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terça-feira, janeiro 29, 2013
Tim Keller: A obra da renovação pelo evangelho.
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domingo, fevereiro 07, 2010
Tim Keller: Filho Pródigo
Ministrado no Encontro Sepal
quarta-feira, dezembro 02, 2009
EUGENE PETERSON: Pregação

quarta-feira, setembro 16, 2009
SIDNEY GREIDANUS: Pregando Cristo a partir do Antigo Testamento 3

A Escola de Alexandria
A interpretação alegórica foi desenvolvida primeiramente na Grécia no sec. 3o. a.C.
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O problema da pregação alegórica é que eles prociuram a relaçãocom Jesus em algum detalhe um tanto incidental pra tratamento como metafora, e ñão o resto da história. A tendencia de buscar o texto e faze-lo adequar a homília.
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Interpretação tipológica
Escola de Antioquia
a principal diferença entre a tipológica e alegórica é a forma como a história da redenção funciona na interpretação, Embora, a alegórica não negue a história redentora, ela não desempenha papel importante na interpretação da Escritura. A tipológica requer a história redentora, porque a analogia e o desenvolvimento progressivo entre tipo e antitipo são feitos dentro da história redentora. Como disse K. J. Woolcombe: "A exegese tipologica é busca por elos entre acontecimentos, pessoas ou coisas dentro da estrutura historica da revelação, enquanto o alegorismo é a busca de um significado secundário e escondido subjacente ao sentido principal e obvio de uma narrativa" p. 110
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Teodoro de Mopsuéstia (350-428)
utiliza a interpretação gramatica-historica. Ele focaliza o sentido natural e literal, procura determinar o sentido historico original de uma passagem.
"Até mesmo quando o NT cita um texto do AT, ele pode ser apenas ilustrativo em vez de uma indicação do sentido messiânico; até Os. 11.1 diz ele não faz referência a Cristo, apesar de Mt. 2,15
Teodoro foi chamado de judaizante- porque ele entendia o AT dentro de seu sentido historico e se recusavaa ler as doutrinas cristãs nele, como estava sendo feito cada vez mais em seus dias. p. 113
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João Crisóstomo (347-407)
O tipo recebe o nome de verdade até que a verdade esteja prestes a vir, mas quando vier o verdadeiro, o nome não é mais usado. Semelhante , na pintura: um artista desenha um rei, mas até que as cores sejam aplicadas ele não é chamado de rei, quando as cores são vestidas, o tipo é escondido pela verdade, e não é mais visível, e dizem então: Eis o Rei. (p.115)
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Intepretação Quádrupla
literal-histórico, moral, místico e escatológico.
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Agostinho 354-430
"o objetivo do escritor desses livros sagrados, ou seja, o Espírito de DEus que nele habita, é não apenas documentar o passado, mas também retratar o futuro, no que concerne à cidade de DEus, pois aquilo que for dito daqueles que não seus cidadãos é dado para sua instrução, ou como enigma para enfeitar sua glória" p. 123
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João Cassiano (360-435)
1. sentido liteiral, que ensina os fatos historicos. Jerusalém- cidade em Israel
2. sentido alegorico, que mostra que os fatos da historia prefiguram a forma de outro mistério - fé = Jerusalém- a igreja de Cristo
3. sentido tropológico ou moral, que oferece explicação moral pertinente à purificação da vida - amor.= Jerusalém - a alma da pessoa
4. sentido anagógico, que tem a ver com mistérios espirituais, que surgem para segredos mais sublimes e sagrados do céu- esperança= Jerusalém-a cidade celestial de Deus.
"O maná pode ser visto, literalmente, como alimento dado milagrosamente aos israelitas; alegoricamente, como bendito sacramento da Eucaristia, tropologicamente, como o sustento espiritual da alma dia após dia pelo poder da habitação do Espirito de Deus, e anagogicamente, como o alimento das benditas almas no céu, a Visão beatífica e união perfeita com Cristo" p. 125
domingo, julho 19, 2009
SIDNEY GREIDANUS: Pregando Cristo a partir do Antigo Testamento - 2

domingo, julho 12, 2009
SIDNEY GREIDANUS: Pregando Cristo a partir do Antigo Testamento.

