domingo, fevereiro 28, 2010

Once Upon a Marriage

4HOSEA AND GOMERUNFAILING LOVE
When the Lord began to speak through Hosea, the Lord said to him, "Go, take to yourself an adulterous wife and children of unfaithfulness, because the land is guilty of the vilest adultery in departing from the Lord." 3 So he married Gomer daughter of Diblaim, and she conceived and bore him a son. Hos 1:2-3
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THE MOST COMMON MARRIAGE MISCONCEPTION · WHAT I’M MISSING IS BETTER THAN WHAT I HAVE.…She said, 'I will go after my lovers, who give me my food and my water, my wool and my linen, my oil and my drink.' Hosea 2:5
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GOD’S RESPONSE TO SPIRITUAL ADULTERY · RIGHTEOUS ANGERShe has not acknowledged that I was the one who gave her the grain, the new wine and oil, who lavished on her the silver and gold… 9 "Therefore I will take away my grain when it ripens, and my new wine when it is ready. I will take back my wool and my linen, intended to cover her nakedness. 10 So now I will expose her lewdness before the eyes of her lovers; no one will take her out of my hands. Hosea 2:8-10·
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UNFAILING LOVE Therefore I am now going to allure her; I will lead her into the desert and speak tenderly to her. 15 There I will give her back her vineyards, and will make the Valley of Achor a door of hope. Hosea 2:14-15
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GOD’S MESSAGE FOR THE BETRAYED SPOUSE · FORGIVE AND LOVE AS YOU’VE BEEN FORGIVEN AND LOVED.The Lord said to me, "Go, show your love to your wife again, though she is loved by another and is an adulteress. Love her as the Lord loves the Israelites, though they turn to other gods…" Hosea 3:112 Sow for yourselves righteousness, reap the fruit of unfailing love, and break up your unplowed ground; for it is time to seek the Lord, until he comes and showers righteousness on you. Hosea 10:12
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TALK IT OVER
Share an example of a marriage you know of that has been a good illustration of God’s faithfulness. What can you learn from them?
How will you keep from practicing for divorce whether you’re married, unmarried, or divorced?
What are some ways you’ve been unfaithful to God? What will your next steps be to restore that relationship?Invite God to talk to you through this message. Talk it over with someone this week.
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Find more resources online at www.lifechurch.tv/talkitover.

Tim Keller: Oração centrada no Reino

Desenvolvimento de uma equipe de oração centrada no Reino.
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A oração centrada no Reino não é meramente instintiva, senão guiada pelo Espírito, não centrada no homem, mas em Deus, não é responsiva as necessidades particulares senão ao serviço do reino, não é sentimental, mas, baseada nas Escrituras, não é solitária, mas, comunitária, não é tímida mas atrevida , nem tampouco é uma passiva resignação senão uma ativa cooperação. A oração centra no reino é o clamor reverente dos filhos adotados de Deus capacitados pelo Espirito Santo em favor da gloria de Deus por meio de persistente pedir as nações como sua prometida herança.
Archie Parrish, Kingdom-centered Praying, MNA Conference 2000
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Estas são três qualidades de uma oração que opera na renovação.
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1.Se concentra na presença e no reino de Deus. Jack Miller nos explica a diferença entre oração de manutenção e reuniões de oração de frente de batalha. As reuniões de oração de manutenção são curtas, mecânicas e totalmente enfocadas nas necessidades físicas dentro da igreja. Contudo, as reuniões de oração de frente de batalha tem três características básicas: 1. Um pedido por graça para confessar os pecados e humilhar-se. 2. Uma compaixão e desejo pelo florescimento da igreja e o evangelismo dos perdidos, e 3. Um desejo fervoroso por conhecer a Deus, ver seu rosto e contemplar sua glória. Estas não são meras declarações. Alguém pode distinguir claramente quando está de frente de uma reunião deste tipo. Ainda mais, é interessante estudar as orações bíblicas pelo avivamento como as de Atos 4, Exodo 33, ou Neemias 1. Ali vemos claramente estes três elementos. Por exemplo, note-se que em Atos 4, os discípulos, cujas as vidas estavam debaixo de ameaças, não pediram por proteção por si mesmos ou suas famílias, senão por coragem para seguir pregando.
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2.É audaz e específica. Lloyd-Jones nota que os mais grandes homens eram audazes ao orar, muito específicos e tinham argumentos em suas bocas. Ao comentar a oração de Moises pela gloria de Deus em Exodo 33, escreve: “Os recomendo a leitura da biografia de homens que tem sido usado por Deus na igreja através dos séculos, especialmente em avivamentos. E verão esta mesma audácia santa, este argumento, raciocínio, elaborando a causa para Deus, reclamando suas promessas. Oh, este é o segredo da oração, penso as vezes. Thomas Goodwin usa um termo fabuloso. Diz, “Pleitei por Ele, demande por Ele. Não O dê descanso. Incomode-O, para ser possível, por Ele, em Suas promessas. Cita as Escrituras. E, como sabes, a Deus, é agradável que o queremos, como um pai gosta quando seu próprio filho obviamente tem estado escutando o que o pai tem está dizendo”.
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3.É predominantemente, corporativa.
Com isto, queremos dizer que simplesmente a oração deve ser constante, não esporádica e breve. Por que? É que pensamos que Deus que nos rastrear? Por que não pedir e aguardar simplesmente? A razão é que não temos sido tão impertinentes. As orações esporádicas e breves demonstram que não temos dado tempo a Ele. Mostra nossa falta de dependência, uma dependência completa nele, somente assim teremos levantado um altar onde Deus pode honrar com seu fogo. Devemos orar sem cessar, extensamente, duramente, e veremos que o mesmo processo é o trará a fazer o que pedimos: que nossos corações se derretam, que as barreiras se caiam, que a gloria de Deus desça.
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Recrutamento de companheiros de oração.
Os plantadores de igrejas que se dedicam a oração. Assim mesmo, buscam outros por quem quer orar e com quem quer orar. Para poder recrutar e manter uma equipe de oração, o plantador de igreja deve estar comprometido em comunicar a visão, pedir e responder.
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Manual para plantadores de Iglesias, p. 127-128

