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terça-feira, junho 18, 2019

1Co 1:10-17: O CHAMADO PARA A UNIDADE

Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer. Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo? Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio, Para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome. E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro. Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã.  1 Coríntios 1:10-17

1. TEMA DA CARTA ESTÁ 1:10

O tema fundamental desta carta está ecoado em :

Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer. 1 Coríntios 1:10

Tudo que se segue, especialmente 1:11 a 4:21, deve ser entendido como uma elaboração deste apelo. Paulo está escrevendo para uma comunidade marcada por divisões, e apela por unidade. A palavra unidos aqui deve ser entendida como uma restauração para uma condição anterior, colocar em ordem algo que foi quebrado ou desmantelado. O mesmo verbo está em Mc 1:19, Mt 4:21.

Paulo realiza seu pedido como um membro da família para seus irmãos, como aquele que fala comissionado por Jesus Cristo para fazer tal pedido, portanto, através do nome de Jesus Cristo. 

A alusão ao nome de Jesus, vem exatamente do poder curador de Jesus, como remédio para as divisões - At 3:6,16;4:7,10. O nome também invoca o caráter e a reputação de Jesus Cristo como conhecidas publicamente .

UNIDADE 
A desunião da igreja e a declaração de fé - 2Co 13:5, 1Co 15:1 x 2Co 12:24-25



2. POVO DE CLOÉ (1:11)

A fonte da informação é o povo de Cloe. A precisão da identidade deles é desconhecida, mas presume-se que eram escravos ou funcionários de uma casa liderada por uma mulher chamada Cloé. Não sabemos se Cloé vive em Corínto ou Eféso, onde Paulo escreve esta carta. 

3. AS DIVISÕES DE CORINTO: 
APOLO (AT 18:24-19:7/1CO 1:17-2:5, 1Co 3:6, 1Co 16:12)
PEDRO (CEFAS) 1CO 15:5, GL 2:8-9
PAULO 
CRISTO

As pessoas de Corínto estariam se organizando ao redor de alguns pregadores e líderes, uns dizendo que pertenciam a Paulo, outros a Apolo, e outros a Pedro e uns de Cristo (1:12). Paulo desconhece a existência de uma facção paulina. e é muito difícil de acreditar que os lideres também sugeriam tal coisa aos liderados.

Apolo aparece em:

E chegou a Éfeso um certo judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloqüente e poderoso nas Escrituras. Este era instruído no caminho do Senhor e, fervoroso de espírito, falava e ensinava diligentemente as coisas do Senhor, conhecendo somente o batismo de João. Ele começou a falar ousadamente na sinagoga; e, quando o ouviram Priscila e Aqüila, o levaram consigo e lhe declararam mais precisamente o caminho de Deus. Querendo ele passar à Acaia, o animaram os irmãos, e escreveram aos discípulos que o recebessem; o qual, tendo chegado, aproveitou muito aos que pela graça criam. Porque com grande veemência, convencia publicamente os judeus, mostrando pelas Escrituras que Jesus era o Cristo.  Atos 18:24-28

A ênfase de Lucas no conhecimento retorico de Apolo pode explicar o texto de 1Co 1:17-2:5, alguns de Corinto impressionados com a capacidade retorica de Apolo, poderiam ter supervalorizado isto, daí o texto paulino.

"Apolo era um poderoso mestre das Escrituras, originário de Alexandria, o qual estivera em Éfeso logo após a visita inicial de Paulo e, em seguida, dirigira-se a Corinto. Em Éfeso, ficou claro para o pequeno grupo de cristãos que, embora conhecesse os fatos básico sobre Jesus, Apolo pensava em Jesus como extensão e aplicação de João Batista, não em Jesus como o Messias, cuja morte e ressurreição realizaram o que João apenas podia prever. Nesse momento, Priscila e Aquila, amigos de Paulo, separaram Apolo e explicaram-lhe os fatos de modo mais detalhado, proporcionando um dos momentos mais incríveis que poderíamos ter presenciado. (Em Éfeso, ocorreu um tipo de pequena e estranha continuação: Paulo conheceu um grupo de seguidores de João Batista e explicou-lhes como as palavras de João se concretizaram em Jesus). Para fins desta biografia, a ideia é que Apolo estivera em Corinto depois da saída de Paulo e exerceu forte impressão sobre a igreja,. levando alguns membros a decidirem que ele, não o apostolo, era o tipo de mestre que realmente queriam" (N T Wright, Paulo: uma biografia, p. 273)

Contudo, não se pode falar de uma desavença entre Paulo e Apolo, já que Paulo gostaria que ele fosse visitar a igreja como está 1Co 16:12.


