domingo, dezembro 03, 2017

Isaías 9:1-7: Luz na Escuridão

ISAÍAS 9:1-7: Mas a terra que foi angustiada não será entenebrecida. Ele envileceu, nos primeiros tempos, a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galileia dos gentios. O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra de morte resplandeceu a luz. Tu multiplicaste este povo e a alegria lhe aumentaste; todos se alegrarão perante ti, como se alegram na ceifa e como exultam quando se repartem os despojos. Porque tu quebraste o jugo que pesava sobre ele, a vara que lhe feria os ombros e o cetro do seu opressor, como no dia dos midianitas. Porque toda a armadura daqueles que pelejavam com ruído e as vestes que rolavam no sangue serão queimadas, servirão de pasto ao fogo. Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do incremento deste principado e da paz, não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar em juízo e em justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto.


Uma das primeiras indicações que estamos na época do Natal são as luzes. Há luzes que são colocadas por toda a cidade. 


A ESCURIDÃO DO MUNDO.

A primeira coisa que fazemos em um ambiente é acender a luz ou não podemos ver nada. O Natal contém muitas verdades espirituais, mas uma delas nos diz que o mundo é um lugar escuro e nunca vamos conseguir enxergar nada a não ser que Jesus seja a nossa luz.

Na Bíblia, a palavra trevas se refere tanto ao mal como a ignorância. Isto significa que o mundo está repleto de mal e um sofrimento que não podemos mensurar. Olhe para o que aconteceu quando Jesus nasceu - a violência, a injustiça, o abuso de poder, a fuga da opressão, a falta de hospitalidade. Parece os dias de hoje.

O outro modo de entender as trevas, é que ninguém sabe como curar o mau e o sofrimento. Como diz o verso 2, o povo andava em trevas viu uma grande luz.  No fim do capítulo 8 de Isaías, vemos essas trevas:

Quando disserem a vocês: "Consultem médiuns e espíritas que murmuram encantamentos, pois todos procuram seus deuses e os mortos em favor dos vivos". Respondam: "À lei e aos mandamentos! " Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz! Aflitos e famintos vaguearão pela terra; quando estiverem famintos, ficarão irados e, olhando para cima, amaldiçoarão o seu rei e o seu Deus. Depois olharão para a terra e só verão aflição, trevas e temível escuridão, e serão atirados em densas trevas. Isaías 8:19-22

O povo está olhando para a terra em busca de soluções, buscando  nas coisas mundanas até mesmo demoníacas, pela sua salvação.  A mesma coisa  do reino de Acaz,  acontece hoje, se busca soluções em projetos que estão distantes da vontade de Deus.


REALISMO DO NATAL.

O natal nos mostra que a humanidade não pode salvar-se a si mesmo, não pode nem mesmo enxergar sua situação para livrar-se da maldade a não ser que a luz de Deus brilhe sobre eles.

O cristianismo não concordo com a visão otimista que um espírito de natal poderia juntar a humanidade para chegar a um futuro melhor.  A mensagem do Natal é que as coisas realmente estão em trevas, não podem se salvar e nem se curar. Contudo, há esperança.

A LUZ

A luz pode nos levar a verdadeira verdade, a verdadeira vida e para a verdadeira beleza.

Olhe os nomes desta luz que nasce:

luz que direciona.

Maravilhoso Conselheiro: em Jesus, temos a luz da verdade de Deus sobre a nossa vida, mas é uma luz que habitou entre nós que conhece a nossa estatura e nossas dores, não é uma luz fria, mas uma luz quente que sofreu e tem um conselho maravilhoso para transformar a nossa vida.

luz que nos dá vitória:

Deus Forte: esta luz é Deus, nele está a força da vida, não nas mentiras deste mundo,a força para vencer este mundo está nele, não em nossas capacidades ou nos enganos do inimigo.

luz que nos dá vida:
Pai da eternidade: esta luz é que gera dentro de nós a vida, todos estamos ligados nele.

luz que nos dá a salvação:
Príncipe da Paz: esta luz que nos leva até a paz nesta vida e na além. Mas, este rei nos trará paz através da humildade: nasceu em Galileia. como também através do sofrimento do Príncipe, no momento em que morreu, tudo se fez trevas. Ele tomou sobre si todo egoísmo e pecado humano, dando a si mesmo a cada um de nós.