sábado, fevereiro 27, 2010

Tim Keller: Igreja Missional


Lesslie Newbigin foi um missionário britânico que foi a India na década de 50. Quando saiu da Inglaterra, a igreja ocidental, entretanto, se relacionava com a cultura, era o que se chamava de cristandade. As instituições da sociedade cristianizavam as pessoas por meio de estigmatizar toda outra conduta ou crença que não fora cristã. A igreja reunia as pessoas e as desafiava a um compromisso cristão pessoal.

Quando Newbigin chegou a India encontrou que as igrejas não apoiavam financeiramente as missões, nem levavam adiante a tarefa missionária (como se poderia dizer que faziam as igrejas ocidentais) sem que eram missionais em todo aspecto. Ao estar em uma cultura não cristã não poderiam simplesmente colocar em compromisso as pessoas cristianizadas. Antes, bem deveriam adaptar cada aspecto de sua vida eclesiástica: adoração, pregação, vida comunitária, discipulado a um mundo não cristão.

  1. Já que todas as visitantes a um culto de adoração não seriam cristãos, toda sua adoração e pregação se ajustava a eles.
  2. Como os membros da igreja deveriam viver suas vidas de acordo com valores radicalmente diferentes do resto da sociedade, o discipulado e o treinamento não somente os equipava para responder as perguntas e compartilhar a fé, como também que deviam conjugar os padrões de conduta pessoais e corporativos cristãos que colocariam em evidencia para a sociedade como é viver o Reino de Deus.

Quando Newbigin se jubilou do campo missionário na década de 1980, então, se encontrou com uma cultura ocidental que se havia convertido em muitas maneiras firmemente resistente ao evangelho como qualquer outra sociedade do mundo, contudo as igrejas não se haviam adaptado a esta nova situação.

Seguiam pregando em uma linguagem que somente as pessoas cristianizadas poderiam compreender.

Continuavam criando uma atmosfera que somente as pessoas tradicionais e conservadoras poderiam sentir-se confortável.

Seguiam discipulando as pessoas concentrando-se em suas habilidades individuais para conduzir suas vidas privadas – estudo bíblico, oração) e não para poder viver suas vidas com uma distinção cristã em um mundo secular, nas arenas publicas da política, artes, negócios e outras.

O esforço da Redeemer para ser missional.

Transação. Que é a Redeemer? Redeemer é um esforço imperfeito para ser uma igreja missional na cidade de Nova York. Com isto queremos dizer, em primeiro lugar, que não pensamos que nossos amigos céticos (do cristianismo) ao nosso redor são geralmente conservadores em seu modo de pensar. (Por sinal, não os são). Tampouco, pensamos que uma pessoa deve ser convencional, formal e conservadora para poder chegar a ser cristã. Portanto, em segundo lugar, queremos dizer que absolutamente todo o que fazemos deve ser missional, comprometido completamente em mostrar a beleza do evangelho ao mundo que nos rodeia.

