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sexta-feira, janeiro 09, 2015

Timothy Keller: Prayer: Experiencing Awe and Intimacy with God



Prayer: Experiencing Awe and Intimacy with God de Tim Keller



Tim Keller hoje é um dos mais influentes líderes e pensadores evangélicos de nosso tempo. Depois de escrever sobre diversos assuntos, ele escreveu um livro sobre oração. 

O livro pode ser visto como uma resposta aos críticos mais tradicionais reformados que criticam sua aproximação com autores contemplativos.

Algumas notas:

"Cristo não é parte da alegria do céu: toda a alegria do universo é uma parte de Cristo"

"Talvez oramos pela vinda do reino de Deus, mas se não desfrutamos de Deus com todo o nosso ser, não honramos a Ele como Senhor"

"Deus é a única pessoa de quem não podemos esconder ada. Diante dele, você  inevitavelmente vê a si mesmo numa nova, única luz. Oração, então, leva a um auto-conhecimento que é impossível de encontrar em outro lugar"

"É necessário para nós reconhece que há um misticismo inteligente na vida da fé...da vida de união e comunhão com o exaltado e sempre presente Redentor. Ele comunga com seu povo e seu povo comuga com ele num amor consciente recíproco. A vida da verdadeira fé não pode ser um assento metálico frio. Deve ter a paixão e o calor do amor e da comunhão, porque a comunhão com Deus é a coração e o ápice da verdadeira religião."

"Se você não é feliz, humilde e fiel em privado diante Deus, então o que você quer aparecer para fora não combina com quem você realmente é"

"Nós devemos primeiro ouvir a Palavra, e então o Espírito Santo trabalha em nossos corações: ele trabalha nos corações de quem ele quer, como ele quer, mas nunca sem a Palavra"

"A Bíblia não nos apresenta uma arte de oração, ela apresenta o Deus da oração"

"Em nosso estado natural, oramos para Deus para ter coisas"


"As boas coisas que não pedimos são usualmente interpretadas por nossos corações como frutos de nossa própria sabedoria e diligência. Dons de Deus que não são percebidos como tais são mortais para alma porque eles reforçam a ilusão da auto-suficiência  que leva a uma confiança exagerada e nos põe a falência"

"Orar em nome Jesus significa que vamos a Deus em oração confiança conscientemente em Cristo para a nossa salvação e aceitação e não descansando em nossa própria credibilidade ou histórico. Isto é essencialmente, redefinir nossa relação com Deus na obra salvífica de Jesus uma e outra vez. Isto também significa reconhecer a nossa posição como crianças de Deus, independentemente do nosso estado interior. Deus, o nosso Pai está comprometido com o bem da criança como qualquer pai deveria estar"

"Toda oração é de alguma forma impura. Nunca é feita com os motivos próprios do coração ou com a linguagem digna de seu objeto. Ela é recebida e respondida por Deus, contudo, apenas pela graça"

"O real arrependimento deve ter dois componentes: admitir e rejeitar"


Imagine an eight-year-old boy playing with a toy truck and then it breaks. He is disconsolate and cries out to his parents to fix it. Yet as he’s crying, his father says to him, “A distant relative you’ve never met has just died and left you one hundred million dollars.” What will the child’s reaction be? He will just cry louder until his truck is fixed. He does not have enough cognitive capacity to realize his true condition and be consoled. In the same way, Christians lack the spiritual capacity to realize all we have in Jesus.

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if we aim to move beyond seeing only the danger of sin—its consequences—and find ways to convince our hearts of the grievousness of sin—how it dishonors and grieves the one to whom we owe everything. If we think just of the danger and then confess, we will find that our repentance is self-oriented and we will end up returning to the same character flaws and patterns of wrongdoing again and again.
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We feel that if God is completely in control then our actions don’t matter—or vice versa. But think how practical this is. If we believed that God was in charge and our actions meant nothing, it would lead to discouraged passivity. If on the other hand we really believed that our actions changed God’s plan—it would lead to paralyzing fear. If both are true, however, we have the greatest incentive for diligent effort, and yet we can always sense God’s everlasting arms under us. In the end, we can’t frustrate God’s good plans for us (cf. Jer 29:11).==========
Q. 98. What is prayer? A. Prayer is an offering up of our desires unto God, for things agreeable to his will, in the name of Christ, with confession of our sins, and thankful acknowledgement of his mercies.==========
“we should lay before God, as part of our prayer, the reasons why we think that what we ask for is the best thing.”==========



Modelo de Oração==========
Morning Prayer (25 minutes) APPROACHING GOD Ask him for his presence and help as you read and pray. Choose from one of these scriptural invocations: Psalm 16:8; 27:4, 9–10; 40:16–19; 63:1–3; 84:5–7; 103:1–2; 139:7–10; Isaiah 57:15; Matthew 11:28–30; John 4:23; Ephesians 1:17–19; 3:16–20. BIBLE READING AND MEDITATION (Keep in mind that no one can do all of the following in any one session of meditation and prayer.) To study the passage: Read it three or four times. Then make a list of everything it says about God (Father, Son, and Holy Spirit); list anything that it tells you about yourself; and finally, list any examples to be followed, commands to be obeyed (or things that need to be avoided), and promises to claim. When this is all done, choose the verse and truth that is most striking and helpful to you. Paraphrase the thought or verse in your own words. To meditate on the passage: Write down answers to the following questions: What does this text show me about God for which I should praise or thank him? What does the text show me about my sin that I should confess and repent of? What false attitudes, behavior, emotions, or idols come alive in me whenever I forget this truth? What does the text show me about a need that I have? What do I need to do or become in light of this? How shall I petition God for it? How is Jesus Christ or the grace that I have in him crucial to helping me overcome the sin I have confessed or to answering the need I have? Finally: How would this change my life if I took it seriously—if this truth were fully alive and effective in my inward being? Also, why might God be showing this to me now? What is going on in my life that he would be bringing this to my attention today? PRAYER Pray each of the meditations—adoration, confession, petition, and thanksgiving for Jesus and his salvation. Pray for your needs and pressing concerns. Take a final moment just to enjoy him and his presence.

Jen Pollock Michel: Teach Us To Want


O livro Teach Us to Want de Jen Pollock Michel foi eleito o melhor livro do ano pela revista Christianity Today, veja aqui

O livro fala sobre como podemos mudar nossos desejos para desejar a Deus mais do que as outras coisas. Numa análise bem simplista, eu diria que é um livro devocional sobre os problemas filosóficos que James K.A. Smith traz em seus livros.

Qual é o ponto de partida de ambos? Somos aquilo que desejamos. Então, qualquer transformação deve passar por uma transformação do desejo. Se o filósofo analisa o rito e como se dá processo do desejo-imaginação-performance, aqui a autora está mais focada numa transformação através da oração, especialmente, o Pai Nosso.

Pensando assim, o pecado se caracteriza como uma forma de adultério espiritual, que revela que o desejo está no centro da nossa formação e transformação espiritual.

O homem são homo liturgicus, nós orientamos nossas vidas não de acordo com um sistema de crenças ou uma cosmovisão, mas de acordo com os nossos desejos. Cada decisão, grande ou pequena, é um algo direcionado por valor, conscientemente ou não, estamos em busca daquilo que amamos e valorizamos, somos criaturas teleológicas.