Cefas é o nome aramaico de Pedro (1Co 15:5. Gl 2:8-9). Não é claro se ele esteve em Corinto realmente ou se apenas é reconhecido como um dos lideres da igreja primitiva. 

A única pista de uma passagem dele por Corinto está em 9:5. 

Segundo Gordon Fee, não há uma clara corrente judaizante na igreja como havia em Gálatas.

O partido de Cristo  seriam aqueles que clamavam Jesus como seu líder exclusivo, como se fosse uma pretensão de um acesso direto a Cristo longe dos apóstolos...Cristo é reduzido ao status de mais um líder disputando adesões na comunidade local.




Paulo tem esta situação como escandalosa. Assim ele coloca uma serie de questões retóricas (1:13). A primeira é se Cristo está dividido? A dissensão na comunidade criou uma coisa absurda, Paulo  sugere que Cristo é tratado como uma mercadoria que pode ser manipulada por eles. O corpo de Cristo foi fragmentado nos grupos de interesse. 

4. BATISMO: MENSAGEM X MENSAGEIROS (11:26,15:1-3)

1. Paulo se opôs ao batismo ou tentou desencorajar os convertidos de serem batizados?  Rm 6:3, Cl 2:12, 

2.Por que Paulo não praticava batizar todos os seus novos convertidos?  Paulo buscava evitar a ostentação e o culto pessoal, algo que afastasse as pessoas da cruz de Jesus. (1Co 1:31)

3.Qual foi o objetivo da missão de Paulo? O evangelho é a boa notícia de que quem recebe a Cristo como Salvador e Senhor será salvo. O batismo é um apelo a Deus por essa salvação. Portanto, a pregação do evangelho é primária, e a obra de Cristo na cruz é muito mais importante do que a obra de qualquer homem no batismo. O que importa não é quem te batiza, mas em quem você é batizado. (John Piper, Christ Did Not Send Me to Baptize )

4. O que tudo isso implica sobre nossa visão do batismo? Mt 28:19-20, é um mandamento de Jesus, Deve expressar nosso desejo de confiar somente em Cristo para a salvação e se orgulhar somente dele.


As questões seguintes mostram que não foi Paulo que foi crucificado e nem foram batizados em nome de Paulo. A vida da comunidade depende inteiramente da morte de Jesus na cruz (11:26, 15:1-3). 

Talvez, a grande dificuldade seja entender o significado do batismo. Isto explicaria porque Paulo está contente por não ter batizado muitas pessoas em Corinto (1:14-16). O batismo não cria um vínculo especial entre o batizado e o oficial, Paulo diz que não se lembra de quem batizou exceto de alguns lideres daquela igreja. 

A crucificação de Jesus e o batismo do crente são ideias que fluem juntas naturalmente para Paulo ( Rm. 6:2-3; Cl. 2:12-15). 

O culto a personalidade era uma característica da sociedade greco-romana. 



 A missão fundamental de Paulo é pregar o evangelho e não batizar.A tendência daquela igreja era de priorizar os mensageiros e não a mensagem, Paulo diz que o mais importante é a mensagem e não os mensageiros.


