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terça-feira, março 22, 2022

na real: a expectativas divinas sobre nós. (Mateus 5:22-31)




Jesus quer elevar os nossos olhos, permitindo que vençamos nossas limitações.

5:22 - RACA

 cabeça vazia, louco, alguém que não tem jeito.

Desprezo pelo outro, alguém incapaz de recuperação. 

NUNCA  MATEI, mas JÁ DESEJEI MATAR?


OFERTA - pessoas são maiores que as práticas religiosas.

ALTAR- no lugar mais espiritual,

Buscamos encobrir nossas falhas com religiosidade. 


ADVERSÁRIO - alguém que está acusando você publicamente.

"PENSANDO QUE O BEM QUE ESTAMOS PRATICANDO PODE ANULAR AQUELE MAL QUE FIZEMOS" Lloyd-Jones


a Questão é urgente - 5:25-26


ADULTÉRIO -  5:27-28

na internet - tudo está registrado.

quando eu uso a minha vontade para criar aquilo que não deveria existir.  DEUS VAI COBRAR

a pessoa não é um meio, mas um fim!

COBIÇA - A QUESTÃO NÃO É PORQUE NÃO FIZ AINDA, MAS PORQUE EU QUERO FAZER?

religioso gloria-se do pecado não pecado, mas não sente necessidade de arrepender-se do que é.


DIVORCIAR  5:31-32

A MULHER precisaria casar de novo - 

adulterar é mexer em algo puro.

QUANDO COISIFICAMOS - adulteramos.

divórcio não está por acaso no fim, depois de ira, desprezo e desejo errado - haverá uma adulteração do amor- que gerará um divórcio.

CAUSAS PARA O DIVORCIO - estragar um prato HILLEL


GRAVIDADE DO PECADO - 5:27-30

o pecado distorce tudo, transforma o bem em mal!

pecado nos leva a morte.

fariseus: nossos corpos nos levam ao pecado, a culpa não é minha, é porque vejo.

por mais valioso que seja, se é uma armadilha, você deve ficar livre.


sábado, agosto 27, 2011

Dietrich Bonhoeffer: Sermão do Monte, A mulher

Bonhoeffer trata agora de Mateus 5: 27-32. O comprometimento com Jesus não se coaduna com o desejo sem amor, não se admite a vontade ordenada pelo desejo. Ainda que seja um olhar, tal desejo exclui todo o corpo do discipulado, e o condena ao inferno, vende sua primogenitura celestial por um prato de lentilhas.

Nenhum sacrifício que o discípulo é capaz de fazer é demasiadamente grande, Cristo é maior que o olho, que a mão, a recompensa do desejo é pouca em comparação com seu prejuízo. Bonhoeffer não foge da questão da literalidade ou não das recomendações de Jesus,  ele diz que a pergunta é apenas para fugir da decisão, a pergunta é errada e má em si, porque não há resposta para ela. Se optamos pela literalidade, fazemos da vida cristã um absurdo existencial, se, por outro lado, dizemos que é só uma imagem, não damos seriedade aos mandamentos.  Assim, somos confrontados e sendo necessário obedecer,  não impõe aos discípulos o jugo insuportável, mas os ajuda misericordiosamente no Espírito.

Para Bonhoeffer, Jesus santifica o matrimônio, declarando-o indissolúvel e negando a possibilidade de um segundo matrimônio para o adúltero. Liberta o casamento do desejo egoísta, e o entende como serviço de amor, o discípulo deve confirmar seu total comprometimento com Cristo.

A carta de divórcio tem explicação  em Mt. 19.8, por causa da dureza de coração foi permitido aos israelitas fazerem uso da carta, apenas pra preservar o coração de uma indisciplina ainda maior. 

Jesus procura a pureza total,  a castidade de seus discípulos,  liberta da pornéia,  da prostituição dentro e fora do casamento, 1Co. 6.13-15, trata-se de uma poluição não apenas do próprio corpo, mas do Corpo de Cristo.  A contemplação do corpo crucificado de Jesus dado em nosso favor e a comunhão com ele, dão ao discípulo a força para castidade  que Jesus demanda.



segunda-feira, julho 25, 2011

Dietrich Bonhoeffer: Sermão do Monte - A Comunidade Visível

;Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.  (Mateus 5:13-16)



Os discípulos são bem-aventurados por serem parte do Reino de Deus, mas também parece que eles são indignos de viver no mundo,neste momento Jesus os define com uma imagem, vós sois sal da terra.  São o bem mais nobre, o valor supremo que possui o mundo, sem eles, a terra não pode seguir vivendo, é o sal que conserva a terra, esta vive graças a estes pobres, desprezados e debéis que o mundo recusa.  Quando ataca os discípulos, destrói sua própria vida. 

