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terça-feira, agosto 24, 2010

Kevin DeYoung Ted Kluck – Amamos a igreja

Outro livro que estou lendo nesta temporada de eclesiologia é o POR QUE AMAMOS A IGREJA publicado pela Mundo Cristão.

 

Gostei do livro pela franqueza que já estou vendo logo de cara, conheci DeYoung através da resenha do livro de Jim Belcher…então, continuo puxando os fios quem sabe eu teço algum conhecimento someday.

 

Eles tem um site oficial do livro http://www.welovethechurch.com/

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Timothy Keller: Filosofia de Ministério


Resumo: uma filosofia de ministério é mais especifica que os propósitos da igreja (o por quê da igreja), contudo, menos especifico que o programa de ministério da igreja (o o que da igreja), em suas metas e objetivos. Entao, ele descreve como uma igreja fará para alcançar, com o evangelho de Cristo, sua comunidade particular.
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Uma filosofia de ministério é mais especifica que os princípios bíblicos de uma igreja. Todas as igrejas deveriam compartilhar os mesmos conceitos dados pela Biblia: as marcas e deveres da igreja. Todas as igrejas são camadas para adorar a Deus, edificar os santos, testificar as nações, e assim por diante. Contudo, uma filosofia de ministério faz que a igreja seja distinguida de outras, descreve uma visão para determinada igreja que é própria desta congregação. Isto é algo mais especifico que a identidade denominacional. As igrejas metodistas podem ter umas filosofias de ministério dramaticamente diferentes e ainda assim, permanecer dentro de sua denominação.
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Por outro lado, uma filosofia de ministério é menos especifico que o programa de atividades ministeriais da igreja ou seus objetivos e metas, que podem ser determinadas para um, dois ou cinco anos. As metas e os objetivos são projetos que podem ser medidos dentro de um marco de tempo determinado, enquanto, que a filosfia de ministério descreve visões e modos de funcionamento mais amplos.
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Temos definido o que não é filosofia de ministério, não é uma mera declaração bíblica de propósitos, nem uma lista de programas, como tampouco metas ou objetivos. Agora, trataremos de expressar o que sim é a filosofia de ministério.
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Pensemos por instante em quatro perguntas: a quem, por quê, como e o quê de uma igreja.
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Em quem, define as crenças básicas e os compromissos teológicos da igreja. Uma igreja pode ter uma tradição teológica histórica, como a wesleyana ou luterana. A postura da igreja com as escrituras e a maneira que a interpreta determinará muitas de suas posturas teológicas e éticas. Isto inclui a própria compreensão que tem a igreja acerca do que a bíblia diz com respeito a natureza e identidade da igreja.
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A pergunta pelo por que define os propósitos da igreja. É a justificação pela existência da igreja. Se a pergunta pelo quem determina o compromisso da igreja pela infalibilidade da Bíblia, esta declara um numero de propósitos ou funções que Deus quer que a igreja tenha. Em outras palavras, quando entendemos quem somos, entendemos, assim, por que estamos aqui. Devemos evangelizar as nações, discipular e edificar os crentes, ofertar uma adoração aceitável, cuidar dos pobres e necessitados, entre outras coisas. Todas as igrejas compartilham estes propósitos comuns.
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A pergunta pelo como define a filosofia de ministério de uma igreja. Por exemplo, a Biblia nos manda adorar e define regras de adoração ( por exemplo: não adorar a uma imagem), contudo, nos brinda com uma ampla liberdade acerca de como adorar. Não nos diz qual estilo de musica, que nível de espontaneidade e demonstração de emoções podem ser usados nos cultos e muitos outros aspectos. O mesmo acontece com a pregação, com o ensino, o evangelismo, nosso companheirismo, vida em comum e a maneira que atendemos aos necessitados. O como se faz muito parecido com que somos.
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Quer dizer que o como nossa igreja opera está ligado aos nossos caprichos, baseando em nossos gostos e desejos? De maneira nenhuma. Os cosmos da igreja são definidos pelos por quês bíblicos. Devemos adorar, evangelizar, e ter companheirismo de forma que melhor se ajustem a possibilidade de expandir o reindo de Deus em nossa comunidade, em modos que cumpram com nossos propósitos de ensinar as nações a obedecerem a tudo que Jesus nos ordenou.
Finalmente, o quê define as metas e objetivos da igreja, seu programa ministerial atual. se incluem as descrições de tarefastanto para os laicos como para o quadro pastoral, a organização da igreja em departamentos, comitês ou grupos de tarefas e as politicas operacionais como os regulamentos.
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Ao vermos as quatro perguntas: quem, por quê, como e quê, vemos que todas se relacionam intrinsicamente. A pergunta pela filosofia do ministério pode er respondida ao perguntar: Como podemos alcançar melhor nossos propósitos bíblicos( o por que) de acordo com nossos compromissos teológicos ( o quem). Contudo, se continuarmos refletindo nestes temas, vemos que todos os por quês, como e o quê realmente continuam respondendo a pergunta Quem somos. Todos estes são componentes de sua identidade como igreja .
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Uma filosofia de ministério, então, responde a pergunta: Como podemos alcançar melhor nossos propósitos bíblicos de acordo com nossos compromissos teológicos?
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Existe um paralelo entre a identidade de um crente individual. Ainda que, um cristão possa saber quem é (justificado, adotado, redimido), e para quê está aqui( para ser um embaixador de Cristo,etc), contudo, deve fixar-se em seus dons específicos, seu chamado particular, para determinar como praticará seu compromisso cristão (1Co 12, Rm 12:8ss). Assim mesmo, cada igreja individual deve perguntar=se: qual é o chamado específico e particular de nossa igreja? A resposta cria uma identidade que dá forma ao carater da igreja e a faz única, ainda que, dentro de sua própria denominação.
Fonte: Manual del Plantador de Iglesias, p. 79-80