Wisdom (sophia) usually means accumulated philosophic, scientific, and experiential learning that includes an ability to discern essential relationships of people and things. It connotes competence in and a profound understanding of domains of human endeavor (philosophy, literature, art, science). It was highly prized and an important characteristic of the Greco-Roman culture in Paul’s day, but he feels it necessary to pit himself as a preacher of the gospel over against the rhetorical eloquence of trained orators, whom he regards as merely human sages. His reason? “Lest the cross of Christ be emptied of its meaning,” i.e., be dissipated in a cloud of learned rhetoric and words. The cross has been introduced in v. 13, where Paul alludes to the crucifixion of Jesus, and in the following v. 18 he will speak of “the message of the cross” (ho logos ho tou staurou), which is the heart of his gospel and which stands over against sophia logou, which may even be a phrase bandied about in Roman Corinth. Needless to say, Paul is not an antiintellectual and is not inveighing against the use of philosophy or other polished modes of communication in his endeavor to preach the gospel, but he is concerned that such preaching modes not obscure the mystery of the cross. “The evidence of Paul’s own testimony strongly suggests that the apostle deliberately chose not to make use of ancient rhetoric in his preaching of the Gospel and his written correspondence with various churches” (Weima, “What Does Aristotle,” 467). I hesitate to go along with Goulder’s sense of “wisdom” in this letter, which he sees as a way of life in accord with the Torah and halakhic regulations (“Sophia”). JOSEPH A. FITZMYER, S.J., FIRST CORINTHIANS, p. 149


sábado, abril 25, 2015

Salmo 63: Experimentando a Deus.


Salmos 63:1-11O Deus, tu és o meu Deus, de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água;  Ó Deus, tu és o meu Deus, de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água; Para ver a tua força e a tua glória, como te vi no santuário.  Porque a tua benignidade é melhor do que a vida, os meus lábios te louvarão. Assim eu te bendirei enquanto viver; em teu nome levantarei as minhas mãos. A minha alma se fartará, como de tutano e de gordura; e a minha boca te louvará com alegres lábios, Quando me lembrar de ti na minha cama, e meditar em ti nas vigílias da noite.  Porque tu tens sido o meu auxílio; então, à sombra das tuas asas me regozijarei. A minha alma te segue de perto; a tua destra me sustenta. Mas aqueles que procuram a minha alma para a destruir, irão para as profundezas da terra. Cairão à espada; serão uma ração para as raposas. Mas o rei se regozijará em Deus; qualquer que por ele jurar se gloriará; porque se taparão as bocas dos que falam a mentira. 


"O desejo é o incessante pulsar da vida humana. O que ansiamos determina o escopo de nossas experiências, a profundidade de nossas percepções, os padrões com os quais julgamos e a responsabilidade com que escolhemos nossos valores. Por isso é de crucial importância ansiarmos por coisas que ultrapassam o material, que sejam transcendentais" (James Houston, O Desejo)

Quando eu compro uma coisa, eu tento ver o que o manual diz para eu fazer, e normalmente, fico perdido. Então, olho para caixa, e tento fazer igual a imagem que aparece. Precisamos dos dois, da imagem e do manual.

Na vida espiritual, podemos imaginar a mesma coisa. Todo mundo quer ter uma experiência espiritual, quer um encontro com Deus. Como saber se estamos tentando uma verdadeira experiência com Deus? Muitos tem se sentido cansado ou mesmo em dúvidas se teve ou não uma experiência com Deus.

Quando temos um filho, sempre ficamos perdidos sobre se estamos ou não criando bem. Se ele está normal, se está tudo bem. 

Quando olhamos para Bíblia vemos os grandes encontros de homens com Deus, esta seria a foto da capa, a imagem daquilo que queremos. Os salmos são o manual de como chegamos até lá, é alguém mostrando como experimentamos a Deus visto por dentro da experiência.

Nossa vida é cheia de altos e baixos, momentos que estamos próximos e momentos que estão longe.

Vamos ver neste salmo, algumas características da experiência com Deus, para testarmos se estamos indo no caminho certo ou não.

O salmo foi escrito quando Davi estava fugindo de Absalão no deserto como vimos em 2Sm 15:23.


DESENVOLVENDO UM APETITE ESPIRITUAL.


A primeira coisa que sabemos que estamos no caminho certo. É quando estamos querendo Deus em nossa vida. 

As pessoas, em geral, querem Deus, buscam a Deus, mas não o Deus verdadeiro.


 INTIMIDADE E NECESSIDADE.

O Deus, tu és o meu Deus, de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água Salmos 63:1

Quantas pessoas você pode chamar de meu? Você apenas usa a palavra meu se você tem intimidade com ela, como um pai, mãe, filho, irmã. Davi está dizendo que tem um relacionamento pessoal com Deus, e por causa disso ele busca desde o começo do dia. Quando a nossa lama está sedenta, quando estamos desejando a sua presença em nossa vida. Esta é uma evidência que precisamos dele.