Capitulo 1- PREGAR A CRISTO E PREGAR O ANTIGO TESTAMENTO
quinta-feira, janeiro 01, 2009
Pregando Cristo
“A pregação centrada em Cristo é muito mais específica do que a pregação centrada em Deus”.
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Das recentes palestras sobre “Pregando Cristo a partir das narrativas de Gênesis”.
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No início de meu ministério, preguei uma série de sermões em Eclesiastes. Um sermão após outro, um pregador aposentado me dizia: “Eu apreciei seu sermão, Sid, mas eu me pergunto: “Será que um rabino poderia ter pregado seu sermão em uma sinagoga?” Esta imagem ficou gravada nitidamente em minha cabeça. O meu sermão era distintivamente cristão? Eu tinha pregado Cristo?Hoje reconheço que mesmo com um doutorado em interpretação bíblica e pregação, eu não sabia como pregar a Cristo com integridade a partir de Eclesiastes, e eu nem estava muito preocupado em como fazê-lo. Minha maior tarefa, eu penso, era fazer justiça ao texto escolhido, e evitar distorcer as Escrituras. Não seria suficiente pregar sermões centrados em Deus? Cristo, afinal, é Deus. Mas pesquisas e reflexões posteriores me convenceram que a “pregação centrada em Cristo” é muito mais específica do que a “pregação centrada em Deus”. De acordo com o Novo Testamento, pregar a Cristo não é o mesmo que pregar a Deus de maneira geral, mas significa pregar Cristo encarnado, Jesus de Nazaré, como o clímax da revelação própria de Deus. Como João explica, “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (Jo 1.18).
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A Necessidade de se Pregar Cristo
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A necessidade de se pregar Cristo é claramente comunicada no Novo Testamento. Em primeiro lugar, Jesus ordenou que seus discípulos pregassem sobre ele. Após sua ressurreição, Jesus ordenou a seus discípulos: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mt 28.19-20).Em segundo lugar, devemos pregar Jesus Cristo porque ele é o caminho da salvação. Jesus disse para Nicodemus: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). De fato, Jesus disse que ele é o único caminho da salvação. “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6; cf. Jo 17.3; At 4.12). Em terceiro lugar, deveríamos pregar explicitamente a mensagem de Jesus Cristo em nossa cultura póscristã. Na antiga cultura cristã, pregadores podiam pressupor que os seus ouvintes indistintamente iriam fazer conexões entre a mensagem do sermão e Jesus. Mas ninguém pode partir dessa hipótese em uma cultura pós-cristã. Se de alguma maneira as pessoas ainda pensam em alcançar a Deus, elas são inclinadas a pensar que existem muitos caminhos para ele. Os cristãos seguem um caminho, os judeus seguem outro, e os mulçumanos, ainda outro. No final das contas, todos se encontram no mesmo topo da montanha. Mas, se a Bíblia está correta, existe apenas um caminho até Deus: Jesus Cristo. Portanto, é crucial que em cada sermão nós explicitamente preguemos Jesus Cristo.
