terça-feira, março 30, 2010

N.T. WRIGHT: The Lord and His Prayer


I think, that, although we are given the Lord´s Prayer in our baptism to be our own prayer, a special personal gift for each one of us, this prayer is not just the spiritual version of the baby´s myg and spoon set, though it is surely that as well. It is the suit of clothes designed for us to wear in our full maturity. p. 12

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Pessoas costumam dizer que ninguém antes de Jesus havia chamado Deus de Pai. Elas também costumam dizer sobre o uso da palavra abba, que Jesus usou no Jardim do Getesemani, e talvez, possívelmente em outras ocasiões., era como uma pequena criança chamando pelo seu papai, no hebraico ou no aramaico do seu tempo. As pessoas, então, costumam dizer que Jesus nos introduziu, e ofereceu ao mundo, um novo nível de intimidade pessoal com Deus. ESta conclusão, em certo sentido, é verdadeira. Contudo, os dois pilares em que se baseiam são frouxos. Muitas pessoas chamavam de Deus de PAi, no judaísmo e outros lugares. E Abba é, de fato, uma palavra com muito mais uso que apenas um forma carinhosa de tratamento de um filho pequeno. Então o que significa para Jesus mesmo quando ele chamou Deus de Pai?
A coisa mais importante, que realmente é o ponto inaugural é atentar quem Jesus era e é, é isto que esta palavra caminha para dizer sobre a vocação de Israel, e particularmente sobre a salvação de Israel. A primeira ocorrência na Bíblia hebraica da idéia de Deus como um pai vem quando Moisés marcha para ficar em frente a faraó,e diz: Manda dizer YHWH: Israel é meu filho, meu primeiro filho, deixa meu povo ir, e assim, eles me servirão (Ex 4:22-3). Para Israel, chamar Deus Pai, então, era segurar a esperança de liberdade. Os escravos são chamados de filhos. Quando Jesus fala para seus discipulos chamarem Deus de Pai, então, aqueles que têm ouvidos para escutar vão entender. Ele quer que a gente esteja pronto para um novo Exodo. Nós seremos livres finalmente. Esta é a esperança do advento, a esperança da vinda do Reino de Deus. A garra do tirano foi quebrada, e nós seremos livres" p. 15

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Filho aprendeu obediência através daquilo que sofreu (Hb 5:7-9 compare com 2:10-18). O que nós vemos no Getesemani é o aprendizado do filho, checando mais uma vez para ver o que o Pai estava fazendo. E o que é o projeto que o Pai e o Filho estavam engajados para realizar? Nada mais que um novo exodo, resgatando Israel e todo o mundo do mal, da injustiça, do medo e do pecado. A coisa ousada desta passagem em Hebreus é esta, Jesus também, como nós, vai aprender o que realmente significa chamar Deus de Pai. E o processo de aprendizado está somente completo quando ele diz: Pai, em suas mãos eu deixo meu espírito.A palavra Pai, então, concentra nossa atenção na dupla da mensagem revolucionária e missão de Jesus. Esta é uma mensagem de Exodo, uma mensagem que tiranos e opressores devem temer. A maioria das revoluções trazem novos tiranos, não esta. Isto é a revolução do Pai. Ela vem através do sofrimento e morte do Filho. Este é por quê, no fim da oração do Senhor, nós oramos para sermos livrados da grande tribulação, que é, não surpreendentemente, o que Jesus disse para seus discipulos orarem no jardim. Esta revolução vem para o Messias, e seu povo, compartilhando e carregando a dor do mundo, o para que o mundo seja curado. Esta é a mensagem do reino, a mensagem do advento.Contudo, se nós nos queremos nos tornar seus mensageiros, nós precisamos aprender a orar esta oração. Nós, também, precisamos aprender o que significa chamar Deus de Pai, e nós não devemos ficar surpresos quando nós acharmos a nós começando pelo que isto significa. A única coisa que você pode ter certeza com Deus é que você não poderá predizer o que ele irá fazer a seguir. É por isto que chamar Deus de Pai é um grande ato de fé, de atrevimento santo, de risco. Dizendo "nosso pai" não é apneas a ousadia de caminhar na presença do Deus vivo e poderoso e dizer "Oi, Pai". O que seria ousadia, um claro risco total, seria dizer: "por favor eu, também, preciso ser considerado um filho aprendiz". Isto significa ajuntar-se para o Reino de Deus.Isto é o que Jesus queria dizer quando ele nos deu esta oração. No fim do evangelho de João, Jesus diz aos seus seguidores: Como o Pai me enviou, então eu envio vocês" (João 20:21). Nós vivemos entre advento e advento; no meio do grande primeiro advento, a vinda do Filho de Deus para este mundo, e o segundo advento, quando ele virá de novo em poder e glória para judar os vivos e os mortos. Isto é por que o advento é algumas vezes um pouco confuso, preparação para o nascimento de Jesus e ao mesmo tempo, preparação para o tempo quando Deus fará novas todas as coisas, quando todo o cosmos tiver seu exodo da escravidão. Esta aparente confusão, este desdobrar da primeira e da segunda vinda, é atualmente tudo o que o cristianismo é: celebrando a decisiva vitória de Deus, em Jesus Cristo, sobre faraó e o mar vermelho, sobre o pecado e a morte- e olhando para, e trabalhando para, a completa implementação desta decisiva vitória. Cada eucaristia toma isto em sua tensão. Todas as vezes que você comer este pão e tomar este copo, você proclama, você anuncia, a morte do Senhor- até que ele volte".
p. 18-20