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Uma Ortodoxia Generosa


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Razão do livro
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"Antes de mais nada, eu escrevi este livro para homens e mulheres que experimentam um persistente impulso para entrarem mais profundamente na vida espiritual, mas estão confusos sobre qual direção seguir. São pessoas que "conhecem" a história de Cristo e têm profundo desejo de deixar este conhecimento descer de suas mentes para os seus corações. Elas têm uma vaga percepção de que esse "conhecimento de coração" pode não apenas lhes dar um senso de quem são, mas de fato, tornar todas as coisas novas para elas. No entanto, essas mesmas pessoas frequentemente sentem certa hesitação e medo de entrar nesse novo caminho incerto, e se perguntam se não estão fazendo papel de bobo. Espero que este pequeno livro ofereça a tais pessoas algum encorajamento e direção".
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JESUS
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"Dizer que Jesus é Salvador é dizer que, Em Jesus, Deus está interferindo como Salvador de todas essas maneiras, julgando (chamando o mal de mal), perdoando(quebrando o circulo vicioso de causa e efeito, tornando a reconciliação possível), e ensinando ( mostrando como usar reações em cadeia a seu favor). Jesus vem então, não ´para condenar (trazer as consequencias que merecemos), mas para salvar, ao brilhar a luz sobre a nossa maldade, ao dar nome ao nosso mal de modo que possamos nos arrepender e escapar da cadeia das más ações e das consequencias ruins através do perdão,. e, assim, podemos aprender de Jesus, o mestre-professor, a viver de modo mais sabio no futuro" p. 107
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fÉ MIssioNAL.
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"a FÉ missional afirma que Jesus veio pregar as boas novas do Reino de Deus a todos, especialmente aos pobres. Ele veio buscar e salvar o que se havia perdido. Ele veio em defesa dos enfermos. Ele veio salvar o mundo. Seu evangelho, e, portanto, a mensagem cristã, representa boas nvoas para o mundo inteiro" p. 122.
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Calvinismo
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Depois da morte de CAlvino, no entanto, penso que uma terrível convergência ocorreu, algo como a Perfeita Tempestade, quando o sistema de baixa pressão massiva do determinismo teísta - a proxima geração, via Beza e cia- juntou-se ao furação -que ora se fortalecia- do determinismo mecanico-sir Isaac Newton- e então ganhou ainda mais força com o sistema de alta pressão da filosofia racionalista- Descartes e outros-. A perfeita tempestade produziu todo um novo cenario onde mecanismo eram vistos como a realidade suprema, e onde Deus foi promovido a engenheiro-chefe, controlando toda a máquina. Não acredito nesse DEus mecanicista moderno ou nesse universo mecanicista fechado. Não creio que este universo seja um filme que já está finalizado, ja tendo sido produzido e filmado na mente de Deus, deixando-nos com a ilusão de que ele é todo real e que está, na verdade, se desenrolando. Acho dificil imaginar a adoração a um Deus amoroso e determinista, operador de maquina. p. 205-206
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Igreja
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"A palavra igreja significa que aqueles que são chamados . Santo significa dedicado a um proposito sagrado. Assim, a igreja é uma comunidade de pessoas chamadas para fora da correria profana e das discusões seculares da vida para de dedicarem a um proposito sagrado" p. 245
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Emergente
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Emergência é aquilo que acontece quando o todo é mais astuto que a soma das partes . É o que acontece qdo você tem um sistema de partes componentes relativamente simples- na maioria das vezes há milhares ou milhões delas- e elas interagem de maneira relativamente simples. E de, algum modo, como resultado de toda esta interação, algumas estruturas de nivel ou inteligência mais elevada aparecem, usualmente, sem planos-mestres, exercendo autoridade. Esse tipos de sistemas tendem a evoluir a partir do chão. p. 304