Evidência: Redeemer recebe constantemente novas pessoas. Em cada parte e aspecto da igreja temos pessoas que ainda não crente ou que estão peregrinando espiritualmente, todavia, quem esta evangelizando? O interessante é que cada membro do pessoal da igreja esta envolvido na educação, treinamento, nutrição e apoio dos crentes. Nenhum membro de nosso pessoal tem a tarefa de ir e ganhar os perdidos. Como é então que há tantos interessados no evangelho vindo a nossa igreja, mais do que é visto em qualquer outra congregação? Se deve, em certo grau, que a igreja mesma tem um formato missional. Não quer dizer que todo que nos fazemos seja desenhado com a intenção de converter pessoas, senão que cada parte da igreja tem sido contextualizada e adaptada para ser um povo cristão que transpira o evangelho em cada serviço as pessoas de uma cultura não cristianizada que tem sensibilidades modernas e pos-modernas.

Elementos de uma igreja missional

  1. lideres que amam a cidade

a. uma atitude positiva faz a cidade. Não a condenamos, nem simplesmente a afirmamos tal como está. Não sentimos temor e nem tampouco somente sentimos lastimas por seus problemas. A amamos. Isto se transforma em uma relação recíproca. Os lideres devem humildemente aprender e respeitar a cidade de nova York e sua gente. Os lideres devem sentir-se entusiamados e enriquecidos pela cidade, não sentir-se sobrecarregados por ela.

b. um desejo de viver entre as pessoas que servem: 1. Fator comum, os lideres de igrejas pobres vivem em bairros melhores, os lideres de áreas afluentes vivem em bairros mais baratos. 2. Por que? Porque o residir nas comunidades onde devem ministrar envolvem sacrifícios e a necessidade de perder uma inconsciente sensação de superioridade – sobre o pobre como pela ignorância do rico-. 3. Dessa maneira os lideres não podem entender as pessoas que querem servir.

O evangelho re escreve a historia da cultura.

a. Conteúdo: 1. A principal dinâmica: devemos entrar e então re escrever a historia da cultura a luz do evangelho. Isto é diferente de assimilar-se ou confrontar a cultura. A. “entrar quer dizer ter uma simpatia bíblica pelas aspirações da cultura. Ou seja fazer uma imersão na literatura, arte, linguagem das pessoas e a cultura e ter o desejo de ressoar aquilo que é bom e valido, sem deixar de passar todo pela malha da Bíblia. B. então, e somente então, pode re escrever a historia. Com isto queremos dizer que mostramos como o evangelho de Cristo responde/completa as historias e aspirações melhor que tudo. 2. Quais são algumas das historias em nossa cultura pos moderna? A. liberdade da opressão, oposta a tradicional historia do bom filho. A distinção bíblica é que o evangelho provê a liberdade dos ídolos versus a escravidão religiosa ou irreligiosa a que alguém esta submetido. B. a abertura a todo em oposição ao tradicional nacionalismo. A distinção bíblica é que o evangelho nos capacita para receber abertamente a todos, invés de inclusivismo simplista, que é injusto ou exclusivo. C. Mais neste sentido: a verdade encarnada versus regimes de verdade ou não verdade. Identidade versus fraturação e o poder opressor. Exemplo: o desafio por definir o pecado biblicamente em termos de relações e escravidão, o que tem eco em nossa cultura circundante. B. Modo: 1. “Conversacional” versus retórico- grande antipatia pela verbosidade, ou pelo estilo muito eloqüente ou qualquer outra coisa que dê uma idéia de ser controlada ou forçada. 2. Irônico, gracioso versus sentimental ou cínico. 3. Pregação redentora-historica versus expositiva/ tópica. Nem moralista nem inspiradora.

Falar o vernáculo.