BRIAN MCLAREN: Fé que é Real


"na solidão, no entanto, eu me lembro de todos esses eus fora de sincronia; e nós somos reconstituídos em um eu mais sólido...e esse eu reconstituído é a pessoa que pode chegar em casa, para se encontrar com Deus" p. 57


"A minha fé é a minha própria criação - uma visão de mundo, um paradigma, um mapa para a vida, um conjunto de princípios orientadores- que estou juntando e rejuntando a partir do que leio, de quem conheço e respeito, do que experimento, e assim por diante. A minha fé não é perfeita, nem estática. A minha condição de ser finito faz com que ela seja incompleta, inexata em muitos lugares, desproporcional, com necessidade contínua de correções de percurso" p. 71


"Fé significa acreditar que a dúvida é apenas um estágio, uma disposição de ânimo rancorosa que irá passar e que, no tempo certo, pela graça de Deus, será superada e vocês serão velhos amigos de novo, de um jeito novo e mais profundo" p. 74


Brian D. McLaren Em Busca de Uma Fé que É Real Editora Palavra.

terça-feira, março 23, 2010

Brian D. McLaren: Em busca de sentido


"A boa fé não é sinônimo de um comportamento de rebanho ( a relação dinâmica entre as estruturas de autoridade e o questionamento e comprometimento individual é complexa e tem implicações importantes para os pais que estejam tentando transmitir boa fé aos seus filhos). Pressão demais pode arruinar o que se está tentando fortalecer, enquanto que orientação de menos pode implicar inadvertidamente que o assunto não é assim tão importante"

Brian Mclaren em UMA FÉ EM BUSCA DE SENTIDO.

Contador

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domingo, março 21, 2010

sábado, março 20, 2010

Lloyd-Jones: Os Filhos de Deus


Sobre Romanos 8:5-8

Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus
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"O cristão é alguém que está vivo dentro os mortos, vivo para Deus, casado com o Senhor Jesus Cristo, que ressuscitou dentre os mortos e está vivo para todo o sempre, e, portanto, os cristãos, casados com Ele e unidos a Ele, também estão vivos para todo o sempre. ESse é o argumento. Ou, como Paulo o expressa em Efésios 2:1: E vos vivificou, estando vós mortos". Vocês foram ressuscitados da morte com Cristo, estão vivos com Cristo, estão assentados com Cristo neste momento nos lugares celestiais. Ou, como diz Pedro: Vocês foram feitos praticipantes da natureza divina (2Pedro 1:4). Essa é a situação do cristão. Ele tem nova vida, nova disposição, novo poder, nova energia- é vida proveniente de Cristo e vida em Cristo" p. 55
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Sobre Romanos 8:9-11
Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.
"Ter o Espírito de Cristo significa que o Espírito Santo está habitando em você, que você não está mais na carne, mas no Espírito, que você nasceu de novo, é um novo homem, uma nova criação. O teste final e supremo é a sua relação com o Filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo- a sua relação com Ele, o seu conceito sobre Ele e a sua atitude para com Ele." p. 95
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Fonte: D. Martyn Lloyd-Jones Romanos: Os Filhos de Deus Exposição sobre Capítulo 8:5-17 Editora PES

terça-feira, março 16, 2010

MIKE WELLS: Problemas

Um crente com problemas é abençoado por Deus. Sim, verdadeiramente abençoado! Se não tem para onde se voltar, desistiu de si e dos outros, e descobriu que os problemas simplesmente não podem ser resolvidos de qualquer maneira terrena, ele pode rapidamente ser levado a ver que há apenas uma esperança para si — a presença de Deus. Deus realmente usa os problemas para levar o crente à Sua presença. Que pessoa aben­çoada! Não precisa buscar a Deus, porque Deus o encontrou e vai salvá-lo.

domingo, março 14, 2010

RICHARD BAUCKHAM: Jesus and the Eyewitnesses

Vicent Cheung: Ressurreição

Assim como a morte de Cristo foi literal e física, assim o foi sua ressurreição. A Bíblia registra que ele ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia. Ressuscitou com o mesmo corpo que tinha antes, mas transformado e aprimorado. Paulo escreve que os cristãos também receberão tal corpo quando Jesus retornar e ressuscitar os mortos: “Assim será com a ressurreição dos mortos. O corpo que é semeado é perecível e ressuscita imperecível” (1 Coríntios 15.42). Em todo caso, o corpo ressurreto ou “glorificado” ainda poderia manifestar funções no mundo físico, de forma que, quando Jesus apareceu aos seus discípulos, ele lhes disse: “Vejam as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho” (Lucas 24.39).
Após sua ressurreição, Jesus apareceu aos seus discípulos diversas vezes num período de quarenta dias, mostrando-lhes “muitas e infalíveis provas” (Atos 1.3) de que estava vivo. Depois, a Bíblia registra que ele foi elevado ao céu e que lhe foi dada uma posição de autoridade pelo Pai: “Tendo dito isso, foi elevado às alturas enquanto eles olhavam, e uma nuvem o encobriu da vista deles” (Atos 1.9); “Depois de lhes ter falado, o Senhor Jesus foi elevado aos céus e assentou-se à direita de Deus” (Marcos 16.19).
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In Teologia Sistemática, capítulo 5.

quinta-feira, março 11, 2010

N.T. Wright: Surpreendidos pela Esperança



Confusão sobre o paraíso.