Este sal divino conserva sua eficácia, penetra na terra, é sua sustância. Como homens ligados apenas a Cristo, eles se colocam em contato com o mundo. Jesus chama de sal apenas eles, não a si mesmo, Ele permanece com o povo de Israel, mas entrega aos seus discípulos toda a terra com a condição de que sigam sendo sal e conservem sua força purificadora e saporífica e assim manterão a terra. O sal deve ser incorruptível, uma força permanente de purificação. No Antigo Testamento se usa o sal para os sacrifícios - Ex 30,Ez 16:4-. 


São o sal pelo chamado, seria um erro querer equipar com sal sua mensagem, quem segue a Cristo, captado pela sua chamada, está plenamente convertido em sal da terra.


O sal insípido deixa de atuar, só serve para ser jogado fora. A honra do sal é que deve salgar todas as coisas. Mas o que ficou insípido não pode adquirir de novo seu antigo poder. Todo alimento pode ser salvado pelo sal, mas o sal que se torna insípido se perde sem esperança.


Jesus diz vós sois, não diz deveis ser. A vocação os converteu em luz, agora estão obrigados a ser uma luz visível, do contrário, a chamada não estaria com eles. A luz não é que nos foi dado, mas é o que somos. O mesmo que disse de si, que ele era a luz do mundo, disse aos discípulos que eram a luz desde que permanecessem fiéis a chamada. Sendo assim, não podem ficar ocultos.


A luz brilha e a cidade sobre o monte não pode estar oculta, ela é visível a distância, é a comunidade dos discípulos, daqueles que seguem a Cristo não se proporia uma nova decisão, mas a única decisão possível para eles já foi produzida. Agora devem ser o que eles são, ou deixar de ser seguidores de Jesus. 


O seguimento não é se apartar do mundo, ocultar-se. É tão visível como a luz na noite, a comunidade que quer ser invisível deixa de segui-lo.


Para Bonhoeffer, o alqueire de Mateus 5:15 pode ser o medo dos homens ou uma configuração consciente ao mundo para conseguir certos fins, que podem ser do tipo missionário ou brotar de um falso amor pelo homens. Como também de uma teologia reformadora que se atreve a chamar-se de theologia crucis, que prefere uma humilde invisibilidade e uma visibilidade farisáica.  O critério é que a luz não brilhe.


As boas obras dos discípulos devem brilhar com esta luz, os homens tem de ver não são as pessoas, mas as boas obras. As boas obras são unicamente as que Jesus produziu entre eles quando os chamou,  quando os converteu para debaixo de sua cruz em luz do mundo: pobreza, separação do mundo, mansidão, edificação da paz e graça de ser perseguidos e recusados, tudo isto pode ser sintetizado numa única coisa: levar a cruz




A cruz é onde pode ser vista as boas obras dos discípulos, Não se fiz que Deus se fará visível, senão que se verá as boas obras e os homens adorarão a Deus por elas. Visível será a cruz e as obras da cruz, não se vai adorar ao homem, mas a Deus somente. Se as boas obras fossem virtudes humanas, não se adoraria a Deus mas aos discípulos, contudo, não há que exaltar o discípulo que leva a cruz e nem a comunidade que brilha e é visível. Se adorará somente ao Pai que está nos céus. 


Deste modo, os homens vêem a cruz e a comunidade do crucificado e acreditam em Deus. É a luz da ressurreição.

segunda-feira, julho 18, 2011

Dietrich Bonhoeffer: O Sermão do Monte - bem- aventuranças

No sexto capítulo do Discipulado, Bonhoeffer começa a examinar o sermão do monte, baseado no texto de Mateus 5, ele começa diferenciando os discípulos da multidão, por causa do chamado de Jesus. Agora eles são os mais pobres dos pobres, os mais combatidos dos combatidos, os mais famintos dos famintos. Somente tem a Ele, e com Ele não tem nada no mundo, absolutamente nada. Contudo, tem tudo de Deus. 

Os discípulos e a multidão estão intimamente relacionados, eles serão seus mensageiros, também aqui estão seus ouvintes e fiéis, e existirá até o fim uma inimizade entre eles.

Por isso, bem-aventurados, Jesus fala  aos discípulos - Lc. 6,20s-, a chamada os fez pobres, combatidos e famintos. Não proclama bem-aventurados por causa da sua escassez ou renúncia, o fundamento válido aqui é a chamada e a promessa. 