Ele é um presente de Deus, um filho que nos é dado. Somente pela graça é que recebemos esta luz, nenhum de nós merecia sair das trevas, a luz nos foi dada. 






sábado, novembro 25, 2017

You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1428-1429 | Adicionado: quinta-feira, 9 de março de 2017 00:10:22

Not everything that calls itself “worship” today will have this counterformative power, since so many of our worship services are little more than Jesufied versions of secular liturgies.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1453-1454 | Adicionado: quinta-feira, 9 de março de 2017 00:41:59

In a formational paradigm, repetition isn’t insincere, because you’re not showing, you’re submitting.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu marcador ou posição 1456 | Adicionado: quinta-feira, 9 de março de 2017 00:44:23


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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1471-1472 | Adicionado: quinta-feira, 9 de março de 2017 01:12:47

Worship is the heart of discipleship if and only if worship is a repertoire of Spirit-endued practices that grab hold of your gut, recalibrate your kardia, and capture your imagination.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1528-1529 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 09:56:07

The biblical vision of creation’s shalom is “heavenly,” but it envisions a heavenly order that becomes a reality on earth (Rev. 21:1–2).
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1533-1535 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 09:56:46

humanity is created with a natural desire for the supernatural, and the supernatural operations of grace enable us to realize the natural ends for which we were created.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1563-1565 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 10:18:22

The goal of Christian worship is a renewal of the mandate in creation: to be (re)made in God’s image and then sent as his image bearers to and for the world.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1655-1657 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 22:28:43

The best art, Aristotle says, makes plausible what might otherwise seem impossible. It is a matter of mimetic persuasion: convincing us that this could be.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1705-1707 | Adicionado: sexta-feira, 10 de março de 2017 23:27:35

So the Call to Worship is a weekly reenactment of the primacy and sovereignty of the Creator in our lives: just as we are called into being by the God who creates, so we are called into new life by that same God, who redeems us in Christ by the power of his Spirit.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1726-1728 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:27:35

We listen as we hear God’s Word proclaimed, another opportunity for us to make the biblical story our story, to see ourselves as characters in the drama of redemption.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1733-1735 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:28:19

The Lord’s Table is a leveling reality in a world of increasing inequalities, an enacted vision of “a feast of rich food for all peoples, a banquet of aged wine” (Isa. 25:6).
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1721-1723 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:29:51

now enter into the listening chapter of worship. This includes hearing the announcement of his law or will for our lives, which is not a burdensome yoke we try to “keep” in order to earn our salvation—we’ve already been reminded that we are forgiven in (and only because of) Christ.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1729-1731 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:30:03

This culminates in our communing with God and with one another. We are invited to sit down for supper with the Creator of the universe, to dine with the King. But we are all invited to do so, which means we need to be reconciled to one another as well. Our communion with Christ spills over into communion as his body.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1741-1747 | Adicionado: sábado, 11 de março de 2017 00:30:29

The sending at the end of the worship service is a replay of the original commissioning of humanity as God’s image bearers because in Christ—and in the practices of Christian worship—we can finally be the humans we were made to be. So we are sent out to inhabit the sanctuary of God’s creation as living, breathing “images” of God. We bear his image by carrying out our mission to cultivate creation and invite others to find their humanity in this Story. Thus worship concludes with a benediction that is both a blessing and a charge to go, but to go in and with the presence of the Son, who will never leave us or forsake us—to go in peace to love and serve the Lord.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu marcador ou posição 1853 | Adicionado: domingo, 12 de março de 2017 01:26:19


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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1972-1973 | Adicionado: segunda-feira, 13 de março de 2017 00:36:46

That incarnational impulse to provoke our responses is continued in his body in the tangible ways he nurses and nourishes our faith, giving us bread, wine, and water along the way.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 1987-1988 | Adicionado: segunda-feira, 13 de março de 2017 00:41:45

life. Recognizing worship as the heart of discipleship doesn’t mean sequestering discipleship to Sunday; it means expanding worship to become a way of life.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2048-2052 | Adicionado: segunda-feira, 13 de março de 2017 01:35:06

“A marriage which does not constantly crucify its own selfishness and self-sufficiency, which does not ‘die to itself’ that it may point beyond itself, is not a Christian marriage. The real sin of marriage today is not adultery or lack of ‘adjustment’ or ‘mental cruelty.’ It is the idolization of the family itself, the refusal to understand marriage as directed toward the Kingdom of God.”11
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2106-2107 | Adicionado: sábado, 18 de março de 2017 02:14:54