"Aqueles que veem a morte como o esperado momento de ir para casa, em que seremos chamados à paz eterna de Deus, não tem motivo para entrar em conflito com pessoas sem escrúpulos, dispostas a destruir o mundo se isso lhes trouxer algum benefício. A crenaça na ressureição sempre vem acompanhada por uma forte visão da justiça de Deus. Essa crença não leva a uma tolerância passiva diante das injustiças do mundo, mas a uma firme determinação de lutar contra as injustiças do mundo. É como dizer que os evangélicos inglesses desistiram de tentar melhorar a sociedade (veja o exemplo de Wilberforce, no final do sec. 18 e início do 19) ao mesmo tempo que deixaram de crer na ressureição e se conformaram com um céu sem corpos encarnados" p. 45
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3. A Esperança Cristã Primitiva em seu contexto histórico.
Tom Wright descreve um incidente que ocorreu entre Wittgenstein e Popper, sobre o qual os relatos são contraditórios.
Para o mundo pagão antigo, a estrada que leva ao mundo inferior tem apenas um sentido. A morte possui poderes ilimitados, ninguém consegue escapar ou resistir a essa realidade. (p.53)
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O Aspecto Surpreendente da Esperança Cristã Primitiva.
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"Paraíso é o delicioso jardim de descanso para o povo de Deus à espera da ressureição. Quando Jesus declarou que havia muitas moradas na casa do seu Pai, ele usou a palavra moné, que tem o sentido de moradia temporária. Quando Paulo disse que desejava partir e estar com Cristo, o que é muito melhor, ele estava de fato pensando em uma vida de delicias ao lado do Senhor, em seguida à morte, mas esta seria apenas o preludio da ressureição (Lc 23,45, Jo 14.2, Fp 1,23 com 3, 9-11, 20-21). Quanto à discussão no capítulo anterior, os cristão primitivos acreditavam em dois estágios no futuro: primeiro, a morte e o que viesse logo após, segundo, uma nova existência corpórea em um mundo refeito" p. 59
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"Somente no fim do século segundo, cerrca de 150 anos depois da epoca de Jesus, algumas pessoas começaram a usar a palavra ressureição com um significado diferente do que ela tinha no judaísmo, isto é, como uma experiência espiritual no presente, levando a uma esperança desligada do corpo no futuro. Durante os dois primeiros séculoss, a ressureição, no sentido tradicional, mateve-se no centro das discussões" p.60
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"O contraste que ele está fazendo não é entre o que entenderíamos por um corpo físico presente e um corpo espiritual futuro, mas entre um corpo presente animado pela alma humana normal e um corpo futuro, animado futuro pelo Espírito de Deus" p.61
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"Não podemos esquecer que ressuscitar não significa ir para o céu ou escapar da morte ou ainda desfrutar de uma existência gloriosa após a morte, mas voltar à vida física depois de uma morte corpórea. É por isso que, logo depois da transfiguração, quando Jesus diz a seus discipulos para não mencionarem a visão até que o Filho do homem tenha ressuscitado dentre os mortos, eles ficam confusos, e se perguntam o que isso poderia significar, se seria um evento que lhes permitiria falar as pessoas sobre detalhes da vida de Jesus, ou um evento que todo o nosso mundo de Deus renasceria" p.63
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"Minha compreensão do que isso significa, em sintonia com o pensamento de Crossan, é que como os cristãos primitivos acreditavam que a ressureição teria começado com Jesus,e seria concluída na grande ressureição final no último dia, eles acreditavam também que Deus os havia chamado para serem seus colaboradores, no poder do Espírito Santo, na realização da obra de Jesus na vida pessoal e política, na missão e na santificação, antecipando assim a ressureição fianl. Deus não estava apenas iniciando o fim, se Jesus, o Messias, era o próprio fim e o futuro de DEus manifestado no presente, então aqueles que pertenciam a ele, que eram seus discípulos, capacitados pelo seu Espírito, deveriam transformar o presente, à luz do futuro." p. 63
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A ESTRANHA HISTÓRIA DA PÁSCOA.
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A primeira coisa que observamos em relação às narrativas da ressureiçã é a ausência de referências bíblicas.
A segunda característica estranha da história é mais frequentemente observada, a presença de mulheres como testemunhas principais.
A terceira característica estranha diz respeito ao modo como Jesus é retratado nos Evangelhos.
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"A realidade é que a ressurreição nõa pode simplesmente ser percebida a partir do velho mundo de fraqueza e negação, tirania e tortura, desobediência e morte. Repetindo: a ressurreição não é, nem nunca foi, um evento particularmente estranho dentr do mundo presente (embora também seja isso), ela é, principalmente, o evento definidor da nova criação, o mundo que está nascendo com Jesus" p.88

domingo, março 07, 2010

Timothy Keller: Deuses Falsificados.

