quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Diversity over Uniformity


trecho do artigo Postmodern Opportunities
autor Neil Cole
fonte: http://www.cmaresources.org/articles/postmodern_opp.asp

The day of wearing uniforms in church is over, and I’m not picking on the Salvation Army here. There once was a day that you could go to church and see everybody wearing clothing of the same color and style as they lead worship in a service. Not only anymore, today not only will the clothes be of a different color, but probably the skin.

Postmodernism is born in the urban setting and the cities are people magnets. The cities are growing in population but also in diversity. There are about 120 languages represented in the school system where my wife works.

Born in a world that gets smaller every day due to technology, trade and people migration, postmodernism has a high value of diversity. The modern mindset valued tolerance, but tolerance is not enough for the postmodern who needs diversity.

A meeting that is all Caucasian or all African American is suspect and not inviting to a postmodern person. Diversity is more than tolerance of others, it is embracing the differences, it is valuing the beauties that are so different.

The kingdom of God is probably the best place to see the diversity of God’s creation. Unfortunately, many have said that Sunday morning is the most segregated time in the U. S. I often find my eyes tearing when I read of Revelations description of the kingdom being made up of people from every tribe, nation and tongue (Rev. 7:9-10).

I am a part of a beautiful church. In this one little church you will meet people who are Mexican, Romanian, African American, Caucasian, Samoan, Chilean, Palestinian, Egyptian, Native American, and Filipino. We have poor unemployed people, college students (usually these first two mentioned are the same), wealthy business owners, homeless people, and hard working middle-class people struggling from pay check to pay check. We have a couple people in their late sixties and some toddlers wobbling from lap to lap hoping for a second cookie from a friendly church member. We have two wheel chairs present each night. This church has sent missionaries to relocate overseas to start similar churches in France, Spain, North Africa, Cyrpus and Japan.

This is probably not impressive for many large urban churches, but this is a church of between 20 and 25 people meeting in a living room!

Such a church is very attractive to someone who wants intimate relationships with real people in an experiential context and is looking for expressions of diversity. This is what I believe the church of the future will look like.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Vencendo com as pessoas

Para John Maxwell, a importância de relacionamentos é a seguinte:
"as pessoas podem creditar seus sucessos e fracassos aos relacionamentos que estabelecem na vida".


Ele coloca 25 princípios baseados em 5 critérios:

  • Questão da preparação: estamos prontos para relacionamentos?
  • Princípio do Leme: quem somos determina nossa maneira de ver os outros.

  • Princípio da Dor: pessoas más magoam as outras e são facilmente suscetíveis a sair magoadas.

  • Princípio do Martelo: nunca use um martelo para mater um mosquito na cabeça dos outros.
"Se a única ferramenta que se dispõe é um martelo, a tendência é a de considerar qualquer problema um prego" (p. 63)
  • Princípio do Elevador: em nossos relacionamentos, podemos fazer com que as pessoas se sintam pra cima ou pra baixo.
Certas pessoas agregam alguma coisa à vida- e nós a adoramos.
Certas pessoas subtraem algo da vida- e nós a toleramos.
Certas pessoas multiplicam algona vida- e nós a valorizamos.
Certas pessoas criam divisões na vida- e nós a evitamos.

Sêneca- Onde quer que haja um ser humano, há uma oportunidade de ser gentil.


  • Questão das Conexões: queremos mesmo concentrar nossos esforços nas pessoas?

  • Princípio do Panorama: toda população do mundo - com apenas uma exceção-é composta pelos outros.
  • Princípio da Troca de papéis: em vez de colocar cada pessoa em seu lugar, devemos nos colocar no lugar delas.
  • Princípio do Aprendizado: cada pessoa que encontramos tem potencial para nos ensinar alguma coisa
  • Princípio do Carisma: as pessoas estão interessadas em que se interessa por elas.
"Você pode fazer mais amigos em dois meses, ao ser interessado nas outras pessoas,, do que em dois anos, ao tentar fazer com que os outros se interessem por você" Dale Carnegie (p.119)