The wedding industry generates an estimated 49 to 51 billion dollars annually.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu marcador ou posição 2178 | Adicionado: sábado, 18 de março de 2017 02:26:20


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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2256-2257 | Adicionado: domingo, 19 de março de 2017 00:23:12

What Story is carried in those rhythms? What vision of the good life is carried in those practices? What sorts of people are made by immersion in these cultural liturgies?
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2654-2655 | Adicionado: quarta-feira, 22 de março de 2017 20:25:52

This is the conviction behind the Valparaiso Project’s teen curriculum, Way to Live.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2670-2671 | Adicionado: quarta-feira, 22 de março de 2017 20:36:09

Formative youth ministry will be ministry by youth rather than just ministry to youth.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 2995-2996 | Adicionado: quarta-feira, 22 de março de 2017 22:18:32

We can summarize this (com)mission in three verbs: image, unfold, and occupy. These are “do” words, action terms. Let me unpack each of
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 3032-3034 | Adicionado: quarta-feira, 22 de março de 2017 22:21:34

The body of Christ should be a testimony to the kingdom that is coming, bearing witness to how the world will be otherwise. Our work and our practices should be foretastes of that coming new city and thus should include protest and critique. Our engagement with God’s world is not about running the show or winning a culture war.
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 3144-3145 | Adicionado: quinta-feira, 23 de março de 2017 00:59:13

And Christian worship, I suggest, is a design studio. The church’s mission is to send out innovators and designers whose actions aim “at changing existing situations into preferred ones.”
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu destaque ou posição 3144-3148 | Adicionado: quinta-feira, 23 de março de 2017 00:59:32

And Christian worship, I suggest, is a design studio. The church’s mission is to send out innovators and designers whose actions aim “at changing existing situations into preferred ones.” But innovators and restorers and makers and designers also need the church to be an imagination station, a space for rehabituating our imagination to the “true story of the whole world.” Our imaginations need to be restored, recalibrated, and realigned by an affective immersion in the story of God in Christ
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You Are What You Love: The Spiritual Power of Habit (James K. A. Smith)
- Seu marcador ou posição 3229 | Adicionado: quinta-feira, 23 de março de 2017 01:05:25
Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 930-932 | Adicionado: quarta-feira, 29 de março de 2017 01:40:23

Indeed, you know you are encountering a situation of injustice when a few people in a system enjoy authority without vulnerability at the price of most people in that system suffering vulnerability without authority.
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu marcador ou posição 935 | Adicionado: quarta-feira, 29 de março de 2017 01:41:10


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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 965-967 | Adicionado: quinta-feira, 30 de março de 2017 00:45:57

In the long run, unless you are delivered by a miracle of grace, you will find that the very thing that promised authority without vulnerability has betrayed you, handing you over to the depths of suffering—vulnerability without authority.
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 1039-1041 | Adicionado: quinta-feira, 30 de março de 2017 00:58:32

But the goal of a police force can be neither conquest nor control. The goal of police power is flourishing—actually increasing the capacity for meaningful action in a community. In a community with effective policing, more people have more authority. Military authority is zero-sum; police authority, properly used, increases the total authority in a community.
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 1073-1076 | Adicionado: sexta-feira, 31 de março de 2017 00:12:22

The first things any idol takes from its worshipers are their relationships. Idols know and care nothing for the exchange of authority and vulnerability that happens in the context of love—and the demonic powers that lurk behind them, and lure us to them, despise love. So the best early warning sign that you are drifting toward Exploiting—seeking authority without vulnerability in your work, in your entertainment, in alcohol or coffee or
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 1084-1084 | Adicionado: sexta-feira, 31 de março de 2017 00:13:55

The idol that begins by promising authority without vulnerability inexorably ends up delivering vulnerability without authority.
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 1340-1342 | Adicionado: terça-feira, 4 de abril de 2017 17:40:28

Indeed, public recognition of our authority and praise for our faithfulness can actually be fuel for the fire of burnout, compounding our sense of isolation in our loneliness and need.
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu marcador ou posição 1335 | Adicionado: terça-feira, 4 de abril de 2017 17:41:31


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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu marcador ou posição 1083 | Adicionado: terça-feira, 4 de abril de 2017 17:41:58


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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu marcador ou posição 1312 | Adicionado: terça-feira, 4 de abril de 2017 17:47:11