Deuses Falsos: as promessas vazias do dinheiro, poder e sexo, e a única esperança que importa.
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Introdução: Uma fábrica de ídolos.
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Um Estranha Melancolia
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Depois de a crise econômica global começar no meio de 2008, ocorreram muitos trágicos suicídios após de pessoas formalmente ricas e bem conectadas socialmente, o chefe financeiro da Freddie Mac, uma corporação de empréstimos federal, enforcou-se no seu sótão, o chefe executivo da Sheldon Golden, a líder nos EUA, uma empresa poderosa, deu um tiro em si na frente de seu Jaguar. Um empresário Frances do ramo de investimentos, que investiu a riqueza de muitas famílias reais e proeminentes da Europa, que perdeu cerca de 1,4 bilhões de dólares de seus clientes no esquema de Bernard Maddof´s Ponzi, cortou os pulsos e morreu em seu escritório na Avenida Madison em Nova York. Um executivo sênior dinamarquês do HSBC, enforcou-se numa suíte de 500 libras a noite em Knightsbridge, em Londres
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Em 1830, Quando Alexis de Tocqueville anotou suas famosas observações sobre a America, ele notou uma “estranha melancolia que perseguia seus habitantes...em meio a abundância” . Americanos acreditam que a prosperidade pode preencher sua necessidade de felicidade, mas tal é esperança é ilusória, porque, como Tocqueville acrescentou, a incompletas alegrias deste mundo nunca vão satisfazer o coração humano. Esta estranha melancolia manifesta a si mesma em diversas formas, mas sempre deixa o mesmo desespero quando não se acha o que satisfaz.
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Há uma diferença entre sofrimento e desespero. Sofrimento é a dor para qual há fontes de consolação. Sofrimento vem da perca de algo bom em meio a outros, se você experimentou um revés na carreira, você encontra conforto na sua família para passar por isto. Desespero, contudo, é inconsolável, porque isso vem da perca da coisa absoluta. Quando você perde a coisa absoluta que é a fonte de esperança ou significado para sua vida, então não há fontes alternativas para se colocar no lugar. Isso arrebenta seu espírito.
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Qual é a causa desta estranha melancolia que permeia nossa sociedade mesmo em tempos de frenética atividade, e que se apresenta tão forte quanto a prosperidade míngua? De Tocqueville diz que isso vem pegar a alegria incompleta deste mundo e fazer dela sua vida inteira sobre isto. Esta é a definição de idolatria.
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Uma cultura cheia de ídolos.
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Para as pessoas contemporâneas a palavra idolatria parece algo de figuras primitivas de pessoas se ajoelham diante de estatuas. O livro bíblico de Atos no Novo Testamento contem uma vivida descrição das culturas do antigo mundo Greco-romano. Cada cidade adorava suas deidades favoritas e construíam santuários ao redor destas estatuas para adorar. Quando Paulo foi a Atenas ele viu isso esta cheia destas imagens (At. 17.16). O Parthenon de Atenas podia ser visto por todos na cidade, mas as outras deidades estavam representadas nos outros espaços públicos. Havia Afrodite, a deusa da beleza; Áries, o deus da guerra; Artemis, a deusa da fertilidade e riqueza, Vulcano, deus do fogo, metalurgia.
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Nossa sociedade contemporânea não é tão diferente fundamentalmente desta sociedade antiga. Cada cultura é dominada por seu próprio conjunto de ídolos. Cada uma tem seus sacerdotes, seus totens e seus rituais. Cada uma possui seus santuários- podendo ser prédios comerciais, spas, academias de ginástica, estúdios de televisão, estádios- onde os sacrifícios são feitos para procurar as bênçãos da boa vida e escapar do desastre. O que são os deuses da beleza, poder, dinheiro, e conquista senão as mesmas coisas que tem assumido proporções míticas em nossas vidas individuais hoje na nossa sociedade? Nós podemos não ajoelhar fisicamente perante a estátua de Afrodite, mas muitas jovens mulheres hoje estão caminhando para a depressão e disfunções alimentares por conta de uma obsessiva compulsão a respeito da imagem de seu corpo. Nós podemos não estar queimando incenso para Artemis, mas quando dinheiro e carreira chegam a proporções cósmicas, nós criamos um sacrifício de crianças, negligenciando família e comunidade para alcançar um lugar mais alto nos negócios e ganhar mais riqueza e prestigio.
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Depois que o governador de Nova York Eliot Spitzer destruiu sua carreira por causa de seu envolvimento com prostituição de alto-luxo, David Brooks notou que nossa cultura tem produzido lideres com grandes desequilíbrios pessoais. Eles possuem capacidades sociais para relações de ascensão vertical, com seus mentores e chefes, mas nenhuma genuína relação horizontal em seus relacionamentos com suas esposas, amigos e família. Inúmeros candidatos presidenciais dizem que estão disputando a eleição com o apoio de suas famílias, mesmo sabendo que passam a maior parte do tempo de suas vidas longe delas disputando votos em viagens longe de suas casas. Muitos dos seus filhos e suas esposas são estranhos a eles. Eles buscam a cura da dor. Eles entram, então, em casos amorosos ou tomam outras medidas desesperadas para medicar o vazio interno que há neles. Então estas famílias quebram ou são vitimas de escândalos ou ambos.
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Eles têm sacrificado tudo para o deus do sucesso, mas isso não é suficiente. Em tempos antigos, as deidades tinham uma sede de sangue que era muito difícil de ser saciada. E ainda é.