"Quando falamos de carisma, tudo se resume ao seguinte: a pessoa sem ele se aproxima do grupo e diz: aqui estou eu. A pessoa com carisma se aproxima do mesmo grupo e diz: Aí estão vocês. E qualquer um pode aprender isso". (p. 127)
  • Princípio Número 10: acreditar no melhor que as pessoas podem oferecer geralmente faz que elas ofereçam o melhor que as pessoas podem

  • Princípio da Confrontação: antes de qualquer confronto é preciso levar em conta as motivações da outra pessoa.
"a pessoa que dá opinião antes de entender o problema é humana, mas a pessoa que julga antes de entender o problema é tola" p. 147

  • Questão da Confiança

  • Princípio do Fundamento: a confiança é a base de qualquer relacionamento.
"Se alguém pede a você que o ajude numa mentira, não ache que essa pessoa deixará de mentir para você também quando for conveniente" (p.161)
  • Princípio da Circunstância: nunca permita que uma situação se coloque acima dos relacionamentos.
  • Princípio do Bob: quando o Bob tem problemas com todo mundo, ele é o problema.
"Seja quem for que me trouxer um problema precisa trazer junto três soluções possíveis para resolvê-lo" p. 181

"Quando uma pessoa negativa tenta jogar um problema sobre você, reaja de maneira positiva. Se ela fizer um comentário qualquer sobre uma situação, tente ver o lado bom da coisa. Se for sobre outra pessoa, chame a atenção sobre algum traço positivo que você observou" (p.183)
  • Princípio da Abordagem: ser uma pessoa em paz permite que os outros vivam em paz conosco.
"A gentileza é uma língua que até mudo pode falar e até um cego pode ouvir e compreender" p. 194
  • Princípio da Trincheira: numa batalha, cave um fosso tão grande que caiba um companheiro.
"No fim lembramos não as palavras de nossos inimigos, mas o silêncio dos amigos" Martin Luther King Jr. p. 205
  • Questão do Investimento.

  • Princípio da Jardinagem: cultive relacionamentos.
  • Princípio do 101%: descubra o 1% que concordamos e coloque 100% de esforço nele.
  • Princípio da Paciência:jornada com outros é mais lenta que a sozinha.
  • Princípio da Celebração: celebre as vitórias dos outros.
  • Princípio da Excelência: trate os outros melhor que eles te tratam.
  • Questão da Sinergia.

  • Princípio Bumerangue: quando ajudamos a alguém, estamos nos ajudando.
  • Princípio da Camaradagem: igualdade para sermos mais próximos.
  • Princípio da Parceria: trabalhar junto aumenta as chances de sucesso.
  • Princípio da Satisfação: nos grandes relacionamentos, a alegria de estar junto é suficiente.

Emerging vs. Emergent

Perdão.

Perdão não é uma mera descarga da raiva ressentida da vítima e não é um atenuamento do remorso da angústia perpetuado, algo que não demanda nenhuma mudança do perpetuador e nem um endireitamento dos erros. Pelo contrário: todo ato de perdão entrona a justiça; isso leva a sério a violação para qual o perdão deve ser dado. Mais do que isso, perdão dá um deslumbramento em que consiste propriamente o entendimento do que é justo, e como ele pode frutificar.


Miroslav Volf in Exclusion and Embrace: A Theological Exploration of Identity, Otherness, and Reconciliation

fonte: http://www.radicalcongruency.com/

terça-feira, fevereiro 19, 2008

7 Obstacles to Engaging in Mission, Deb Hirsch

7 Obstacles to Engaging in Mission:

1. Distorted view of Jesus.

I fear that a lot of Christians are not seeing Him clearly. We see Him in our own image. We try to tame Him or domesticate Him. We try to keep Him behind the stain-glass walls. The Jesus of the Gospels was quite unruly. He didn't care much for social graces; often impolite or outright rude. He always seemed to be hanging out with the wrong people at the wrong time in the wrong places. We have made Him meek and mild, polite, never offensive, and always at the right place, in the right time, with the right people.