quarta-feira, janeiro 16, 2008

O Escândalo do Comportamento Evangélico


Minha nova leitura mostra a partir de pesquisas que crentes e não crentes não tem um comportamento ou mesmo uma cosmovisão tão diferentes, o óleo da igreja não é tão mais consagrado, está mais ao preto que imunda o mundo.

Os dados são da igreja estado-unidense, mas, não estão tão distantes das nossas realidades tupiniquins, lá o número de divórcio em certa faixa evangelical já é maior do que entre as pessoas que não nasceram de novo e por aí vaí.....


Quem nós somos e quem Deus nos chama a ser?

Os evangélicos afirmam crer nos valores bíblicos e no poder de Deus de transformar vidas. Contudo, pesquisas demonstram que muitos não vivem de modo diferente do resto do mundo. De dinheiro a sexo, de racismo a realização pessoal, um escandaloso número de cristãos não vivem o que pregam. O Escândalo do Comportamento Evangélico revela a profundidade do problema e contrasta-o com o ensino bíblico.

“Quando o comportamento de membros de um grupo religioso é um pouco melhor — ou às vezes pior — que o de seus vizinhos, líderes e membros desse grupo devem ficar atentos. Devem fazer algumas perguntas profundas, não apenas sobre seu comportamento, mas também sobre os sistemas que o produzem e sustentam. O Escândalo do Comportamento Evangélico me estimula a fazer esse tipo de pergunta.” Brian McLaren

terça-feira, julho 17, 2007

Universalismo em Paulo.