He is the I Am who I Am, not the I Am who they wish. (p. 104)

A oração é o caminho para admitir a mudança que não podemos fazer por nós mesmos. A oração é o ato corajoso de levar nossos desejos diante de Deus. A oração é  lugar onde em nome de Jesus encontramos a santidade de Deus como toda a nossa humanidade.

O desejo que se torna corrupto emerge de um coração que pede. eu quero isto e devo ter isto e merecer isto.


This transformation that occurred in Jacob is the change God intends for each of us. Holiness will re-form us: it will reshape the way that we view ourselves as well as the way that we view God. It will change the way that we pray because it will revise our personal desires. It will even change the ways that we most fundamentally understand our identity: “Your name is Jacob; no longer shall your name be called Jacob, but Israel shall be your name” (Genesis 35:10). But in the midst of the metamorphosis of desire, we can yet cling to the confidence that God issues the invitation to ask. (p. 154)

A santidade vem da confissão porque falando alto nosso pecado para outra pessoa é um passo para começar odiar aquilo. Deus é santo, e eu não. A confissão é entender isto.


Forgive us our sins. We confess, agreeing with God on the brokenness and shame and suffering that sin visits upon us, others and, most of all, him. And then we allow Jesus to take it, to shoulder it, to bear it on our behalf. From there we travel light—and walk confidently into greater joy. (p. 171)

sábado, agosto 24, 2013

VITORIOSOS PARA A GLÓRIA DE DEUS


VITORIOSOS PARA A GLORIA DE DEUS

Efésios 6:18-24: orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos 19   e por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho, 20   pelo qual sou embaixador em cadeias; para que possa falar dele livremente, como me convém falar. 21   Ora, para que vós também possais saber dos meus negócios e o que eu faço, Tíquico, irmão amado e fiel ministro do Senhor, vos informará de tudo, 22   o qual vos enviei para o mesmo fim, para que saibais do nosso estado, e ele console os vossos corações. 23   Paz seja com os irmãos e caridade com fé, da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo. 24   A graça seja com todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade. Amém!

1.       A TODA IMPORTANCIA DA ORAÇÃO.

TUDO SEM ORAÇÃO É NADA.

a.        Em TODO tempo

A todo instante devemos estar alertas em oração.
Oração como cumprimentar:  um bom exercício para permanecermos em oração sem cessar, é toda vez que encontrarmos alguém , orarmos por este alguém.Paulo está falando que devemos orar em todas as ocasiões, não somente em horas especiais ou momentos de aperto, mas, a todo instante.
Porque orações longas? Para termos tempo com Deus.
Religiosos são oram em momentos de aperto.
b.    
   TODA oração e suplica no Espírito
Oração – proseuche – representa a aproximação geral a Deus.
suplica - deesis – tornar conhecida uma necessidade espefica.
O Espírito é o ambiente da oração, é Ele quem nos leva a orar, é quem nos dá as palavras e a resposta de Deus. A oração começa e termina em Deus e na sua gloria.

c.        Vigiando nisso com TODA perseverança
A oração persistente opera mudança em mim, ajudando-me a enxergar o mundo e minha vida pelos olhos de Deus  /yancey
1. Aquelas que usam Deus: são as pessoas que tem seus objetivos:quero ser feliz, quero ser próspero,quero ser bem-sucedido, chegam diante de Deus e dizem: me diz o que o Senhor quer que eu faça para ser assim ou ter isto. Tenho que ir na igreja? Tenho que orar quantas horas? Tenho que amar quem?
2. Aquelas que servem a Deus: os cristãos são aqueles que chegam a Deus em suas orações,sabendo de suas falhas e,mais do que isso, sabendo que somente Deus pode salva-los. Chegam a Deus agradecidos e apenas dizem: Deus deixe-me servi-Lo.

a dificuldade está que orar é uma coisa pessoal, nao há truques. algumas orações podem ser entediantes porque nao sabemos o que estou fazendo lá. é como ir numa festa, e sentar com pessoas que você não conhece, tente conversar por duas horas, será algo bastante dificil…. voce tem sempre que ficar procurando assuntos… contudo, imagine você conversando com um amigo que ha muito nao ve, a conversa flui, o interesse é mutuo, ha felicidade.

d.       Suplica por TODOS os santos.
A bíblia dá mais importância a oração feita em comunidade que a oração em sozinho.
A suplica, são pedidos específicos, então seja especifico em relação às demais pessoas, todas as demais, não apenas aquelas que nós amamos.

Somos frutos da oração de Paulo por Tiquico.

2.       O FRUTO DA ORAÇÃO: SER AMADO E AMAR.

a.        Consolação do coração (vs.22)
A oração traz a consolação ao nosso coração.


b.       Paz
Traz a paz entre os irmãos. Porque Deus nos chama para sermos pacificadores. Não há coragem que possa nos levar a sermos pacificadores, SOMENTE Deus pode fazer isto em nosso coração.

c.        Amor com fé de Deus Pai e de Jesus
Amor sem interesse pessoal, um amor de verdade.
O interesse principal do apostolo esta aqui!
Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
Do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome, Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior; Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, Poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, A esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém.  Efésios 3:14-21
A oração tem que produzir amor e não soberba. Orar é pedir ajuda para ser o que não podemos ser. Orar não é pedir para continuarmos ou ficarmos satisfeitos conosco mesmos.
Fariseu x publicano.


d.       Graça para os que amam a Jesus em sinceridade.
Graça, para os que a buscam sinceramente ...Deus quer dar de si mesmo para cada um de nos que o busquemos. Afinal, Ele está buscando o adoradores que o adorem em espírito e em verdade.

terça-feira, janeiro 31, 2012

Como Orar

Pensando no sermão da montanha, em Mateus 6:9-15, temos a oração do Pai nosso, onde Jesus nos ensina a orar. Hoje há uma busca por experiências que toquem a nossa alma, e o que devemos aprender sobre ela não está em grandes técnicas ou conferências, está a nossa disposição na própria Bíblia.

Se estamos andando com um vazio na alma apesar de tantos esforços e gastos em busca destas experiências, é por que não sabemos como orar.

1. Precisamos aprender.

O primeiro erro que cometemos em relação a oração é pensar que orar é uma coisa fácil, orar não é natural e nem é fácil. Jesus mesmo acreditou que deveria nos ensinar a orar.

A dificuldade de orar é uma coisa pessoal, não há truques. Algumas orações podem ser entediantes porque não sabemos o que estamos fazendo nela. É como ir numa festa de aniversário de alguém que você conhece mais ou menos, e ficar sozinho, tentando conversar durante duas horas com pessoas que você nunca viu na vida, será algo muito dificil. Você tem que ficar procurando assuntos, e falar de futebol e metereologia cansa. Mas, imagine que você encontre nesta festa, um amigo que há muito tempo você não vê, a conversa flui, há interesse mútuo, há felicidade.

Carlos McCord colocou assim:

O homem quer aprender os métodos da vida cristã para poder domina-los e controla-los.  O homem quer se tornar menos dependente pelo uso dos métodos espirituais.   O homem quer receber um diploma provando que ele completou o curso dos métodos e agora está no topo da pirâmide de sucesso cristão.