We have cleaned these images up because they offend us. But when we follow a sanitized, cleaned up Jesus, then we become like that: tame and sanitized.

2. Distorted views of self

The foundational identity that we need to live out is that we are disciples. Churches are full of Christians, but there are not a lot of disciples. Christians believe, but disciples follow. A sacrificial motif. No sacrifice, no disciple. If we see our self with this identity, we will walk out our purpose: "to go out and be missionaries in the world."

3. Distorted views of others

I started in ministry with a "worm" theology. We are all bad people. We end up focusing on people's negative behavior.

We need a paradigm shift. The primary truth is that people are created in the image of God. Look at other people I encounter and recognize that this person, no matter who it is, in some way reflects my God.

4. Distorted views of love

We are totally saturated in romantic notions of love. But Christians are called to a sacrificial love.

C.S. Lewis says that self-giving love is the most fundamental of all loves. "For in self-giving, if anywhere, we touch a rhythm not only of all creation but of all being. For the Eternal Word also gives Himself in sacrifice."

Romantic notions of love do not cut it in the mission field. It's "fun" to get out there and have a romantic notion of the being out there. But real love is what is needed to sustain mission. "To know love one must know pain."

5. Distorted views of the world

Where you stand determines what you see. Too many of us keep ourselves cocooned in our safe lives and houses. How can we respond to the needs of the world if we are not out looking for them. To understand the pain of a city, you have to go to where the pain is. We have to move out beyond where we are to see the pain.

We bought a house with five people in a red-light district. Every time I walked out of my house I could see a prostitute on one corner or another. We have to place our self where we can see the needs and the pain or we become lazy.

6. Distorted views about money, consumption, and status

"No one can serve two masters…"

Martin Luther said three conversions were necessary--heart, mind, and wallet. Money has the capacity to ensnare us like nothing else does. For western Christians money is our greatest blindspot.

We have also been seduced by consumerism-- the alternative religion of our day. Sociologists say consumerism has become the "new religion." This is the greatest competitor to Christianity, yet we don't see it because we live amongst it. We have to repent of the idolatry.

7. Distorted views of the family

We have become captive to the construct of the nuclear family (mom and dad and 2.2 kids) as the ideal family structure. We have set this up as an idol. We have ministries based upon this as the ideal.

This is not a biblical notion of family. In fact, nothing like it. This notion of family has only been known for the last 40-50 years with industrialization. Prior to that, people lived much more in a village-type family structure.

The biblical notion of family is very inclusive-- households-- many, many uncles, brothers, sisters, parents. The kingdom is a big inclusive family.

(Note: These are only my notes and do not convey the impact of her total message. But I thought the bits and pieces of wisdom were powerful enough to pass along.)

domingo, fevereiro 17, 2008

sábado, fevereiro 16, 2008

Richard Foster

Como as disciplinas espirituais podem desempenhar um papel na vida da igreja.

Veja o video...apenas anglofonos.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Autumn in New York - Billie Holiday



Autumn in new york
Why does it seem so inviting
Autumn in new york
It spells the thrill of first-nighting

Glittering crowds and shimmering clouds
In canyons of steel
Theyre making me feel - Im home

Its autumn in new york
That brings the promise of new love
Autumn in new york
Is often mingled with pain

Dreamers with empty hands
They sigh for exotic lands

Its autumn in new york
Its good to live it again

Autumn in new york
The gleaming rooftops at sundown
Oh, autumn in new york
It lifts you up when you run down

Yes, jaded rou‚s and gay divorc‚es
Who lunch at the ritz
Will tell you that its divine

This autumn in new york
Transforms the slums into mayfair
Oh, autumn in new york
Youll need no castles in spain

Yes, lovers that bless the dark
On the benches in central park
Greet autumn in new york
Its good to live it again


Autumn in new york
That brings the promise of new love
Autumn in new york
Is often mingled with pain

