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terça-feira, agosto 24, 2010

Kevin DeYoung Ted Kluck – Amamos a igreja

Outro livro que estou lendo nesta temporada de eclesiologia é o POR QUE AMAMOS A IGREJA publicado pela Mundo Cristão.

 

Gostei do livro pela franqueza que já estou vendo logo de cara, conheci DeYoung através da resenha do livro de Jim Belcher…então, continuo puxando os fios quem sabe eu teço algum conhecimento someday.

 

Eles tem um site oficial do livro http://www.welovethechurch.com/

sábado, maio 12, 2007

Chega de Genérico


No ato de crer na criação, aceitamos o que Deus faz, nos inserimos nele e nos sujeitamos ao que ele realizou a continuar a realizar. Não somos expectadores da criação, mas participantes dela. p. 69



Quando nada do que podemos fazer resolve e quando nos vermos perdidos e de mãos vazias, estamos prontos para deixar Deus criar.
p. 81

O grande amor de Deus por nós e seus propósitos para conosco são concretizados nas bagunças das cozinha e do quintal, nas tempestades e nos pecados, no céu azul, no trabalho diário e nos sonhos de nossa vida comum. Deus trabalha conosco do jeito que somos, e não como devemos ser ou imaginamos que devemos ser. Deus lida conosco no lugar onde estamos, e não onde gostaríamos de estar.
p. 93
.
A Trindade não é uma tentativa de explicar ou definir Deus por meio de abstrações (ainda que, em parte, seja isso também), mas um testemunho de que Deus se revela pessoal, em relacionamentos pessoais. A conseqüência prática desse fato é que Deus nos resgatou das especulações dos metafísicos e nos trouxe ousadamente para uma comunidade de homens, mulheres e crianças chamados a ter essa vida comum de amor, uma vida extremamente pessoal, na qual experimentam a si mesmos em termos pessoais de amor, perdão, esperança e desejo.
Descobrimos, sob a imagem da Trindade, que não conhecemos Deus ao defini-lo, mas ao sermos amados por ele e ao correspondermos a esse amor. As conseqüências são pessoalmente reveladoras: outra pessoa não vem a me conhecer, nem eu a outrem, pela definição, explicação, categorização ou "psicologização", mas de modo relacional, ao aceitar e amar, dar e receber. Os aspectos pessoais e interpessoais oferecem as imagens centrais (Pai, Filho, Espírito Santo) tanto para conhecermos Deus quanto para sermos conhecidos por ele. Isso é viver, e não pensar sobre viver; é viver com alguém, e não desempenhar funções para alguém. p. 16

PETERSON, Eugene H. A Maldição do Cristo Genérico Editora Mundo Cristão