2. A Base da Oração.

É o nosso estado de filiação em relação a Deus, que é o nosso pai.  Você não irá conversar com um estranho, você está conversando com uma pessoa próxima, do seu círculo mais íntimo, mais familiar. Se Deus é apenas o seu rei ou seu criador, a oração não funcionará, porque você ficará medindo as suas palavras e sempre com medo de dar alguma bola fora.

Como Paul Miller coloca em seu livro O PODER DE UMA VIDA DE ORAÇÃO:

“A esperança tem origem no coração de Deus. Quando você entender como é o coração do Pai, o quanto ele é generoso, então orar lhe parecerá algo inteiramente normal” p. 89

Mas, na oração nos colocamos como filhos diante de um pai amoroso, contudo, imagine você conversando com um amigo que ha muito nao ve, a conversa flui, o interesse é mutuo, ha felicidade.

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.
João 1:14-15

Eles têm zelo por vós, não como convém; mas querem excluir-vos, para que vós tenhais zelo por eles.
É bom ser zeloso, mas sempre do bem, e não somente quando estou presente convosco.
Gálatas 4:17-18

O novo nascimento por si só não significa coisa nenhuma se você não desfruta um relacionamento familiar com Deus, isto é, o poder de Deus na sua vida só vem quando você descobrir que Deus é seu pai. O mesmo amor que Deus teve por seu filho natural, Jesus, Ele tem por nós. Esse é o segredo, imagina a diferença que faria em nossas orações se realmente tívessemos isto como base de nossa conversa. Nossa vida de oração se transformaria.

3. Certeza que você é filho de Deus.

Tim Keller coloca a vida de oração como um sinal positivo ou negativo de que realmente somos ou não filhos de Deus, porque a nossa vida de oração reflete o nosso coração diante de Deus. Ele coloca dois tipos de pessoas que oram:

1. Aquelas que usam Deus: são as pessoas que tem seus objetivos:quero ser feliz, quero ser próspero,quero ser bem-sucedido, chegam diante de Deus e dizem: me diz o que o Senhor quer que eu faça para ser assim ou ter isto. Tenho que ir na igreja? Tenho que orar quantas horas? Tenho que amar quem?

2. Aquelas que servem a Deus: os cristãos são aqueles que chegam a Deus em suas orações,sabendo de suas falhas e,mais do que isso, sabendo que somente Deus pode salva-los. Chegam a Deus agradecidos e apenas dizem: Deus deixe-me servi-Lo.?

 

Aqueles que usam a Deus, somente oram quando há problemas em suas vidas. Não há um real interesse em servir e adorar a Deus, há apenas um desejo de ser recompensado.

Outra diferença está na resposta da oração.

Quando Deus diz não, um que serve a Deus, sabe que está orando para o Pai, pois confia que Deus é quem sabe quais sao as melhores coisas para ele, ele sabe que nao está na igreja para Deus servir a ele, mas para ele servir a Deus.  Mas, o que usa fica com raiva.  Ambos estão nas nossas igrejas, mas a diferença entre eles está na vida de oração. Robert McCheyne diz- o que você é de joelhos quando ora a Deus é tudo que voce é espiritualmente e nada mais.

 

Mais uma vez cito McCord, em seu texto Oração: método ou fé:

Fé não é um método.  Fé é receber diretamente do caráter de Deus revelado em Cristo Jesus pelo Espírito.  Fé é ser amigo de Deus.  Fé ser um filho saudável e satisfeito porque o Pai quer isto.  Fé é orientar tudo de acordo com o caráter generoso e amoroso de Deus. Foi assim que Jesus viveu.

domingo, julho 25, 2010

Tim Keller: Notas de Pensamento sobre a oração diária.

 

Existem três tipos de oração eu tento encontrar tempo em todo dia- meditação (ou contemplação)petição e arrependimento. Eu me concentro nas duas primeiras toda manhã e na última toda noite.

Meditação é atualmente um terreno mediano ou um “blend” entre leitura bíblica e oração. Eu gosto de usar o método contemplativo de Lutero que ele demonstrou em sua famosa carta sobre a oração que ele escreveu ao seu barbeiro. O método básico é este- tome uma verdade das Escrituras e pergunte três questões sobre ela. Como isto me mostra algo sobre como adorar a Deus? Como isto me mostra algo sobre o qual devo confessar? Como isto me mostra algo que eu preciso pedir para que Deus faça? Adoração, confissão e súplica. Lutero propõe que nós fiquemos meditando nisto até que nosso coração se torne aquecido e debaixo do senso da realidade de Deus. Geralemente, isto não acontece. Ótimo. Nós nem sempre oramos para nos sentirmos melhor ou ter respostas, mas, para que honremos a Deus por quem Ele é em si mesmo.

Há dois tios de leitura da Bíblia que eu tento fazer. Eu leio os salmos todo mês utilizando o Livro da Oração Comum. Eu também leio a Bíblia usando o calendário de leitura de Robert Murray M´Cheyne. Eu pego a versão mais fácil- dois capítulos por dia, que contabilizam que você vai ler o Antigo Testamento a cada dois anos e o Novo Testamento todo ano. Eu faço a leitura proposta por M´Cheyne e alguns salmos na manhã, e leio alguns salmos a noite. Eu escolho um ou duias coisas dos salmos e os capítulos de M´Cheyne para meditar sobre, para concluir minhas meditações matinais.

Além da oração matinal (M´Cheyne, Salmos, meditação e petição) e a oração noturna( salmos e arrependimento), eu procuro sempre que possível tomar cinco minutos no meio do dia para fazer um inventário espiritual, seja relembrando as idéias mais espiritualmente radiotivas que vieram na devoção matinal, ou por dando uma rápida olhada para meus maiores pecados e ídolos. Eu faço isto para ver como estou indo até ali naquele dia, se tenho tido más atitudes tais como orgulho, frieza e dureza de coração, ansiedade e maldade. Se eu vejo a mim mesmo indo errado, a oração no meio do dia pode pegar isto. O problema com a oração no meio do dia é achar um tempo para ela, já que cada dia é diferente. Tudo que eu preciso é estar sozinho por cinco minutos, mas isto, às vezes, é imposssível ou mais frequentemente, eu posso esquecer. Contudo, eu carrego um pequeno guia para oração no meio do dia em minha carteira que eu posso tirar e utilizar.

A última forma de oração que eu faço diariamente é a oração com minha esposa, Kathy. Acerca de 9 anos atrás, Kathy e eu contemplamos o fato que nós tinhamos falhados em orar juntos através dos anos. Então Kathy me exortou desta forma: “ E se o nosso doutor falasse para nós que nós tinhamos uma condição séria no coração que no passado seria fatal. Contudo, agora há um remédio que, se nós tomarmos toda noite, ele nos manterá vivos por muitos anos. Contudo, você não pode deixar de tomá-lo nem por uma noite só, ou você morrerá. Se nosso doutor nos contasse isto e nós acreditassemos nele, nós nunca iríamos deixar de fazer isto. Nós nunca iríamos dizer, oh! esqueci de tomar isto”. E por algumas razão, a ficha cairia para nós dois, e nós não poderíamos deixar de lembrar disto todas as noites. Mesmo se nós estívessemos longes um do outro, sempre haveria um telefone para lembrar. Nós oramos de forma muito, muito simples- apenas alguns minutos. Nós oramos para aquilo que nós mais tememos como um casal, ou alguém ou alguma coisa em nossos corações todos dias. E nós oramos pelas necessidades de nossa família. É isto. Simples, mas contudo, tão bom.