É como o pai ou mãe que busca o filho, o próprio sentimento de ausência é que nos mostra que precisamos de Deus. 

MAIOR QUE AS NOSSAS NECESSIDADES.

Porque a tua benignidade é melhor do que a vida, os meus lábios te louvarão. Salmos 63:3

Neste caminho da intimidade,  Deus se revela para nós como maior do que qualquer coisa que podemos ter na vida. Este é um sinal que estamos no caminho certo, quando Deus passa a ser a maior coisa que temos na vida. 

Ficamos satisfeitos com Deus por quem Ele é e não pelos benefícios que Ele pode nos dar. Se eu tiver o amor, o favor, a intimidade de Deus não vou precisar de mais nada.

Alguém que busca por coisas, está buscando de Deus, mas não exatamente a Deus. Somente teremos descanso quando buscarmos Deus. 

O primeiro é que, apesar de adoração envolve expressões de gratidão a Deus pelos seus dons, esta não é a essência da verdadeira adoração. De fato, há uma gratidão a Deus pelos seus dons que não tem verdadeira adoração nele em tudo.Em outras palavras, há pessoas que amam a sua saúde e família e trabalho e passatempos, e agradeço a Deus por eles, muitas vezes, mas não amam a Deus.Eles não saborear Deus. E quando Deus não é saboreado pela doçura e excelência de quem ele é, ele não é adorado. (John Piper)

VIVENDO NA PRÁTICA:

Precisamos de um novo apetite por Deus em si mesmo.

Então, preciso de algumas coisas:

1. Preciso regrar meu apetite: quando estamos na mesa, precisamos nos alimentar da maneira certa, o pecado pode encher nosso estomago, mas não darão satisfeitas. Uma das razões que Deus não nos satisfaz mais é porque estamos nos satisfazendo com outras coisas. Não coloque substitutos aí.

2. Precisamos ver a grandeza da satisfação: tudo aquilo que Deus está a nos oferecer, por vezes, focamos em apenas algumas coisas que são nossa necessidade urgente, e esquecemos que Ele tem muito mais a nos oferecer. Fazemos isto, quando nos aprofundamos em conhecer a Deus, meditando em sua Palavra e orando. 


O que prefere sinceramente Deus a todas as outras coisas em seu coração, o fará na sua prática. Pois quando Deus e todas as outras coisas vierem a competir, esse é o teste apropriado para saber o que um homem prefere; e a maneira de agir em tais casos deve certamente determinar qual deve ser a escolha em todos os agentes livres, ou aqueles que agem em escolha. Portanto, não há sinal de sinceridade mais insistido na Bíblia que este: que neguemos a nós mesmos, vendamos tudo, esqueçamos o mundo, tomemos a cruz, e sigamos Cristo aonde quer que Ele vá. Portanto, corram dessa maneira, não na incerteza; assim lutem, não como quem desfere socos ao ar; mas esmurrem seus corpos e os reduzam à escravidão (Jonathan Edwards)

Quando me lembrar de ti na minha cama, e meditar em ti nas vigílias da noite. Salmos 63:6-7 


Da manhã até a noite, precisamos estar voltados para Deus pois ele sempre está pronto a nos completar.

Em Jesus,  encontramos a cada momento de nosso dia, tudo aquilo que precisamos de Deus para a nossa vida.



Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude; Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.  2 Pedro 1:3-4






terça-feira, julho 24, 2012

Definições: Amor - existe limite?

1CORÍNTIOS 13.4-8, 13   A caridade é sofredora, é benigna; a caridade não é invejosa; a caridade não trata  leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade nunca falha; mas, havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três; mas a maior destas é a caridade.


Estamos conversando sobre definições que Bíblia traz sobre 3 conceitos chaves da vida cristã: a fé, a esperança e o amor.

Já vimos que a fé é o início do nosso relacionamento com Jesus, é quando deixamos de confiar naquilo que temos e passamos a desfrutar daquilo que Ele é para nós. Numa linguagem teológica a fé está ligada a nossa justificação.

A esperança está ligada a nossa santificação, ao permanecer em Cristo, à graça futura. É a nossa vida que está sendo construída pelo Espírito Santo afim de revelar a presença de Cristo em nós.