Dreamers with empty hands
They sigh for exotic lands

Its autumn in new york
Its good to live it again

A Grande Omissão

Contrastando com isso, a suposição dominante entre os cristãos professores de hoje é de que podemos ser "cristãos" para sempre sem jamais nos tornarmos discípulos — nem mesmo no céu, pois, afinal, que necessidade teremos de ser discípulos no porvir? Onde quer que estejamos, podemos ver que esse é o ensinamento corrente. E essa é (com suas várias conseqüências) a Grande Omissão da "Grande Comissão", em que a Grande Disparidade se encontra firmemente arraigada. Enquanto a Grande Omissão continuar a ser permitida ou nutrida, a Grande Disparidade florescerá — tanto na vida de indivíduos quanto em grupos e movimentos cristãos. Logo, se cortarmos a raiz da Grande Omissão, a Grande Disparidade murchará, como foi o caso tantas vezes no passado. Não é preciso lutar contra ela. Basta parar de alimentá-la. (p.11)

As expectativas de Jesus a nosso respeito não são complicadas nem confusas. Em alguns casos, exigirão mudanças naquilo que estamos fazendo. Mas a Grande Comissão — o plano de Jesus para a formação espiritual, o crescimento da Igreja e o serviço ao mundo — é bastante óbvia. Então, mãos à obra! Ele proverá todo o preparo e apoio necessários. Não se esqueça: "Quando tudo falhar, siga as instruções". (p.14)

Parte 1: Aprendizes de Jesus

1. Discipulado: Exclusividade dos supercristãos?

Dallas Willard arremata o capítulo citando Helmut Thielicke que diz: "os cristãos não se encontramsb a ditadura do "você deve", mas dentro docampo magnético da liberdade cristã, sob a capacitação do "você pode". (p.24)

2. Por que se preocupar com o discipulado?

3. Quem é seu mestre?

Em meio a tantas informações, devemos buscar a fonte de nossas informações mais comuns e vitais em Jesus Cristo.

"Junto de Jesus, a disposição de fazer o mal que habita os membros de nosso corpo é, por meio de uma longa prática, removida de forma gradativa e crescente. Nossa "carne" passa cada vez mais para o lado do nosso espírito e do Espírito de Deus, dedicando-se a servir a Deus. As disciplinas da vida espiritual são uma parte essencial da formação interna decisiva que Jesus realiza em nós e não podemos jamais negligenciá-las" (p.32)

4. Semelhantes a Jesus: Os recursos divinos para uma vida transformada estão sempre disponíveis
"Pessoas comuns em ambientes comuns podem viver da abundância do Reino de Deus, permitindo que o espírito e as ações de Jesus transbordem naturalmente de sua vida". (p. 33)

5. A chave para as chaves do reino
As chaves são as disciplinas espirituais.


Parte 2: A formação espiritual e o desenvolvimento do caráter

6. A formação espiritual em Cristo é para a vida toda e para a pessoa toda
"Muitos de vocês sabem que nas Escrituras a "carne" é associada com maior frequência não a cigarros, uísque e mulheres devassas, mas, sim, a atividades religiosas - Fp. 3 - (...) A carne representa aquilo que é natural - as capacidades humanas sem assistência espiritual ou divina. e, em nossas atividades religiosas, é possível dependermos da carne nesse sentido" (p. 52)

"A formação espiritual em Cristo é o processo pelo qual o ser mais íntimo do indivíduo ( o coração, a vontade ou o espírito) assume a qualidade ou caráter do próprio Jesus. Essa é a definição de formação espiritual..."
(p. 57)


"Outro fator que contribui para o interesse na formação espiritual foi a desintegração da importância das diferenças denominacionais. Hoje em dia, é muito raro encontrar alguém que acredite que sua identidade denominacional lhe garante algo relevante em termos de conteúdo cristão (...) A maioria das pessoas que se dizem cristãs- evangélicas ou não- vai de uma igreja para outra e usa como parâmetro de escolh a congregação local e sua liderança, e não a denominação- ou pelo menos não apenas isso. Muitos, especialmente s mais jovens, não fazem idéia do que representam as diferenças entre as denominações. Pouco tempo atrás, a filha de um conhecido meu lhe perguntou: De qual franquia somos membros?
(...)
Com a desintegração da filiação e linguagem denominacional, torna-se necessária uma nova linguagem. A formação espiritual está preenchendo esta lacuna ao expressar a essência e a profundidade de nosso compromisso com Cristo numa linguagem verdadeiramente interdenominacional. No entanto, seu aspecto mais importante é a tentativa de voltar o foco para a necessidade de transformação interior e, segundo estatisticas e relatos informais, é comum encontrar em nossa cultura cristaso que não diferem expressivamente de não-cristãos. "(p. 58)

A graça divina não está ligada somente ao pecado.

