espiritualidade e teologia. Para maior parte, eu foco nos seis elementos do mDNA quando eu usso o termo. Os cinco elementos são: impulso encarnacional-missional, ambiente apostólico, fazer discípulos, sistemas orgânciso e communitas. Carregados dentro do termo Genio Apostolico é a total combinação de todos os elementos do mDNA que juntos formam uma constelaçao, como esta aqui, cada uma emitindo luz para os outros. Eu também creio que isso é latente, ou imanado, dentro da própria natureza do povo do evangelho de Deus. Eu sugiro que quando todos os elementos do mDNA estão presentes e estão em um relacionamento dinamico com os outros elementos, e há um desafio adpativo como catalisador, então o Genio Apostolico está ativado" (p. 274)

O elemento fora do mDNA, dito como espiritualidade e teologia é o cristianismo monoteísta que é, de fato, o núcleo do Genio Apostolico. Neste capítulo, o autor expõe os sistemas orgânicos.



Multiplicação x Adição

"A razão porque a igreja de Jesus acha tanta dificuldade em permanecer no topo da grande comissão e porque a população mundial está multiplicando, enquanto que a igreja está somente adicionando. Adicionar nunca poderá correr no mesmo ritmo da multiplicação" (p.209)

Para vencer este descompasso, o autor propõe a partir da perspectiva orgânica, um crescimento viral, utilizando os conceitos de "ideavirus" de Seth Godin, onde cada pessoa multplica a si mesmo, de forma incarnacional e as idéias são multiplicadas através das redes de informação e pessoa dentro da igreja para a comunidade- emergindo da igreja para a comunidade o cristianismo.

8. Communitas, não comunidade.

O autor pensa"communitas" como algo que toma várias formas, mas qualquer seja esta, sempre vai descrever o tipo de comunhão e camaradagem que foi e é experienciada nos movimentos de Jesus, e é então um elemento essencial do Gênio Apostolico.
Um dos fatores mais enfatizados pelo autor ao longo desse capítulo, é a limiaridade, a communitas não é somente a reunião de pessoas, mas há uma causa muito forte os unindo e há também uma união bastante solidificada através das experiências limite da comunidade, exige não somente um tempo comum, mas sofrimentos em comum assim como vitórias em comum.
Um fenômeno triste que ocorre em várias comunidades com a emergência da cultura pós-moderna tem sido a fuga em torno de um mundo paralelo. Ao invés da comunidade enfrentar esse caos e se adaptar, ela acaba fugindo dele criando um mundo artificial, no entanto, não vamos deixar de ver as consequências daqueles que terão que enfrentar o mundo sozinho e vão enfrentar uma grande frustração. Com um exemplo que a maioria de nós vimos no "Procurando Nemo" o autor ilustra:
"...podemos dizer que a sobrevivência dos sistemas vivos favorece o aumento do nível de adrenalina, atenção e experimentação. Por exemplo, "peixe em um aquário pode nadar, se alimentar, obter comida com o mínimo esforço e se manter livre de predadores. Mas como todos os donos de aquário sabem, estes peixes são etremamente sensíveis às menores variações do aquário. Os donos tem que regularmente limpar o aquário, monitorar a temperatura, monitorar o pH e alimentar os peixes. Isso porque não há um ecosistema natural no aquário - é um ambiente artificial. Por ouro lado, o peixe no mar tem que trabalhar muito mais duro para se susentar e são sujeitos a maiores ameaças. Mas porque eles aprenderam a lidar com mais variações (temperaturas, suprimento de comida, predadores etc) eles são mais fortes quando encontram um desafio" (p.229)



HIRSCH, Alan The Forgotten Ways Grand Rapids:Brazos Press, 2007
Para saber mais, veja duas entrevistas dele em para o site Forge19.5.2007
um
dois

sábado, janeiro 05, 2008

Igreja Orgânica

O plano de Jesus era descentralizar, e Ele pagou um caro preço para tornar isso possivel. Nos precisamos redescobrir o poder de uma movimento descentralizado com poder distribuído para cada parte que pode gerar vida. O plano de Jesus era engenhoso. Não um descuidado e opcional plano. Olhe de novo o que Ele fez e o que Ele nos dá para fazer. (Pág. 44).