Agora, o amor é a manifestação desta vida externamente, é o compartilhar a beleza, a satisfação e a segurança que Jesus tem dado a nós. São os frutos do Espírito.

Pensando na metáfora da videira de João 15, a qualidade de nossos frutos não provém de nenhuma qualidade nossa ( e sim, da fé) e como também não vem de nenhum esforço pessoal (e sim, da esperança). 

1. O limite do amor é o próprio Amor.

No texto citado de 1Coríntios fala que o amor não tem limites- a inveja, a leviandade, a soberba, a indecência, o auto-interesse, o julgamento. Como também há outros inimigos como a falência de nós mesmos, o tempo, a paciência e a nossa perseverança.

Porque o amor pode vencer todos estes inimigos? Por que o amor não vêm de nós mesmos, apenas recebemos o amor. Se dependesse de cada um de nós produzir e conversar o amor, o fruto seria amargura e ódio jamais amor.

Se olhamos para nós mesmos buscando alguma força para vencer estes inimigos, já podemos desistir antes mesmo de começar, mas não está em nós a fonte de vida, a causa para que podemos cumprir aquilo que ordena as escrituras é que Jesus Cristo já cumpriu, e somos um com Ele e assim, podemos viver a plenitude da vida.

"O fruto é aquilo que o Agricultor pretende dar ao mundo. O fruto é exatamente aquilo que Deus sabe que o mundo precisa. A vida de Jesus demonstrou perfeitamente o que Deus pretende e o que o mundo precisa. Agora Jesus habita em nós para garantir que o fruto permaneça disponível ao mundo que tanto necessita dele" Carlos McCord, A vida que satisfaz, p. 92

O limite do amor é o limite da nossa satisfação pessoal em Jesus Cristo, o limite do amor é quanto de vida está correndo no interior do ramo.

O limite do amor é o próprio amor.

Deus nos fez para sua própria glória, não há outro lugar em que podemos descansar. Um vida de ódio não combina com a nossa felicidade, imagine-se odiando uma pessoa 24 horas por dia e 7 dias por semana. Você pode ser qualquer coisa assim, menos feliz.

Deus nos ordenou o amor para a nossa própria felicidade.

"O amor é a expansão e o transbordar do prazer em Deus, que alegremente supre a necessidade de outros" John Piper, Plena Satisfação em Deus, p.49.


2. Zaqueu: o dinheiro, a graça e o amor.

Um dos meios que Deus usa nossa vida para levar amor para outras pessoas são nossos recursos. Jesus disse que onde está o nosso tesouro, aí estará também nosso coração. Muitos tentam fugir dessa verdade, espiritualizando esta passagem. Mas, o que Jesus quis dizer é a verdade de que onde colocamos nosso dinheiro, aí está o que amamos.

A ganância é tratada pela Bíblia como uma idolatria (Cl 3:5), porque acreditamos que nosso dinheiro pode trazer paz, segurança e satisfação que apenas Deus pode dar. O resultado é que perdemos nosso contentamento em Deus e assim, impomos um limite ao amor.

Vamos ver como Jesus muda isto na bem conhecida história de Zaqueu:

LUCAS 19:1-10  E, tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando.   E eis que havia ali um homem, chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos e era rico.  E procurava ver quem era Jesus e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura. E, correndo adiante, subiu a uma figueira brava para o ver, porque havia de passar por ali.  E, quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque, hoje, me convém pousar em tua casa. E, apressando-se, desceu e recebeu-o com júbilo. E, vendo todos isso, murmuravam, dizendo que entrara para ser hóspede de um homem pecador. E, levantando-se Zaqueu, disse ao Senhor: Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se em alguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado. E disse-lhe Jesus: Hoje, veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.


Zaqueu era um homem pequeno, queria ver Jesus mas não conseguia, subiu numa árvore para poder vê-lo, Jesus vem ao seu encontro e propõe ir a sua casa.

Uma das primeiras coisas que devemos saber a respeito deste homem é que não foi somente sua baixa estatura que o fez subir naquela árvore, mas por que ele era publicamente taxado como um homem pecador, se não fosse assim, ele poderia ter buscado um lugar a frente da multidão. A segunda coisa que devemos notar que ele era um coletor de impostos, era um pessoa que vivia uma vida dedicada ao dinheiro, e ganhava dinheiro cobrando impostos romanos dos judeus. Seria como se o Brasil fosse invadido pela Argentina, e ele agora estava trabalhando para Argentina se enriquecendo.

