Donald Miller's Blog: "The problem Christians face is the Bible is not attempting to answer how questions. And if it is, it’s a terribly written book and not practical in any way in terms of addressing how to succeed, how to get married, how to be more sexy, how to lose weight, how to organize your finances or how to build a business. Instead, the Bible is a why book. The Bible is answering much larger questions: Why do we exist, why do we not feel loved, why is there pain in the world, why has God left us and so forth. Are there exceptions? Sure. The Proverbs has some wisdom on how to live, and there are other examples, but they are few."
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quinta-feira, agosto 26, 2010
domingo, março 14, 2010
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
Eugene Peterson: Salvação

Tanto em Êxodo quanto no evangelho de Marcos, fica claro que não contribuímos em nada para nossa salvação. No entanto, somos convidados a participar. Na primeira metade do evangelho, pessoas de todo tipo são atraídas para junto de Jesus, experimentando sua compaixão, as curas, o livramento, o chamado, a paz. Vemo-nos implicitamente incluídos. Na segunda metade do evangelho, essa experiência de participação pessoal se torna explícita.
No centro do evangelho de Marcos há uma ponte entre os anos na Galiléia em que se narra a vida de Jesus e as últimas semanas em Jerusalém, concentradas em sua morte. Na verdade, essa ponte é estratégica para nos guiar a uma participação na salvação coerente com a vida e a morte de Jesus descritas por Marcos com tanto cuidado. Creio ser evidente que Marcos não era um jornalista escrevendo boletins diários das atividades de Jesus no século I. Também não era um publicitário tentando nos envolver numa causa com ambições históricas. Seu evangelho é a teologia espiritual em ação, uma forma de escrever que nos leva a participar do texto.
Marcos 8:27—9:9 é a passagem que serve de ponte, no centro do relato, entre as várias evocações de vida na Galiléia, ocupando simetricamente um lado, e a viagem resoluta a Jerusalém e a morte, ocupando o outro.
Marcos 8:27—9:9 é a passagem que serve de ponte, no centro do relato, entre as várias evocações de vida na Galiléia, ocupando simetricamente um lado, e a viagem resoluta a Jerusalém e a morte, ocupando o outro.
A passagem de transição é constituída de duas histórias. A primeira, o chamado de Jesus à renúncia enquanto ele e seus discípulos se dirigem a Jerusalém, fornece a dimensão ascética da salvação (8:27—9:1). A segunda, a transfiguração de Jesus no monte Tabor, fornece a dimensão estética (9:2-9).
As histórias começam e terminam com declarações acerca da identidade de Jesus como Deus em nosso meio: primeiro Pedro afirmando: "Tu és o Cristo" (8:29); depois, a voz do céu dizendo: "Este é o meu Filho amado" (9:7). Numa extremidade, o testemunho humano e, na outra, a atestação divina.
Antes de considerarmos essas duas histórias, desejo enfatizar a necessidade de mantê-las no contexto e ligadas entre si. O contexto é a vida e a morte de Jesus, aquele que revela Deus. Jesus é o tema do evangelho de Marcos. Fora de contexto, essas duas histórias dão espaço para inúmeras interpretações equivocadas. Não podem ser consideradas isoladamente. Não oferecem uma teologia espiritual pronta para ser explorada em nossos próprios termos.
Além disso, elas são organicamente ligadas. Não devem ser separadas uma do outra. São um ritmo de duas batidas numa única vida de salvação, e não duas formas alternativas de existir na história, de participar da obra salvadora de Deus na história. As histórias reúnem os movimentos ascéticos e estéticos, o "não" e o "sim" que trabalham juntos no cerne da vida de salvação. A participação na salvação, conforme esta é revelada em Jesus, exige o emprego apropriado e diferenciado dessas duas palavras: "não" e "sim".
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segunda-feira, dezembro 07, 2009
HAROLD KUSHNER: Eclesiastes

O Eclesiastes não é um mero professor de sabedoria, ainda que mais honesto e direto que a maioria deles. Não é apenas amigo da afetação e da hipocrisia. É um homem com um medo desesperado de morrer antes de aprender a viver. Nada do que já fez, nada do que fará teria importância, pois um dia morrerá e será como se nunca tivesse vivido. E ele não consegue suportar este medo de morrer e desaparecer sem deixar um traço de si.
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segunda-feira, fevereiro 09, 2009
LEITURA DO NOVO TESTAMENTO

LEITURA DO NOVO TESTAMENTO
por Caio Fábio
Leia a Palavra com o coração simples e cheio de fé!