  1. Geral – Sempre espere ser ouvido. Fale com se toda a comunidade estivera presente, não somente por aqueles que tem nos assentos. Por que? 1. Porque os cidadãos da pos modernidade provam o cristianismo através de dezenas de mini-decisoes. Qurem ver primeiro como funciona. 2. Fale desta maneira e os cristãos sentirão a liberdade de incluir os eventos da igreja como parte de sua estratégia para fazer amigos. De outra maneira simplesmente, não os tomarão em conta.
  2. Específico: tenha em mente que todo isto deve fluir de um coração transformado pelo evangelho, de outra maneira será pura artimanha e jogo de mercado: 1. Evite a linguagem tribal: use linguagem simples e acessível em vez de eloqüência estilizada – a linguagem da oratória faz que as pessoas se sintam excluídas, e o vocabulário técnico- termos doutrinais/bíblicos sem explicações. 2. Evite a mentalidade internista, falando dos crentes como se fossem especialmente diferentes ou fazendo declarações cínicas sobre outras religiões ou outros estilos de cristianismo. 3. Evitar citar a Bíblia ou explicar tema como um tomo que qualquer pessoa inteligente deveria saber isto décor, tenha cuidado como repete citações de autoridades. 4. Constantemente antecipe e refrei-se em temas, objeções e reservas que os céticos ou aqueles que estão em uma peregrinação espiritual com o maior respeito e compreensão. Novamente o evangelho, se o evangelho esta afetando sua vida, você terá uma profunda compreensão por aqueles que estão lutando por crer. Nunca tenha uma pose de superioridade.
  3. Atitudes e sentimentos: 1. As pessoas tradicionais da classe media valorizam a privacidade, segurança, homogeneidade, estabilidade, sentimentalismo, espaço,ordem e controle. A cidade esta cheia de pessoas diversas, irônicas, e ultra progressistas que absolutamente não compartilham estes valores. Ainda assim, devemos gostar deles e aprecia-los. Necessitamos forjar uma saudável voz cristã irônica que seja gozosamente realista antes que sentimental, pomposa ou inspiracional, emocionalmente manipuladora. 2. Os cristãos expressam suas emoções de uma maneira que muitas vezes distanciam os não cristãos. Se devemos estar ombro a ombro com pessoas que se encontram em diferentes níveis em sua peregrinação devemos cuidar de não nos deixarmos levar por nossas emoções. Ou seremos como atletas deixando para trás os descapacitados físicos em uma corrida. Não seja autocomplacente na adoração.

Ministério contra intuitivo e de ações.

  1. As pessoas no mundo secular tem uma forte convicção de que religião é realmente poder social. Necessitam localizar cada igreja em algum lugar no espectro ideológico do liberalismo de esquerda ou no conservadorismo de direita.
  2. o evangelho faz que a igreja não pode ser encerrada em uma só categoria. 1. A justificação por meio da fé traz mudanças psicológicas profundas e poderosas, ainda que pecador, sou aceito. Isto converte as pessoas. Minhas cadeias caíram, meu coração é livre, me levanto e sigo a Ti. 2. Por outro lado, o evangelho da cruz e do reino traz mudanças profundas e poderosas no social também. Define os valores do mundo: poder, posição, reconhecimento, riqueza. O evangelho representa a vitoria por meio da debilidade, a riqueza na pobreza e o poder no serviço. Isto muda nossa atitude com o pobre, com as posições sociais, a riqueza ou as carreiras.
  3. uma igreja centrada no evangelho deve combinar diferentes paixões que não são vistas juntas em uma mesma igreja. Isto faz que a gente volte a visitarmos e tome nossa mensagem seriamente. Nas comunidades de valores tradicionais, uma igreja pode carecer destas combinações, contudo, ainda ter credibilidade. Este é o caso do campo missionário secular.

Comunidade de contracultura.

  1. Geral: A moralidade individual e o evangelismo pessoal não são testemunhos suficientes no campo missionário secular. A pulcra escrupulosidade e o evangelismo deixa o cristão indistinguível dos mormos, os testemunhas de Jeová, os mulçumanos,etc. 1. Os cristãos devem modelar uma forma totalmente alternativa de ser como sociedade através de mostrar praticamente uma maneira de vier em comunidade.
  2. Específicos: 1. Sexo: se deve modelar e viver uma vida de pureza sexual não baseada em ter mais vergonha e pudor que a cultura externa, senão em ter mais gozo, segurança e agrado com a sexualidade. 2. Dinheiro: uma comunidade de pessoas que tomam decisões em relação a sua carreira, gastos e economia, residência sobre a base do serviço antes que a comodidade ou prosperidade pessoal. Modelar uma generosidade radical sem cair no farisaísmo. 3. Poder: a. relações interculturais e interrraciais e compatilhar o poder. B. abertura e humildade para com quem diferimos profundamente.
  3. Relações interpessoais poderosas dentro da comunidade caracterizada pelo ceder de direitos, escutar o outro, perdoar, comprometer-se com a reconciliação e ter atitudes de servo.

Renovação cultural das vocações laicas.