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Ídolos do coração.
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É muito difícil convencer a respeito deste caso na era da internet, da bolha de especulação imobiliária que perdurou durante 20 anos. Contudo, a grande crise econômica de 2008-2009, mostrou claramente para nos as conseqüências da cultura da ganância. Há tempos atrás, São Paulo escreveu que a avareza não era apenas um comportamento ruim. Avareza é idolatria, ele escreveu (Cl. 3:5). O dinheiro pode ter atributos divinos, ele ensinava, e nossa relação com ele pode se aproximar de uma relação de adoração e obediência.
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O dinheiro se torna um vicio espiritual, e como todos os vícios ele esconde suas reais proporções de suas vitimas. Nós podemos tomar mais e mais riscos para tentar continuar viciado e esconde-lo, mas um dia ele arrebenta nossas vidas e se demonstra. E então, nós começamos a se perguntar: Onde eu estava com a cabeça? Como pude ser tão cego? Por que agimos tão irracionalmente? Por que perdemos tão completamente a visão do que era certo?
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A resposta bíblica é que o coração humano é uma fabrica de ídolos.
Quando a maioria das pessoas pensa em ídolos, elas têm em mente, estatuas literalmente- ou algum pop star apontado pela TV. Ainda que exista adoração a ídolos como tradição em muitos lugares do mundo- com estatuas, rituais antigos. A adoração a ídolos internos, com o coração, é universal. Em Ez. 14:3, Deus diz a respeito dos anciões de Israel, “estes homens deram lugar nos seus corações aos seus ídolos”. Como nós, os anciões deveriam ter respondido a esta acusação, Idolos? Que ídolos? Eu não vi nenhum ídolo. Deus estava dizendo que o coração humano toma as coisas boas como uma carreira de sucesso, amor, posses materiais, ate família, e transforma estas coisas em ultimas coisas. Nossos corações deificam elas como se fossem o centro de nossas vidas, porque, nos pensamos, que elas pode dar a nos a significância e a segurança, proteção e satisfação, se nós conseguirmos elas.
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O tema central do Senhor dos Aneis é o anel do poder tenebroso do Lorde Sauron, que corrompe qualquer um que tenta usa-lo, não importa quão boa são suas intenções, o anel como diz o professor Tom Shippey é um amplificador psíquico, que toma o desejo fundamental do coração e o magnífica em proporções idolátricas. Alguns bons caracteres do livro querem livrar escravos, ou preservar a terra do seu povo, ou levar aos maus a justa punição. Todas estas coisas são bons objetivos, Mas o Anel fazem eles quererem fazer qualquer coisa para alcança-los, qualquer coisa mesmo. Ele transforma a boa coisa em um absoluto que supera qualquer outro valor ou crença. O usuário do anel se torna progressivamente escravizado e viciado nisto, num ídolo, que é algo que nós não podemos viver sem. Nos temos que te-lo, e ainda que isso nos leve a quebrar as regras que alguma vez honramos, que nos levem a causar dano aos outros ou a nós mesmos, em ordem de obte-lo. Idolos são vícios espirituais que levam a um mal terrível, no livro de Tolkien ou na vida real.
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Qualquer coisa pode ser um ídolo.
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Momentos culturais como o que estamos vivendo agora nos providencia uma oportunidade. Muitas pessoas estão agora mais abertas para os avisos da Bíblia sobre dinheiro, que ele pode se transformar em muito mais que só dinheiro. Ele se transforma em algo com poder de alterar uma vida, um deus formado culturalmente, um ídolo que quebra os corações de seus adoradores. As mas noticias é que nós estamos tão aficionados no problema da avareza, que nós tendemos a ver o problema como algo das pessoas ricas, e não nos atentamos para a verdade mais profunda. Qualquer coisa pode ser um ídolo, e tudo foi um ídolo.
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O mais famoso código moral do mundo é o decálogo, os dez mandamentos. O primeiro mandamento nos diz que “Eu sou o Senhor, teu Deus... e você não terá outros deuses diante de mim” (Ex. 20:3). Isto nos leva a uma questão natural- O que você quer dizer com outros deuses? A resposta vem imediatamente, “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás...” (Ex. 20:4-5). Isso inclui tudo que existe no mundo! Maioria das pessoas sabe que nós podemos fazer do dinheiro, um deus. Muitas pessoas sabem que nos podemos criar um deus do sexo. Contudo, qualquer coisa na vida pode serivir como um ídolo, um Deus-alternativo, um Deus Falso. Eu recentemente ouvi uma historia sobre um oficial do exercito que buscava de forma tão exorbitante cumprir as disciplinas físicas e militares que acabou sua liderança. Isto levou a quebra de comunicação tão grave durante um combate que resultou em fatalidades. Eu conheci uma mulher que tinha experimentado períodos de pobreza quando ela era estava crescendo. Quando ela se tornou adulta, ela era tão ansiosa pela sua segurança financeira que ela abandonou toda perspectiva de relacionamentos em ordem de casar com alguém rico que ela não amava realmente. Isto levou a um divorcio prematuro e para todas os apertos econômicos que ela tinha temido tanto. Isso acontece com alguns dos jogadores da Major League Baseball, em uma busca para jogar não somente bem, mas num nível do Hall da Fama, eles tomam esteróides e outras drogas. Como resultado, seus corpos são corpos estão mais frágeis e sua reputação manchada quando buscam a qualquer custo ser mais que bons, estar entre os melhores. As muitas coisas sobre as quais estas pessoas estão construindo toda sua felicidade se transforma em pó em suas mãos por causa eles tem jogado toda sua significância ai. Em cada caso, uma boa coisa entre muitas se transforma numa causa, coisa suprema, então esta demanda um cancelamento de todos os outros valores competidores. Contudo, os deuses falsos são sempre desapontadores, e, então, cada vez mais destrutivas.
