sexta-feira, novembro 16, 2007

Longe de mim, perto de Tudo.

"Somos aprovados como servos de Deus, não por causa do sucesso, mas pela nosa fidelidade na vida diária. Estabelecemos como alvo ter suceso no trabalho cristão; mas o alvo correto é manifestar a glória de Deus na vida humana, é viver, sob as limitações humanas, a vida que está oculta juntamente com Cristo em Deus. É no cenário das relações humanas que a vida ideal, a de Deus, deve ser vivida" Oswald Chambers, Tudo para Ele, 16/11.



Em meio ao trafego de emoções e veículos, quando tudo mais perde o valor, descobrimos que nosso umbigo não é o mundo, há mais além de nós mesmos, como diz John Piper a grande lição de Cowper é viver o outro, olhar para além de nós mesmos. Porque se mergulharmos em nossos sentimentos e anseios, a única vontade será o entorpecimento da nossa miséria.

Assim, os esforços são inúteis quando se trata da vida cristã, ela é impossível para mim. Somente pode ser vivida quando deixo de lado os meus supremos interesses, vontades e desejos, e descubro que é uma entrega.

Resta o desafio da descoberta de que a negação de mim mesmo é a realização plena individual em Cristo, não se trata de possessão ou magia, mas de uma realidade que não será a negação da realidade em si, mas a descoberta que a glória de Deus se manifesta em nossa fraqueza quando nos esquecemos dela e descobrimos a fortaleza que é Deus.

Uma dialética, uma contradição, uma superstição? A vida mais profunda que existe não está no meu estômago e nem em minha mente que não para, mas na contemplação do mundo e a visão nesta, da glória de Deus, enfim, um presente, uma graça que não começa em mim, vem com a brisa, com a revelação da voz de Deus no nada e no tudo que existe.

Ainda há uma fonte que vivifica tudo!




There is a fountain fill'd with blood,
Drawn from Emmanuel's veins;
And sinners, plunged beneath that flood,
Lose all their guilty stains.

The dying thief rejoiced to see
That fountain in his day;
And there have I, as vile as he,
Wash'd all my sins away.

Dear dying Lamb, Thy precious blood
Shall never lose its power,
Till all the ransom'd church of God
Be saved, to sin no more.

E'er since, by faith, I saw the stream
Thy flowing wounds supply,
Redeeming love has been my theme,
And shall be till I die.

Then in a nobler, sweeter song,
I'll sing Thy power to save;
When this poor lisping stammering tongue
Lies silent in the grave.

Lord, I believe Thou hast prepared
(Unworthy though I be)
For me a blood-bought free reward,
A golden harp for me!

'Tis strung and tuned for endless years,
And form'd by power divine,
To sound in God the Father's ears
No other name but Thine.

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