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Passar uma semana num paraíso chamado Iberostar e ler o ano do pensamento mágico foi um contrassenso..
Totalmente..... mas valeu...
A morte está perto, e a semana paradisíaca já morreu também...
a vida e sua fragilidade, ainda maior nos sonhos de estar bem sempre.
SINOPSE
“A vida se transforma rapidamente. A vida muda num instante.
Você se senta para jantar e aquela vida que você conhecia acaba de repente”.
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Alguns dias antes do Natal de 2003, Joan e seu marido, o também escritor John Gregory Dunne, viram sua única filha, Quintana, cair doente vítima do que, à primeira vista, parecia ser uma febre, depois uma pneumonia, mas que acabou se revelando um choque séptico. Quintana foi internada e posta em coma induzido, sobrevivendo por meio de aparelhos.
Na véspera do Ano-Novo, após visitar sua filha no hospital, esse casal de escritores está jantando, quando o marido de Joan sofre um acidente vascular fatal. Em um segundo, num piscar de olhos, se interrompe, para sempre, uma relação de quarenta anos.
E agora?, é a pergunta que se ouve com uma insistência dolorosa — e é quase inevitável que o leitor também se pergunte quantas vezes já ouviu essa mesma pergunta fora das páginas de um livro. O que fazer depois que a vida muda tão drasticamente? Como seguir vivendo, repetindo os mesmos pequenos rituais do dia-a-dia e enfrentando o que ainda está por vir?
Neste livro intenso e íntimo, Joan Didion tenta encontrar algum significado naquelas “semanas e meses que acabaram com qualquer idéia que eu já pudesse ter tido sobre doença e morte... sobre casamento, filhos e lembranças, sobre sofrimento, sobre como as pessoas lidam (ou não lidam) com o fato de que a vida acaba”.
O ano do pensamento mágico ganhou o prêmio National Book para livros de não-ficção, dos Estados Unidos, e vendeu mais de 500 mil exemplares desde o seu lançamento em novembro de 2005. Os direitos de publicação da obra já foram vendidos para 20 países.
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