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O Significado de “Pregar Cristo”
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Mas o que significa “pregar Cristo?” O entendimento mais comum de “pregar Cristo” é pregar a pessoa e a obra de Cristo - a obra é costumeiramente entendida como o trabalho ungido de Jesus. Esta definição ampla é baseada no Novo Testamento. Embora Paulo tenha dito: “Nós pregamos Cristo crucificado” (1Co 1.23), suas cartas deixam claro sua igual preocupação em pregar o Cristo ressurreto (1Co 15.4), em pregar “Jesus Cristo como Senhor” (2Co 4.5), e pregar a Segunda Vinda de Jesus (1Ts 3.13-18). Mas mesmo esta definição da pregação da pessoa e/ou a obra de Jesus Cristo é muito limitada para que possamos pregar Cristo em todos os sermões com integridade. Muitos textos de sabedoria do Antigo Testamento não podem ser legitimamente ligados a pessoa ou obra de Jesus. Deveríamos acrescentar à nossa definição de “pregar Cristo” um elemento a mais: o ensino de Jesus. Em seu mandado missionário, o próprio Jesus nos ordenou que passássemos adiante seus ensinamentos: “Fazei discípulos de todas as nações..., ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mt 28.20). João reiteirou a importância do ensino de Jesus: “Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho” (2Jo 9). Portanto, quando pensamos em pregar Cristo, deveríamos incluir o ensino de Cristo a respeito de tópicos tais como Deus, o reino de Deus, o próprio Jesus e sua missão, salvação, a lei de Deus, e nossa responsabilidade e missão. Em conformidade com isso, sugiro a seguinte definição: “Pregar Cristo a partir do Antigo Testamento significa pregar sermões que autenticamente integram a mensagem do texto com o clímax da revelação de Deus na pessoa, obra, e/ou ensino de Jesus Cristo como são revelados no Novo Testamento”.[1]Quando o texto contém uma promessa sobre o Messias que está por vir, os pregadores podem fazer este movimento de modo direto. Eles automaticamente relacionam a promessa com o cumprimento. Por exemplo, quando pregamos em Isaías 61, “O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim,” não nos atemos apenas ao significado do texto para os ouvintes de Isaías, mas prosseguir adiante até o seu cumprimento em Jesus (Lc 4) e seu significado para os ouvintes contemporâneos. Do mesmo modo, quando pregamos que Deus redimiu Israel da escravidão do Egito, não deveríamos nos ater apenas à mensagem para Israel, mas deveríamos prosseguir adiante na história da redenção até o ato redentivo final de Deus em Jesus e em sua mensagem para a igreja aqui e agora.
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Os caminhos para a pregação de Cristo a partir do Antigo Testamento
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Estudando tanto o Novo Testamento quanto a história da pregação, cheguei a conclusão de que existem sete caminhos legítimos para relacionar o Antigo Testamento a Jesus. Eles são: (1) a progressão histórico-redentiva, (2) promessa-cumprimento, (3) tipologia, (4) analogia, (5) temas longitudinais, (6) referências neotestamentárias, e (7) contraste.[2]Se o texto pregado é o relato da criação de Gênesis 1.1-2.3, as opções estão limitadas porque o relato descreve o estado anterior a queda. Além disso, os pregadores podem chegar a Jesus através das referências do Novo Testamento: João 1.1-5 faz menção a Gênesis 1 e fala de Jesus como a Palavra de Deus pela qual todas as coisas foram criadas. João continua no verso 14, “A palavra se fez carne,” o que pode ser relacionado com Filipenses 2.6-7, onde Paulo fala de Cristo Jesus, “o qual, sendo o próprio Deus ... esvaziou-se a si mesmo tomando a forma de servo”.Se o texto bíblico fala sobre os eventos posteriores à queda como, por exemplo, a narrativa de Abel e Caim em Gênesis 4, os pregadores podem chegar até Cristo por uma variedade de caminhos:
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Pelo caminho da progressão histórico-redentiva, traçando a batalha entre a semente da serpente e a semente da mulher, a partir de Caim versus Abel, do Egito versus Israel, indo para Canaã versus Israel, para Herodes versus Jesus, para Satanás versus Jesus, para o Mundo versus a igreja, até a derrota final de Satanás (Ap 20.10) e a vitória de Cristo.
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Pelo caminho da tipologia Abel-Cristo: Abel, a semente da mulher que foi morto pela semente da serpente, é um “tipo” de Jesus Cristo, a Semente da mulher que seria morto por Satanás.
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Pelo caminho da analogia: assim como Deus assegurou a Israel que ele preservaria o seu povo da aliança na história humana (veja Gn 4.25-26), Jesus assegura sua igreja que “as portas do inferno não prevalecerão sobre ela” (Mt 16.18).