É muito díficil permanecer com este regime, especialmente quando estou viajando. Contudo, de vez em quando eu fecho para balanço num período de 40 dias em que eu me esforço para cumprir cada um dos espaços de tempo de oração de todo dia. Isto cria habitos em minha mente e meu coração que ficam em mim, então mesmo quando for ocasiões em que estou muito ocupado, eu acho que sou capaz de ficar com algumas de minhas disciplinmas, e não me deixo ficar frio e duro para com Deus.

Robert Murray M'Cheyne ficou conhecido por dizer aos ministros, “que nossa gente mais precisa de você é sua santidade pessoal”.

terça-feira, março 30, 2010

N.T. WRIGHT: The Lord and His Prayer


I think, that, although we are given the Lord´s Prayer in our baptism to be our own prayer, a special personal gift for each one of us, this prayer is not just the spiritual version of the baby´s myg and spoon set, though it is surely that as well. It is the suit of clothes designed for us to wear in our full maturity. p. 12

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Pessoas costumam dizer que ninguém antes de Jesus havia chamado Deus de Pai. Elas também costumam dizer sobre o uso da palavra abba, que Jesus usou no Jardim do Getesemani, e talvez, possívelmente em outras ocasiões., era como uma pequena criança chamando pelo seu papai, no hebraico ou no aramaico do seu tempo. As pessoas, então, costumam dizer que Jesus nos introduziu, e ofereceu ao mundo, um novo nível de intimidade pessoal com Deus. ESta conclusão, em certo sentido, é verdadeira. Contudo, os dois pilares em que se baseiam são frouxos. Muitas pessoas chamavam de Deus de PAi, no judaísmo e outros lugares. E Abba é, de fato, uma palavra com muito mais uso que apenas um forma carinhosa de tratamento de um filho pequeno. Então o que significa para Jesus mesmo quando ele chamou Deus de Pai?
A coisa mais importante, que realmente é o ponto inaugural é atentar quem Jesus era e é, é isto que esta palavra caminha para dizer sobre a vocação de Israel, e particularmente sobre a salvação de Israel. A primeira ocorrência na Bíblia hebraica da idéia de Deus como um pai vem quando Moisés marcha para ficar em frente a faraó,e diz: Manda dizer YHWH: Israel é meu filho, meu primeiro filho, deixa meu povo ir, e assim, eles me servirão (Ex 4:22-3). Para Israel, chamar Deus Pai, então, era segurar a esperança de liberdade. Os escravos são chamados de filhos. Quando Jesus fala para seus discipulos chamarem Deus de Pai, então, aqueles que têm ouvidos para escutar vão entender. Ele quer que a gente esteja pronto para um novo Exodo. Nós seremos livres finalmente. Esta é a esperança do advento, a esperança da vinda do Reino de Deus. A garra do tirano foi quebrada, e nós seremos livres" p. 15

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Filho aprendeu obediência através daquilo que sofreu (Hb 5:7-9 compare com 2:10-18). O que nós vemos no Getesemani é o aprendizado do filho, checando mais uma vez para ver o que o Pai estava fazendo. E o que é o projeto que o Pai e o Filho estavam engajados para realizar? Nada mais que um novo exodo, resgatando Israel e todo o mundo do mal, da injustiça, do medo e do pecado. A coisa ousada desta passagem em Hebreus é esta, Jesus também, como nós, vai aprender o que realmente significa chamar Deus de Pai. E o processo de aprendizado está somente completo quando ele diz: Pai, em suas mãos eu deixo meu espírito.A palavra Pai, então, concentra nossa atenção na dupla da mensagem revolucionária e missão de Jesus. Esta é uma mensagem de Exodo, uma mensagem que tiranos e opressores devem temer. A maioria das revoluções trazem novos tiranos, não esta. Isto é a revolução do Pai. Ela vem através do sofrimento e morte do Filho. Este é por quê, no fim da oração do Senhor, nós oramos para sermos livrados da grande tribulação, que é, não surpreendentemente, o que Jesus disse para seus discipulos orarem no jardim. Esta revolução vem para o Messias, e seu povo, compartilhando e carregando a dor do mundo, o para que o mundo seja curado. Esta é a mensagem do reino, a mensagem do advento.Contudo, se nós nos queremos nos tornar seus mensageiros, nós precisamos aprender a orar esta oração. Nós, também, precisamos aprender o que significa chamar Deus de Pai, e nós não devemos ficar surpresos quando nós acharmos a nós começando pelo que isto significa. A única coisa que você pode ter certeza com Deus é que você não poderá predizer o que ele irá fazer a seguir. É por isto que chamar Deus de Pai é um grande ato de fé, de atrevimento santo, de risco. Dizendo "nosso pai" não é apneas a ousadia de caminhar na presença do Deus vivo e poderoso e dizer "Oi, Pai". O que seria ousadia, um claro risco total, seria dizer: "por favor eu, também, preciso ser considerado um filho aprendiz". Isto significa ajuntar-se para o Reino de Deus.Isto é o que Jesus queria dizer quando ele nos deu esta oração. No fim do evangelho de João, Jesus diz aos seus seguidores: Como o Pai me enviou, então eu envio vocês" (João 20:21). Nós vivemos entre advento e advento; no meio do grande primeiro advento, a vinda do Filho de Deus para este mundo, e o segundo advento, quando ele virá de novo em poder e glória para judar os vivos e os mortos. Isto é por que o advento é algumas vezes um pouco confuso, preparação para o nascimento de Jesus e ao mesmo tempo, preparação para o tempo quando Deus fará novas todas as coisas, quando todo o cosmos tiver seu exodo da escravidão. Esta aparente confusão, este desdobrar da primeira e da segunda vinda, é atualmente tudo o que o cristianismo é: celebrando a decisiva vitória de Deus, em Jesus Cristo, sobre faraó e o mar vermelho, sobre o pecado e a morte- e olhando para, e trabalhando para, a completa implementação desta decisiva vitória. Cada eucaristia toma isto em sua tensão. Todas as vezes que você comer este pão e tomar este copo, você proclama, você anuncia, a morte do Senhor- até que ele volte".
p. 18-20