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É uma coisa errada querer tropas disciplinas, ou segurança financeira, ou capacidade atlética? Em absoluto. Mas estas historias apontam para um erro comum que as pessoas fazem quando eles escutam o conceito bíblico da idolatria. Nós pensamos que ídolos são coisas ruins, mas este quase nunca é o caso. Quanto maior o bem, mais esperamos que ele poderá satisfazer nossas mais profundas necessidades e esperanças. Tudo pode servir como um deus falsificado, especialmente as melhores coisas na vida.
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Como Criar um Deus.
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O que é um ídolo? É qualquer coisa mais importante que você tenha mais que Deus, tudo que absorve seu coração e imaginação mais que Deus, tudo que você procura para dar a você o que apenas Deus pode dar.
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Um deus falsificado é qualquer coisa tão centrla e essencial para sua vida, que, se você perder isto, sua vida fica sem qualquer razão de ser. Um idolo tem tanta posição de controle no seu coração que você pode gastar maior parte da sua paixão e energia, seus recursos financeiros e emocionais, nisto sem pestanejar. Isso pode ser familia ou crianças, uma carreira, fazer dinheiro, ou a busca de reconhecimento, ou visual melhor, ou posição social. Isso pode ser uma relação romântica, aprovação, competência e habilidade, segurança ou circunstâncias confortáveis, sua beleza ou seus miolos, uma grande causa política ou social, sua moralidade, sua virtude, ou até seu sucesso como ministro cristão. Quando seu significado na vida é consertar a vida de outra pessoa, nós chamamos isto de co-dependência, o que é realmente uma idolatria. Um ídolo é tudo quanto nós olhamos e dizemos em nosso coração, se eu tiver isto, então eu me sentirei com significado, minha vida tem sentido, e eu saberei que tenho valor, eu me sentirei cheio de signicado e seguro. Há muitas maneiras de descrever que tipo de relacionamento com alguma coisa é este, mas o melhor termor, é adoração.
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Os antigos pagãos não estavam fantasiosos quando eles retratavam virtualmente tudo como um deus, eles tinham deuses do sexo, deus do trabalho, deus do dinheiro, deus das nações- para o simples fato que tudo pode ser um deus que governa e serve como uma deidade no coração da pessoa ou na vida do povo. Por exemplo, beleza física é uma coisa agradável, mas se você deifica isto, se faz disto a coisa mais importante na vida da pessoa ou na vida da cultura, então você tem Afrodite, e não apenas beleza. Você tem pessoas, e uma cultura inteira, que agoniza constantemente sobre sua aparência, gastando quantidades absurdas de tempo e dinheiro nisto, e tolamente avaliando caráter com base nisto. Se alguma coisa se torna mais fundamental que Deus para sua felicidade, sentido na vida, e identidade, então isto é um ídolo.
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O conceito bíblico de idolatria é uma idéia extremamente sofisticada, integrando categorias intelectuais, sociais, psicologicas, culturais e espirituais. Há idolos pessoais, como um amor romântico e família, ou dinheiro, poder, ou realização, ou acesso a círculos sociais em particular, ou uma dependência emocional dos outros em você, ou saúde, ou forma física, ou beleza física. Muitos buscam em todas estas coisas pela esperança, sentido e satisfação que somente Deus pode dar.
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Há ídolos culturais, tais como o poderio militar, o progresso tecnológico, e a prosperidade econômica. Os ídolos de sociedades tradicionais incluem família, trabalho duro, dever e virtude moral, enquanto que na cultura ocidental estão a liberdade individual, auto-descobrimento, influência pessoal, e satisfação. Todas estas coisas podem tomar um tamanho desproporcional e poder na sociedade. Eles prometem para nós, a proteção, paz e feliciade se apenas nós basearmos nossas vidas neles.
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Como também podem existir ídolos intelectuais, também chamado de ideologias. ideologies. Por exemplo, os intelectuais europeus, no fim do sec. XIX e começo do sec. XX, se tornaram partidários da visão de Rosseau, acerca da inata bondade da natureza humana, que todos nossos problemas sociais são resultado de uma educação pobre e socialização. A 2a. Guerra Mundial abalou esta ilusão. Beatrice Webb, que muitos consideram a arquiteta do Estado de bem estar social moderno britânico, escreveu:
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Em algum lugar no meu diário -1890? - Eu escrevi: "eu tenho apostado tudo na essencial bondade da natureza humana.." agora, trinta e cinco anos depois eu percebi quão permanente é o mal que está no instintos e impulsos dos homens- quão pouco você pode contar em mudar alguma parte desse mal- por exemplo, o apelo da riqueza e do poder- em alguma transformação nesta máquina social... nenhuma quantidade de conhecimento ou ciência poderá ser útil a menos que nós podemos refrear este mau impulso. /