Traçando o tema longitudinal da semente da mulher a partir de Sete, a “semente” que substituiu o martirizado Abel (4.25), até Noé, Abraão, Isaque, Jacó, Judá, Davi, e finalmente até Jesus Cristo, a Semente da mulher.
Usando referências neotestamentárias como Hebreus 12.24 ou João 3.11-13 como uma ponte para Cristo.
Para os textos de sabedoria do Antigo Testamento a opção pela analogia combinada com as referências neotestamentárias pode ser uma abordagem frutífera se o pregador identificar um ensino similar de Jesus, o rabi que pensava em parábolas como um homem sábio do passado. Por exemplo, ao pregar sobre “Não te fatigues para seres rico... Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus” (Pv 23.4-5), é possível usar analogia para se chegar ao ensino similar de Jesus, “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam” (Mt 6.19). Ou, pregando em Eclesiastes com os seus freqüentes refrões sobre a vaidade, um pregador pode usar a opção do contraste: em razão da ressurreição de Jesus, a vida humana não é vaidade. Isto pode ser baseado pelas palavras finais de Paulo em seu capítulo sobre a ressurreição: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1Co 15.58). O fato é que no contexto histórico-redentivo mais amplo é possível se fazer justiça à mensagem original do texto da pregação, e pregar a pessoa, obra e ensino de Jesus, sem distorcer as Escrituras. A pregação cristrocêntrica não se opõe à pregação teocêntrica. Se feita corretamente, a pregação cristrocêntrica expõe o verdadeiro coração de Deus.
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[1] Esta definição é de meu livro, Preaching Christ from the Old Testament (Grand Rapids: Eerdrmans, 1999), p.10.[2] Para uma explicação detalhada disto veja Preaching Christ from the Old Testament., 203-77
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Dr. Sidney Greidanus
Professor de Pregação no Calvin Theological Seminary em Grand Rapids, Michigan.Este artigo, traduzido por Adrien Bausells, foi extraído da revista Forum (primavera de 2003, p. 3-4), publicada pelo Calvin Theological Seminary.
domingo, dezembro 14, 2008
O Evangelho em todas as suas formas
fonte: http://www.acts29network.org/acts-29-blog/keller-explains-the-gospel/
Como Deus, o Evangelho é também é um e mais que isso.
O evangelho tem sido descrito como uma piscina onde um nenê pode andar em cima e ainda um elefante pode mergulhar. É bastante simples para se dizer a uma criança e profundo suficiente para a mente mais arguta explorar. Entretanto, até mesmo os anjos nunca se cansam de olhar dentro dele (1Pe1:12).
A uma geração atrás, evangélicos concordaram sobre o "Evangelho simples": 1; Deus fez voce e quer ter um relacionamento com você, 2. mas o seu pecado separa voce de Deus. 3. Jesus tomou sobre si o castigo merecido pelos seus pecados, 4. Assim, se arrependam dos pecados e confie nele para sua salvação, você será perdoado, justificado, e livremente aceito pela graça, seu Espírito vai trazer alegria a sua vida, e quando morrer, você irá para o céu.
Existem, hoje, pelo menos duas grandes críticas a esta formulação simples. Muitos dizem que ela é muito individualista, que salvação em Cristo não é somente para trazer felicidade individual como também para trazer paz, justiça e uma nova criação. Uma segunda crítica é que nao existe um simples evangelho, porque tudo é contextual e Bíblia mesma contém muitas apresentações do evangelho em tensões entre si.
Não existe uma única mensagem do Evangelho?
Vamos tomar a segunda crítica em primeiro lugar. A crença que não existe um unico esquema basico do evangelho na Bíblia remonta a escolha bíblica de Tubingen, que insistiu que o evangelho da justificação em Paulo foi acentuadamente diferente do evangelho do reino de Jesus. No século 20, o professor britânico C.H. Dodd contrariou a tese que havia um consenso bíblico sobre a mensagem unica do evangelho. Então, por sua vez, James Dunn alegou em seu livro Unidade e Diversidade no Novo Testamento (1977) que o evangelho na Bíblia havia formulações tão diferentes que nao poderiamos chegar a um único esquema.