"O verdadeiro santo consome graça como um 747 queima combustível na decolagem. Torne-se o tipo de pessoa que pratica rotineiramente aquilo que Jesus fez e disse. Você consumirá mais graça levando uma vida santa do que pecando, pois todo ato santo que você realizar terá de ser sustentado pela graça de Deus. E esse sustento é o favor totalmente imerecido de Deus em ação. É a vida de regeneração e ressureição- e justificação, que é absolutamente vital, pois nossos pecados precisam ser perdoados. Mas a justificação não é algo separável da regeneração. E a regeneração se desenvolve de modo natural em santificação" (p. 65)

Concluindo o capítulo, ele estabelece 4 pontos básicos:
1- O evangelho da justificação, de per si, não gera discípulos, além da fé é necessária a obediência.
2- Perfeccionismo, levar a sério a vida de discípulo.
3- não podemos ter um evangelho que trata apenas do pecado, o evangelho não cuida apenas do passado, é a nova vida em Cristo.
4- caráter inevitável de um processo sério ao longo do tempo, as experiências espirituais não transformam o caráter, ele é formado e transformado pela ação.


7. Formação espiritual em Cristo: Uma perspectiva de sua natureza e viabilidade

"Ensinamos as pessoas a fazer tudo o que Jesus ordenou moldando o seu coração de modo a amar a Cristo e seus mandamentos, e treinando sua personalidade como um todo (alma, mente, corpo, e, em parte, até mesmo o ambiente) para acompanhar o novo coração ou espírito, que é o elemento criativo da pessoa, aquilo que também chamamos de vontade. O desejo (thelein; Rm 7.18) não é apenas importante, é inevitável. Mas quem é a pessoa , e sua ação envolve mais do que a vontade" (p.75)

"Uma vez que fomos encontrados por Deus, passamos a buscar uma vida cada vez mais plena dele. Graça é o oposto de mérito, e não de esforço. A verdade da formação espiritual é que não seremos transformados à semelhança dele apenas por mais informações, inspirações ou ministrações. Apesar de todos esses elementos ocuparem um lugar importante, nunca serão suficientes, e a confiança depositada exclusivamente neles explica por que, hoje em dia, tantos cristãos não conseguem ir muito além de um certo nível de decência" (p. 77-78)

8. O espírito está pronto, mas...: O corpo como instrumento para o crescimento espiritual

"A disciplina é uma atividade que está a nosso alcance e que realizamos a fim de nos tornarmos capazes de fazer o que não conseguimos por esforço direto. Todas as áreas da vida exigem certas disciplinas, e isso inclui a área espiritual. Por essa razão, Jesus orientou e conduziu seus discípulos a disciplinas para a vida espiritual: jejum, oração, solitude, silêncio, serviço, estudo, comunhão, e assim por diante" p. 85

"Desenvolvemos cada um dos ensinamentos de Jesus escolhendo comportamentos diferentes que sejam relevantes, encontrando espaço- rearranjando as coisas- em nossa vida para praticar esses ensinamentos e visualizar de outra forma a situação dentro desse novo ambiente comportamental que inclui Deus". (p.87)

9. Vivendo na visão de Deus
"A visão de Deus e de si mesmo em Deus inspira uma combinação de humildade e grande anseio por Deus. Essa combinação leva a esforços extraordinários realizados na dependência de Deus. Grandes resultados ão alcançados, pois Deus age em conjunto com esforços feitos na dependência dele e por amo a ele. Os resultados desenvolvem vida própria . Pessoas ao redor só conseguemver os resultados que, de fato, são externamente notáveis e dignos de apoio. por vezes, o apoio humano também representa o sustento de Deus. Mas os efeitos de tudo isso precisam ser vigiados com grande cuidado a fim de evitar que corrompam o coração, afastando-o de uma visão apropriada de Deus e da coragem humilde que flui dela" (p. 94)