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Em 1920, em seu livro Outline of History, H.G. Wells louvou a crença no progresso humano. Em 1933, em seu The Shape of Thing to Come, chocado pela prepotência e violência das nações européias, Wells acreditava que a unica esperança para os intelectuais era apreender o controle e coordenar um programa compulsório educacional para levar paz, justiça e equidade. Em 1945, em In Mind at The End of of Its Tether, ele escreveu: Homo sapiens, como ele tem sido agradavel em chamar a si mesmo, está sendo destruído". O que aconteceu com Wells ou Webb? Eles tinham tomado uma verdade parcial e feito deisto uma verdade que englobava tudo, pela qual tudo poderia ser explicado e provido. Ao apostar tudo na bondade humana, eles colocaram isto no lugar de Deus.
Há também ídolos, que são valores absolutos inegociáveis, em cada campo vocacional. No mundo dos negócios, a auto-expressão é suprimida pelo valor último, o lucro. No mundo das artes, é ao contrário, a auto expressão é tudo. Tudo é sacrificado pela auto-expressão, e isto é realizado em nome de uma redenção. Isto, este seu pensamento, é o que a raça humana necessita acima de tudo. Há ídolos em todos os lugares.
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Amor, Confiança e Obediência
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a Bíblia usa três metáforas básicas para descrever como pessoas se relacionam com os ídolos de seus corações. Ela amam ídolos, confiam em ídolos, e obedecem seus ídolos.
A bíblia algumas vezes fala sobre ídolos usando uma metáfora matrimonial. Deus deveria ser nosso verdadeiro esposo, mas quando nós desejamos e nos deleitamos em outras coisas além de Deus, nós cometemos um adultério espiritual. Romance ou sucesso pode se tornar falsos amantes que prometem fazer-nos sentir-nos amados e valorizados. Idolos capturam nossa imaginação, e nós podemos localizar eles olhando para nossos sonhos em vigília. O que nós gostamos de imaginar? O que são nossos são nossos sonhos fundamentais? Nós olhamos para nossos ídolos para eles nos amar, para nos prover um valor e um sentido de beleza, significância, e mérito.
A Bíblia, algumas vezes, fala dos ídolos usando uma metáfora religiosa. Deus deveria ser nossos verdadeiro salvador, mas nós olhamos para o sucesso pessoal ou prosperidade financeira, e buscamos encontrar lá a salvação, paz e segurança que precisamos. Idolos nos dão um senso de estarmos no controle, e nós podemos localiza-los quando vemos nossos pesadelos. Do que temos mais medo? O que, se perdessemos, faria de nossa vida inválida, sem sentido? Nós fazemos sacrifícios para acalmar e agradar nossos deuses, em quem nós acreditamos que nos protegem. Nós procuramos em nossos ídolos, um provimento de confiança e segurança, que proteja a gente.
A Bíblia também fala de ídolos, usando uma metáfora política. Deus deveria ser nosso Senhor e Mestre,mas tudo quanto nós amamos e confiamos pode também servir assim. Qualquer coisa pode se tornar mais importante e inegociável para nós como Deus, isso vai se transformando num ídolo escravizador. Neste paradigma, nós podemos localizar idolos olhando para nossas mais inflexíveis emoções. O que nos faz raivosos incontroláveis, ansiosos, ou desanimados? O que nos tortura com culpa que não podemos mudar? Idolos controlam a gente, desde que nós sentimos que devemos tê-los em nossa vida ou sem eles, ela não terá sentido.
O que quer seja que nos controla é nosso senhor. A pessoa que busca poder é controlada pelo poder. A pessoa que busca aceitação é controlada pelas pessoas em que ela ou ele deseja agradar. Nós não controlamos a nós mesmos. Nós somos controlados pelo senhor de nossas vidas.
O que muitas pessoas chamam de problemas psicológicos são simples assuntos de idolatria. Perfeccionismo, wokaholic, indecisão crônica, a necessidade de controle da vida dos outros - todas estas ramificações fazem as boas coisas se tornarem idolos que controlam-nos quando tentamos alcançar eles. Idolos dominam nossas vidas.
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A oportunidade de desencanto.
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Como nós temos visto, há uma grande diferença entre desespero e sofrimento, já que desespero é um sofrimento insuportável. Na maioria dos casos, a diferença entre os dois, é a idolatria. Um homem de negócios coreiano matou a si mesmo depois de perder 370 milhões em investimento. "Quando indice da bolsa de ações baixou 1,000 pontos, ele parou de comer e foi beber por dias, e finalmente, decidiu se suicidar" sua esposa disse a um policial. No meio da crise financeira de 2008-2009, eu ouvi um homem chamado Bill contando que 3 anos antes de se tornar cristão, sua dependência mudou do dinheiro para seu relacionamento com Deus, Se a crise economica tivesse acontecido há mais de 3 anos atrás, eu não sei como lidaria com isto,como eu enfrentaria ela, como eu continuaria estar vivo. eu posso dizer honestamente, eu nunca fui feliz na minha vida.
Pensava como nós pensamos no mundo secular, idolos, deuses brilhantes de nossa era, tem o posto de uma confiança funcional em nossos corações. Com a economia global em frangalhos, muitos destes idolos que nos adoramos por anos tem arrebentado pessoas em torno de nós, esta é uma experiência de desencantamento. Nas velhas lendas, isso significa que o feitiço lançado pelo mau personagem foi quebrado, e há uma chance para escapar. Muitas vezes vem para nós como indíviduos, quando uma grande empreita, busca ou pessoa em que nós construimos nossas esperanças falha em entregar aquilo que nós pensamos que era certo. Isso muito raramente vem para uma sociedade inteira
O caminho a seguir, fora do desespero, é discernir os idolos dos nossos corações e da nossa cultura. Mas, isso não será suficiente, o unico caminho para livrar a nós mesmos da destrutiva influência dos deuses falsificados é voltar para o único verdadeiro. O Deus vivo, que revelou a si mesmo no Monte Sinais e na Cruz, é o unico Senhor quem, se você encontrar a ele, ele vai te completar, se você falhar, você pode confiar que ele verdadeira vai perdoar você.