Agora, centenas de sites de jovens líderes cristãos se queixam de que os mais velhos na igreja evangélica passaram muito tempo lendo Romanos, esquecendo das declarações de Jesu que o reino de Deus está próximo. Mas para ser fiel aos cristãos do primeiro século e seu entendimento do evangelho, eu creio que devemos estar ao lado de Dodd sobre Dunn. Paulo é enfático que o evangelho que ele apresenta é o mesmo que é pregado pelos apostolos em Jerusalém. "Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim haveis crido (1Co 15:11). Esta declaração assume um corpo singular do conteúdo do evangelho.
Um evangelho, muitas formas.
Então sim, deve haver apenas um evangelho, ainda que seja esclarecido em diferentes formas nas quais pode ser expresso. Esta é a própria maneira da Bíblia ao se referir a ele, e deveríamos ficar com ela. Paulo é um exemplo. Depois de insistir, só há um evangelho (Gl 1:8), então ele fala de estar encarregado do Evangelho da incircuncisão em oposição ao Evangelho da circuncisão (Gl. 2:7).
As coisas que estão neste momento estão erradas no mundo material, ele irá endireitá-las. Alguns evitar a importância de trabalhar pela paz e pela justiça apontando para 2 Pedro 3:10-12, o que parece dizer que este material mundo vai ser completamente queimado até à ressurreição final.. Mas esse não foi isso o que aconteceu com o corpo de Jesus, que reteve a suas impressões digitais, e Doug Moo torna isto um caso de transformação do mundo, não substituição, em seu ensaio sobre ""Nature and the New Creation: NT Eschatology and the Environment"disponível on line.
Você poderia esperar de mim, que neste ponto agora, explicasse como é que podemos perfeitamente integrar os diferentes aspectos do evangelho na nossa pregação. Eu não posso, porque eu não tenho. Mas aqui está como eu tento.
Ele sempre lidera com alguns pontos em vez de outros, em um esforço para estabelecer a ligação com a linha de base cultural de seus ouvintes. É quase impossível cobrir todas as bases do evangelho com um não-crente ouvinte, sem que esta pessoa acabe perdendo o interesse.
Algumas partes são mais simples de encaixar do que outras, e, outras para começar são mais, um comunicador deve saber com quais irá trabalhar. Eventualmente, é claro, você tem que chegar a todos os aspectos do evangelho pleno em um processo de evangelismo e discipulado.. Mas você não tem que dizer tudo, todas as vezes.
Há pessoas de outras religiões (judaísmo, islamismo), com forte origem católica, bem como as que cresceram em igrejas protestantes conservadores.
As pessoas com uma educação religiosa pode agarrar a idéia do pecado como a violação da lei moral de Deus. A lei deve ser explicada de forma que eles percebem que ficam aquém realizarem ela. Nesse contexto, Cristo e a sua salvação pode ser apresentado como a única esperança de perdão pela culpa. Este é por sinal, o tradicional evangelho dos evangélicos da última geração, é um "evangelho para a circuncisão".
Em vez de dizer-lhes que estão pecando porque estão dormindo com suas namoradas ou namorados, quero dizer-lhes que eles estão pecando porque estão buscando os seus romances para dar significado a sua vida, mas apenas para justificarem-se e salvá-los, dar-lhes o que devem o propósito da vida, que deveria ter sido procurado a partir de Deus.
A idolatria leva à ansiedade, obsessão , inveja e ressentimento. Eu tenho descoberto que quando você descreve a sua vida em termos de idolatria,as pessoas pós-moderna não dão muita resistênciaEntão Cristo e a sua salvação pode ser apresentado não (até este ponto) tanto como a única esperança de perdão, mas como sua única esperança de liberdade. Este é o meu "evangelho para o incircuncisos”.
sábado, novembro 03, 2007
Tim Keller na Preaching Today
An Interview with Timothy Keller
Preaching Today: Could you tell us a bit about your planning process for preaching?
