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segunda-feira, agosto 11, 2014

Dave Kraft: Leaders Who Last

Terminei de ler LEADERS WHO LAST, um livro de Dave Kraft sobre a liderança na igreja. 

O livro de Kraft busca ajudar os líderes a continuarem em seu ministério de liderança na igreja e não pararem no meio do caminho.

Alguns destaques da minha leitura:

"Ter um propósito biblicamente baseado é como segurar um ímã. Isto motiva, direciona e puxa as pessoas em volta e desvia e atravessa as distrações. Se suas atividades fluem de um propósito dado por Deus e estão ancoradas num poder centrado em Cristo, você tem um mapa confiável para levar sua vida" (p.44)

"Eles devem cuidar de pelo quatro funções que estão na minha definição de trabalho de um líder: eles devem pastorear, desenvolver, equipar e encorajar aqueles que lideram. Isto leva um certo tipo de pessoa para fazer estas funções acima mencionadas. Nem todo mundo está designado a ser um líder mais do que nem todos estão para serem professores ou administradores"  (p.88)

"O líder é uma pessoa que está insatisfeita com o modo como as coisas estão. Ele tem um fardo dado por Deus, uma visão, e uma chamada para ver algo diferente. Ele quer ver alguma mudança, construir um novo futuro. Ele, então, começa comunicar o que ele pensa e para onde ele quer ir. Por causa do caráter e da qualidade de sua vida, ele está apto para levar outros a se ajuntar com ele" (p. 118)

Uma parte interessante é quando Kraft fala dos cinco tipos de pessoas que estão sob a liderança:
1. pessoas com recursos.
2. pessoas importantes
3. pessoas treináveis
4. pessoas legais
5. pessoas que drenam.

O livro é muito bom e já está publicado no Brasil pela Vida Nova com o título Líderes que permanecem.



O livro está dividido desta forma:  

Part One: Foundations
Chapter 1. The Leader's Power
Chapter 2. The Leader's Purpose
Chapter 3. The Leader's Passion
Chapter 4. The Leader's Priorities
Chapter 5. The Leader's Pacing

Part Two: Formation
Chapter 6. The Leader's Calling
Chapter 7. The Leader's Gifts
Chapter 8. The Leader's Character
Chapter 9. The Leader's Growth

Part Three: Fruitfulness
Chapter 10. The Leader's Vision
Chapter 11. The Leader's Influence
Chapter 12. The Leader's Legacy

quarta-feira, janeiro 14, 2009

ANDY STANLEY: O Líder da Próxima Geração

aNDY sTANLEY

eDITORA vIDA






1.COMPETENCIA


FAÇA MENOS, REALIZE MAIS



"Identifique as areas njas quais voce tem mais chance de somar um valor incomparável à sua organização- algo que não pode ser igualado- então alavanque suas habilidades ao maximo. É isso o que seu chefe esperava de voce quando o colocou na folha de pagamento! E o mais importante: alvancar a si mesmo gera o maior e mais satisfatório retorno das habilidades que Deus lhe deu" p. 21





2. CORAGEM -


A CORAGEM ESTABELECE A LIDERANÇA


3. CLAREZA


A INCERTEZA EXIGE CLAREZA


4. COACHING


O COACHING CAPACITA O LIDER A IR MAIS LONGE E MAIS RAPIDO.


5. CARÁTER


O CARÁTER DETERMINA O LEGADO DO LÍDER




quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Vencendo com as pessoas

Para John Maxwell, a importância de relacionamentos é a seguinte:
"as pessoas podem creditar seus sucessos e fracassos aos relacionamentos que estabelecem na vida".


Ele coloca 25 princípios baseados em 5 critérios:

  • Questão da preparação: estamos prontos para relacionamentos?
  • Princípio do Leme: quem somos determina nossa maneira de ver os outros.

  • Princípio da Dor: pessoas más magoam as outras e são facilmente suscetíveis a sair magoadas.

  • Princípio do Martelo: nunca use um martelo para mater um mosquito na cabeça dos outros.
"Se a única ferramenta que se dispõe é um martelo, a tendência é a de considerar qualquer problema um prego" (p. 63)
  • Princípio do Elevador: em nossos relacionamentos, podemos fazer com que as pessoas se sintam pra cima ou pra baixo.
Certas pessoas agregam alguma coisa à vida- e nós a adoramos.
Certas pessoas subtraem algo da vida- e nós a toleramos.
Certas pessoas multiplicam algona vida- e nós a valorizamos.
Certas pessoas criam divisões na vida- e nós a evitamos.

Sêneca- Onde quer que haja um ser humano, há uma oportunidade de ser gentil.


  • Questão das Conexões: queremos mesmo concentrar nossos esforços nas pessoas?