Nos precisamos resistir a sedução magnética dos prédios glamurosos e ao sistema hierárquico religioso que coloca-nos numa forma de igreja que não consegue espalhar Sua gloria sobre o planeta. Reconhecer, mais uma vez, a beleza da Nova Aliança: a nação descentralizada de pregadores levando a presença de Cristo para todo o mundo. (Pág. 45)

Se nos avaliássemos nossas igrejas não pela freqüência em nossos prédios mas por quanto reconhecível Jesus é em nosso meio, nossa influencia poderia aumentar e nossas estratégias seriam mais dinâmicas... (Pág. 54)

Capitulo Kingdom 101 Solo Ruim.


Eu estou convencido que nos cometemos um serie erro em acomodar solo ruim em nossas igrejas. Quando nos vemos pessoas vindo a Cristo e eles se afastam, nos assumimos uma responsabilidade que não é nossa. Nos assumimos que nós devemos ter feito alguma coisa errada para que tantas pessoas tenham desistido de seguir a Cristo. Nos até duvidamos do nosso esforço ministerial e procuramos outras maneiras de segurar as pessoas conosco. Os resultados são devastadores para uma igreja local.

Por causa que nos pensamos que o numero de pessoas é um claro sinal de frutificação e sucesso, nos fazemos de tudo para mantermos as pessoas. Nos tentamos levantar as pessoas e faze-las continuar vindo. Terminamos com uma audiência de consumidores em compras dos melhores serviços. Nos cativamos este tipo de pensamento quando tentamos competir com outras igrejas com um show melhor.
Nos comprometemos a vida da igreja ao cuidar de manter o solo ruim em nossa membresia.
Nos fazemos da igreja, um show que requer uma audiência que não realiza nenhum ou um pequeno esforço. (Pág. 69-70)



Sobre João 4:27-28

Ele apontou para a multidão de samaritanos saindo da vila pra encontrar o Messias, todos vestidos do tradicional traje branco do vestuário samaritano, e disse: Olhe, os campos estão brancos para colheita, se voce apenas começar olhar pra os lugares onde menos espera (minha paráfrase). (Pag. 76)

A maioria das igrejas nunca achariam um traficante uma boa escolha para compartilhar o Evangelho, porque eles são para nós como os Samaritanos aos olhos dos judeus do primeiro século. Muito ruins, ali está uma porção de bom solo lá. (Pág. 77)


DNA de uma Igreja Orgânica

Divina Verdade
A verdade vem de Deus, é a revelação de Deus para a humanidade. é melhor vista na pessoa de Jesus e nas Escrituras.

Relacionamentos
Homens nunca foram criados para solidão. Nos somos criaturas sociais e temos uma necessidade intrínseca para nos relacionarmos. Nossa orientação para o relacionamento é um reflexo da imagem de Deus em nós, Deus em si mesmo é relacional e existe na comunidade do Pai, Filho e Espírito Santo. Deus é amor porque Deus é relacionamento.

Apostólica Missão.

Apostólico significa enviando representante com uma mensagem. Nos estamos aqui pra este propósito. Nos tivemos uma primeira ordem para cumprir plenamente: fazer discipulos de todas as nações.

(pág. 115)




Como podemos esperar que pessoas sem Cristo possam fazer decisões retas e viver uma vida moralmente adequada? É como esperar que uma ovelha ovelha solitária consiga escapar de lobos sem ajuda. Então sugiro que não esperemos sabedoria moral ou ações retas vindas de pessoas perdidas. Nós precisamos parar de julgar e começar a sentir compaixão por elas, como Jesus o fez. (pág. 148-149)

Maturidade faz uma grande diferença, mas lembre-se ela é conquistada através da experiência, não é aprendida dentro de um vácuo de decisões duras e tentações pressionadoras. Iniciar o novo convertido num processo para ganhar maturidade é melhor antes que depois. Não se pode atrasar a jornada da maturidade porque a pessoa não a possui. (pág. 150)