Cristianismo e Cultura.

Como o Cristianismo pode ser relevante para a cultura atual? from iPródigo on Vimeo.

quarta-feira, março 03, 2010

Pastor Fanfarrão

CAIO FÁBIO: Tentações

Quando se confia na Graça e no amor de Deus por nós, toda tentação perde seu poder; e se descansarmos na certeza de que Jesus já foi também tentado por nós, conhecendo cada uma de nossas fraquezas ou tendências, mais vicária e transferível, pela fé, será a vitória de Jesus em nosso favor. Se houver confiança e descanso, é claro!
Desse modo, descansando é que se vence a tentação, confiando na fidelidade e na imutabilidade do amor de Deus. Pois só assim recebemos o poder de resistir, ou de suportar a tentação; posto que desse ponto em diante as tentações deixam de ser "sobre-humanas", e se tornam apenas humanas; e, portanto, reduzidas ao nosso próprio nível, deixando de ser um poder irresistível.
(...)
O príncipe deste mundo se alimenta do que "ele tem em nós"!
Assim, como há muita cobiça e outras loucuras em todos nós...! o melhor a fazer é confiar Naquele em quem o tal "príncipe" nunca teve NADA: Jesus.
Parece coisa boba, mas não é!
Quem desejar, pratique; e verá como as tentações não suportam a confiança e o descanso na Graça; e isso em silêncio que nem ora contra... mas apenas ora em gratidão!
O grande problema é aprender isto como confiança, e não como "teoria". E mais: aprender a ser grato e natural com Deus mesmo em tais horas críticas. Quando a gente aprende isto, ela, a tentação, ao chegar... começa a perder o poder; posto que se alimenta de nossas importâncias; e sobretudo de nossa justiça-própria, de nossa necessidade de dar explicações a nós mesmos e aos céus; e, sobretudo, do medo de estar sendo tentado!

ANDY STANLEY: Comunicação que Transforma


Trechos do novo livro de Andy Stanley em co-autoria com Lane Jones, Comunicação que Transforma publicado pela Editora Vida.
"Toda jornada tem curvas e viradas. E tem, também, marcadores de quilometragem que indicam onde as curvas e as viradas irão ocorrer. São os pontos de transição, de EU para NÓS, e de NÓS para DEUS, e assim por diante, no mapa da mensagem. No sermão, chamamos essas marcas de transições, quando passamos de um aspecto da mensagem para outro aspecto" p. 70
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Você precisará desenvolver uma conversa com o seu povo. Precisará puxar uma cadeira e sentar-se com a congregação como se fdsse com cada pessoa, para conversar sobre os diversos temas cobertos pela mensagem" p.79
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"O princípio bíblico que você extraiu das Escrituras. Se, a essa altura da exposição, você não consegue articular o ponto, pelo menos já sabe onde é que precisa de tração. A questão do por que precisam saber é a motivação." p.87
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"é ensinar as pessoas a viverem uma vida que reflita os valores, os princípios e a verdade da Bíblia. Em suma, meu alvo é a transformação. Quereo que as pessoas façam algo diferente, e não apenas ouçam". p.100
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"No fim do dia, minha vontade é que as pessoas da minha congregação confiem em Deus em cada área de sua vida, família, finanças, carreira, relacionamentos, tudo. Essa espécie de confiança é desenvolvida quando agimos consoante o que sabemos. Atos de obediência permitem que a fé interaja com a fidelidade de Deus. É nesse cruzamento que vemos a operação de Deus. Quando vemos Deus operando, nossa fé só tem a crescer" p.104
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Andy Stanley defende a idéia que mensagem deve conter apenas um único ponto.
"Qando me refiro, estou falando de uma de três coisas: uma aplicação, um insight ou um princípio. Com isso, toda mensagem terá uma idéia central, aplicação, entendimento ou princípio, algutinando todas as partes" p.109
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"...a razão por que tantas igrejas estão meio vazias aos domingos é que um grande grupo de pessoas dediciu não vir. Por quê? O pregador não lhes deu razão para voltar. Há smepre muitos pontos, mas nenhum que motive a volta para ouvir mais no domingo seguinte" p.123
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Criando um Mapa, no desenvolvimento do único ponto que a mensagem está baseado, há um mapa sugerido pelo autor que conduzirá a jornada da pregação:
"Nesta abordagem, o comunicador apresenta uma situação ou um problema, que ele mesmo tenha enfrentado ou esteja enfrentando (EU). Depois, encontra o terrenos comum com a experiência das pessoas que o ouvem (NÓS). Faz, então, uma transição para o texto, a fim de descobrir o que Deus diz a respeito da questão ou do ponto de tensão apresentado (DEUS). Daí, o comunicador desafia os ouvintes a agirem em conformidade com a palavra ouvida (VOCÊS). Finalmente, conclui com diversas declarações antecipatórias das consequências da obediência, na comunidade, na igreja ou no mundo, se todos assumirem tal verdade específica (NÓS)" p.126
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EU - ORIENTAÇÃO
NÓS- IDENTIFICAÇÃO
DEUS- ILUMINAÇÃO
VOCÊS- APLICAÇÃO
NÓS- INSPIRAÇÃO
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Sobre o nós, Andy Stanley diz "as escrituras foram dadas para que a totalidade do corpo de que somos membros possa brilhar como farol de esperança na vizinhança, na comunidade, no trabalho. Imagine o que Nós poderemos fazer juntos" p.137
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Internalizar a mensagem
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"Quando puder contar o sermão, em vez de prega-lo, você estará pronto para comunicar. Contudo, tal não ocorrerá até que mensagem tenha sido internalizada a ponto de você ser capaz de fornecer, de cor, uma versão de cinco minutos" p.141
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"Temos de nos lembrar de que o alvo não é o de expor tudo que tivermos nas anotações. É o de conduzir os ouvintes numa viagem, leva-los de um marco de quilometragem a outro, até chegarmos ao destino" p.143