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A história do amor é um livro sobre não-desaparecer, é um registro que vai a função da literatura mais egoísta e humana por isso mesmo, a de continuar-me vivo, ainda que morto.
"Para pintar uma folha, é preciso sacrificar a paisagem toda. A princípio, isso parece uma limitação, mas passado um tempo se percebe que a posse de um centrímetro de alguma coisa oferece uma oportunidade maior para apreender uma certa sensação do Universo do que o anseio de abraçar todo firmamento" p. 61
"Por que as pessoas sempre herdam o nome de gente morta? Se o nome tem de vir de algum lugar, por que não pode ser de coisas mais duradouras, como o céu e o mar, ou mesmo de idéias, que nunca morrem de verdade, nem mesmo as más?" p. 224
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