“Vós tendes a unção que vem do Santo, e não precisam de que ninguém ensine a vocês!”LEITURA DO NOVO TESTAMENTO: cada pessoa no Caminho deve fazer a leitura do N.T. conforme a seqüência que se segue, sem leitura orientada, a fim de que cada um, de si mesmo, verifique o significado do Evangelho sem as leituras pré-condicionantes aprendidas na religião.Os livros do Novo Testamento foram escritos na seguinte ordem: 1ª. e 2ª. Tessalonicenses; Gálatas, Efésios, 1ª. e 2ª. Coríntios, e Romanos; Colossenses, Filemom; Filipenses, 1ª. e 2ª. Timóteo e Tito; 1ª. Pedro; Marcos; Mateus; Hebreus; Lucas; Atos; Tiago, Judas, 1ª. 2ª. e 3ª. João; o evangelho de João, 2ª. Pedro; e Apocalipse.CHAVE HERMENÊUTICA: OLHE PARA JESUS E VOCÊ ENTENDERÁ A PALAVRA. "O Verbo se fez carne...", sendo assim, a Encarnação torna-se nossa única e possível chave hermenêutica para entender a Palavra, a mim mesmo, o próximo e a realidade atual.1. Deve-se ler existêncialmente a Bíblia como tendo seu espirito realizada em Cristo. Ele veio para cumprir tudo. Cumpriu? Sim! Está consumado! Mas cumpriu de uma maneira legal-aos-sentidos? Não! Prova disso que o cumprimento da Palavra em Jesus era justamente aquilo que os mestres da Lei em Seus dias chamavam de transgressão. Assim, há um espírito até na Lei. Jesus cumpriu esse espírito, não suas materializações!2. Deve-se ler as "falas" de Jesus e não somente fazer (quando se faz) exegese do texto. Antes disso, deve-se perguntar: qual o significado desse ensino de Jesus para Jesus? E a resposta é uma só: veja como Ele lidou com a vida, com as pessoas, com os fatos! Conferindo uma coisa com a outra fica-se livre da construção de dois seres irreconciliáveis: o Jesus que viveu cheio de amor e graça, e o Jesus que ensinou coisas que só os interpretes autorizados conseguem "captar".3. Desse modo, então, não se faz jamais uma interpretação textual que não coincida com o comportamento e com a atitude de Jesus na questão, conforme o Evangelho. Eu confiro tudo com o espírito de Jesus, conforme o Evangelho.4. Só assim Jesus não fica esquizofrênico ante os nossos sentidos: o que Ele disse, Ele viveu; e o que Ele viveu, é o que Ele disse."Assim, Jesus é a chave hermenêutica para se discernir a Palavra, mas mesmo assim, eu só a conhecerei como Verdade, se eu mesmo a provar na minha carne; e isto é o que acontece quando a gente anda no Caminho; e assim é mesmo quando a gente tropeça."
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sábado, setembro 15, 2007
Coma este livro!

O caráter autoral das Sagradas Escrituras foi estabelecido como pessoal nas figuras do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ele era pessoal e por isso era também relacional, o que significava que a leitura é também relacional, o que significava que a leitura e a audição das Escrituras exigia participação pessoal e relacional. Esse fato foi acompanhado pelo reconhecimento de que essas Escrituras, nas quais Deus estava revelando tudo o que Ele é, também incluíam tudo que nós somos: há uma participação pessoal e abrangente de ambos os lados, do autor e do leitor.
Eugene Peterson, Coma este livro, p. 28
quarta-feira, junho 27, 2007
Uma leitura atual
Isaías 59
O pecado, a confissão e a redenção
1Agora escutem! O Senhor não é nenhum ser fraco que não possa salvar-nos; nem tão-pouco se está a tornar surdo! Ele ouve perfeitamente quando clamam a ele!
2Mas o problema é que os vossos pecados vos separam de Deus. Por causa do pecado ele virou-vos a cara e já não vos ouve mais.
3Porque as vossas mãos são as de assassinos; os vossos dedos estão sujos de pecado. Mentem, refilam, recusam o que é recto.
4Ninguém se preocupa em ser honesto e verdadeiro; os vossos processos judiciais baseiam-se sempre na mentira; passam todo o tempo conspirando e armando ciladas.
5Gastam o tempo e energias arquitecturando planos maldosos que acabam na concretização de assassínios.
6Enganam e falseiam toda a gente. Tudo o que fazem é cheio de pecado; a violência é aquilo que vos marca.
7-8Os vossos pés correm para a maldade, precipitam-se para o assassínio; os vossos pensamentos são de pecado, e para onde quer que forem deixam atrás um rasto de miséria e de morte. Ignoram o que seja a verdadeira paz, nem o que quer dizer ser bom e ser justo; fazem continuamente o que é mau, e os que vos seguem não poderão experimentar alguma paz.
9-10É por causa de todo esse mal que não nos é feita justiça, e que a rectidão não nos alcança. Esperamos pela luz, e só há trevas: vivemos na escuridão. Andamos às apalpadelas como cegos; tropeçamos em plena luz do dia, como se fosse o lusco-fusco do anoitecer. Somos como mortos entre os vivos.
11Grunhimos como ursos, gememos como pombas. Esperamos pela justiça, mas em vão. Esperamos por salvação, mas é coisa que está bem longe de nós.