Vemos duas coisas aqui: a ganância como estilo de vida que o afasta de Deus e o julgamento das outras pessoas que também o afastam de Deus.

Zaqueu nunca conheceu uma pessoa que não o difamava, nunca encontrou alguém que o levasse esperança. Precisou Jesus vir até ele.

Abrindo um parêntese, muitas pessoas hoje são afastadas de Deus porque muitos crentes nominais, irmãos mais velhos, ficam dizendo que essas pessoas são pecadoras e jamais levam o amor da graça de Deus.

Voltando, Jesus pede para comer em sua casa, o Evangelho de Deus começa a se relacionar com ele, e sua vida é transformada. Como podemos dizer isto? Pelo modo como ele lidou com o dinheiro:

 E, levantando-se Zaqueu, disse ao Senhor: Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se em alguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado. E disse-lhe Jesus: Hoje, veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.
Jesus não diz para ele se você cumprir seu plano mesmo,. você poderá será salvo. Ele não deixa condições. Por que? 

Porque quando a nossa vida entra em contato com a graça que há em Jesus, tudo passa a ver visto de uma nova forma.  Tudo começa a ser visto pelo olhar de Jesus e sua generosidade, que abriu mão de tudo para alcançar a cada um de nós e que sustentará nossa vida por toda a eternidade.

Quem descobre isto, descobre uma alegria que o dinheiro não pode dar. Quando somos impactados por Jesus, somos levados a impactar outras vidas pela presença de Jesus em nossa vida.

3. Amar é arriscar-se!

1 João 4:18-19: No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor  Nós amamos, porque ele nos amou primeiro. 

Isto me leva ao último ponto, amar é arriscar-se! É confiar na graça de Deus que trabalha em nossa vida e vai continuar trabalhando. 

Jonh Piper coloca que na vida ou a desperdiçamos ou a perdemos. C.S. Lewis coloca que há duas escolhas: servir no céu ou ser senhor no inferno. Viver para amar é uma vida de riscos,  porque quando estamos cheios do amor de Deus somos colocados pela fé em situações onde o impossível acontece.

Aqueles obstáculos para amar deixam de ser obstáculos, porque o amor dele na nossa vida, lança fora todo o medo. E deixamos de viver guiados pelas nossas vontades, desejos e satisfações e passamos a viver contentes na sua graça, na sua provisão diária.

O medo paralisa o amor porque pensamos que haverá percas,  mas arriscar em amar  me leva a viver na confiança de que Deus é existe e é dEle que vem a minha recompensa (Hb 11.6).

Carlos McCord coloca em a vida cristã em três palavras com R: receber, regozijar e repartir. Lembre-se sempre disso! Recebemos as perfeições divinas pela obra de Deus Pai através Jesus, regozijamos da perfeição de Cristo em nossa vida diária através do Espírito Santo dado pelo Pai e repartir a vida de Jesus com outros pela força do Espírito movidos pelo amor do Pai.

Porque por ele, por meio dEle e para Ele são todas as coisas, Paulo dizendo que a fé, a esperança e o amor é o próprio Jesus. Somente permanecendo nEle podemos ter vida.

"Quando as intenções de Jesus se movimentam livremente na vida de uma pessoa, ela é como Jesus. A boa notícia é que não temos que colocar isto na vida de ninguém. Jesus já está lá! O que falta nessas vidas, não falta!"  Carlos McCord, p.95

Por que o amor é o maior dos três? Algumas dicas:

E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. 1Jo 4.16

Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.  1Jo 4.8

Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. Lc. 15:10





Fontes Bibliográticas:

Carlos McCord - A vida que satisfaz

John Piper - Plena Satisfação em Deus.

John Piper - Não jogue sua vida fora.

Timothy J Keller- Counterfeit Gods

segunda-feira, julho 23, 2012

John Piper: Não jogue sua vida fora. (cps 1-6)


Algumas coisas que catei na leitura do livro do Piper, apesar da capa horrorosa que a Editora Cultura Cristã deu ao livro, é um baita livro como diria o Neto!