Os discípulos e as pessoas ali constituem a pequena comunidade dos eleitos por Jesus, por isso, as bem-aventuranças deve converter-se para todos no motivo de decisão e salvação. Todos estão chamados a ser o que são na realidade. Os discípulos são bem-aventurados pelo chamamento de Jesus, o povo é bem-aventurado pela promessa de Deus que lhe foi concedida. 

Mas, o povo conseguirá alcançar esta promessa? Este é o problema.

"Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus"

Os discípulos são pobres, carecem de tudo - Lc. 6,20-. Eles não tem força, pátria, experiência espiritual própria. Por amor a Ele, perderam tudo, ao segui-lo,  não podem colocar a sua esperança em outra coisa senão nEle. 

Jesus também conhece outros, os representantes e os pregadores da religião popular, poderosos cheios de prestígio, firmemente assentados na terra, enraizados nos costume e no espírito da época e da piedade popular.


Sobre os discípulos, que por amor a Jesus vivem em renúncia e pobreza, irrompe o reino dos céus, em meio a pobreza se faz os herdeiros do Reino.

Tem seu tesouro oculto na cruz, está prometido a eles o reino dos céus em sua glória visível, e também estão agraciados agora com a pobreza pefeita da cruz. 

O anticristo, segundo Bonhoeffer, também proclama bem-aventurados os pobres, contudo não por amor a cruz, senão pela renúncia desta através de uma ideologia político-social.

"BEM-AVENTURADOS OS QUE CHORAM, PORQUE ELES SERÃO CONSOLADOS"


A cada nova bem-aventurança se faz um abismo entre os discípulos e o povo, aqueles se ressaltam visivelmente. Os que choram estão dispostos a viver renunciando aquilo que o mundo chama de felicidade e paz. Sofrem pelo mundo, por sua culpa, seu destino e sua felicidade. 


O mundo fantasia seu progresso,pela força, do futuro, os discípulos conhecem o fim, o juízo, a vinda do reino dos céus, para a qual o mundo não está preparado.




Contudo, ninguém entende seus próximos melhor que a comunidade de Jesus, ninguém ama mais os homens, por isso se mantem fora e sofrem. Carregam as dores.


O sofrimento não cansa, nem desgasta ou amarga os discípulos, eles levam sua dor com a força daquele sofreu tudo na cruz, como sofredores, se colocam em comunhão com o crucificado. São estrangeiros por força de aquele ficou tão estranho ao mundo, que o crucificou. A comunidade dos estranhos é consolada na cruz, sentindo-se impulsionada para ir ao lugar onde espera o consolador de Israel. Ai encontra sua verdadeira pátria junto ao Senhor crucificado aqui e na eternidade.


BEM-AVENTURADOS OS MANSOS, PORQUE ELES TERÃO POR HERANÇA A TERRA




nenhum direito próprio protege a comunidade dos estrangeiros no mundo, eles tampouco reivindicam, porque são mansos. Vivem por amor a Jesus na renúncia de todo direito próprio.


Preferem deixar tudo a justiça de Deus, aquilo que parece justo ao Senhor, deve ser para eles. Apenas isto. Assim fica evidente que não pertencem a este mundo.


A terra pertencem a estes homens debéis e sem direitos, os que agora a possuem por força e injustiça terminaram perdendo-a, e os que tem renunciado a ela completamente, mostrando-se mansos até a cruz, dominaram a nova terra. 


Aqui não é justiça intramundana e castigadora de Deus, senão que quando vir o reino dos céus, se fará renovada a face da terra, esta se converterá em herança da comunidade de Jesus. 


Deus não abandona a terra, a criou, mandou seu Filho, edificou sobre ela sua comunidade. Tudo começou agora. Se deu um sinal.  Já aqui deu aos fracos um pedaço de terra, a igreja, sua comunidade, seus bens, irmãos e irmãs, em meio as perseguições até a cruz. Também o Golgota é um pedaço de terra, a partir dele, onde morreu o mais manso de todos, deve ser renovada a terra, quando chegar o reino de Deus, os mansos possuíram a terra.



BEM-AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA, PORQUE ELES SERÃO FARTOS.

Os que seguem não apenas renunciaram seus direitos, mas também renunciaram a própria justiça, não se gloriam em nada do que fazem e o que sacrificam. Apenas pode possuir a justiça o faminto e sedento dela, desejam a justiça futura de Deus, mas não podem implanta-la por si mesmos.

Anelam o perdão dos pecados e a renovação plena, a renovação da terra e a justiça perfeita de Deus. Contudo, a maldição do mundo e seus pecados recaem sobre eles, morrem na cruz como um maldito.

Alcançaram a justiça não apenas de ouvidos, mas serão saciados com ela,corporalmente. O pão da verdadeira vida os alimentará na ceia futura com o Senhor, é este pão que os faz bem-aventurados, porque já o tem.


BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS, PORQUE ELES ALCANÇARAM MISERICÓRDIA



Os discípulos de Jesus também renunciaram sua dignidade porque são misericordiosos. Não basta sua própria necessidade, porque eles são partícipes da necessidade alheia, em sua pequenez e culpa.


Buscam o caído no pecado e a culpa. Por maior que seja o pecado, a misericórdia se encontra neles, o misericordioso dá sua própria honra ao que tem que caído em infâmia, e toma a vergonha alheia.


Só conhecem uma honra e uma dignidade, a misericórdia de seu Senhor, Ele mesmo não se envergonhou deles, e lhes trouxe misericórdia.

Deus lhes dará a sua honra e tirará deles a desonra, a honra de Deus será levar a vergonha dos pecadores e vesti-los com sua dignidade.





BEM-AVENTURADOS OS LIMPOS DE CORAÇÃO, PORQUE ELES VERÃO A DEUS



Somente é limpo de coração, quem entregou seu coração totalmente a Deus, para que Ele reine exclusivamente em seu coração.  O coração puro e sincero de uma criança não sabe nada do bem e do mal, o coração em que não reina a consciência, senão a vontade de Jesus.


A limpeza de coração está em oposição a toda pureza externa, incluída aquela de bons sentimentos, ele está limpo do bem e do mal, pertence por completo a Cristo. Seu coração está livre das imagens que o mancham, sem deixar-se arrastar pela pluralidade dos próprios desejos e intenções.


Seu coração é um espelho da imagem de Jesus Cristo.




BEM-AVENTURADOS OS QUE BUSCAM A PAZ, PORQUE ELES SERÃO CHAMADOS FILHOS DE DEUS


Quando os discípulos atenderam o chamado de Jesus, encontraram a paz. Mas, não devem apenas tê-la, mas também cria-la. Renunciam a força e a rebelião, que nunca serviram a Cristo que tem um reino de paz.


Suportam em silêncio o ódio e a injustiça, vencem o mal com o bem, e são criadores da paz divina em meio a um mundo de ódio e guerra. Contudo, sua paz nunca será maior do que quando se encontram pacificamente com o mal e estão dispostos a sofrer, porque a cruz cria a paz. Assim, também serão chamados Filhos de Deus por estarem juntos ao Filho de Deus.



BEM-AVENTURADOS OS PERSEGUIDOS POR CAUSA DA JUSTIÇA, PORQUE DELES SERÃO O REINO DOS CÉUS.


Não se fala aqui da justiça de Deus, senão de sofrimentos por uma causa justa.  Os que seguem a Jesus renunciam suas posses, a felicidade, o direito, a honra, o poder, se diferenciam em seus juízos e ações do mundo, são chocantes a este. A recompensa que o mundo dá não é reconhecimento, mas repulsa. 




Ao final das bem-aventuranças resta uma pergunta que Bonhoeffer procura resposta, qual o lugar do mundo para tal comunidade? A comunidade dos bem-aventurados fica no lugar daquele mais pobre, mais combatido, mais manso, na cruz do Golgota. A comunidade dos bem-aventurados é a comunidade do crucificado, com Ele perdeu tudo, mas encontrou tudo.  E agora Jesus os conhece:


Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.




Sobre ele recai tudo, e por sua causa são injuriados, tudo isto constitui a felicidade dos discípulos em sua comunidade com Jesus. É forçoso que o mundo ataque a estes mansos estrangeiros com suas palavras. A voz destes pobres e mansos é muito ameaçadora e potente, suas vidas são muito paciente e silenciosa, os discípulos dão um testemunho demasiadamente poderoso sobre a injustiça no mundo.


Deus mesmo enxugará toda a lágrima, dará de comer em sua ceia. Os corpos feridos e martirizados estão transfigurados, em lugar das vestes de pecado e penitência, levaram a vestidura branca da eterna justiça. 


quarta-feira, julho 11, 2007

Outra hipocrisia



... para Mateus, a hipocrisia é mais do que fazer de conta ou fingimento. Hipocrisia é fazer o mal. É uma falha de conduta que se refere tanto às pessoas quanto a Deus. Não fazer o bem significa fazer o mal; não produzir fruto significa produzir fruto errado. Os hipócritas deixaram de obedecer à vontade de Deus; vivem fora do relacionamento pactual com Deus; não são mais herdeiros do reinado de Deus. Aos que fazem o mal e hipócritas se contrapôem-se aos dikaioi, os justos, os que produzem fruto (Mt 13. 41-43; 23.27)"
Bosch, p. 95