12Porque os nossos pecados amontoam-se perante o Deus justo e servem de testemunho contra nós. Sim, nós sabemos bem como somos pecadores.
13Conhecemos a nossa desobediência; rejeitámos o Senhor nosso Deus. Sabemos como somos rebeldes e injustos; é com todo o cuidado que inventamos as nossas mentiras.
14Os nossos tribunais opõem-se aos justos; não se sabe o que é a honradez. A verdade anda de rastos pelas ruas, e a justiça vive como os marginais, os fora-da-lei.
15Sim, a verdade foi-se; e todos os que tentam viver mais correctamente são atacados.
16O Senhor viu todo este mal, e pareceu-lhe muito mal que ninguém tomasse a iniciativa de lutar contra o pecado. Viu que não havia ninguém que se adiantasse e interviesse. Por isso ele próprio avançou para vos salvar por meio do seu grande poder e da sua justiça.
17Revestiu-se da armadura da justiça, pôs o capacete da salvação; vestiu-se com a roupagem do castigo e da ira divina.
18Retribuirá aos seus inimigos conforme as suas más acções. A sua cólera atingirá os seus adversários mesmo que se encontrem nas terras mais distantes de além-mar.
19E por fim hão-de reverenciar e glorificar o nome de Deus, do ocidente ao oriente. Porque ele virá como uma corrente de águas, impulsionado pelo sopro de Jeová.
20Virá como um redentor para os de Sião que abandonaram os seus pecados.
21Esta é a aliança que faço com eles, diz o Senhor: O meu Espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, nunca mais as perderás, nem tu nem os teus descendentes, diz o Senhor, agora e para sempre.
O pecado, a confissão e a redenção
1Agora escutem! O Senhor não é nenhum ser fraco que não possa salvar-nos; nem tão-pouco se está a tornar surdo! Ele ouve perfeitamente quando clamam a ele!
2Mas o problema é que os vossos pecados vos separam de Deus. Por causa do pecado ele virou-vos a cara e já não vos ouve mais.
3Porque as vossas mãos são as de assassinos; os vossos dedos estão sujos de pecado. Mentem, refilam, recusam o que é recto.
4Ninguém se preocupa em ser honesto e verdadeiro; os vossos processos judiciais baseiam-se sempre na mentira; passam todo o tempo conspirando e armando ciladas.
5Gastam o tempo e energias arquitecturando planos maldosos que acabam na concretização de assassínios.
6Enganam e falseiam toda a gente. Tudo o que fazem é cheio de pecado; a violência é aquilo que vos marca.
7-8Os vossos pés correm para a maldade, precipitam-se para o assassínio; os vossos pensamentos são de pecado, e para onde quer que forem deixam atrás um rasto de miséria e de morte. Ignoram o que seja a verdadeira paz, nem o que quer dizer ser bom e ser justo; fazem continuamente o que é mau, e os que vos seguem não poderão experimentar alguma paz.
9-10É por causa de todo esse mal que não nos é feita justiça, e que a rectidão não nos alcança. Esperamos pela luz, e só há trevas: vivemos na escuridão. Andamos às apalpadelas como cegos; tropeçamos em plena luz do dia, como se fosse o lusco-fusco do anoitecer. Somos como mortos entre os vivos.
11Grunhimos como ursos, gememos como pombas. Esperamos pela justiça, mas em vão. Esperamos por salvação, mas é coisa que está bem longe de nós.
12Porque os nossos pecados amontoam-se perante o Deus justo e servem de testemunho contra nós. Sim, nós sabemos bem como somos pecadores.
13Conhecemos a nossa desobediência; rejeitámos o Senhor nosso Deus. Sabemos como somos rebeldes e injustos; é com todo o cuidado que inventamos as nossas mentiras.
14Os nossos tribunais opõem-se aos justos; não se sabe o que é a honradez. A verdade anda de rastos pelas ruas, e a justiça vive como os marginais, os fora-da-lei.
15Sim, a verdade foi-se; e todos os que tentam viver mais correctamente são atacados.
16O Senhor viu todo este mal, e pareceu-lhe muito mal que ninguém tomasse a iniciativa de lutar contra o pecado. Viu que não havia ninguém que se adiantasse e interviesse. Por isso ele próprio avançou para vos salvar por meio do seu grande poder e da sua justiça.
17Revestiu-se da armadura da justiça, pôs o capacete da salvação; vestiu-se com a roupagem do castigo e da ira divina.
18Retribuirá aos seus inimigos conforme as suas más acções. A sua cólera atingirá os seus adversários mesmo que se encontrem nas terras mais distantes de além-mar.
19E por fim hão-de reverenciar e glorificar o nome de Deus, do ocidente ao oriente. Porque ele virá como uma corrente de águas, impulsionado pelo sopro de Jeová.
20Virá como um redentor para os de Sião que abandonaram os seus pecados.
21Esta é a aliança que faço com eles, diz o Senhor: O meu Espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, nunca mais as perderás, nem tu nem os teus descendentes, diz o Senhor, agora e para sempre.
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