quarta-feira, janeiro 27, 2010

Rob Bell: Everything is Spiritual

Augustus Nicodemus Lopes: Batalha Espiritual


Experiências pessoais.

Alguns exemplos deverão bastar para que possamos entender o que estou dizendo. Uma das mais sérias deficiências do livro "A Igreja e a Batalha Espiritual", escrito por Neuza Itioka, diz respeito às suas fontes. É surpreendente encontrar nas notas bibliográficas fontes como "fatos constatados e verificados nas ministrações pessoais", depoimentos pessoais, e testemunhos de ex-pais de santos. É destas últimas "fontes" que a autora tira o fundamento para grande parte do seu livro. Por exemplo, a sua convicção de que crentes verdadeiros podem ficar endemoninhados baseia-se, não em exegese das Escrituras, mas na narrativa de várias experiências que teve. Itioka freqüentemente menciona experiências pessoais para provar suas convicções. Ela afirma, com base na sua experiência de aconselhamento, que certos demônios "adquirem" o direito de se sentarem no pescoço das pessoas. Com base em testemunhos, ela afirma que as orações da Igreja diminuem o índice de criminalidade, roubo e violência, que as entidades de uma rua podem ser atadas, etc. Uma de suas crenças mais curiosas, a de que determinadas igrejas tem entidades malignas que se alimentam dos pecados não resolvidos da comunidade e seus pastores, é defendida principalmente com base em vários testemunhos. O que é ainda mais preocupante, Itioka faz várias especulações sobre os demônios que dominam o Brasil baseada na doutrina da Umbanda sobre estas entidades.
página15


segunda-feira, janeiro 25, 2010

Eugene Peterson: Trovão Inverso 2

sobre Ap. 8:5
"As oraçãos que haviam subido, sem que os jornalistas da época percebessem, voltaram com uma força imensa- segundo a expressão de George Hebert, como trovão inverso. A oração volta à história com efeitos que ninguém poderia prever . A terra em que vivemos se abala a cda dia por causa disso " p. 126
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"Oração é, na vida de fé, o ato em que entramos diante de Deus em postura consciente e deliberada de falar e ouvir- relacionamento do Criador com sua criação e dela com Ele. A qualquer tempo que nos concentramos, focamos os pensamentos e prestamos atenção, nós oramos. Orar significa ter consciência, exercitar a atenção, estimular e desenvolver a intensidade pessoal diante de Deus" p. 128
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"Asssim como a dor é um caminho de cura e o sofrimento um estimulo á saúde, também o julgamento é um instrumento útil ao arrependimento. Mas isso não é garantido" (Ap. 9:20-21) p.139
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O primeiro aspecto do testemunho que aprendemos é que não podemos dizer tudo. Testemunho não é o mesmo que tagaralice. Testemunho não é o mesmo que tagarelice. Jesus havia dado conselho semelhante sobre lançar pérolas aos porcos (Mt. 7:6)." p. 146
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A mensagem é eterna e abrangente. Todos que ousam testemunhar têm a consciência dolorosa de estarem apenas na borda de suas obras (Jó 26:14). Nenhuma pessoa está apta a transmitir tal mensagem. Contudo, João não se esquiva ao testemunho com a desculpa de sua inadequação. Pega o que é capaz de assimilar, um livrinho no lugar de um livro" p.148
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Ser incapaz de dizer tudo não significa que estamos isentos de falar o que podemos . Ainda assim, a troca de palavra sugere humildade, que nem sempre se verifica naqueles que ousam testemunhar de seu Senhor" p.149
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Sobre Ap. 11
A profecia se dirige à vontade, com um convite para participarmos da vontade de Deus. O testemunho não envolve recrutamento nem propaganda. Ele se propõe a esclarecer o terreno onde as decisões serão tomadas, tenta lançar luz sobre a interseção entre tempo e eternidade e convida a entrar na claridade onde o caminho estreito começa. A lei mostra como Deus se envolve emnossa vida. A profecia diz como nos envolvemos na dele. As duas são sistole e diastole do testemunho, que não pode existir sem nenhuma delas. AS duas testemunhas apontam para Cristo, que revela tudo de Deus a nós, e também a nossa total resposta a Ele.
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sábado, janeiro 23, 2010

N.T. Wright: Supreendidos pela Esperança



Qual é a esperança suprema do cristão? Há esperança demudança, de resgate, de transformação, de novas possibilidades no presente? A resposta a essas perguntas precisa levar em conta o seguin-te: enquanto entendermos que a “esperança cristã” é “ir para o céu”, eque a “salvação” é algo essencialmente distante deste mundo, as duasperguntas parecerão inevitavelmente inconciliáveis. De fato, alguns insistem que responder à segunda pergunta é ignorar a primeira, que é o que realmente importa. Outros, por sua vez, ficam irados quandoas pessoas falam de ressurreição, como se isso estivesse desviando a atenção dos assuntos realmente importantes e urgentes no mundopresente. No entanto, se a “esperança cristã” é para a nova criação de Deus, para “novos céus e nova terra” — e se essa esperança já se manifestou na vida de Jesus de Nazaré — então estamos certos ao uniras duas perguntas. E se de fato é assim, constatamos que as respostas estão também relacionadas. Muitas pessoas — inclusive muitos cristãos— se surpreendem ao perceber que a esperança cristã é diferente doque imaginam, e que essa mesma esperança oferece uma base firme eestimulante para desempenharmos nosso papel no mundo atual.

p.15-16

Não passa isso na Rede TV!