10. Reflexões de Idaho Springs sobre a formação espiritual 99
"Não é possível reduzir a formação espiritual a uma formula, pois ela é um relacionamento dinâmico e extremamente individualizado. É certo, porém, que qualquer iniciativa para a formaçao espiritual abençoada por Deus inclui boa parte dos elementos já mencionados" (p. 102)

"Qualquer atividade que esteja ao nosso alcance e que nos permita realizar pela graça o que não podemos realizar por nossos esforços diretos éuma disciplina da vida espiritual" (p. 124)
11. O cuidado da alma: Para pastores... e outros

Parte 3: O discipulado da alma e da mente

12. Disciplinas espirituais, formação espiritual e a restauração da alma

13. A piedade cristocêntrica: O coração do evangélico 147


terça-feira, fevereiro 12, 2008

O Sagrado, o profeta e o jumento por Nilton Bonder


Capítulo 1- Você não é especial.

Para desmacarrar a doutrina egoísta da lei da atração & segredo, Bonder tece alguns comentários baseados em Nm 23, sobre o segredo ser mais importante que o sagrado, o autor diz que se deve a cultura egoísta atual, onde a vitória individual é mais importante que uma vitória compartilhada, onde caminhos descobertos para si mesmo são os únicos caminhos, não há mais uma jornada coletiva da humanidade- o sagrado.

Em entrevista ao Jornal do Brasil em 25.11.2007, ele diz:

O segredo é pernicioso ao dizer que as pessoas são especiais. O livro diz, basicamente, que as pessoas podem pedir o que quiserem ao universo porque são especiais e não apenas um código de barras nesta civilização. A ciência nos relembra constantemente de nossa pequenez em relação ao sistema solar. Sentimo-nos oprimidos, desvalorizados. Qual é o significado da vida? De repente, nenhum. O planeta vai acabar, vai aquecer. Olhar as espécies sendo extintas é uma mensagem aterradora. O racionalismo nos diz: "Não, você não é especial. Toque sua vida, pois pode cair um meteoro e acabar com tudo num instante". O segredo faz parte de uma perspectiva mágica, esotérica, que retruca: "Você é o centro do universo, existe uma lei da atração que permite que você peça e consiga as coisas". Nesse sentido, a obra tem grande importância no século 21, com todas as ameaças que estamos vivendo. Daí seu sucesso editorial e sucesso de tudo o que é oculto, a explosão de interesse por cabala e por outras coisas feitas para ajudar as pessoas a descobrirem que podem chegar aos segredos do mundo.


Sobre Números 23:

"Se eu quero a lei da atração que torna tudo possível, então não há interdição definitiva. Deve haver algum jeito, alguma mágica, algum segredo que possa contemplar o meu desejo, basta encontrar o caminho. É isso que Bilam conhece na segunda vez que fala com Deus" (p. 32)

"Grande é Deus que coloca as espadas não nas mãos dos homens, mas nas dos anjos. São eles que têm a última palavra sobre a quem se adequa a fatalidade. Para nós humanos a fatalidade não existe, o que, sim, existe é a intolerância aos caminhos bloqueados e a intransigência do desejo que cegamente chicoteia o destino querendo se impor" (p. 40)


"O verbo usado em hebraico com o sentido de bloquear é o mesmo da raiz de satã (liston). Satã é o bloqueio que nos faz perder dons. Bilam, o profeta, está surdo e cego. Bilam está distanciado de Deus exatamente porque o escuta com uma escuta conspurcada por seu desejo. Um Deus sem autonomia é a declaração de nossa solidão, de nossa perda do mais íntimo e sagrado diálogo". (p. 41)