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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 1337-1342 | Adicionado: quarta-feira, 5 de abril de 2017 00:13:02

No one who has stepped into the story of this broken world is exempt—burnout is a risk for anyone who cares for others’ flourishing. It emerges from our deepest callings and giftedness, but it feeds on our deepest brokenness. When people praise our commitment to a needy child, a chronically ill spouse or an underserved community, but we have no one who knows the depths of our fatigue, disappointment or despair, the gap between authority and vulnerability can become overwhelming. Indeed, public recognition of our authority and praise for our faithfulness can actually be fuel for the fire of burnout, compounding our sense of isolation in our loneliness and need.
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 1475-1477 | Adicionado: quarta-feira, 5 de abril de 2017 01:02:20

There is something deep in the human heart that knows that the last enemy to be conquered is death. Death is the last enemy not just because it takes life but because the fear of death prevents real life. The fear of loss has robbed our world of more life and more flourishing than any actual loss we could ever suffer.
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu marcador ou posição 1511 | Adicionado: quarta-feira, 5 de abril de 2017 01:07:05


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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu destaque ou posição 1725-1728 | Adicionado: quinta-feira, 6 de abril de 2017 10:07:38

But what unlocks that authority is the willingness to expose ourselves to meaningful loss—to become vulnerable, woundable in the world. For this, too, is what it means to bear the divine image—if the One through whom all things were made spoke into being a world where he himself could be betrayed, wounded and killed. What we are missing, to become like him, is not ultimately more authority—it is more vulnerability.
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Strong and Weak: Embracing a Life of Love, Risk and True Flourishing (Andy Crouch)
- Seu marcador ou posição 1868 | Adicionado: quinta-feira, 6 de abril de 2017 10:17:01

quinta-feira, março 02, 2017

DISCIPULADO DESCOMPROMETIDO (JZ 1:1-2:5)



DISCIPULADO DESCOMPROMETIDO (JZ 1:1-2:5)
JOSUÉ E  A CONQUISTA DA TERRA
Js 1 – a Promessa
Js 23 – Condições dadas por Deus.
JUÍZES E A CONQUISTA DA TERRA
Judá -  Jz 1:8, 11, 17,18  (o erro Jz 1:3)
Família de Calebe – exemplo de como deveria ser
Nem tudo deu certo – Jz 1:21-36
DEUS FALA
Jz 2:1 – Gilgal (remover) – Js 5
Falha em expulsar os ídolos Jz 2:2,3
Não conseguiram ou não quiseram? (Jz 1:19 x Jz 2:2)
Sem o evangelho, viveremos em complacência ao pecado ou esmagados pelo medo.

quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Gálatas 4:Graça para estéril

Graça

Paulo ensinou aos cristãos de Gálatas (ex-pagãos) que eles eram filhos de Abraão no momento em que eles acreditaram em Cristo (3:7,4:7). Os falsos mestres, por outro lado, ensinavam que eles tinham que se submeter a toda lei mosaica, incluindo a circuncisão, para serem filhos de Abraão. Agora, ele usa a ilustração dos dois filhos de Abraão, Ismael e Isaque, para apontar que o ensino básico do evangelho não apenas faz de qualquer um filho de Deus, mas também o mais religioso e moral é capaz de deixar a família de Deus. O evangelho reverte os valores do mundo.

 Esta passagem levanta questões sobre como devemos interpretar a Bíblia. Normalmente, o melhor modo de ler a Bíblia é procurar discernir o intento original do autor. Já que acreditamos que Deus inspirou os autores originais, esta é a forma mais segura de interpretar um texto. Paulo, aqui, contudo, diz que no verso 24, que vai tomar o texto figurativamente, como alegoria. Ele lê a passagem de Gênesis sobre Sara e Agar como um símbolo de duas aproximações a Deus - fé e obras. Isto significa que podemos ignorar as preocupações originais do autor?

A resposta é sim, Paulo está usando floreio retórico quando usa a expulsão da mulher escrava por Sara (Gn21:10 - Gl 4:30) para advertir as pessoas a se livrarem dos mestres que negavam o evangelho da graça. - Sara não estava nos dizendo para amar o evangelho- ela estava com inveja-. Mas, a interpretação de Paulo da passagem de Sara e Agar não é fantasiosa. É um fato simples para Abraão ter um filho através de Agar não era preciso fé. Era algo capaz da perfomance humana, mas para Abraão ter um filho com Sara teve que haver uma fé enorme em Deus para que acontecesse o milagre. Então, nestas duas mulheres, Abraão se deparou com duas formas de viver pela fé e confiar em nossas próprias forças. Paulo reconhece isto enquanto  lê a história.