O modo de não desperdiçamos nossa vida é viver para a glória de Deus e ter deleite nEle. Deus nos fez para glorificar a Ele tendo prazer nEle e, assim, demonstrar sua excelência em todas as esferas da vida.

Por outro lado, a vida desperdiçada é uma vida sem paixão por Deus.

Fomos feitos para ver e saborear Deus, e assim espalhar esta satisfação. Quando deixamos de mostrar isso, pecamos.

E Deus nos ama, nos libertando das garras do egoísmo para que possamos conhecê-lo e admirá-lo para sempre.

No capítulo 3, Piper coloca  a cruz como o centro da Glória de Deus, se não vemos a beleza da glória na cruz, desperdiçamos a vida. conforme Gl 6:4, a única coisa que podemos nos gloriar é na cruz de Cristo. 

"Toda boa coisa na vida (ou coisa ruim que graciosamente é tornada em bem) tem o alvo de engradecer Cristo e este crucificado" p. 45

Na cruz, Cristo morreu por nossos pecados, nos livrou da ira de Deus, e assegurou para nós a graça onipotente de Deus que opera todas as coisas para o nosso bem.

O outro sentido do versículo é quando Cristo morreu, todos nós pela fé morremos com Ele, e assim ficamos unidos com Ele pela morte - Rm 6:5. O que vive agora é uma nova criatura que tem uma única paixão: exaltar Cristo e sua cruz.

No quarto capítulo, Piper fala sobre magnificar Cristo por meio da dor e da morte.  Se experimentamos a morte como lucro, você magnifica a Cristo na morte - Fp. 1:20-21.

No quinto capítulo, é melhor perder a vida que jogar ela fora. O risco faz parte da vida cristã, há uma falsa segurança que nos impede de arriscar pelos outros. 

"Como você pode ser mais que um vencedor, quando arrisca pela causa de Deus e sai ferido por isso? (....) Uma resposta bíblica é que um vencedor derrota seu inimigo, mas um que é mais que vencedor subjuga seu inimigo. Um vencedor anula o propósito de seu inimigo, mas um que é mais que vencedor faz com que o inimigo lhe sirva para seus próprios propósitos. Um vencedor abate seu inimigo, um que é mais que vencedor faz de seu inimigo escravo" p. 79


O alvo da vida  é com alegria, tornar outros alegres em Deus. O perdão é o modo como Deus remove o obstáculo da nossa comunhão com Ele.  Quando buscamos a alegria dos outros a nossa custa até, não estamos jogando fora nossa vida.

"Quando falo de alegria em Deus, portanto, falo em uma felicidade alegre que tem raízes no decreto eterno de Deus, foi comprada pelo sangue de Cristo, surge no coração nascido de novo por causa do Espírito de Deus, desabrocha em arrependimento e fé,  constitui a essência da santificação e semelhança de Cristo, e dá surgimento a uma vida de amor e uma paixão por redimir o mundo segundo a imagem de Deus. Alegria em Deus é uma realidade maciça planejada, comprada e produzida por Deus na vida de seus eleitos para glória de seu nome" p. 85



domingo, julho 22, 2012

O importante é ser feliz: o propósito da vida.

MATEUS 19.16-26:   E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei, para conseguir a vida eterna?    E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom, senão um só que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.  Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me. E o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.   Disse, então, Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no Reino dos céus. E outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de Deus. Os seus discípulos, ouvindo isso, admiraram-se muito, dizendo: Quem poderá, pois, salvar-se? E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível.


1. A felicidade não combina com a glória de Deus.

Hoje se há um absoluto sobre qual é o sentido da vida, podemos resumir numa simples frase: o importante é ser feliz! 

Muitas pessoas pensam que na vida elas tem duas escolhas: ou buscam sua própria felicidade ou buscam a glória de Deus.  Para muitos, as duas coisas são impossíveis, são como água e óleo. 

O significado da  felicidade do mundo de hoje não é muito distante do mundo antigo, o mundo daquele jovem mancebo.  A felicidade estava em ter coisas e não dever nada para ninguém, contudo, esta felicidade não era suficiente para ele viver uma vida de alegria. 

Faltava-lhe alguma coisa, tanto era assim, que ele foi atrás de Jesus buscando saber o que ele precisava adquirir ou fazer para entrar na vida eterna. 