domingo, fevereiro 28, 2010

Tim Keller: Oração centrada no Reino

Desenvolvimento de uma equipe de oração centrada no Reino.
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A oração centrada no Reino não é meramente instintiva, senão guiada pelo Espírito, não centrada no homem, mas em Deus, não é responsiva as necessidades particulares senão ao serviço do reino, não é sentimental, mas, baseada nas Escrituras, não é solitária, mas, comunitária, não é tímida mas atrevida , nem tampouco é uma passiva resignação senão uma ativa cooperação. A oração centra no reino é o clamor reverente dos filhos adotados de Deus capacitados pelo Espirito Santo em favor da gloria de Deus por meio de persistente pedir as nações como sua prometida herança.
Archie Parrish, Kingdom-centered Praying, MNA Conference 2000
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Estas são três qualidades de uma oração que opera na renovação.
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1.Se concentra na presença e no reino de Deus. Jack Miller nos explica a diferença entre oração de manutenção e reuniões de oração de frente de batalha. As reuniões de oração de manutenção são curtas, mecânicas e totalmente enfocadas nas necessidades físicas dentro da igreja. Contudo, as reuniões de oração de frente de batalha tem três características básicas: 1. Um pedido por graça para confessar os pecados e humilhar-se. 2. Uma compaixão e desejo pelo florescimento da igreja e o evangelismo dos perdidos, e 3. Um desejo fervoroso por conhecer a Deus, ver seu rosto e contemplar sua glória. Estas não são meras declarações. Alguém pode distinguir claramente quando está de frente de uma reunião deste tipo. Ainda mais, é interessante estudar as orações bíblicas pelo avivamento como as de Atos 4, Exodo 33, ou Neemias 1. Ali vemos claramente estes três elementos. Por exemplo, note-se que em Atos 4, os discípulos, cujas as vidas estavam debaixo de ameaças, não pediram por proteção por si mesmos ou suas famílias, senão por coragem para seguir pregando.
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2.É audaz e específica. Lloyd-Jones nota que os mais grandes homens eram audazes ao orar, muito específicos e tinham argumentos em suas bocas. Ao comentar a oração de Moises pela gloria de Deus em Exodo 33, escreve: “Os recomendo a leitura da biografia de homens que tem sido usado por Deus na igreja através dos séculos, especialmente em avivamentos. E verão esta mesma audácia santa, este argumento, raciocínio, elaborando a causa para Deus, reclamando suas promessas. Oh, este é o segredo da oração, penso as vezes. Thomas Goodwin usa um termo fabuloso. Diz, “Pleitei por Ele, demande por Ele. Não O dê descanso. Incomode-O, para ser possível, por Ele, em Suas promessas. Cita as Escrituras. E, como sabes, a Deus, é agradável que o queremos, como um pai gosta quando seu próprio filho obviamente tem estado escutando o que o pai tem está dizendo”.
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3.É predominantemente, corporativa.
Com isto, queremos dizer que simplesmente a oração deve ser constante, não esporádica e breve. Por que? É que pensamos que Deus que nos rastrear? Por que não pedir e aguardar simplesmente? A razão é que não temos sido tão impertinentes. As orações esporádicas e breves demonstram que não temos dado tempo a Ele. Mostra nossa falta de dependência, uma dependência completa nele, somente assim teremos levantado um altar onde Deus pode honrar com seu fogo. Devemos orar sem cessar, extensamente, duramente, e veremos que o mesmo processo é o trará a fazer o que pedimos: que nossos corações se derretam, que as barreiras se caiam, que a gloria de Deus desça.
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Recrutamento de companheiros de oração.
Os plantadores de igrejas que se dedicam a oração. Assim mesmo, buscam outros por quem quer orar e com quem quer orar. Para poder recrutar e manter uma equipe de oração, o plantador de igreja deve estar comprometido em comunicar a visão, pedir e responder.
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Manual para plantadores de Iglesias, p. 127-128

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Eugene Peterson: Trovão Inverso 2

sobre Ap. 8:5
"As oraçãos que haviam subido, sem que os jornalistas da época percebessem, voltaram com uma força imensa- segundo a expressão de George Hebert, como trovão inverso. A oração volta à história com efeitos que ninguém poderia prever . A terra em que vivemos se abala a cda dia por causa disso " p. 126
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"Oração é, na vida de fé, o ato em que entramos diante de Deus em postura consciente e deliberada de falar e ouvir- relacionamento do Criador com sua criação e dela com Ele. A qualquer tempo que nos concentramos, focamos os pensamentos e prestamos atenção, nós oramos. Orar significa ter consciência, exercitar a atenção, estimular e desenvolver a intensidade pessoal diante de Deus" p. 128
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"Asssim como a dor é um caminho de cura e o sofrimento um estimulo á saúde, também o julgamento é um instrumento útil ao arrependimento. Mas isso não é garantido" (Ap. 9:20-21) p.139
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O primeiro aspecto do testemunho que aprendemos é que não podemos dizer tudo. Testemunho não é o mesmo que tagaralice. Testemunho não é o mesmo que tagarelice. Jesus havia dado conselho semelhante sobre lançar pérolas aos porcos (Mt. 7:6)." p. 146
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A mensagem é eterna e abrangente. Todos que ousam testemunhar têm a consciência dolorosa de estarem apenas na borda de suas obras (Jó 26:14). Nenhuma pessoa está apta a transmitir tal mensagem. Contudo, João não se esquiva ao testemunho com a desculpa de sua inadequação. Pega o que é capaz de assimilar, um livrinho no lugar de um livro" p.148
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Ser incapaz de dizer tudo não significa que estamos isentos de falar o que podemos . Ainda assim, a troca de palavra sugere humildade, que nem sempre se verifica naqueles que ousam testemunhar de seu Senhor" p.149
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Sobre Ap. 11
A profecia se dirige à vontade, com um convite para participarmos da vontade de Deus. O testemunho não envolve recrutamento nem propaganda. Ele se propõe a esclarecer o terreno onde as decisões serão tomadas, tenta lançar luz sobre a interseção entre tempo e eternidade e convida a entrar na claridade onde o caminho estreito começa. A lei mostra como Deus se envolve emnossa vida. A profecia diz como nos envolvemos na dele. As duas são sistole e diastole do testemunho, que não pode existir sem nenhuma delas. AS duas testemunhas apontam para Cristo, que revela tudo de Deus a nós, e também a nossa total resposta a Ele.
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segunda-feira, novembro 17, 2008

Como Orar.

Como Orar.

sermão Rev. Tim Keller.
Texto base- Mateus 6:9-15.

Orar é uma coisa importante apenas para pessoas religiosas, para os outros é uma coisa impraticavel?
Hoje há uma busca por experiencias que tocam a nossa alma, e ela está bem na nossa frente, num dos textos mais comuns-familiar- que há na Bíblia.
Jesus coloca o seguinte: se há um vazio em nossa alma é porque nao sabemos como orar.


Aprender

O primeiro erro que cometemos ao orar é achar que será uma coisa fácil. Orar não é natural e nem é fácil.

JEsus acredita que deve ensinar-nos a orar.

ilustração
imagine um piloto de helicoptero novato, voando pela primeira vez, ele diz que isso será facil, que todos os botãos, comandos e tecnicas sao faceis, nem sua…que acontecerá….com certeza, o helicoptero irá cair porque ele nao sabe o que está fazendo.

outra ilustração
quando prego, por mais ruim que seja o sermão, nunca me esqueço de onde estou, ou o assunto principal por mais ruim que esteja…contudo, quando estou orando é tão facil esquecer que estou na presença do pai ou o que estou orando.

a dificuldade está que orar é uma coisa pessoal, nao há truques. algumas orações podem ser entediantes porque nao sabemos o que estou fazendo lá. é como ir numa festa, e sentar com pessoas que você não conhece, tente conversar por duas horas, será algo bastante dificil…. voce tem sempre que ficar procurando assuntos…
contudo, imagine você conversando com um amigo que ha muito nao ve, a conversa flui, o interesse é mutuo, ha felicidade.



base

é o nosso pai.
voce nunca terá uma conversa com alguém que não tenha uma base comum. tente falar com um estranho.
e nossa base, está em termos familiares, se deus é apenas seu rei ou seu criador a oração não funcionará. voce ficará com medo da autoridade e sempre estará pensando suas palavras.

se você acredita em cristo, voce terá a mesma liberdade que ele teve com o pai.
jo. 1:14
Gl 4:17-18
nascer de novo por si só não significa coisa alguma se você não desfruta de uma relacionamento familiar com deus. o poder de deus na sua vida, só vem quando você descobre que deus é seu pai.
o mesmo amor que deus teve por seu filho natural, jesus, ele tem por nós – esse é o segredo. imagina a diferença que fará se acreditassemos realmente nisto, nossa vida de oração mudará completamente.