2. O melhor e mais comum.

"A bênção não diminui quando repartida, mas surpreendemente se reforça e se propaga. A bênção contagia e não se fragmenta. Aliás, essa é sua característica maior. Para saber se algo é um desejo atendido ou uma bênção, basta fazer o seguinte teste: se ao ser compartilhado ele perder o valor ou intensidade, ele terá sido então fruto do desejo; se, ao contrário, ele se expandir e se desenvolver, terá sido uma bênção" (p. 69)

4. Lei da Tração

A lei da tração postula que tudo que puder ser carreado para o campo de nosso interesse, o será . Há uma tendência humana em preferir o design e a estética que nos favorecem" (p. 111)


5. Eu? Não, Tu!
"Ofereça a um peregrino um atalho e ele terá certeza de que você não é um companheiro de jornada" (p. 127)

domingo, fevereiro 10, 2008

PIZZA SANTA CEIA BAR




Não é montagem, que esteve na última ExpoCristã, pode ir ao Pizza Santa Ceia Bar...

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Silencio de Adão

Silêncio de Adao

Larry Crabb, Don Hudson e Al Andrews

Editora Vida Nova


1ª. Parte: Algo sério está errado: o sonho se perdeu.

2ª. Parte: Algo vital está faltando: os problemas da comunidade masculina.

3ª. Parte: Algo poderoso está disponível: uma geração de mentores.


Cap. 1 Uma visão para os homens.

Os autores critica a troca religiosa por um deus conveniente, de utilidade imediata, ao invés de uma comunhão plena e solitária com Deus, nesse ponto os autores diz que: “o pecado mais duradouro na historia de Israel foi cometido pelo rei Jeroboao (veja 1 Reis 12, especialmente os vs. 26-33), que facilitou o culto das pessoas reduzindo Deus a uma divindade local, visível; e ele o fez simplesmente para promover suas próprias ambições. E funcionou. Ele conseguiu um grande numero de adeptos e reinou em Israel por vinte e dois anos” (pág. 34)

Os autores propõe que o livro seja um ponto de retorno aos caminhos antigos, “o que de fato precisamos é e reforma, aquela obra de Deus marcada por repetidos ciclos de quebrantamento, arrependimento, perseverança e gozo. Precisamos que Deus nos de poder para adentrarmos ao mistério dos relacionamentos num nível de conexão vitalizadora que o entusiasmo e os lemas jamais podem produzir. Precisamos abandonar-nos a Cristo de uma forma que libere tudo que o Espírito colocou dentro de nós” (pág. 42).



Cap. 2 Homens viris e homens pouco viris.

A masculinidade é definida “como uma energia – um impulso natural dentro do coração de todo homem, um poder e um ímpeto de mover-se na vida de um modo particular” p. 47


Há três espécies de homens não-autenticos:

Controlador- impessoalmente poderoso.

“o homem pouco viril controla as conversas, ele manipula a família e os amigos; arranja sua vida de modo a evitar qualquer coisa que não esteja certo de poder enfrentar”


Destrutivo- ou perigoso.

“suas palavras e ações prejudicam as pessoas, embora os colegas possam sentir-se encorajados e desafiados por algum tempo. Os membros de sua família sentem os danos mais cedo e mais profundamente mas, geralmente, estão apavorados demais para admitir isso, mesmo para si próprios” (p. 48)


Egoísta – comprometido, acima de tudo, a sentir-se de certa maneira sobre si mesmo.

“ a despeito da bondade e de uma generosidade por vezes extravagante, um compromisso final com seu proprio bem-estar claramente no frigir dos ovos” p. 49.


Impotência.

"Os homens pouco viris são atormentadospela possibilidade de acontecer algo que não consigam resolver, algo que exija que eles entrem em território desconhecido, onde sua adequação não foi provada, onde seus talentos comprovados podem ser inúteis" (p. 50) Para esconder a sua impotência, os homens impotentes encontram algo que possam controlar, algo que possam operar bem, e evitam aquilo que temem(...) Os homens impotentes passam a vida controlando algum resultado e iludindo-se em pensar que isso importa" (p.51).


