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sexta-feira, março 21, 2008

Principles of interpretation



The principles of biblical interpretation are not arbitrary. They are derived from the character of the Bible itself as God's Word written, and from the character of God as revealed in it. We look for the *natural* meaning because we believe that God intended his revelation to be a plain and readily intelligible communication to ordinary human beings. We look for the *original* meaning because we believe that God addressed his word to those who first heard it, and that it can be received by subsequent generations only in so far as they understand it historically. Our understanding may be fuller than that of the first hearers (e.g. of the prophecies of Christ); it cannot be substantially different. We look for the *general* meaning because we believe that God is self-consistent, and that his revelation is self-consistent also. So our three principles (of simplicity, history and harmony) arise partly from the nature of God and partly from the nature of Scripture as a plain, historical, consistent communication from God to men.

John Stott
--From "Understanding the Bible" (rev. edn. London: Scripture Union, 1984), p. 182.

quinta-feira, novembro 22, 2007

Mímesis por Erich Auerbach


Vasculhando meus cadernos universitários, achei alguns trechos copiados clássico livro de Auerbach, Mímesis sobre a realidade da literatura ocidental.

AUERBACH, Erich Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental São Paulo: Perspectiva, 1987.

“Mas um tal processo subjetivo- perspectivista, que cria um primeiro e um segundo plano, de modo que o presente se abra na direção das profundezas do passado, é totalmente estranho ao estilo homérico; ele só conhece o primeiro plano, só um presente uniformemente iluminado, uniformemente objetivo; e assim, a digressão começa só dois versos, depois, quando Euricleia já descobriu a cicatriz, quando a possibilidade de ordenação em perspectiva não mais existe, e a estória da cicatriz se torna um presente independente e pleno” pág. 5.

“A pretensão da verdade da Bíblia é não só muito mais urgente que a de Homero, mas chega a ser tirânica, exclui qualquer outra pretensão. O mundo dos relatos das Sagradas Escrituras não se contenta com a pretensão de ser uma realidade historicamente verdadeira- pretende ser o único mundo verdadeiro, destinado ao domínio exclusivo” pág. 11

“Para a literatura realista antiga, a sociedade não existe como problema histórico, mas na melhor das hipóteses, como problema moral, e, alem do mais, o moralismo se refere muito mais ao individuo que a sociedade” pág. 27

sábado, setembro 15, 2007

Wolfhart Pannenberg Fé e Realidade


É somente do Deus da Biblia que a realidade na qual vivemos foi revelada como historia, como um evento que é sempre novo e aberto ao futuro, o qual aponta na direção de possibilidades imprevisíveis que podem ser entendidas a luz do futuro derradeiro, ou do fim dos tempos. (p.23)

Wolfhart Pannenberg Fé e Realidade Ed. Fonte Editorial