  • Princípio do Panorama: toda população do mundo - com apenas uma exceção-é composta pelos outros.
  • Princípio da Troca de papéis: em vez de colocar cada pessoa em seu lugar, devemos nos colocar no lugar delas.
  • Princípio do Aprendizado: cada pessoa que encontramos tem potencial para nos ensinar alguma coisa
  • Princípio do Carisma: as pessoas estão interessadas em que se interessa por elas.
"Você pode fazer mais amigos em dois meses, ao ser interessado nas outras pessoas,, do que em dois anos, ao tentar fazer com que os outros se interessem por você" Dale Carnegie (p.119)

"Quando falamos de carisma, tudo se resume ao seguinte: a pessoa sem ele se aproxima do grupo e diz: aqui estou eu. A pessoa com carisma se aproxima do mesmo grupo e diz: Aí estão vocês. E qualquer um pode aprender isso". (p. 127)
  • Princípio Número 10: acreditar no melhor que as pessoas podem oferecer geralmente faz que elas ofereçam o melhor que as pessoas podem

  • Princípio da Confrontação: antes de qualquer confronto é preciso levar em conta as motivações da outra pessoa.
"a pessoa que dá opinião antes de entender o problema é humana, mas a pessoa que julga antes de entender o problema é tola" p. 147

  • Questão da Confiança

  • Princípio do Fundamento: a confiança é a base de qualquer relacionamento.
"Se alguém pede a você que o ajude numa mentira, não ache que essa pessoa deixará de mentir para você também quando for conveniente" (p.161)
  • Princípio da Circunstância: nunca permita que uma situação se coloque acima dos relacionamentos.
  • Princípio do Bob: quando o Bob tem problemas com todo mundo, ele é o problema.
"Seja quem for que me trouxer um problema precisa trazer junto três soluções possíveis para resolvê-lo" p. 181

"Quando uma pessoa negativa tenta jogar um problema sobre você, reaja de maneira positiva. Se ela fizer um comentário qualquer sobre uma situação, tente ver o lado bom da coisa. Se for sobre outra pessoa, chame a atenção sobre algum traço positivo que você observou" (p.183)
  • Princípio da Abordagem: ser uma pessoa em paz permite que os outros vivam em paz conosco.
"A gentileza é uma língua que até mudo pode falar e até um cego pode ouvir e compreender" p. 194
  • Princípio da Trincheira: numa batalha, cave um fosso tão grande que caiba um companheiro.
"No fim lembramos não as palavras de nossos inimigos, mas o silêncio dos amigos" Martin Luther King Jr. p. 205
  • Questão do Investimento.

  • Princípio da Jardinagem: cultive relacionamentos.
  • Princípio do 101%: descubra o 1% que concordamos e coloque 100% de esforço nele.
  • Princípio da Paciência:jornada com outros é mais lenta que a sozinha.
  • Princípio da Celebração: celebre as vitórias dos outros.
  • Princípio da Excelência: trate os outros melhor que eles te tratam.
  • Questão da Sinergia.

  • Princípio Bumerangue: quando ajudamos a alguém, estamos nos ajudando.
  • Princípio da Camaradagem: igualdade para sermos mais próximos.
  • Princípio da Parceria: trabalhar junto aumenta as chances de sucesso.
  • Princípio da Satisfação: nos grandes relacionamentos, a alegria de estar junto é suficiente.

quarta-feira, outubro 03, 2007

O Pastor Contemplativo














Ao dirigir a igreja, uso linguagem descritiva e motivacional. Quero que as pessoas sejam informadas para que não haja mal-entendidos. Pretendo também que as pessoas sejam motivadas para que os objetivos venham a ser alcançados. Mas, na cura de almas tenho interesse muito maior em saber quem são as pessoas e quem elas estão se tornando em Cristo, do que naquilo que sabem ou fazem. Neste aspecto, percebo que nem a linguagem descritiva nem a motivacional é de grande ajuda.
(p.. 74)

A cura das almas é uma decisão de trabalhar no âmago das coisas, onde somos mais nos mesmos e onde nossos relacionamentos em fé e intimidade são desenvolvidos. A linguagem principal deve ser, portanto, para e com, a linguagem pessoal do amor e da oração. (p. 75)


"O resultado feliz da compreensão teológica das pessoas como pecadoras é que o pastor fica livre da surpresa constante de que elas são de fato pecadoras. Isto nos capacita a atender a admoestação de Bonhoeffer:'Um pastor não deve queixar-se da sua congregação, certamente nunca a outras pessoas, mas, também, não a Deus., A congregação não lhe foi confiada para que ele se torne seu acusador diante de Deus e dos homens". Pecador então não se torna uma arma num arsenal de condenação, mas a expectativa da graça. Ser simplesmente contra o pecado é uma base pobre para o ministério pastoral. Ver, no entanto, as pessoas como pecadoras- como rebeldes contra Deus, que não atingem o alvo, que se afastam do caminho- estabelece uma base para o ministério pastoral que pode prosseguir alegremente por estar anunciando o grande ato de Deus em Jesus Cristo " para os pecadores" (p.138)


Eugene Peterson O Pastor Contemplativo Ed. Textus

terça-feira, agosto 14, 2007

O Pastor Desnecessário

Paulo e as Escrituras
"Como o fariseu, ele as utilizava e como cristã, submete-se a elas"