Como você sabe se realmente é um cristão?
A nossa vida de oração é a resposta, nao está nos nossos atos, no nosso testemunho, está na oração, porque somente deus vê a nossa oração.
Há dois tipos aqui pessoas que oram.
1. Aquelas que usam Deus.

Ela tem seus objetivos: quero ser feliz, quero ser prospero,quero ser bem-sucedido ela chega a deus e diz diga-me o que você quer que eu faça, para ser assim ou ter isto. Tenho que ir na igreja, tenho que orar quantas horas, tenho que amar minha esposa?

2. Aquelas que servem a Deus.
Cristãos são aqueles que chegam a Deus, sabem que são falhos, e sabem que somente Deus pode salva-los, e chegam a Deus agradecidos e apenas dizem: Deus deixe-me servi-Lo.

Os que usam a Deus, somente oram quando há problemas. Nao ha um real interesse em servir e adorar a Deus, ha apenas um desejo de ser recompensado.
Outra diferença está na resposta da oração:
Quando Deus diz não, um que serve a Deus, sabe que está orando para o Pai, pois confia que Deus é quem sabe quais sao as melhores coisas para ele, ele sabe que nao está na igreja para Deus servir a ele, mas para ele servir a Deus.
Mas, o que usa fica com raiva.
Ambos estão nas nossas igrejas, mas a diferença entre eles está na vida de oração. Robert McCheyne diz- o que você é de joelhos quando ora a Deus é tudo que voce é espiritualmente e nada mais.

Adoração.
A oração sempre começa com adoração. No Pai nosso, há tres peticoes e o resto todo é adoracao, fala sobre Deus.

Exemplo
Jó- quando as coisas ruins chegaram para ele, ele somente orou assim- Senhor, tem que consertar isso, isso nao está certo. Ai, Deus falou com ele, mostrando quem Ele é. Ai, Jó parou com a reclamação, e começou a ser lembrar quem Deus é, e entendeu que tudo é graça e ele merecia coisa pior, ai começa a adoração e arrependimento.
A adoração coloca nosso coração na realidade de Deus, e a realidade de nossas motivações e necessidades, tudo passa a ser visto a partir da glória de Deus.

Um perigo que pode acontecer aqui é acreditar que Deus quer que sejamos miseraveis- Por exemplo, um pai leva um filho para uma loja de brinquedos, e diz, ta vendo garota, cada coisa incrivel, bem vamos embora porque nada disso é teu ou sera. Esta criança nunca mais poderá acreditar em seu pai.
Quando Adao e Eva estavam no jardim, Deus disse você nao pode comer toda arvore do jardim? (Gn 3:1). Nao, ele apenas disse nao coma desta arvore, porque vocês me amam. A serpente veio colocou a ideia que eles nao poderiam ter nada, que Deus é tirano, nao quer deixar voces serem felizes. Alguns que nao recebem certa coisas de Deus, começam a pensar assim.
Isso traz um tumor para nós, que apenas a adoraçao pode curar, e nos lembrar

sábado, novembro 15, 2008

Oração e Evangelho


Princípios

Uma das coisas mais básicas que o Evangelho faz é mudar a oração de simples petição para comunhão e a adoração da Sua glória. Gálatas 4:6-7 ensina-nos que, quando acreditamos no Evangelho, não só nos tornamos filhos de Deus legalmente, mas nós recebemos o Espírito, a fim de nos tornamos filhos. O Espírito leva-nos a dirigir nossa voz apaixonadamente a Deus como nosso tenro e amado Pai.. O Espírito chama Abba '(4:7). No versículo próximo, Paulo refere-se a esta experiência como "conhecer Deus" (4:8). Nós não só acreditamos e sabemos que Deus é santo e amoroso, mas nós realmente experimentamos contacto com o seu amor e sua santidade numa comunhão pessoal com ele.
Ninguém tem um profundo conhecimento sobre o evangelho e a oração do que Jonathan Edwards. . Edwards concluiu que a mais essencial diferença entre um cristão e um moralista é que é um cristão obedece a Deus se deleitando naquilo que Ele é. O evangelho significa que não estamos obedecendo Deus para conseguir alguma coisa, mas para dar-Lhe prazer, porque vemos o seu valor e beleza. . Por isso, o cristão é capaz de tirar o poder da contemplação de Deus. Só podemos chegar e pedir coisas-petição.. Sem o evangelho, não podem conceber um Deus que é santo ,mas sempre será, intimidatório e só pode ser abordado com petições se formos muito bons. Ou nós, talvez, podemos conceber um Deus que é essencialmente amoroso e responde a todos positivamente. Para a primeira abordagem "Deus" é assustador; o segundo é aproximar-se Dele não é algo significativo. Assim, sem o evangelho, não há possibilidade de paixão e deleite de louvar a Deus ao chegarmos junto Dele.

Patologias.

Há duas distorções comuns que acontecem com a oração, que advém da falta de orientação do Evangelho em nossa vida de oração. Aqui está uma descrição pratica disto:
Por um lado, nossa oração pode ser uma luz sem calor.
Pode haver longas listas de coisas pelas quais oramos, longas listas de versos bíblicos que lemos, e longas listas de coisas que temos de lhe agradecer. Yet there is no fire. Entretanto, ainda não há fogo. Why? Por quê? Se perdermos o foco na glória de Deus no evangelho como a solução para todos os nossos problemas, então estamos desenvolvendo a oração como se fosse uma lista de supermercado, fazendo-as desesperadamente cada vez mais. When we are done, we only feel more anxious than before. Quando fazemos isto,ficamos apenas mais ansiosos que antes. A presença de Deus não é sentida porque Deus está sendo apenas usado- e não está sendo adorado.

Entretanto, nós devemos sempre lembra que a primeira coisa que precisamos é uma nova perspectiva sobre as nossas necessidades e problemas. Nós devemos sempre entrelaçar elas com arrependimento sobre a nossa descrença e indiferença com a Graça de Deus. Assim, devemos orar dentro partindo dentro da gente, vendo se o que pedimos é ou não é para o nosso Salvador,nosso Deus e Sua Gloria. Mas, se depois que nos arrependemos e refinamos nosso desejo, nos devemos orar internamente que Deus é nosso Pai e quer nos dar coisas boas, então nós poderemos pedi-las com confiança. Também, vemos que a Graça alcança nossas petições, e então podemos nos alegrar e adorar que nós estamos prontos para aproximarmos de Deus, e sermos bem vindos em Cristo.
Esta é uma oração centrada no Evangelho, melhor que uma petição angustiada. Nossos desejos são sempre idolatras em certo grau, e quando nos oramos sem lidar com isso em primeiro lugar, vamos encontrar apenas mais ansiedade. Ao invés disso, devemos sempre dizer- “ Senhor, deixe-me ver sua glória como nunca antes, deixe-me ser limpo por sua graça que toda preocupação, auto-defesa, raiva e indiferença saia de mim”. Então, quando nos voltamos a Deus pedindo qualquer coisa, estas coisas estarão sobre uma perspectiva correta. Nos iremos dizer: “Senhor, eu peço isto porque eu acredito que isto o glorificará – então me ajude conseguir isto, ou me ajude a ficar sem isto”. Se o foco central e total de toda oração é a gloria de Deus e o Evangelho, nossas petições individuais serão feitas com grande paz e confiança.