Quando ele chega perante Jesus, ele chama-o de bom mestre. Jesus responde dizendo por que chama Ele de bom, se bom só é Deus. Jesus está se identificando para aquele homem.  Era como se Jesus estivesse dizendo: Você está entendendo que está falando com Deus, é isso? Você confia em mim como Deus? 

Jesus o ordena que guarde os mandamentos porque a felicidade está na vontade de Deus, em ouvir a Deus e fazer o que Ele mandar.

O jovem diz que guarda, mas ainda falta alguma coisa. 

Jesus entende, ele guarda mas seu coração está não na vontade de Deus mas nas coisas que ele têm e faz. Aí, Jesus toca na ferida, vá vende tudo quanto tem e me segue.

O jovem vai triste embora, não consegue entender que a verdadeira felicidade está em viver na fé em Jesus, em conhecer Ele a cada dia dependendo dele, glorificando a Ele no caminho.


2. Felicidade é viver para glória de Deus.

1Cronicas 16.10
   Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o SENHOR.


Salmo 105.3   Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração daqueles que buscam ao SENHOR.



A felicidade não está em algo que possamos ter ou fazer, a felicidade verdadeira está em conhecer a Deus e viver dependendo dEle minuto a minuto, momento após momento. 

Hebreus 11.6   Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.

A bíblia deixa claro que a felicidade do homem e a glória de Deus  caminham juntas, existe em Deus uma felicidade para cada um de nós que supera qualquer uma deste mundo. 

Deus está pronto para encher cada um de nós com sua alegria, é necessária que peçamos a Ele mais e mais dessa alegria. Como diz Andrew Murray, o único modo de não termos sede é continuarmos sedentos.

"Fomos feitos para ver e saborear Deus- e saboreando-o, ser supremamente satisfeitos , e assim espalhar em todo mundo o valor da presença dele. Deixar de mostrar às pessoas o Deus que tudo satisfaz é não amá-los" John Piper (NJSVF, p. 29)

O prazer em Deus é o destino da nossa alma, Deus nos criou para sermos satisfeitos com nada menos que a sua própria presença dentro de cada um de nós. 

Se temos em Deus a maior alegria desta vida, a própria torna-se lucro (Fp. 1:20-21). Cristo é o nosso tesouro, é nossa recompensa, o nosso prazer. Ele deve ser uma satisfação tão profunda que quando a morte levar tudo que você ama, ela vai te dar mais de Cristo e você considera isto lucro.

Em Hebreus 11.26, fala que Moisés suportou as dores tendo em vista a recompensa que Jesus tinha para ele. Buscamos em Deus, uma recompensa maior que a que há no mundo.

"Não é possível agradar a Deus sem buscar gratificação nele. Portanto, a adoração que agrada a Deus é a busca prazerosa por Deus. Ele é a recompensa que supera a grandeza de tudo o mais" John Piper, PSD, p. 61

3. O que é impossível aos homens a Deus é possível.

Galatas 6.14   Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo.


A cruz de nosso Senhor é a prova da maior alegria do cristão, Deus faz o que era impossível para nós possível. Deus revela a grandeza do seu amor para cada um de nós. Traz de novo a felicidade para o nosso coração, perdoa cada um de nós, afasta a sentença de morte e nos coloca  de novo junto a Deus.

Na cruz, Deus nos dá o melhor de todos os presentes: Ele mesmo.

E pela fé, nós estamos lá com Jesus, deixamos toda a tristeza do pecado e recebemos uma nova vida de glória. 

A paixão pela glória de Deus é a única coisa que transforma a nossa vida. A felicidade do mundo está dependente dos nossos recursos e circunstâncias, sempre há falta de algo. A felicidade que está na glória de Deus não tem falta de nada, todas as coisas cooperam para o nosso bem.

O objetivo não é chegarmos para Deus com a nossa lista de qualidades e feitos para herdarmos a vida eterna, mas  a nossa vida é deleitar-se no nosso Deus glorificando a Ele com a nossa vida. Buscando em Deus a provisão para a nossa felicidade, a nossa alegria e a nossa satisfação.


Aquilo que é impossível para nós, para Deus é possível! Ele tem mais e mais para nos dar!