  1. Geral: A diferença chave entre as igrejas missionais com as igrejas da cristandade está na ênfase do discipulado publico: elaborando os distintivos cristãos, contudo, simultaneamente participando ativamente na produção da cultura. Meta: não a participação com assimilação de valores, mas tampouco, separação e monasticismo. Em uma sociedade da cristandade não há necessidade de discutir acerca de como é um cristão ator, empresário, artista, escritor, jornalista, etc. A sociedade é considerada basicamente cristã. A ênfase da igreja esta dedicada ao compromisso pessoal.
  2. Especifico: 1. Retórica geral apóia aos cristãos que se dedicam a seu trabalho nos campos vocacionais seculares. 2. Estratégia tripla: a. a analise de uma teologia do reino: ídolos da cultura/sociedade- o que se pode aceitar da cultura, que se aceita, contudo, é reelaborado aquilo que se pesquisa. B. produzir juntos- conectar-se para poder produzir cultura, ajudar-se mutuamente para poder excelência. C. nutrir e apoiar temas particularmente pastorais no campo.

Consciência de reino global como igreja.
Geral: Durante a época da cristandade, as igrejas se definiam a si mesmas em contraposição com outras igrejas, não em relação ao mundo. Existia um sectarismo e territorialismo generalizado. Por outro lado, a unidade da igreja é um fator profundamente missional – Joao 17- . Quando for possível, devemos buscar mostrar ao mundo nossa unidade.
Específico: 1. Ao nível local, tratar de cooperar ao máximo com outras igrejas sem comprometer a integridade – as diferenças teológica são importantes. 2. Especialmente devemos ver a necessidade de escutar as igrejas emergentes da Africa, America Latina e Asia. Tem tanto para ensinarmos a eles e eles a nós. Os devemos tratar com deferência. Com? A. A educação teológica compartilhada. B. cooperação entre iguais no campo missionário, não um modelo americano de envio de missionários 3. Intensivo inicio de igrejas em todas as partes para poder criar corpos missionários conscientes de trabalhar pelo reino. É muito mais fácil iniciar uma nova igreja com as sete marcas da igreja missional que intentar renovar uma velha igreja. O modelo da cristandade iniciou poucas igrejas em nosso próprio país.

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Mark Driscoll : Igreja

A igreja local é a comunidade de crentes regenerados que confessam Jesus Cristo como Senhor. Em obediência às Escrituras eles se organizam sob liderança qualificada, reunem-se regularmente para pregação e adoração, observam os sacramentos bíblicos do batismo e da Santa Ceia, são unificados pelo Espírito, disciplinados para santidade, e espalhados para cumprir o Grande Mandamento e a Grande Comissão como missionários ao mundo para a glória de Deus e sua alegria.

- Mark Driscoll e Gary Breshears em Vintage Church

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Kant: Analítica dos Conceitos




A analítica dos conceitos é distinta da analítica dos princípios.




Princípios são aqueles pelos quais as categorias se aplicam. Os princípios vão dizer sobre o sujeito. Tudo que for objeto de juízo empírico objetivo te que ser matematizável. Condição para que se possa formular juízo empírico objetivo. o que está em S tem que ser quantificável.


O predicado que está na qualidade, vai dizer sobre o conteúdo do termo, dizendo que ele deva ter um grau.


A forma do juízo categórico vai dizer sobre a substância, lembrando que é uma relação, mas substância quer remeter a permanência no tempo. O princípio se constitui em toda mudança, a substância é permanentemente igual a uma constância.


Hipóteticos, leva-nos a causalidade regrando que toda alteração conforma-se à lei de conexão entre causa e efeito. É o dar-se conta de uma alteração no tempo. A lei não é uma descoberta empírica , mas uma construção que organiza. Causalidade é um sintético a priori.


Disjunção é a crença que todas as subtâncias estão em relação de reciprocidade supondo que há interação.


Possibilidade e impossibilidade é uma possibilidade temporal e não lógica. É o possível , o que concorda com as condições formais da experiência.


Existência e não existência: mostra-se como real , mas. não de modo necessário do ponto de vista das condições gerais da experiência.


Locke encontrou elementos a priori na experiência, mas tentou derivá-los da própria experiência. Contra o empirismo, há princípios anteriores à experiência. Contra o racionalismo, que esses conceitos são puramente formais.


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Categorias: são conceitos de um objeto em geral mediante os quais a sua intuição é considerada determinada no tocante a uma das funções lógicas dos juízos B128


Num juízo categórico, o sujeito dve ser pensado como substância com permanência no tempo, tem que ser quantificável e para qual se predicarão um grau.




Analitica dos Princípios


uso transcendental da razão- usar as categorias sem a experiência dos objetos.




uso transcendental do entendimento, implica intuição, logo, implica experiência sendo legítimo.




Categorias - regras de uso


doutrina da capacidade de julgar é como aplicamos as categorias aos multiplos da experiência.


Conteudo das categorias é que são relações, relações que usam síntesis.