Gl 4:21
Digam-me vocês, os que querem estar debaixo da lei: Acaso vocês não ouvem a lei?

O que significa querer estar debaixo da lei ?- 4:4-5 e 5:16-20

 Aqui olhamos para frente - capítulo 5 - e  para trás - capítulo 4 - para ter uma boa ideia do conceito básico que Paulo está procurando ilustrar com esta história de Agar e Sara em 4:21-31.


Estar debaixo da lei não pode significar obedecer a lei. Isto significa que um cristão, que é livre da lei não teria que obedecer a lei. Mas, este não é caso. Gl 5:16-20 é um exemplo claro. Paulo lista todas as ações que são proibidas para um cristão.  Todas estas coisas a lei de Deus proíbe. Paulo em todo lugar de suas cartas assume que cristãos devem dizer a verdade, amar uns aos outros, viver puramente e assim por diante. Mas, numa reviravolta chocante, Paulo realmente atribui as atitudes desobedientes a estar debaixo da lei! Veja em 5:16, Paulo contrasta ser guiado pelo Espírito contra dos desejos pecaminosos da natureza pecadora, mas em 5:18, ele contrasta guiado pelo Espírito e estar debaixo da lei. Essencialmente, ele vê estar debaixo da lei e estar preso a natureza pecaminosa como coisas bem semelhantes. Então, sua lista de coisas proibidas vem de estar debaixo da lei. É marcante o modo como paulo não encoraja a desobediência da lei.

Se estar debaixo da lei não significa obedecer a lei, o que é? Significa confiar na lei pra se aceito por Deus.

A mensagem destes versos é atual e relevante para as pessoas religiosas. De acordo com o verso 21,  ela é endereçada para aqueles que desejam estar debaixo da lei.  Há muitos hoje. Eles não os judaizantes de quem Paulo fala, mas pessoas cuja religião é legalista, que imaginam que o caminho para Deus é pela observância de certas regras. Eles supõem que seu relacionamento com Deus depende da adesão a estas regras. Eles estão presos a elas.

Pòdemos ver isto claramente no 4:4-5, onde Paulo diz que Cristo redimiu aqueles que estão debaixo da lei dando a eles plenos direitos de filhos. Sem Cristo, confiávamos na lei para ganhar aceitação para entrar na familia de Deus. Mas, Cristo vem debaixo da lei, que significa que Ele obedeceu ela de maneira completa por nós, então agora nossa filiação não está baseada em nosso comportamento, mas no de Cristo.  Cristãos tem todos os direitos de filhos agora. Não temos que esperar até o fim de nossas vidas para receber isto, esperando que vivemos bem o suficiente para merecer.

Existem 4 tipos de pessoas no mundo:

1 - Obedecer a lei  -  Confiar na Lei

 Estas pessoas estão debaixo da lei, normalmente são presunçosas, auto-justificadora e farisaica. Externamente, elas estão bem certas que estão de acordo com Deus, mas no fundo, elas tem um monte de insegurança, já que não podem verdadeiramente estar certas que estão vivendo de acordo com os padrões.  Isto as torna sensíveis às críticas e devastadas quando suas orações não são respondidas.


2. Desobedecem a lei e confiam na lei.

Estas pessoas tem uma consciência religiosa de justiça pelas obras, mas não estão vivendo de maneira consistente com isto. Como resultado, elas são mais humildes e mais tolerantes dos outros que os fariseus acima, mas eles carregam mais culpa, sujeitas a variações de humor e, por vezes, muito receosas de assuntos religiosos. 


3. Desobecem a lei. Não confiam na lei.

Estas pessoas jogaram fora o conceito da lei de Deus. Elas são intelectualmente seculares ou relativistas ou vagas espiritualmente. Elas escolhem viver de acordo com seus próprios padrões morais e insistem em satisfazê-los. Mas, Paulo em Romanos 1 diz que num nível sub-consciente, elas sabem que há um Deus que deveriam obedecer. São mais tolerantes e felizes que os grupos acima, mas tem um senso forte de auto-justiça liberal. Elas estão  conquistando a própria salvação se sentindo superior aos outros. 