Calor sem luz.
Ao contrário, da luz sem calor que são centradas na ansiedade das petições pessoais- luz sem calor. Esta oração possui muito fogo e emoção. Centrada em afirmar coisas audaciosamente no nome de Jesus. Imagens de conflitos e militares são geralmente usadas aqui. Muitas vezes, essas orações são ditas de uma forma pouco natural, num tom dramático com mudanças de voz.
Agora, se (como indicado acima) a oração está focada no evangelho e na gloria de Deus, e isto com a ajuda do Espírito Santo, esta gloria se torna real para nos como a contemplamos, então haverá paixão, e talvez uma emoção dramática e forte. Mas uma oração de calor sem luz sempre tem um começo emocional e dramático. Acho que efetivamente muita gente gosta de orar desse modo estão reagindo contra as orações de petição ansiosas que vimos antes. Mas, a resposta deles é simplesmente injetar emoção e drama naquelas listas.

Esse tipo de oração também não é centrada no Evangelho. Assim como muitos peticionários ansiosos são legalistas e falham por não se apoiarem na Graça de Deus, estas pessoas também se tornam porque se apóiam apenas na intensidade de suas orações. Existe um sentimento de que se eu orar bastante e não ter nenhuma duvida, Deus irá me ouvir. Muitas pessoas acreditam que elas devem suprimir todas as dúvidas, e trabalhar com tremenda confiança se quiserem ser ouvidas.
Além disso, muitas vezes problemas pessoais são tratados em abstrato. As pessoas podem dizer: “ Senhor, clamo por vitoria sobre minha amargura” ao invés de perceber que é a Fé no Evangelho que poderá curar nossa preocupação e amargura.
Ironicamente, esta é a mesma coisa que o peticionário ansioso faz. Não há um entendimento sobre como purificar as necessidades e as petições com a contemplação da Glória de Deus que está no evangelho até que esta perspectiva seja combinada com alegria e um profundo arrependimento, por exemplo, “Senhor, eu experimentei muito medo,-mas eu sei que Tu és a fortaleza da minha vida. Magnificado seja seu nome em minha visão. Deixe teu amor e tua gloria penetrarem em mim, até que meu medo perca. Está escrito que nunca me abandonará, e é minha pura incredulidade que me leva a negar isto. Perdoa-me, cura-me”.
Então, ironicamente, nós vemos que as orações luz sem calor e o calor sem luz são ambas nascidas da mesma raiz. Elas provém das boas obras de justiça, uma convicção que nós podemos ganhar o favor de Deus, uma falta de entendimento a respeito da livre adoção e justificação.

Prática
Como podemos viver uma vida pratica de oração centrada no Evangelho?
Através da comunhão e meditação.
Esta essencial disciplina é a meditação na verdade. Meditacao é o cruzamento de duas outras disciplinas: estudo bíblico e oração. Meditacao é ambos,ainda que não é apenas um ou outro- é uma mistura dos dois. Muitos de nós, primeiro estuda a Bíblia, e então, se move para uma lista de oração, mas esta oração está desvinculada daquilo que acabamos de estudar na Bíblia. Contudo, meditação é orar a verdade (que acabamos de estudar) para dentro da nossa alma até que ela pegue fogo. Por fogo quero dizer – até que ela seja uma parte integrante de nosso ser pessoal- com Você pessoalmente, então ela molda o que pensamos, movendo nossos sentimento, e transformando nossas ações. Meditação é colocar dentro de nós a Verdade.
A analogia mais próxima para meditar na verdade é o caminho que uma pessoa faz avidamente quando lê uma carta de amor. Sua lágrima abre ela, e você dá peso a cada palavra escrita. Você nunca diz simplesmente, "Eu sei dissso" mas "o que isto quer dizer? O que ele ou ela realmente queria falar com isto?" Você não a lê rapidamente apenas para sua informação- você quer saber o que está no fundo dos pontos e frases. E mais importante, você quer mergulhar na carta e se moldar por ela.
Agostinho dizia que na meditação, a alma se ascende para dentro de Deus, em três partes: retentio, contemplatio e dilectio.
Primeiro, retentio signifca a distilação das verdades da Escritura e manuntenção dela centralizada em sua mente. Isso significa estudo e concentração na passagem da escritura para apenas entender ela, então você achará sua verdade. Retentio é aprender o que a passagem diz. Há muitos livros sobre estudo da Bíblia e interpretação que pode nos ajudar aqui.
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Segundo, "contemplatio", significa olhar para Deus através de sua verdade. Isto coloca e responde questões como:
  • O que isto quer dizer sobre Deus, o que me revela sobre ele?
  • Como eu posso adorar a ele através isto?
  • Como eu posso humilhar a mim mesmo diante dele através disto?
  • se ele é realmente assim, que diferença isto fará esta verdade particular sobre o modo como eu vivo hoje?
  • Quais comportamentos errados, emoções prejudiciais, atitudes falsas resultam em mim quando eu esqueço quem Ele é?
  • Como poderia minha vizinhança, minha família, minha igreja, meus amigos serem diferentes se eles vissem isto profundamente?
  • Minha vida está demonstrando que eu lembro e vivo isto para eles?
  • Senhor, o que você está tentando dizer para mim sobre você, e o por que você deseja que eu saiba isto agora, hoje?
Acima de tudo, o propósito da contemplatio é mover-se de um ponto de vista objetivo analítico para uma pessoa que lida com Deus como ele é. Isto é, ela relaciona-se com Deus diretamente, mudando cada pensamento do que conhecemos a respeito para um conhecer diretamente- movendo de conhecer um fato a respeito dele para um realmente vendo Ele com seu coração- para adorar, para maravilhar, para descansar nele, ou para ser sacudido por Ele, para ser humilhado por Ele. Uma coisa é você estudar como uma peça de música e outra é tocá-la. Uma coisa é você lapidar um diamante, polindo e verificando o corte, e outra coisa é você ficar em frente a ele, deixando que ele tire seu fôlego.
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Terceiro, dilectio significa deleite e gozo no Deus que estamos olhando. Você começa suas orações e confissões e aspira por ele com base numa verdade digerida e meditada. Se você mover. Você mudou a aprendizagem para uma meditação pessoal, então, dependendo da sua agudeza espiritual, das circunstâncias da sua vida neste momento, e da soberania de Deus, você começa a ter uma experiência com Ele
As vezes, ele é suave, algumas vezes é forte, e por vezes você vai estar numa sequidão. Contudo, quando você está meditando (contemplatio) e você, de repente, encontrar novas idéias vindas sobre você e fluindo em você, aí escreva isto e mova seu louvor diretamente, confessando e delitando-se. Isto é (como Lutero dizia) o Espírito Santo pregando para você.