Segundo Paulo, portanto, igreja e mundo estão vinculados por um elo de solidariedade. a igreja, como criação já redimida, não pode jactar-se de uma escatologia realizada para si mesma em oposição ao mundo. Ela está inserida, como uma comunidade de esperança, no contexto do mundo e de suas estruturas de poder (...) enquanto qualquer parcela da criação de Deus sofrer, eles estarão impedidos de participar da glória escatológica.

importa que os cristãos fazem e quão autenticamente demonstram a mentalidade de Cristo e os valores do reinado de Deus em suas vidas cotidianas. Ele está incumbido de ampliar neste mundo, o domínio do vindouro mundo divino (...) É impossível crer no triunfo vindouro de Deus sem que se milite pelo Reino de Deus aqui e agora e sem uma ética que se empenhe e lute para acercar a criação de Deus da realização da promessa de Deus em Cristo" p. 191



"A igreja é chamada a ser a comunidade de pessoas que glorificam a Deus anunciando sua natureza e suas obras e tornando manifestas a reconciliação e a redenção que ele operou através da morte, ressurreição e reinado de Cristo ( 1Co 5:18-20)" p. 211


"A igreja não é metaterrenal. Ela se envolve com o mundo, o que significa que é missionária. As pessoas cristãs são conclamadas a praticar um estilo de vida messiânico dentro da igreja, mas também a exercer um impacto revolucionário sobre os valores do mundo.(...) a igreja é igreja no mundo e para o mundo, o que significa que ela tem uma vocação e missão ativa para com a ordem criada e suas instituições. A igreja é aquela comunidade de pessoas que estão engajadas em criar novas relações entre si e na sociedade mais ampla e, ao fazê-lo, testemunham o senhorio de Cristo. Ele não é um Senhor particular ou individual, mas sempre, como SEnhor da igreja, também Senhor do mundo" p. 212

" a igreja é uma realidade proléptica, o sinal do raiar da nova era em meio à antiga e, assim, a vanguarda do novo mundo de Deus. Ela age, simultaneamente como penhor da firme esperança da transformação do mundo quando do triunfo último de Deus e se empenha, em todas as suas atividades, no sentido de preparar o mundo para seu destino vindouro. A igreja sabe, que a aparência deste mundo passa e que o tempo se abrevia". p.213

David J. Bosch, Missão Transformadora

sábado, maio 12, 2007

Chega de Genérico


No ato de crer na criação, aceitamos o que Deus faz, nos inserimos nele e nos sujeitamos ao que ele realizou a continuar a realizar. Não somos expectadores da criação, mas participantes dela. p. 69



Quando nada do que podemos fazer resolve e quando nos vermos perdidos e de mãos vazias, estamos prontos para deixar Deus criar.
p. 81

O grande amor de Deus por nós e seus propósitos para conosco são concretizados nas bagunças das cozinha e do quintal, nas tempestades e nos pecados, no céu azul, no trabalho diário e nos sonhos de nossa vida comum. Deus trabalha conosco do jeito que somos, e não como devemos ser ou imaginamos que devemos ser. Deus lida conosco no lugar onde estamos, e não onde gostaríamos de estar.
p. 93
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A Trindade não é uma tentativa de explicar ou definir Deus por meio de abstrações (ainda que, em parte, seja isso também), mas um testemunho de que Deus se revela pessoal, em relacionamentos pessoais. A conseqüência prática desse fato é que Deus nos resgatou das especulações dos metafísicos e nos trouxe ousadamente para uma comunidade de homens, mulheres e crianças chamados a ter essa vida comum de amor, uma vida extremamente pessoal, na qual experimentam a si mesmos em termos pessoais de amor, perdão, esperança e desejo.
Descobrimos, sob a imagem da Trindade, que não conhecemos Deus ao defini-lo, mas ao sermos amados por ele e ao correspondermos a esse amor. As conseqüências são pessoalmente reveladoras: outra pessoa não vem a me conhecer, nem eu a outrem, pela definição, explicação, categorização ou "psicologização", mas de modo relacional, ao aceitar e amar, dar e receber. Os aspectos pessoais e interpessoais oferecem as imagens centrais (Pai, Filho, Espírito Santo) tanto para conhecermos Deus quanto para sermos conhecidos por ele. Isso é viver, e não pensar sobre viver; é viver com alguém, e não desempenhar funções para alguém. p. 16

PETERSON, Eugene H. A Maldição do Cristo Genérico Editora Mundo Cristão