Tim Keller: Every June I flesh out all of my sermon topics, titles, and texts for the coming year, and then I send them off to my music director and other associate preachers. During vacation and study time in the summer, I read books on the themes I'll be treating in the sermons during the coming year. At the end of the summer, my reading leads me to revise the list of topics and texts, and then we are good to go!
Tell us about your weekly preparation process.
Ten days before the Sunday I will preach a given sermon, I spend three hours doing basic exegesis and outlining. The Friday morning before I preach the sermon, I spend five hours writing a first draft of the sermon. On Saturday morning I spend four hours writing a second draft. That Saturday night I spend another two to three hours writing a third draft. With each draft I shorten and streamline the message. I then get up very early on Sunday morning and spend two hours reading it through several times, essentially memorizing all the basic points and sub-points.
I pastor a large church and have a large staff, so I give special prominence to preparing the sermon. I give it 15–18 hours a week. I would not advise younger ministers to spend that much time on sermon preparation, however. The main way to become a good preacher is to preach a lot and to spend tons of time in people work. That's how you become something more than a Bible commentator; you become a flesh–and–blood preacher. When I was without a large staff, I spent 6–8 hours in sermon preparation.
Which tools do you find most helpful in the preparation process?
I use BibleWorks software and lots of commentaries.
What advice can you offer to other preachers?
Preaching should be biblical, clear for the mind, practical for the will, vivid for the heart, warm, forceful, and Christocentric. You should always preach Christ and the gospel from every text!
How do you generate sermon ideas?
It's a great mistake to pit pastoral care and leadership against preaching preparation. Many of my preaching ideas come to me as I am talking to, exhorting, counseling, evangelizing, and shepherding people. It is only through working with people that you become the preacher you need to be—someone who knows sin, how the heart works, what people's struggles are, and so on. To some degree, pastoral care and leadership are sermon preparation! They prepare the preacher and not just the sermon.
Finally, what devotional material do you use for your personal growth?
I use a version of M'Cheyne's reading calendar, reading the Bible in its entirety every year. I also follow the traditional daily office, and I read and pray all the Psalms every month. I use older versions of the Book of Common Prayer for many of my prayers.
domingo, novembro 19, 2006
Pregação Cristocêntrica
CHAPELL, Bryan Pregação Cristocêntrica Ed. Cultura Cristã“O teste das três horas da madrugada requer que você imagine sua esposa, seu pai ou membro da igreja, acordando-o de um sono profundo com esta simples pergunta:”Sobre o que é o sermão de hoje, pastor?”. Se você for incapaz de dar uma resposta incisiva, saberá que o sermão provavelmente está incompleto. Pensamentos que você não consegue juntar às três da madrugada por certo não serão apreendidos pelos utros a qualquer hora” p. 41
“Agora, que eu e todo aquele que fala a palavra de Cristo, livremente nos orgulhemos de que nossa boca é a boca de Cristo. Estou verdadeiramente certo de que minha palavra não é minha, mas a palavra de Cristo. Assim deve ser a minha boca a boca daquele que a exprime”
Martinho Lutero, p.101
Jay Adams na p.291
3. Mensagens para SER BOM.
4. Mensagens que Dizem às pessoas para DISCIPLINAR-SE
Sidney Greidanus na p. 317
CULPA CANCELADA PELA CRUZ, PRODUZ ATITUDE RECONHECIDA E ARREPENDIMENTO.
“Reverência às verdades da graça precisa preceder o serviço quanto às obrigações morais, ou as ações se tornarão irrelevantes e equivocadas. As mãos dos crentes devem permanecer vazias de si mesmas, tanto antes quanto depois da conversão, se queremos experimentar a plenitude da graça” p. 336