Zangados

Quando o homem não está experimentando o gozo que somente a liberação de energia masculina pode criar, ele é atraído parao prazer do poder. Os homens destrutivos não são viris: estão loucos com a energia da masculinidade distorcida; estão cheios de julgamento vingativo contra todos, menos com eles próprios" (p.53)



"Quando a energia masculina não é liberada, quando é suprimida ou distorcida, os homens: 1.sentem-se impotentes- por isso compensam, dedicando-se a controlar alguma coisa. tornam-se homens agressivos. . Experimentam fúria e se convencem de que a vingança lhes é devida. Tornam-se homens abusivos. 3. Vivem com um terror para o qual não há solução ou escape, apenas alívio. Eles atenuam o terror com prazer físico e tornam-se homens viciados" p.54


Capítulo 3- Teologia da Receita.

Neste capítulo Larry Crabb et all, volta a bater na teoria causalista da chamada teologia da receita, faça isso e obtenha aquilo. A solução não será tão simplista assim:

"O centro da teologia transcendental é Deus, Seu caráter e propósitos. O centro da teologia da receita é o homem, suas necessidades e bem-estar"
(p. 60)

"Hoje os dois maiores tópicos dentro da teologia da receita são: solucionar problemas (o chamado para a cura) e cumprir responsabilidades (o chamado à obediência)" (p. 64)

"Precisamos retornar a uma teologia transcendente que nos capacite a adentrar a escuridão, onde Deus faz a Sua obra mais profunda. Precisamos aprender o que significa entregamo-nos a Deus e a nos relacionarmos poderosamente com os outros. issso exigirá que entremos na esfera escura do mistério" p. 67


Capítulo 4. Adentrando a Escuridão.

À procura de uma solução mais profunda e duradoura, os autores nos convidam a vasculhar nossos porões mais secretos e ir atrás das reais motivações para entender o que nós somos, qual a nossa real masculinidade. Pra sermos homens de verdade, temos que evitar as soluções facéis da teologia da receita e ir caminhar na escuridão, e lá buscar discernir a real voz da masculinidade.


Capítulo 5. De Caos em Caos

Os autores definem o caos como "aquela escuridão que paira sobre nós todas as vezes que conversamos com nossas esposas, trabalhamos em nosso emprego, pagamos nossas contas e tentamos enxergar sentido em nossas vidas" e também, como a mesma escuridão "que entra na vida de todo mundo- intrometeu-se no mundo desse homem, e ele se voltou para algo que ajudava, algo que parecia natural-" (p.83)


Os autores fazem um panorama de algumas histórias da criação- grega e babilônica- dizem que esta se caracteriza pela lascívia e ira. Sob a história hebraica-cristã traçam algumas diferenciações:

"O cristianismo começa com Deus, não com o homem. Somos feitos à Sua imagem. Ele é o nosso ponto de referência". (p. 89)

"Adão e Eva deviam cultivar e guardar o jardim; isto é, eles foram chamados para proteger e nutrir. Força, o oposto de violência, esta no homem para guardar os relacionamentos, não para destruí-los. Intimidade, o oposto de lascívia, está no homem para nutrir as pessoas, não para usá-las em seus desejos egoístas"
(p.90).

Na mesma página, os autores concluem tal insight brilhantemente:
"Quando o homem adentra o mistério da vida com fúria e lascívia, ele vive como os pagãos vivem. Acha que não há esperança em Deus. Deus está ausente. Deus está calado. O homem não sabe o que fazer com a confusão de sua vida, portanto ele busca a fúria e a lascívia"


Capítulo 6. Um Chamado a ser lembrado.
A função da lembrança daquilo que Deus quer para nós, o que é masculinidade no projeto divino, a lembrança desse propósito eterno é a raiz que liberta para uma hombridade real. Sobre a função da lembrança, os autores relembram que "somos aqueles que se lembram. Somos criados para nos lembrar das palavras de Deus e da obra de Deus. Os homens são chamados a se lembrar de Deus contando fielmente aos outros quem Ele é e o que tem feito" (p. 97).

Capítulo 7. Ele estava lá e se calou.