Texto original: Payer and The Gospel
fonte: http://www.redeemer.com/connect/prayer/prayer_and_the_gospel.html

quarta-feira, março 12, 2008

Oração por Herbert McCabe



fonte:http://www.alancreech.com/

Our praying itself is as much a gift as is the answer to it. And prayer is not just God's gift in the way that our power of speech or our health is God's gift; prayer is God's grace, and that means it is due to God's own life within us, God's own spirit within us.

When we pray, we display a divine power which is in us because we are in Christ, sharing his life. We speak to the Father with the voice of his Son because we have been taken up to share in their Spirit. ...

Now this is an astonishing teaching: every bringing of our desires before our Father in heaven is Christ in us speaking to his Father and ours. ...

You must indeed pray for the right things; but the right things are not the noble high-minded things that you think you ought to want, they are the vulgar and rather infantile things you really do want. Genuine prayer is honest prayer, laying before your Father in heaven the actual desires of your heart - never mind how childish they may sound. Your Father knows how to cope with that. ...

worry about your own interests, if you will just try to be, and admit to being, as you ...If you will be honest in prayer, acknowledging that you are not very altruistic, that you doare, the Holy Spirit, I promise you, will lead you into a deeper understanding of who you are and what you really want. ...We all start as children and we all need time to grow up. It is no good pretending that we are already there. If you treat a 5-year-old as an adult she will never be allowed to grow into a real adult.


–God, Christ and Us; Herbert McCabe OP

sábado, setembro 01, 2007

Oração e as diferenças- P. Yancey


Antes que as palavras cheguem aos lábios, a mente precisa acreditar na disposição de Deus em aproximar-se de nós e em nossa capacidade de deixar o caminho livre para a aproximação dele. Essa crença é a idéia que nos leva à oração. (p.64)

A oração vista mais como transação do que como relacionamento pode tornar a pratica um dever, e não uma alegria- o que não difere muito do que faz o monge budista ao girar a roda da oração ou a empresaria japonesaa que executa seu ritual no templo (p.55)

A oração não é um meio de remover elementos desconhecidos e imprevisíveis da vida, mas uma forma de incluir o desconhecido e o imprevisível nos atos da graça de Deus em nossa vida (p.99)

Quando traio o amor e a graça que Deus demonstrou por mim, recorro à promessa de que Jesus ora por mim- como fez por Pedro- não para que eu jamais enfrente a provação ou jamais falhe, mas para que eu por fim permite que Deus use o teste e o fracasso para moldar-me, transformando-me em alguém mais útil para o Reino, mais parecido com Jesus (p. 106)


Na qualidade de parceiros na obra de Deus na Terra, insistimos que a vontade de Deus seja feita e ao mesmo tempo nos comprometemos com tudo que isso possa exigir de nós. (p. 134)

Confessar meus pecados perante Deus comunica alguma coisa que Deus já conhece. O ato de confessar de algum modo cria um relacionamento e permite uma intimidade que de outra forma não poderia existir. Torno-me vulnerável e dependente, o que promove minha união com Deus. (p.178)

A oração persistente opera mudança em mim, ajudando-me a enxergar o mundo e minha vida pelos olhos de Deus (p.188)

minhas orações parecem uma espécie de ensaio. Reviso as notas básicas (pai-nosso), pratico peças conhecidas (os Salmos) e tenho algumas melodias novas. Mas, sobretudo, marco presença. (p.206)

sábado, julho 08, 2006

Problemas, Presença de Deus e Oração

WELLS, Mike Problemas, Presença de Deus e Oração Abba Press.



“A vida crista é de problemas, mas lembre-se de que cada problema passou pelas mãos de um Pai de amor e traz consigo mesmo antes de chegar, um propósito expresso e intrínseco” p 19

“Deus usa problemas para destruir nossos planos- que nunca nos trariam vida abundante- e conduzir-nos pela porta que nos leva pra Sua presença e verdadeira vida” p 26

“A resposta esta nEle e não em nos. Temos de nos concentrar nEle e não em nossos fracassos, frustrações ou ansiedade” p 28

“Precisamos permitir a cada circunstancia nos leve pra Presença de Deus, onde encontraremos nosso alivio” p 42

“Por que você sofre? Porque você não é um dos muitos chamados, mas um dos poucos escolhidos. Você sofre porque Deus em Seu amor o vê como alguém precioso e especial que Ele quer para si” p 47

“Somos ramos entregues pra videira, confiando nEle para tudo que precisamos” p 55

“Entrega não requer grande força, mas apenas abandonar-se pra força de Deus e viver diariamente consciente dela e experimentando-a” p 57

“Ser ofendido é um ingrediente crucial na vida do cristão porque quando a insolência dos outros não nos incomodar mais, saberemos que estamos vivendo a vida eterna” p 60

“A definição do Senhor de uma vida profunda não é pesada, mas é a de uma vida em que simplesmente Lhe entregamos nossos espíritos a cada momento” p 63

“Em nossos corações, a luz de Deus tem de se levantar a cada dia, e toda escuridão, inclusive o medo, desaparecerá” p 67

“O desejo de esperar em Deus enquanto nada se recebe, o dizer uma palav
ra gentil quando difamado ou mal interpretado, e a capacidade de amar os que não se consegue amar” p 108

“Somos aceitáveis porque a vida de Cristo, a única vida aceitável a Deus, habita em nos para se tornar nossa vida mesmo” p 111

“Quando tiver uma atitude de dependência total, o Pai o conduzira ao verdadeiro mana que vem do céu, porque Ele é o verdadeiro pastor que alimenta seu rebanho consigo mesmo” p 130

“Tenha fé na proximidade que Ele livremente concedeu habitando em você, e aja com base na segurança completa de que Ele esta perto” p 134

“Um dos segredos da vida permanente é o reconhecimento de que Cristo, agora é nossa vida, então o que é verdade sobre Sua vida torna-se verdade sobre nos” p 136

“Lutamos de, não para, uma posição de vitória. Compartilhamos de uma vida que venceu o inimigo” p 138
“Porque Ele se diz nossa vida! Ele esta conosco e em nos, Ele é a Videira e nos, os ramos, é assim porque Ele diz. Isso é fé! É suficiente! Não precisamos de prova experimental ou emocional, mas apenas que Ele o diga. Isso é a vida plena” p 160

terça-feira, março 23, 2004

"Quanto mais nos aprofundamos no vale da decisão, mais devemos subir...ao monte da oração, e devemos sustentar as mãos daqueles cujo principal interesse é o de persuadir a Deus"
P.T. Forsyth.

sexta-feira, março 19, 2004


"A Nova Aliança que Jesus estabeleceu em seu sangue não exige menos. Ele escreveu sua lei não em tábuas ded pedra, mas nas tábuas de carne do nosso coração. Vimos a glória de Deus na face de Jesus Cristo. O sacrifício do Calvário é o compromisso contratual de Deus. Ele fez aliança conosco. Compromisso exige compromisso".

Richard. J. Foster, Oração: Refúgio da Alma p. 86.