Necessários e as Escrituras
"Queremos viver a partir da revelação inteira, de tal forma que, mesmo que não tenhamos citações bíblicas para circunstâncias e perguntas específicas, saibamos que continuamos a viver de acordo com o que a Bíblia ensina"

"Um pastor necessário procura controlar as Escrituras, manejando-a para defender seus próprios interesses. Um pastor desnecessário encontra lugar onde habitar dentro das Escrituras e é moldado por elas" p. 61

Necessários e o Mistério
"Mistério não é a ausência de significado, mas a presença de mais significado que conseguimos compreender"

"Os pastores necessários agem dentro do que conhecem e controlam, sendo muito hábeis em apresentar explicações e solucionar problemas. Pastores desnecessários não precisam explicar todas as coisas, mas vivem maravilhados frente ao Deus do mistério, felizes por saber que há mais coisas para vir do que podem ver ou imaginar"
p. 64


PETERSON, Eugene et DAWN, Marwa O Pastor Desnecessário Ed. Textus

terça-feira, março 06, 2007

Líder que Brilha

KORNFIELD, David O Líder que Brilha:sete relacionamentos que levam à excelência Ed. Vida 2007
Enfrentamos uma realidade que a maioria dos livros sobre liderança não leva em conta: o crescimento assustador de famílias não funcionais e de uma cultura ocidental que está em plena decadência, sem podermos perceber aonde vamos parar. Essa cultura prega e vive a doutrina do materialismo, do individualismo, do hedonismo (dedicação ao prazer) e do relativismo (tudo é relativo, não há o absoluto). A cada ano, nossos líderes evidenciam mais esses valores, bem como as raízes não funcionais procedentes de famílias problemáticas.

Enfrentamos outra realidade que os líderes de dez ou vinte anos atrás não enfrentaram: o próprio crescimento da igreja evangélica a leva a um sentido de acomodação, de satisfação com o status quo. Não encontramos a mesma resistência por parte das pessoas não crentes e, assim, caímos na mediocridade. Somos aceitos na área política, somos até procurados. E o número de crentes nominais e de vida cristã medíocre cresce de forma assustadora.

Jim Collins no seu best-seller secular, Empresas feitas para vencer, descobriu que 11 das empresas que compõem a lista da Fortune 500 (as 500 melhores empresas dos Estados Unidos) se destacaram por serem realmente excelentes. Decolaram e não pararam de crescer por quinze anos seguidos. Das 500, 489 empresas eram boas, bastante boas, mas apenas 11 eram excelentes. Collins as comparou com outras 11 empresas semelhantes, dentro das 489, e descobriu seis princípios praticados pelas empresas excelentes que não eram praticados pelas outras.

Refletir sobre o estudo de Collins e tais princípios fez uma diferença tremenda em minha vida e ministério. Dentre outras coisas, perguntei-me se há algo que distinga bons líderes e pastores dos excelentes, dos grandes líderes que brilham. Pensando nisso, Deus me levou a refletir sobre duas coisas que chamamos de grande: o Grande Mandamento e a Grande Comissão. Percebi que os relacionamentos são o coração de ambos. Seja o amor do Grande Mandamento ou o discipulado da Grande Comissão, o que faz alguém ser grande ou excelente é sua habilidade de desenvolver relacionamentos comprometidos e saudáveis.

Na cultura moderna, quase tudo é descartável, incluindo relacionamentos. Quem não gosta de sua escola, faculdade, de seu emprego, bairro, ou casamento acaba mudando. Não aprendemos a crescer com nossas dificuldades e conflitos, mas, sim, a escapar. A cada ano as pessoas parecem ter menos capacidade de se relacionarem bem. Mas isso é fundamental para sermos pessoas, famílias e igrejas saudáveis. Temos de contornar esse tsunami que derrota a todos aqueles que o enfrentam.

As maiores perdas não são externas, mas internas. Algumas igrejas até mantêm a aparência de vida através de suas muitas atividades e programas, mas não têm o poder real do Espírito, manifestado em amor e relacionamentos profundos.

A habilidade de nos relacionarmos bem não vem por meio de cursos, seminários teológicos ou livros, nem através de um livro como este, sobre relacionamentos. Vem pela própria ação de nos relacionarmos! Por isso, encorajo você a estudar este livro com um grupo de pessoas que deseja crescer na arte e na habilidade de relacionar-se bem, de maneira saudável, para que tenham uma influência significativa na vida de outros.
Trechos:
"Precisamos de um modelo de ministério de casais que incorpore os modelos existentes e vá além: um modelo baseado em pequenos grupos, liderados por um casal mentor e facilitador, experimentando transparência e um compartilhar profundo de sua vida e coração. Nesse modelo, andando juntos por um ou dois anos, o alvo é estabelecer relacionamentos suficientemente profundos em que poderão encontrar respaldo para seu casamento pelo resto de sua vida" p. 131

"Uma equipe é um grupo definido, que é comprometido, capacitado e coordenado para obter os mesmos alvos" p. 174