4. Obedecem a lei, mas não confiam na lei.

Estes são os cristãos que entederam o evangelho e estão vivendo da liberdade disto. Eles obedecem a lei de Deus fora alegria graciosa que vem do conhecimento de sua filiação e vem da liberdade do medo e do egoísmo que os falsos ídolos geram. Eles são mais tolerantes que o grupo 3, mais simpáticos que o 2 e mais confiantes que o 1.  



2. Por que você acha que Paulo pode dizer que aqueles sob a lei realmente não escutam o que a lei diz?

No verso 21,  Paulo diz que que os querem estar debaixo da lei, não estão cientes daquilo que a lei realmente diz. Este é um argumento ad hominem, mostrando uma posição que é insustentável em suas próprias bases.  Paulo está dizendo que a lei que você propões a seguir está contradizem você. Paulo pode estar usando a palavra lei para simplesmente se referir ao registro do Antigo Testamento sobre a vontade de Deus. Agora, ele está indo para a história de Agar e Sara que é também usada pelos falsos mestres que disseram aos gálatas que não eram filhos de Abraão até que obedecessem a toda a lei mosaica.

Paulo está  virando o jogo e mostrando que Abraão teve dois filhos, e então, há duas formas de nos relacioarmos com Abraão, uma correta e uma errada. Este é um argumento brilhante. 

Lendo a história de Gn  16:1-4; 18:10-14; 21:1-10. Quais as diferenças nos nascimentos dos dois filhos?

Abraão teve dois filhos, Ismael e Isaque, por duas mulheres diferentes, Agar, a escrava de Sara, deu a luz a Ismael , enquanto  Sara, esposa de Abraão, deu a luz a Isaque. 

Ismael representa o esforço humano para conquistar a promessa, enquanto que Isaque representa o milagre concreto da promessa. 


Paulo diz claramente que Ismael e Agar representa o pacto da lei do Sinai e a cidade terrena de Jerusalém, que é consistida  por pessoas que não aceitaram a Cristo, e que então estão na escravidão. Isto se refere ao debaixo da lei já que a frase abre a passagem. Paulo tem se referido as obra de justiça e a salvação pela lei nos capítulos 3 e 4 como escravidão.

Aqui se trata de uma alegoria, principalmente por conta das escolhas de Abraão. Ele poderia ter esperado por Deus, mas ele escolheu confiar em sua própria habilidade e trabalho para ter um filho. Sara ficou com inveja de Agar e isto trouxe divisão na família.

O evangelho é que não tentamos alcançar uma justiça que nossas habilidades possam desenvolver. Em vez disso, devemos receber uma justiça providenciada através de atos sobrenaturais de Deus na história, na encarnação, expiação e ressurreição de Cristo. Abraão não confiou na graça de Deus através de sua ação sobrenatural na história, mas sim em sua própria capacidade. Quando deixamos de descansar em Deus, mas buscamos ser nosso próprio salvador, o resultado é estrago e desintegração - espiritual, psicológica e relacional. Assim, vemos por que Paulo escolheu os dois filhos como uma boa ilustração das duas maneiras de se aproximar de Deus.


Que confia na lei é descendente de Agar e não de Sara!

Por que Paulo fez isso? Ele está fazendo o ponto que aqueles que estão sob a lei, que confiam na lei, estão tanto em escravidão espiritual quanto Hagar estava na escravidão literal. Em v.24-25, Paulo está unindo o pacto de lei do Sinai, a atual Jerusalém, Agar e todos os que fazem da lei o meio de justificação com Deus e o principal princípio da vida. O tempo todo, Paulo tem dito que são aqueles "sob a lei" que são escravizados. Em 4: 7-9, ele diz que as pessoas que procuram justificar-se através da lei são tão escravizados como os pagãos são para os seus deuses. Legalismo significa que você nunca está seguro de si mesmo; Você é sempre perseguido por um sentimento de culpa e inadequação, ou então por uma necessidade de se sentir superior.

Mas, embora tenha dito isso o tempo todo, ele agora brilhante e dramaticamente fez seu ponto de novo. Embora os falsos mestres orgulhosamente se considerem relacionados a Abraão por Sara e Isaque, Paulo diz que eles são espiritualmente descendentes da escrava, do gentio, do pária. Seu coração e sua aproximação a Deus é como Abraão